quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Halloween literário

Esse artigo foi publicado hoje no Blog do Curioso do Marcelo Duarte, e eu achei bem diferente para ser tema do Dia das Bruxas.

A matéria traz uma lista com as 5 bibliotecas mais assustadoras no mundo, por seu aspecto aterrorizante e sombrio. Quem quiser conferir a descrição de cada uma, é só clicar no link do blog, lá no primeiro parágrafo, pois aqui só vou postar o nome e a foto de cada biblioteca, OK? Vale a pena conferir a história desses lugares, é tudo muito interessante.

1ª Marsh's Library (Dublin, Irlanda)



2ª State Library of Victoria (Melbourne, Austrália)



3ª Kimberley Africana Library (Cabo Norte, África do Sul)



4ª Biblioteca Pública de Morelia (Michoacán, México)


5ª Bristol Central Library (Bristol, Inglaterra)


Ele é o cara #1

Hoje estou começando mais uma coluna aqui no blog, que, espero, consiga publicar toda quarta-feira. "Ele (ou ela) é o cara" vai falar sobre alguém importante, que tenha tido destaque em algum livro, história, conto, filme, série, música... enfim, alguém que seja relevante para o mundo.

Por coincidência, hoje também é comemorado nos EUA o Halloween, então nada melhor que abrir a coluna com um bruxo de respeito:  Snape.

foto: Wikipedia

Severus Snap, professor de Poções na saga "Harry Potter", que dispensa apresentações, é um dos personagens mais intensos e misteriosos da série, e que só tem sua verdadeira importância revelada nos últimos momentos da história. E esse foi o motivo por ele ter sido eleito "O Cara" aqui hoje; (SPOILER, se você ainda não leu os livros ou viu os filmes, cuidado!) desde o primeiro dia em que Harry chega à Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Snape trata Harry com indiferença, e algumas vezes, o faz passar por situações delicadas na frente de todos os outros alunos. Na primeira aula, ele faz a Harry uma pergunta simples, mas que ele não pode responder, pois foi criado como "trouxa" e não conhece nada do mundo bruxo. Harry, que é famoso por ter acabado com o bruxo mais cruel da história, Lord Voldemort, quando ainda era um bebê, nunca teve contato com nada que estivesse ligado a bruxaria, e, portanto, chega à escola totalmente alheio a tudo o que existe naquele mundo secreto. Snape passa anos desafiando Harry, dando-lhe detenções que lhe impedem de jogar quadribol, e tudo isso desperta no bruxinho uma aversão ao professor, que o leva a desconfiar de Snape cada vez que algo suspeito ou perigoso acontece na escola, sabendo que ele, inclusive, já tinha sido um Comensal da Morte.

Desde a infância, Snape foi apaixonado pela mãe de Harry, Lilian, mas ela acabou se casando com Thiago Potter. Mesmo assim, Snape continuou gostando de Lilian, e a protegendo sempre que podia. 

Além disso, ele era o homem de confiança de Dumbledore, diretor de Hogwarts, e foi durante anos um agente duplo, hora trabalhando para Voldemort como um Comensal da Morte, hora trabalhando a favor do diretor, revelando informações importantes do lado do mal. É assim que Snape se torna uma das pessoas mais importantes da saga, já que, ao mesmo tempo que ajudava os bruxos a se defenderem de Você-sabe-quem, ele fingia estar lutando junto aos Comensais sendo espião de Voldemort na escola, ganhando, assim, confiança total do bruxo das trevas.

Snape sempre passou a imagem de que era muito ruim, que não gostava de Harry ou de qualquer outro aluno da Grifinória, mas, na verdade, ele sempre fez isso para não chamar a atenção para seu verdadeiro papel, que era proteger Harry a mando de Dumbledore, já que o diretor sabia que Harry seria a única pessoa capaz de acabar de uma vez por todas com Voldemort.

No final da história, os verdadeiros motivos para as atitudes de Snape são revelados, de forma dramática: logo após sua morte, ele entrega a Harry uma de suas lembranças, e através dela o menino descobre que na verdade, Snape sempre foi a grande vítima de toda aquela tragédia, e que, juntamente com Dumbledore, ele foi muito importante para o triunfo de Harry sobre Voldemort. 

Snape matou e morreu em nome de uma causa, e viveu miseravelmente, mentindo, se passando por alguém que ele não era e sofrendo por não ter podido viver ao lado do amor de sua vida.

Ele é ou não é um herói da obra de J.K.Rowling, digno de admiração dos fãs do menino bruxo?

Quem gosta da série pode ver esse vídeo aqui, onde os atores e outras pessoas envolvidas nas filmagens falam a respeito da história de Severus Snap.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Cinquenta tons mais escuros


Após descobrir um pouco mais sobre o lado obscuro de Christian, Anastasia rompe o relacionamento com ele e tenta se concentrar em seu novo emprego numa editora, mesmo com Sr. Grey ocupando cada pensamento dela. Então, quando ele a procura e propõe um novo acordo, mas leve que o anterior, ela não resiste e aceita voltar com ele. Ana vai descobrindo aos poucos mais detalhes sobre o passado de Christian enquanto ele tenta exorcizar seus demônios e viver esse romance intensamente.

A segunda parte do romance entre Anastasia e Christian Grey, começa exatamente onde terminou o primeiro livro; Ana deixou a casa da Grey e está sofrendo com essa decisão. Há dias não se alimenta ou dorme direito, e agora está trabalhando em uma pequena editora, mas faz tudo mecanicamente, apenas para passar o dia e chegar em casa para chorar e remoer seus sentimentos.

A exposição de fotos do seu amigo José está chegando, mas, em seu estado de torpor, ela nem se lembra  disso, até que Christian lhe manda um e-mail perguntado se ainda pode ir com ela. Uma pequena chama se acende no coração de Ana, mas ao mesmo tempo ela não quer encontrar com ele, sabendo que será uma tortura ficar perto do homem que ama, mas que não corresponde esse amor da mesma forma. Enfim ela cede, e eles vão juntos ao evento, onde Grey aproveita para começar a se desculpar e tentar a reconciliação. 

O presente que Christian dá para Anastasia ao deixá-la  em casa no final da noite é tão lindo que eu fico imaginando qual seria a minha reação se ganhasse algo parecido. A partir dali, não há como ela ficar mais longe dele, e a relação dos dois volta mais apimentada que nunca.

Nesse livro, começam a aparecer outros personagens, que vão dando mais dinâmica à história, e tornando a trama mais interessante que no primeiro, como por exemplo Jack, chefe de Ana na editora, que tenta seduzi-la desde o primeiro momento e Leila, a antiga submissa de Christian, que está perturbada mentalmente e volta para atormentar a vida de Ana. 

Há, sim, muito mais romance agora, mas também há suspense, perseguição e até situações extremamente perigosas, que os põe em risco de morte.

Diante dessas ameaças, Anastasia deixa de ser tão insossa e, em pelo menos duas ocasiões, mostra uma força e um auto-controle que até então seria impensável que ela possuísse. Nessas situações, ela estava sob pressão, acuada, correndo risco de ser atacada ou morta, e manteve a calma, pensando antes de tomar qualquer atitude precipitada e conseguindo se defender de forma surpreendente.

Aqui, vemos um Christian mais receptivo, mais aberto a novas experiências, e muito, mas muito mais apaixonado por Anastasia (ou seria apenas consciente de seu amor?). Ele está disposto a mudar todo o seu modo de vida para ficar com ela, do jeito que ela deseja, e assim acaba mostrando um lado dele que não conhecemos no primeiro livro. Sim, ele é capaz de amar e deixar suas práticas sexuais em segundo plano, para que Ana se sinta segura e consiga se entregar totalmente. Em alguns momentos ele se mostra, apesar da natureza de dominador, um pouco inseguro e carente, precisando de Ana em todos os momentos do seu dia. Entretanto, a protagonista ainda passa  boa parte do tempo perguntando sobre o passado dele, deixando-o, muitas vezes, irritado e frustrado, com medo de contar toda a verdade e perder a mulher que ama. 

Como em todo romance, nem tudo corre as mil maravilhas, e eles têm que se esforçar para ficar juntos no final. É um processo longo, que envolve o analista de Christian, e muita paciência do casal; ora eles brigam praticamente sem motivo, ora se amam loucamente. 

Enfim, essa segunda parte da trilogia tem mais romance, novos personagens que desafiam Christian e Anastasia e põem a prova seu relacionamento e a confiança mútua, e alguns segredos são revelados, que amarram algumas pontas soltas no primeiro volume, além de situações que ficam em aberto para o terceiro livro.

Eu já tinha gostado de "Cinquenta tons de cinza", e gostei ainda mais de "Cinquenta tons mais escuros", exatamente pelo enredo mais romântico desenhado por E.L.James. Para quem espera só sexo e BDSM, pode se decepcionar um pouco aqui, já que o relacionamento dos personagens fica mais intenso nesse livro. Além disso, o lado psicológico de Christian fica mais exposto, tornando-o mais sensível e cativante. 

Cinquenta tons mais escuros
E. L. James
485 páginas
Editora Intrínseca

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dia Nacional do Livro (todo dia)

foto: Outros300

Hoje comemoramos o Dia Nacional do Livro, e vocês sabem por quê? 

Por que foi no dia 29 de outubro de 1810 que a Biblioteca Nacional foi inaugurada, a partir da transferência de livros e documentos que estavam armazenados em salas do Hospital da Ordem Terceira do Carmo, vindos da Real Biblioteca Portuguesa.

Para nós, apreciadores da literatura, o dia do livro é todo dia, mas hoje é um dia especial em que expressamos nosso amor pelos livros, e apesar das dificuldades, tentamos conquistar cada vez mais leitores, nesse país tão carente de jovens apreciadores de uma boa leitura.

Nesse intuito, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) começa hoje mais uma etapa do projeto "Livro Livre", que vai até o próximo dia 31 em 5 estações do metrô (Brás, Luz, Palmeiras-Barra Funda, Osasco e Pinheiros) e que tem como objetivo distribuir, gratuitamente, 50 mil exemplares de livros para os usuários do sistema, que deverão ler o livro escolhido, e passá-lo adiante, deixando-o dentro dos vagões, nas catracas, num banco, ou em qualquer outro lugar público, para que outro leitor o encontre e o leia também, formando, assim, uma cadeia interminável de leitores. A iniciativa é muito boa, e acho que outras instituições deveriam seguir esse exemplo, já que, para uma pessoa adquirir o hábito da leitura, ela só precisa de incentivo.

Para quem quiser mais informações sobre o projeto clique aqui e acesso o site da CPTM.

domingo, 28 de outubro de 2012

Os livros mais lidos pelos jovens

O site Livros só mudam pessoas publicou uma reportagem com os 13 livros mais lidos pelos jovens de hoje. Alguns títulos são certos, como "Harry Potter" e "Jogos Vorazes", impulsionados pelo sucesso de suas adaptações para o cinema, mas também há um título que foi surpresa, pelo menos para mim, por se tratar de uma obra já publicada há muito tempo; "O apanhador no campo de centeio" não segue o mesmo perfil dos demais livros que vêm no topo das listas dos mais lidos, mas confirma sua importância como obra clássica e de leitura obrigatória em todas as fases da vida. A lista é bem interessante, e, para quem gosta de leitura, trás boas indicações: 

1º Harry Potter: O bruxinho que fez história na telona, é um dos livros mais lidos pelo mundo. Escrito pela britânica J.K. Rowling, vendeu aproximadamente um bilhão de exemplares. Foram sete livros publicados e oito filmes, sendo o último filme dividido em duas partes. Rowling é a mulher mais rica da história da literatura.

2º Jogos Vorazes: Um livro que também ganhou a adaptação para o cinema, conta a história da heroína Katniss Everdeen, uma adolescente que luta pela sobrevivência no jogo que intitula o livro e o filme. A autora Suzanne Collins trata sobre pobreza, fome, efeitos da guerra e opressão.

3º O sol é Para todos: O livro foi lançado em 1960 e escrito por Harper Lee é uma obra que trata a história de um homem negro, acusado injustamente de violentar uma jovem branca na cidade do Alabama. Aborda questões como tolerância, preconceito e respeito.
O livro não levanta bandeiras, nem determina as personagens de maneira maniqueísta. Permite ao leitor traçar suas próprias escolhas e traz um misto de sentimentos como: comoção, revolta e questionamentos.
4º A Culpa é das Estrelas: Escrito por John Green, conta a história de Hazel, uma paciente de 16 anos que trata de um câncer. A protagonista conhece Augutus Waters no Grupo de Apoio às crianças com câncer. Juntos passam a preencher as páginas de suas vidas. Um livro que aborda com sutileza a luta pela vida e principalmente como o amor pode transpor a dor. O autor procura exprimir esse momento com delicadeza, mas não adota o final felizes para sempre.
5º O Hobbit: Para os fãs de Senhor dos Anéis e do autor J.J. Tolkien, em dezembro (2012) poderemos acompanhar essa adaptação no cinema pelas mãos do diretor Peter Jackson. O livro conta as aventuras de Bilbo Bolseiro (hobbit) junto com Gandalf e os anões. Narra quando ele encontra o “precioso” anel.
6º O Apanhador no Campo de Centeio: O livro prestes a completar 47 anos de publicação foi escrito por J. D. Salinger.
Uma sensível obra que conta sobre o fim de semana de Holden Caulfied, um jovem que estuda em um internato, regressa mais cedo para casa, por não ter atingindo boas notas no colégio. Na volta para casa para enfrentar a família. O protagonista passa a refletir sobre as suas experiências e podemos acompanhar na leitura a sua visão sobre o mundo e condução do seu futuro. Antes de encarar os pais, Holden decide procurar sua antiga namorada, sua irmã e seu professor e com a ajuda deles busca compreender o caos que passa em sua mente.
Tratar sobre o cotidiano demanda muito cuidado, para não cair na mesmice e isso Salinger faz com maestria em sua obra.
7º O Senhor dos Anéis: Pode ser descrita como uma obra brilhante mostra diálogos ricos e personagens envolventes. Narra o conflito entre bem e o mal e a luta de várias raças: Hobbits, Anões, Elfos, Ents e Humanos contra Orcs para evitar que o “anel” caia nas mãos do Senhor da Escuridão (Sauron), tem como protagonista Frodo Bolseiro que tem a missão de destruir o anel e uma personagem que dispensa apresentações “Gollum” que representa a ruptura do bem e do mal, que concilia momentos de lucidez e ambição pelo seu “precioso (anel)”.
8º Fahrenheit 451: Uma obra que também foi adaptada para o cinema foi publicada em 1953 pela autoria de Ray Bradybury que narra um governo totalitário em um futuro incerto que proíbe qualquer tipo de acesso à leitura, sua personagem central é um bombeiro Guy Montag que queima livros.
A trama apresenta reviravoltas e nos condiciona a necessidade do pensamento, da discussão de ideias e principalmente de irmos contra qualquer tipo de manipulação.
9º Quem é você, Alasca?: O autor John Green apresenta nessa obra uma metáfora sobre a adolescência, um período de significativas mudanças, traz a personificação do talvez e todas as inquietudes que acompanham essa fase. O protagonista Miles Halter, é um jovem que tem verdadeira fixação pelas últimas palavras ditas por personagens célebres e vai à procura do que foi dito pelo poeta François Rabelais nos seus suspiros finais:
“Saio em busca de um grande talvez”. A história apresenta características como: inseguranças, mudanças, amor e o conflito da travessia da adolescência para a fase adulta.
10º A Menina que roubava livros: Uma obra que narra a trajetória de Liesel Meminger que é perseguida pela Morte por roubar livros. O autor Markus Zusak trabalha com recursos próprios de linguagem, faz da Morte uma simpática narradora. Um inusitado romance histórico que nos faz refletir sobre o amor a literatura.
11º O Menino do Pijama Listrado: John Boyne traz nesse livro uma amizade construída em tempos de guerra. Bruno é filho de um oficial alemão nazista da alta hierarquia, que conhece Samuel uma criança judia. Ambos têm a mesma idade, e mesmos separados por uma cerca descobrem uma grande afinidade. Uma obra que também ganhou sua versão cinematográfica.
Comovente traduz todas as reviravoltas de uma guerra e apresenta um final surpreendente!
12º Caçador de Pipas: Um livro que é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial, trata sobre a amizade de Amir e Hassan que vivenciam diferentes realidades no Afeganistão em 1970 e se encontram em um campeonato de pipas. A compreensão de valores, o reencontro com o passado e o peso das escolhas, é tratada de forma sutil nessa obra que também esteve nas telonas.
Essa obra já vendeu mais de 2 milhões de exemplares só nos Estados Unidos, seu autor Khaled Hosseini propõe ao leitor o seguinte questionamento: Quantos de nós temos o direito a uma segunda chance?
13º 1984: Esse romance de George Orwell é uma inspiração dos regimes totalitários das décadas de 30 e 40 e fala sobre como o indivíduo pode se tornar uma importante ferramenta do Estado. Uma outra curiosidade sobre o livro é o seu título, escrito em 1948, mas por influência dos editores o título foi alterado para 1984, uma inversão da data.
Uma clara denúncia das mazelas do autoritarismo, a fragilidade da sociedade e o que representa o poder. Com personagens ambíguas, o leitor vai mergulhar em uma profunda reflexão sobre a importância do pensamento, das escolhas e liberdade.

E vocês, concordam ou discordam da lista acima?



Na estante

O Skoob postou no Facebook um modelo de estante para livros que foi feito sob uma escada, naquele espaço que a gente geralmente não sabe bem como aproveitar de maneira bonita e funcional.

Para quem tem um espeço assim em casa, vai a dica:

Promoção (divulgação)

Promoção maravilhosa no blog Pepper Lipstick:


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Sexta de música #2

Olá leitores! Mais uma sexta de música por aqui.
Hoje a trilha é baseada no livro "A culpa é das estrelas", de John Green (você pode ler a resenha aqui). 
Só listei 3 músicas que acredito representarem bem o misto de sentimentos  que esse livro provoca durante a leitura.
Juro que tentei pensar em uma trilha mais alegre, ou pelo menos uma música mais animada, mas foi difícil.
A última música foi uma sugestão do meu colega João Oliveira, do blog futebolístico Mesa Quadrada. 
Espero que vocês curtam as músicas, e depois deem suas opiniões.
Bjos!

Cássia Eller - No recreio 

Quer saber quando te olhei na piscina
Se apoiando com as mãos na borda
Fervendo a água que não era tão fria
E um azulejo se partiu porque a porta
Do nosso amor estava se abrindo
E os pés que irão por esse caminho
Vão terminar no altar
Eu só queria me casar
Com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter
Então quero mudar de lugar
Eu quero estar no lugar
Da sala pra te receber
Na cor do esmalte que você vai escolher
Só para as unhas pintar
Quando é que você vai sacar
Que o vão que fazem suas mãos
É só porque você não está comigo
Só é possível te amar...
Seus pés se espalham em fivelas e sandália
E o chão se abre por dois sorrisos
Virão guiando o seu corpo que é praia
De um escândalo, charme macio
Que o cor terá se derreter?
Que som os lábios vão morder?
Vem me ensinar a falar
Vem me ensinar ter você
Na minha boca agora mora o teu nome
É a vista que os meus olhos querem ter
Sem precisar procurar
Nem descansar e adormecer
Não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
Olhar pro céu só ver janela e cortina
No meu coração fiz um lar
O meu coração é o teu lar
E de que que adianta tanta mobília
Se você não está comigo
Só é possível te amar
Ouve os sinos, amor
Só é possível te amar
Escorre aos litros, o amor


Marcelo Camelo - Janta 


Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer, mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Eu ando em frente por sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that I am sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them forever
'Cause I can forget about myself
Trying to be everybody else
I feel alright that we can go away
And please my day
I'll let you stay with me if you surrender
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself
Trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I'll let you stay with me if you surrender)

Gabriel, o Pensador - Pra onde vai


Mais uma vida jogada fora
Um coração que já não bate mais, descanse em paz
Sonhos que vão embora, antes da hora
Sonhos que ficam pra trás
Pra onde vai você?
Pra onde vai?
Pra onde vai o Sol quando a noite cai?
E agora?
A dor é do tamanho de um prédio
A casa sem ele vai ser um tédio
Não tem remédio, não tem explicação, não tem volta
Os amigos não aceitam, o irmão se revolta
A família não acredita no que aconteceu
Ninguém consegue entender porque o garoto morreu
Tiraram da gente um jovem tão inocente
E a sua avó que era crente hoje tem raiva de Deus
O seu pai ficou mais velho, mais sério e mais triste
E a mãe simplesmente não resiste
Além do filho, perdeu o seu amor pela vida
E a nora agora tem tendências suicidas
E a namoradinha com quem sonhava se casar
Todo mundo toda hora tem vontade de chorar
Quando se lembra dos planos que o garoto fazia...
Ele dizia: "Eu quero ser alguém um dia"
Sonhava com o futuro desde menino
Ninguém podia imaginar o seu destino
Mais uma vítima de um mundo violento...
Se Deus é justo, então quem fez o julgamento?
Pra onde vai você?
Pra onde vai?
Pra onde vai o Sol?
Quando a noite cai?
Por quê um jovem que vivia sorridente perde a sua vida assim tão de repente?
Logo um cara que adorava viver
Realmente é impossível entender
Nenhuma resposta vai ser capaz de trazer de novo a paz à família do rapaz
Nunca mais suas vidas serão como antes
E eles olham o seu retrato na estante
Aquele brilho no olhar e o jeitão de criança
Agora não passam de uma lembrança
E a esperança de que ele esteja bem, seja onde for,
Não diminui o vazio que ele deixou
É insuportável quando chega o seu aniversário
E as suas roupas no armário parecem esperar que ele volte de surpresa
Pra ocupar o seu lugar vazio à mesa
A tristeza às vezes é tão forte
A tristeza às vezes é tão forte que é mais fácil fingir que não houve morte
Porque sempre que ele chega pra matar as saudades
Ele vem com aquela cara de felicidade
Alegrando os sonhos e querendo dizer que a sua alma nunca vai envelhecer
E que sofrer não é a solução
É melhor manter acesa uma chama no coração
E a certeza na mente de que um dia se encontrarão novamente.
Pra onde vai você?
Pra onde vai?
Pra onde vai o Sol quando a noite cai?
Pra onde vai você ?
Pra onde vai o Sol...
Pra onde vai...
Quando a Noite cai ?
Quando tudo vira cinzas,
Pra onde vai o Sol ...
Quando a noite quando a noite cai ?
Quando o Sol se vai ?
Quando tudo passa ?
Quando a gente chora ?
Pra onde vai ?

A culpa é das estrelas - resenha





"Dois adolescentes se conhecem - e se apaixonam - em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu parte da perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - e essa é a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, esse livro é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar." 

Hazel Grace tem apenas 16 anos e é impedida de levar uma vida normal de adolescente por causa do câncer no pulmão, que não deixa que ela faça muita coisa sem sentir falta de ar e cansaço, então, ela pouco vai à faculdade ou sai com os amigos. Sua mãe praticamente a obriga a frequentar o grupo de apoio, para que lá ela possa socializar com outras pessoas que passam pelo mesmo drama que a menina e troquem experiências, além impedir que a garota entre em depressão. É numa dessas reuniões que ela conhece Augustus, lindo de morrer, e que teve a perna amputada do joelho para baixo em decorrência de um câncer chamado osteosarcoma. Isso o impede de jogar basquete como ele fazia antes, já que, agora, ele usa uma prótese na perna. Logo de cara os dois já se dão bem, e Gus convida Hazel para assistir em sua casa o filme "V de vingança", pois acha que ela é muito parecida com a atriz Natalie Portman, e ela discorda. Depois de verem o filme, Hazel vê alguns livros de Gus e eles acabam compartilhando seu gosto pela literatura. É ai que ela fala sobre seu livro preferido, "Uma aflição imperial", que já releu centenas de vezes, apesar de não se conformar pela estória não ter um final. Ela empresta o livro a Gus, que também fica tentando achar uma explicação para o desfecho que não termina nada. A partir dai, eles passam a buscar um nexo para aquele livro sem final, e assim sua amizade se fortalece.

Depois de muitos questionamentos, eles conseguem um contato com a secretária do autor do livro, e com a ajuda de algumas pessoas, viajam até a Holanda, onde ele mora atualmente, para tentar conversar diretamente com ele e esclarecer suas dúvidas cruciais. Sim, cruciais, já que Hazel usa sua interpretação do livro como apoio nos momentos mais difíceis da sua doença. Gus, apaixonado por ela, também quer a qualquer custo descobrir por que o autor deixou o livro inacabado. O encontro entre eles é frustrante, pois o escritor não revela nada e ainda os trata extremamente mal, tentando convencê-los de que a vida não faz sentido e que eles não devem mais se iludir sobre a existência de um significado oculto naquele 'não final'.

Apesar disso, a viagem deles é mágica, mesmo Hazel tentando manter a relação dos dois apenas como amizade, já que ela sabe que vai morrer a qualquer momento e não quer fazê-lo sofrer. Como a própria gosta de lembrar, ela é uma granada que pode explodir a qualquer momento. Mas, não há como resistir ao charme de Gus, e ela cede. O amor dos dois floresce plenamente na Holanda, em meio à primavera e aos confetes que caem das árvores, como a coroar a entrega dos dois. É muito romântico!

Em paralelo com esse romance adolescente, o autor mostra um lado mais real de Hazel, que, apesar da pouca idade, tem uma visão muito adulta do mundo e plena consciência de que sua vida é limitada por causa da doença. Por isso, em alguns momentos ela se rebela, grita com os pais, trata tudo com uma frieza impressionante, mostrando que, mesmo parecendo adulta, ela não tem a maturidade suficiente para encarar a dura realidade em que vive e que acaba se estendendo à sua família. Do outro lado está Gus, que sempre tenta ver o lado bom da vida, não se tornando escravo da doença nem do tratamento, desafiando seus limites e usando metáforas para deixar situações mais leves ou mais irônicas.

Não posso deixar de comentar sobre o melhor amigo de Gus, Isaac, um garoto que ama vídeo game e que perdeu um olho pro câncer. Ele é muito apaixonado pela namorada, mas, após descobrir que ele está prestes a ficar sem o outro olho, pois a doença se alastrou, a menina simplesmente some, deixando o pobre Isaac numa tristeza sem fim, cumulada com a depressão por saber que vai ficar cego. 

A contracapa do livro traz uma citação do "The New York Times" sobre a estória que diz: 'Um misto de melancolia, doçura, filosofia e diversão. Green nos mostra um amor verdadeiro... muito mais romântico que qualquer pôr do sol à beira da praia'. E é isso mesmo: o livro é sobre amor, um amor incondicional, não apenas amor entre homem e mulher, mas amor entre pessoas. O amor entre Augustus e Hazel é romântico, lindo e fofo, daqueles que todo mundo deveria ter pelo menos uma vez na vida. Dá vontade de juntar os dois para que eles fiquem assim para sempre. Além do câncer, das dores e das dificuldades que tudo isso acarreta em seu dia a dia, eles conseguem viver o sentimento que têm um pelo outro, do jeito que sabem e até onde podem, mas sem deixar de se divertir.

Depois de ler esse livro, passamos a refletir sobre várias coisas em nossas vidas, principalmente aquelas bem pequenas, que parecem não ter importância. E por causa dele, alguns gestos e algumas frases passam a ter um sentido diferente, como por exemplo o "OK" que eles usam sempre e é muito significativo. Não posso dizer mais nada sobre isso, mas quem ler o livro vai entender do que estou falando.


A estória é muito fofa, e não dá pra parar de ler. O enredo é carregado de sentimento, do início ao fim, e me levou às lágrimas em alguns momentos. É impossível não se comover com a história de Gus e Hazel, tão bem escrita por John Green. Se ele queria emocionar os leitores, conseguiu. Espero que ele também tenha conseguido passar aos leitores a mensagem maior dessa estória: que o amor está acima de todas as coisas.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sexta de música #1

Toda sexta é dia de música aqui no blog, e para começar, montei minha própria trilha sonora para "Cinquenta tons de cinza", bem diferente da criada pela autora, e baseada nas sensações que a história me trouxe durante a leitura:

Los Hermanos - Garota de Ipanema
Green Day - She's a rebel
Rolling Stones - Sympathy for the Devil
Muse - Madness
Foo Fighters - Walking after you
Slipknot - Vermilion pt2
Korn - Freak on a leash
The Doors - Love me two times
John Legend - P.D.A.
Van Halen - Can't stop loving you
Legião Urbana - La nuova gioventú
Ben E. King - Stand by me
Coldplay - Warning sign


Espero que tenham gostado, e, se tiverem outras sugestões, serão sempre bem-vindas!

sábado, 6 de outubro de 2012

Cinquenta tons de cinza




Anastasia é uma moça simples, ingênua e apaixonada Literatura Inglesa. Ela quer terminar sua faculdade para trabalhar em alguma editora e manter seu contato com a literatura, mas, quando sua colega de quarto fica doente no dia em que tem uma entrevista com o benemérito da faculdade e convence Ana a ir em seu lugar, suas perspectivas mudam totalmente. O entrevistado é  o multimilionário Christian Grey, a quem Ana não conhece e não faz a menor ideia de quem seja. Durante a entrevista, Anastasia sente algo estranho vindo de Christian, mas, apesar dos olhares incisivos que ele lhe dá, ela termina o trabalho e vai embora. A partir daí, ela não consegue tirá-lo da cabeça, e ele, cada vez mais, vai se aproximando de Ana, que acaba cedendo aos seus encantos. Ele é lindo, gentil, e tem belos olhos cinzentos, que a conquistam imediatamente. Apesar de seus sentimentos puros, ela não imagina qual a verdadeira intenção de Grey, e mesmo com seus avisos para ficar longe dele, ela acaba entrando de cabeça em seu mundo diferente e viciante. Suas práticas sexuais, suas exigências absurdas, suas mudanças repentinas de humor e sua mania por controle deixam Anastasia confusa, com medo, mas tão apaixonada por esse homem misterioso que ela está disposta a correr todos os riscos e mudar toda sua vida para não perdê-lo.


Demorei muito para escrever essa resenha, e explico o motivo: quando terminei de ler “Cinquenta Tons de Cinza” eu estava totalmente envolvida com a história e afetada por Christian Grey, por ele ser tão intenso (assim como seus olhos cinzentos) e controlador, mas também por ele ter um lado carinhoso e romântico, que aflora de repente, transformando o monstro dominador em príncipe encantado. Eu, que adoro romances, tive que reler o livro imediatamente após terminar a última página, e assim ficar mais perto conhecer melhor cada detalhe dos personagens: Christian é lindo, maravilhoso, rico, misterioso, e com um coração grande o suficiente para tentar acabar com a fome no mundo. Já Anastasia, para mim, não passa de um placebo. Isso mesmo, um placebo, aquele remédio sem princípio ativo que distribuem nos grupos de pesquisas de novos medicamentos, e que as pessoas tomam, mas não serve pra nada: ela é sem graça, confusa e insegura. Mesmo depois de Grey ter dado todos os sinais de que estava totalmente apaixonado, ela ainda coloca em dúvida esse sentimento, por causa de seus costumes sexuais “diferentes” e sua busca do prazer através da dor. Apesar disso, e de toda a inexperiência de Anastasia em relacionamentos, ela decide se jogar de cabeça nessa relação e tentar conhecer o mundo novo que Christian lhe apresenta, totalmente avesso a tudo o que já tinha vivido (que era quase nada).

Depois de começar minha leitura, soube que a autora era fã da série “Crepúsculo” e que se inspirou um pouco nela para criar sua trilogia. Na verdade, ela nem precisava afirmar isso, já que fica visível nos primeiros capítulos de “Cinquenta tons...” que seus personagens são bem parecidos com Bella e Edward. Muita coisa aqui remete a alguma coisa do outro, não consegui começar a lê-lo sem fazer algumas comparações com a saga de Meyer. Ainda bem que, com o passar da história, fui deixando essas comparações de lado e mantendo o foco na narrativa de James, que conseguiu “libertar”, por assim dizer, a Anastasia das piores características de Bella Swan, que são, na minha opinião, a apatia e sua mania de pensar que tudo no mundo gira em torno de suas vontades. Anastasia é esperta, inteligente e tem opinião própria, além de um senso de humor contagiante, tanto que ela consegue reverter algumas situações complicadas apenas com suas frases de efeito, e não cede imediatamente a todos os desejos de Christian, mesmo estando caidinha por ele.

Agora entendo por que essa série foi batizada de "pornô para mamães": por causa do alarde feito em torno do tema BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), e que o livro tem cenas de sexo tórridas que nos deixam envergonhadas até se estivermos lendo sozinhas. Na verdade, ele não é tudo isso; os detalhes de cada relação sexual “normal” dos personagens são explícitos, sim, mas qualquer pessoa no mundo sabe como isso acontece, uns de um jeito, outros de outro, mas não é segredo para ninguém que já tenha praticado. Eu, que cresci na época em que Madonna escandalizou a sociedade com suas atitudes revolucionárias e com o livro Sex, cheio de fotos provocantes e audaciosas, inclusive com práticas de lesbianismo e BDSM, esperava muito mais escândalo nesse livro. Na verdade, a propaganda feita é um tanto quanto exagerada, pois o sadomasoquismo aqui é mais um pano de fundo para uma história de amor do que o assunto principal do enredo, e a maioria das cenas de sexo acaba sendo "baunilha", como bem define o próprio Christian. Claro, eles transam em todos os lugares possíveis e imagináveis, mas não é nada demais. Não quero dizer aqui o que dizem da história é mentira, muito pelo contrário, a autora realmente descreve os instrumentos, alguns procedimentos e regras usados pelos adeptos da prática dominação-submissão, mas fica longe de deixar os leitores de cabelo em pé (pelo menos os meus não ficaram). Até quando os personagens estão no chamado “quarto vermelho da dor”, onde Christian é o dominador, existe um pequeno traço de romance, salvo algumas exceções em que ele exerce certa violência, necessária para o desenvolvimento da trama, e as práticas não são tão abusivas, nem tão escandalosas como pintam, ou, como eu imagino, sejam na realidade. E. L. James foi muito esperta ao desenvolver uma história de amor impossível, entre um homem poderoso e uma garota confusa e inocente, utilizando como chamariz o BDSM, logo após o furor causado por outra série que também tinha um romance impossível, entre vampiro e humana, mas de uma castidade imaculada.

Quando Christian e Anastasia fazem amor, e essas cenas são narradas em detalhes, criam nas leitoras a curiosidade, a vontade de conhecer melhor a arte do dom/sub, e buscar novas experiências sexuais, haja vista o aumento das vendas nas Sex shop pelo mundo afora. Mas para mim, acima de tudo, o que valeu a pena na leitura foi o romance, que me lembrou aqueles de banca de jornal que eu lia quando era criança/adolescente, com um up grade de recursos modernos, como a troca de e-mail entre o casal, que rende momentos engraçados, e que me fez pensar se hoje é realmente assim que acontece a paquera...

A narrativa é bem simples, o que proporciona rapidez à leitura, com uma linguagem atual, a diagramação é boa, e o melhor é que a impressão é em papel pólen, um costume da Editora Intrínseca, deixando tudo mais agradável aos olhos. Apesar de ter me apegado aos personagens e estar muito curiosa com o desfecho dessa história, tenho minhas críticas a fazer: achei que a autora repete muitas vezes as mesmas coisas, cansando um pouco às vezes, além de criar a tal da deusa interior que aparece do nada e tem personalidade própria. Também acho que ela vai precisar encontrar uma boa razão para a fobia ao toque que Christian tem, ou isso não vai fazer sentido no final de tudo.


Cinquenta tons de cinza
E. L. James
455 páginas
Editora Intrínseca

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

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