domingo, 30 de junho de 2013

Filmando #10 - Se beber, não case - parte III

Eu assisti a "Se beber, não case - parte III" e gostei. O filme garante boas risadas, apesar de ser mais fraco que os anteriores.


Nessa terceira parte o maluco Alan Garner está no ápice de sua loucura e logo no início do filme acaba matando uma girafa que ele acabara de comprar. Isso rende ao seu pai uma multa e um infarto que o mata imediatamente. Assim, a família e os amigos percebem que Alan está precisando de ajuda psicológica para voltar à realidade, e se unem para interná-lo numa clínica de recuperação. É ai que as confusões começam.

No caminho para o Arizona, o carro deles é interceptado pelos capangas de Marshall, o criminoso dono das drogas que Doug negro vendeu para o 'bando de lobos' no primeiro filme e que desencadeou todos os acontecimentos trágicos daquela noite em Las Vegas. O traficante quer que os amigos encontrem Chow, que teria roubado dele uma fortuna em barras de ouro, e que vinha se comunicando por cartas com Alan durante todo o tempo em que estivera preso numa prisão de segurança máxima em Bangkok, de onde ele acaba de fugir. Para coagir os caras a encontrarem Chow, Marshall, claro, prende Doug e ameaça matá-lo se eles não recuperarem o ouro roubado.


Alan consegue contato com Chow que acaba envolvendo os três amigos numa grande confusão e rouba mais uma parte do ouro de Marshall. Então agora, eles precisam recuperar todo o ouro, entregar Chow e salvar Doug. Eles vão se envolvendo em situações cada vez mais hilárias e arriscadas para tentar cumprir as ordens do mafioso.


O personagem vivido por Ken Jeong, Chow, ganha muito mais espaço nesse final de trilogia e em vários momentos rouba a cena, como quando eles estão invadindo uma mansão e têm que cortar os fios que disparam o alarme. Ao longo dos três filmes sua atuação fui crescendo e ele conseguiu conquistar o público, se tornado um dos personagens principais desse terceiro episódio.


Muita gente pode não gostar do filme nem achá-lo muito divertido por ele não seguir a mesma linha dos dois primeiros, com os amigos viajando e acabando drogados numa confraternização e acordarem sem lembrar de nada no dia seguinte, mas a ideia do diretor de explorar novas possibilidades não diminui em nada a qualidade da estória, e o filme ainda tem seus momentos hilários. Alan está ainda mais avoado que antes e Stu ainda mais relutante em aceitar suas atitudes, e essa relação entre os amigos cria situações impagáveis.

O ideal para quem é fã dos filmes anteriores é ir ao cinema com a mente aberta e preparado para ver algo diferente finalizando as loucas aventuras do 'bando de lobos'. Assim, as risadas serão garantidas e as reclamações com as pequenas mudanças na sequência de acontecimentos dos primeiros filmes não atrapalharão o divertimento.


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