sábado, 19 de janeiro de 2013

Li até a página 100 e... #5


50 anos a mil
Lobão/Cláudio Tognolli
editora Nova Fronteira
591 páginas
Primeira frase da página 100:

"Se você entrava careta, saía todo montado de hippie..."

Do que se trata o livro?

O livro é uma biografia, e conta a história pessoal e profissional de Lobão.

O que está achando até agora?

Muito bom, os editores decidiram manter o léxico usado por Lobão, o que deu um ritmo interessante à leitura.

Melhor quote até aqui:

"Vou pedir a seu pai te levar até a praça Tiradentes para você ver o espetáculo lamentável de uma horda de músicos desempregados, sentados à deriva, em volta do chafariz, sem emprego, sem casa, sem eira nem beira...' disse mamãe. E assim se sucedeu. Papai me pegou pelo braço e, para meu terror, me levou até a praça Tiradentes, onde vi um monte de músicos no maior desamparo: velhos, desempregados, provocando em mim um pavor à profissão e uma tremenda sensação de vazio por não poder desenvolver a atividade que mais gostaria de abraçar."

Algum personagem merece destaque?

O Caguto (rs). É um cara que apareceu do nada na porta da casa do Lobão perguntando quem tocava bateria ali, e pedindo pra tocar com ele no dia seguinte. Caguto foi assim descrito pelo cantor: "um cara mais velho, moreno, comprido, cabelo longo em camadas, contrastando com uns óculos pesados, pretos, quadrados, calça boca de sino... Estava certo de ser um daqueles garotos que, para fumar maconha, ficavam dando voltas pelo quarteirão, para despistar a polícia..."

Vai continuar lendo?

Sim.

Última frase dessa página:

"Como pode uma banda de primeira linha como a Bolha passar desapercebida, enquanto não se para de ouvir no rádio: 'Eu te amo, meu Brasil'?" 

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