sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O presente de Natal de J. K. Rowling para os fãs de Harry Potter #5

Finalmente chegamos ao último texto que J. K. Rowling deu de presente de Natal para os fãs de Harry Potter. Aqui ela fala um pouco sobre "A Ordem de Merlim", prêmio recebido por Dumbledore. Lembrando que o texto foi publicado originalmente no Pottermore, e traduzido pela equipe do Armada Escrita (que, aliás, todo potterhead deve conhecer!).


- Sobre a Ordem de Merlim:

"A Ordem de Merlim é um prêmio dado à bruxas e bruxos que realizaram grandes feitos para o mundo bruxo. Existem três categorias para o prêmio: Primeira Classe, Segunda Classe e Terceira Classe.
A Ordem de Merlim (às vezes abreviado por O.M.), é premiado pela Wisengamot, uma organização que antecede o Ministério da Magia e atualmente funciona como uma combinação de corte e parlamento. A Ordem compreende uma elegante medalha sobre uma fita verde (Primeira Classe), fira roxa (Segunda Classe) ou fita branca (Terceira Classe).
A Ordem de Merlim, celebrando o bruxo mais famoso de seu tempo, tem premiado desde o século XV. Uma lenda diz que a fita verde, que sustenta a Ordem de Primeira Classe, é para simbolizar a casa de Hogwarts a que Merlim pertenceu.
A Ordem de Primeira Classe é dada ´por ilustres atos de bravura e distinção' mágicos, o de Segunda Classe é dado por 'realização ou esforços além do comum', e o de Terceira Classe é dado para aqueles que 'contribuiram para nosso abastecimento de conhecimento e entretenimento'.
Como frequentemente acontece com um prêmio tão cobiçado, os favoritos do Ministério da Magia tendem a receber a Ordem de Merlim, especialmente as classes mais altas, com mais frequência do que se pode esperar. Enquanto ninguém foi contra quando Albus Dumbledore recebeu sua O.M. (Primeira Classe) por derrotar o bruxo das trevas Grindewald, houve um considerável burburinho na comunidade bruxa quando Cornelius Fudge, Ministro da Magia, premiou a si mesmo com uma O.M. (Primeira Classe), por uma carreira que muitos consideravam menos que significante. Outros poucos da alta classe que receberam um prêmio dignamente incluem Arcturus Clack, avô de Sirius Black, que acreditaram veementemente ter emprestado uma grande quantia de ouro ao Ministério."

É isso leitores, as novidades acabam aqui, mas se vocês querem saber, eu acredito que a partir desses pequenos textos e reflexôes, Rowling vai criar muito mais coisas dentro do universo HP, e nós não vamos parar de ler coisas novas por um bom tempo. Alguém está reclamando? Eu não, rsrs.

E não posse deixar de agradecer a todos vocês que me acompanharam durante esse ano, lendo, comentando, ajudando a divulgar esse trabalho que é feito com tanto carinho. Vou aproveitar esses últimos dias de 2014 para descansar um pouco e dar descanso para vocês também. Volto na primeira semana de janeiro, com mais novidades. Feliz ano novo a todos!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O presente de Natal de J. K. Rowling para os fãs de Harry Potter #4

Olá leitores! Espero que o Papai Noel tenha lhes trazido ótimos presentes e muitos livros!

Mais dois contos publicados no Pottermore foram traduzidos pelo pessoal do Armada Escrita, que falam sobre Draco Malfoy, com detalhes de sua vida que ainda não conhecíamos. Eles foram publicados em duas partes, porque ficou muito extenso, mas nesse post vou reproduzir o texto completo. Por isso, o último conto vai ficar para amanhã, não percam!


- Draco Malfoy - parte 1:

"Nascimento: 5 de junho
Varinha: espinheiro alvar e pelo de unicórnio, dez polegadas, flexível
Casa de Hogwarts: Sonserina
Parentesco: mãe bruxa, pai bruxo

Draco Malfoy cresceu como filho único no feudo Malfoy, a mansão magnífica em Witshire que esteve em posse de sua família por séculos. A partir do momento em que começou a falar, esteve claro para ele que era triplamente especial: em primeiro lugar como bruxo, em segundo como um sangue-puro, e em terceiro como membro da família Malfoy.
Draco foi criado numa atmosfera de pesar por Lord Voldemort não ter conseguido assumir o controle dda comunidade bruxa, embora tenha sido lembrado prudentemente de que tais sentimentos não deveriam ser expressos não fosse dentro do pequeno círculo familiar ou amigos próximos, senão o papai arranjaria confusão. Na infância, Draco se relacionou principalmente com os filhos dos amigos íntimos de seu pai, ex Comensais da Morte, portanto, já chegou à Hogwarts com um bando de amigos feitos, incluindo Theodore Nott e Vicent Crabble.
Assim como qualquer criança da idade de Harry Potter, Draco ouviu histórias sobre O menino Que Sobreviveu durante sua infância. Por anos, muitas teorias diferentes circularam sobre como Harry sobreviveu ao que deveria ter sido um ataque mortal, e o que mais persistiu foi que Harry deveria ser um grande bruxo das trevas. O fato de ele ter sido tirado da comunidade bruxa pareceu (para os pensadores ávidos) sustentar essa ideia, e o pai de Draco, o astuto Lucio Malfoy, foi o mais ávido em aderir tal teoria. Foi confortável para ele, Lucio, pensar que poderia estar prestes a ter uma segunda chance de dominar o mundo, caso este garoto Potter provasse ser outro, e grande, defensor do sangue-puro. Portanto, foi sabendo que ele não faria nada que seu pai desaprovasse e na esperança de poder transmitir boas notícias para casa, que Draco Malfoy estendeu a mão a Harry Potter quando percebeu quem estava no Expresso Hogwarts. A recusa da proposta amigável de Draco por parte de Harry, e o fato de que ele já havia formado laços com Rony Weasley, do qual a família era contrária aos Malfoy, ocasionou seu primeiro desagrado. Draco percebeu, devidamente, que a grande esperança dos ex Comensais da Morte - a de que Harry Potter era outro, e melhor, Voldemort - era completamente infundada, e a inimizade mútua entre os dois é assegurada a partir desse momento."

- Parte 2:

Muito do comportamento de Draco na escola foi modelado sobre a pessoa mais impressionante que ele conhecia - seu pai - e ele copiou fielmente o jeito frio e desdenhoso de Lucio com as pessoas fora de seu círculo íntimo. Tendo recrutado seu segundo homem de confiança (com Crabble já estando na posição antes de Hogwarts) no trem para a escola, a imposição menos física que Malfoy impôs sobre Crabble e Goyle foi a combinação de escudeiro e guarda-costas durante seus seis anos escolares.
Os sentimentos de Draco em relação a Harry eram, na maioria do tempo, inveja. Embora nunca tenha pedido por fama, Harry era inquestionavelmente a pessoa mais falada e admirada na escola, e isso naturalmente abalou um garoto que foi levado a acreditar que ele ocupou uma posição quase nobre dentro da comunidade bruxa. Para acrescentar, Harry era mais talentoso em voar, a única habilidade com a qual Malfoy esteve confiante que brilharia em seus primeiros anos na escola. O fato de o professor de Poções, Snape, ter uma agradável preferência por Malfoy, e desprezar Harry, era uma leve compensação.
Draco recorreu a diversas táticas sujas em sua busca perpétua de irritar Harry, ou desacreditá-lo em frente a outras pessoas, mas não limitado a isso, contar mentiras sobre ele para a imprensa, fabricar emblemas insultantes para usar, tentativas de enfeitiçá-lo pelas costas, e vestir-se como um Dementador (para o qual Harry mostrou-se particularmente vulnerável). No entanto, Malfoy teve seus próprios momentos de humilhação nas mãos de Harry, especialmente nas partidas de Quadribol, sem nunca se esquecer da vergonha de ter sido transformado num furão orgulhoso por um professor de Defesa Contra as Artes das Trevas.
Enquanto muitas pessoas pensaram que Harry Potter, que testemunhou o renascimento do Lorde das Trevas, era um mentiroso ou que fantasiava, Draco Malfoy era um dos únicos que sabia que Harry dizia a verdade. Seu próprio pai sentiu sua Marca Negra queimar, e voou para reunir-se com o Lorde das Trevas, testemunhando o duelo entre Harry e Voldemort no cemitério.
As discussões desses eventos na Mansão Malfoy aumentaram as sensações conflituosas em Draco Malfoy. Por um lado, ele estava emocionado pelo segredo do retorno de Voldemort, e pelo que seu pai sempre descreveu como o período de glória de sua família havia voltado de uma vez pro todas. Por outro lado, os sussurros a respeito da maneira com que Harry escapou, novamente, na tentativa do Lorde das Trevas de matá-lo, causou em Draco mais pontadas de raiva e inveja. Por mais que os Comensais da Morte não gostassem de Harry como um obstáculo ou um símbolo, ele era discutido seriamente como um adversário, ao passo que Draco ainda era relegado ao status de 'garoto da escola' pelos Comensais da Morte que o encontravam na casa de seus pais. Embora estivessem em lados opostos na batalha, Draco sentiu inveja do status de Harry. Ele se animava pensando no triunfo de Voldemort, vendo sua família honrada sob um novo regime, e ele mesmo glorificado em Hogwarts como o importante e impressionante filho do braço direito de Voldemort.
A vida na escola deu uma reviravolta no quinto ano de Draco. Embora proibido de discutir em Hogwarts sobre o que tivesse ouvido em casa, Draco tomou prazer em triunfos mesquinhos: ele era um Monitor (e Harry não era), e Dolores Umbridge, a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, parecia detestar Harry tanto quanto ele. Ele tornou-se um membro do Pelotão Inquisitorial de Dolores Umbridge, e fez de seu interesse descobrir o que Harry e um bando de alunos descrepantes estavam fazendo, enquanto eles formaram e treinaram, em segredo, como  uma organização proibida, a Armada de Dumbledore. No entanto, no momento crucial de triunfo, quando Draco encurralou Harry e seus camaradas, e pareceu que Harry seria expulso por Umbridge, Harry escorregou por entre os seus dedos. Pior ainda, Harry conduziu a frustrante tentativa de Lucio Malfoy em tentar matá-lo, e o pai de Draco foi capturado e mandado para Azkaban.
O mundo de Draco desmoronou. De terem estado, como ele e seu pai acreditavam, à beira do autoritarismo e prestígio como eles nunca estiveram antes, seu pai foi levado da família e aprisionado, bem longe, naterrível prisão bruxa guardada por Dementadores. Lucio tinha sido o modelo e herói de Draco desde o nascimento. Agora, sua mãe e ele eram pários entre os Comensais da Morte; Lucio era falho e desacreditado aos olhos do furioso Lorde das Trevas.
A existência de Draco foi reclusa e protegida até esse ponto; ele havia sido um garoto privilegiado com pouco a atormentá-lo, seguro de seu status no mundo e com a cabeça cheia de preocupações insignificantes. Agora, com seu pai longe e sua mãe perturbada, Draco tinha de assumir a responsabilidade de um homem.
O pior ainda estaria por vir. Voldemort, em busca de punir Lucio Malfoy, ainda longe pela captura remendada de Harry, pediu que Draco realizasse uma tarefa tão difícil que ele certamente falharia - e pagaria com sua vida. Draco teria de assassinar Alvo Dumbledore - como, Voldemort não se deu ao trabalho de dizer. Draco deveria ser deixado com suas próprias iniciativas e Narcisa adivinhou, corretamente, que havia uma armação para seu filho falhar armada por um bruxo desprovido de pena e que não poderia tolerar falhas.
Furioso com o mundo que subitamente pareceu ter se voltado contra seu pai, Draco aceitou por completo ser membro dos Comensais da Morte e concordou em realizar o assassinato ordenado por Voldemort. No início, cheio de desejo de vingança e de ter o pai de volta pelo favor de Voldemort, Draco mal compreendeu o que lhe foi pedido. Tudo o que ele sabia era que Dumbledore representava tudo o que seu pai aprisionado não gostava; Draco, com bastante facilidade, convenceu a si mesmo de que ele, também, achava que o mundo seria um lugar melhor sem o diretor de Hogwarts, em torno do qual a oposição de Voldemort sempre se reuniu.
Escravo da ideia de que era um verdadeiro Comensal da Morte, Draco partiu para Hogwarts com um ardente senso de propósito. Gradualmente, no entanto, enquanto ele descobria que sua tarefa era bem mais difícil do que havia previsto, e após ele ter chegado próximo a assassinar acidentalmente outras duas pessoas em vez de Dumbledore, os nervos de Draco começaram a falhar. Com a ameaça de injúria contra ele e sua família em suas mãos, ele começou a perder o controle sob a pressão. As ideias que Draco tinha a seu respeito, e seu lugar no mundo, estavam desintegrando. Toda sua vida, ele idolatrou um pai que advogou violência e não temia em usá-la, e agora que seu filho descobriu em si mesmo um desgosto por matar, ele sentiu-se um fraco vergonhoso. Ainda assim, ele não poderia livrar-se de sua condição: ele negou repetidas vezes a ajuda de Severus Snape, pois ele temia que Snape tentasse roubar sua glória.
Voldemort e Snape substimaram Draco. Ele provou-se adepto à Oclumência (a arte mágica de repelir tentativas de ler a mente), o que era essêncial para o trabalho secreto que tinha assumido. Após duas tentativas falhas de tirar a vida de Dumbledore, Draco teve êxito em seu engenhoso plano de trazer Comensais da Morte para dentro de Hogwarts, resultando no fato de Dumbledore ter sido, realmente, morto - embora não pelas mãos de Draco.
Mesmo defronte à um Dumbledore fraco e desarmado, Draco encontrou-se incapaz de entregar 'ocupe de gracê' (algo como 'presente', o ato final, no contexto) porquê, apesar de si mesmo, ele foi tocado pela bondade e pena de Dumbledore, pela sua tentativa de ser um assassino. Snape em seguida cobriu Draco, mentindo a Voldemort sobre a prévia baixa da varinha de Draco para sua aparição no topo da Torre de Astronomia; Snape engatizou a habilidade de Draco em introduzir os Comensais da Morte à escola, e encurralando ele mesmo Dumbledore à morte.
Quando Lucio foi libertado de Azkaban logo mais tarde, a família foi autorizada a retornar à Mansão Malfoy com vida. No entanto, agora eles eram completamente desacreditados. Dos sonhos do mais alto status sob o novo regime de Voldemort, eles se encontraram na mais baixa categoria de Comensais da Morte; fracos e falhos, a quem Voldemort era irrisório e desdenhoso dali em diante.
Draco mudara, embora ainda conflituoso, a personalidade revelada em suas ações durante o restante da guerra entre Voldemnort e aqueles que tentavam pará-lo. Embora Draco não tivesse se livrado da esperança de devolver à família a antiga alta posição, sua inconveniente consciência despertada levou-o a tentar - meio indeciso, talvez, mas indiscutivelmente o melhor naquelas circunstãncias - a salvar Harry de Voldemort quando fora capturado e arrastado para a Mansão Malfoy. Durante a batalha final em Hogwarts, no entanto, Malfoy fez outra tentativa de capturar Harry e assim salvar o prestígio de seus pais, e possivelmente suas vidas. Se ele mesmo poderia ter entregado Harry é outra questão; eu suspeito que, como na sua tentativa de matar Dumbledore, ele teria descoberto novamente que causar a morte de outra pessoa é na verdade bem mais difícil na prática do que na teoria.
Draco sobreviveu ao cerco de Voldemor em Hogwarts porque Harry e Rony salvaram sua vida. Após a batalha, seu pai escapou da prísão por ter provido evidências contra os colegas Comensais da Morte, ajudando a garantir a captura de muitos dos seguidores de Lord Coldemort que fugiram para se esconder.
Os eventos dos últimos anos da adolescência de Draco mudaram sua vida para sempre. Ele teve suas crenças com as quais cresceu questionadas da forma mais assustadora; ele experimentou terrot e desespero, vendo seus pais sofrerem por suas alianças, e testemunhou o desmoronamento de tudo que sua família acreditou. Pessoas pelas quais Draco foi educado, ou ensinado, a odiar, como Dumbledore, lhe ofereceram ajuda e baondade, e Harry Potter deu a ele sua vida. Após o evento da segunda guerra bruxa, Lucio encontrou seu filho carinhoso como nunca, mas negando-se a seguir a mesma linha sangue-puro.
Dravo casou-se com a irmã mais nova de um colega da Sonserina, Astoria Greengrass, que passou por uma similar (embora menos violenta e assustadora) conversão de sangue-puro para um ponto de vista mais tolerante, foi considerada por Narcisa e Lucio um desapontamente como nora. Eles tinha tido grandes esperanças de uma garota a qual a família fosse destaque na 'Scared Twenty Eight', mas como Astoria recusou-se a criar o neto Scorpius na crença de que Trouxas eram escória, reuniões em família eram muitas vezes cheias de tensão."

- Reflexões de Rowling:

No ínício da série, Draco é, em quase todo o tempo, um arquétipo valentão. Com a inquestionável crença em seu próprio status superior de que foi ensinado pelos pais sangue-puro, ele inicialmente oferece a Harry amizade na presunção de que a oferta precisa apenas ser feita para ser aceita. A riqueza de sua família está em contraste com a pobreza dos Weasley; isto, também, é uma fonte de orgulho para Draco, embora as referências do sangue Weasley seja, idênticas às dele;
Todo mundo reconhece Draco porque todo mundo já conheceu alguém como ele. Tais pessoas que acreditam em seua próprias superioridades podem ser irritantes, ridículas ou intimidadoras, dependendo das circunstâncias de quem os encontra. Draco tem êxito em provocar todos esses sentimentos em Harry, Rony e Hermione, uma vez ou outra.
Meu editor britânico questionou o fato de Draco ser tão talentoso em Oclumência, que Harry (por toda sua habilidade em produzir um patrono tão jovem) nunca dominou. Eu argumentei que era perfeitamente consistente para o caráter de Draco conter emoções, compartimentalizar, e negar partes essenciais de si mesmo. Dumbledore diz a Harry, no fim de 'A ordem da fênix', que é parte essencial de sua humanidade o fato de ele sentir tanta dor; com Draco, eu estava tentada a mostrar que a negação da dor e a supressão de conflitos internos podem apenas levar a uma pessoa machucada (quem é muito mais favorável em causar danos a outra pessoa).
Draco nunca percebe que ele se torna, pela maior parte de um ano, o verdadeiro dono da Varinha das Varinhas. Não percebe também, parte pro causa de o Lorde das Trevas ser hábil em legilimência, e ele o teria matado num piscar de olhos se tivesse pressentido a verdade, mas também, sem contar sua consciência dissimulada, por Draco permanecer preso à todas as tentações que ele foi ensinado a admirar - violência e poder incluídos.
Sinto pena de Draco, assim como sinto pena de Duda. Ser criado pelois Malfoys ou pelos Dursleys seria uma experiência prejudicial, e Draco é julgado terrivelmente como resultado direto dos princípios desorientados de sua família. No entanto, os Malfoy têm, sim, uma graça que pode ser salva: eles se amam. Draco é motivado tanto pelo medo de acontecer algo a seus pais, quanto a ele mesmo, enquanto Narcisa arrisca tudo no fim de 'As relíquias da morte' e mente para Voldemort, dizendo que Harry está morto, apenas para chegar a seu filho. Por tudo isso, Draco permanece como uma pessoa moralmente dúbia nos sete livros publicados, e eu tenho frequentemente comentado sobre quão incomodada tenho ficado pelo número de garotas que se apaixonaram particularmente por esse tipo de personagem (embora eu não tire os créditos da atração de Tom Felton, que interpreta Draco Malfoy brilhantemente nos cinemas e, ironicamente, é uma das pessoas mais legais que você pode encontrar). Draco tem todo o glamour de um anti-herói; garotas são aptas a romantiza com tais pessoas. Tudo isso me deixou na invejável posição de derramar um frio senso comum nos fogosos devaneios das leitoras, como disse a elas, preferindo severamente que Draco não estivesse escondendo um coração de ouro debaixo daquele sarcástico e preconceituoso, e que não, ele e Harry não estavam destinados a acabar melhores amigos.
Eu imaginei que Draco cresceu para conduzir uma versão modificada da existência de seu pai; independentemente da riqueza, sem nenhuma necessidade de trabalhar, Draco vive na Mansão Malfoy com sua esposa e seu filho. Eu vejo em seus  passatempos a confirmação posterior de sua natureza dúbia. A coleção de artefatos das Trevas soam na história de sua família, embora ele os mantenha em caixas de vidro e não os use. No entanto, seu estranho interesse em manuscritos alquimistas, do qual ele nunca tentou fazer uma Pedra Filosofal, sugere algo além de riqueza, talvez até o desejo de ser um homem melhor. Eu tenho grandes esperanças de que ele criará Scorpius para ser um Malfoy muito mais bondoso e tolerante do que ele foi em sua juventude.
Draco teve muitos sobrenomes antes de eu estabelecer 'Malfoy'. Em vários momentos nos mais recentes rascunhos ele é Smart, Spinks ou Spunge. Seu nome cristão vem da constelação - o dragão - e o núcleo de sua varinha é de unicórnio.
Isso foi simbólico. Essas são, depois de tudo - e correndo o risco de reacender fantasias doentias - algumas bondades do coração de Draco trazidas à tona."


Se você leu até aqui, parabéns! Esse texto é imenso, rsrsrs. Não deixe de ler amanhã o último conto que Rowling escreveu como presente de Natal para os fãs da série Harry Potter.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O presente de Natal de J. K. Rowling para os fãs de Harry Potter #3

Continuando a saga de novos textos de J. K. Rowling, neste post vou reproduzir um conto em que ela fala sobre Snape e vampiros, e outro sobre os Inferi, onde cita ninguém menos que o rei do pop, Michael Jackson. Os textos foram traduzidos pela equipe do Armada Escrita:


- Sobre Snape e os vampiros:

"Embora vampiros existam no mundo de Harry Potter, como mostrados pela literatura que Harry e seus amigos estudam em Defesa Contra as Artes das Trevas, eles não representam parte significativa na história. O mito vampiresco é tão rico, e tem sido explorado tanta vezes na literatura e no cinema, que senti que teria pouco a acrescentar a essa tradição. De todo modo, vampiros são a tradição na Europa Oriental, e no geral, ao criar adversários para Harry Potter, eu tentei extraí-los da mitologia e do folclore britânico. Além de passagens mencionadas, portanto, o único vampiro que Harry encontra nos livros é Sanguini em Enigma do Príncipe, que faz uma fraca aparição cômica na festa.
Olhando recentemente nos meus blocos de notas, no entanto, descobri que na minha mais recente lista de personagens, houve um professor vampiro zé-ninguém que eu esqueci, chamado 'Trocar'. Um 'Trocar' é um penetrante dardo pontiagudo inserido nas artérias e nas cavidades para extração de fluídos do corpo, então achei um nome bastante apropriado para um vampiro. Evidentemente eu não pensei muito nele como um personagem, pois ele desapareceu completamente das minhas anotações.
Por muito tempo houve um rumor persistente de que Snape era um vampiro. Enquanto era verdade de que ele tinha uma palidez nada saudável, e ás vezes é descrito olhando como um morcego em sua longa capa preta, ele nunca realmente transformpu-se em um morcego, nós o encontramos fora do castelo durante a luz do dia, e nenhum cadáver com marcas de perfurações no pescoço jamais apareceu em Hogwarts. Em resumo, Snape não é outro vampiro como 'Trocar'."



- Os Inferi:

"Inferi são cadáveres; corpos mortos que foram encantados para cumprirem a ordem de um Bruxo das Trevas. Inferi podem ser homens, mulheres ou crianças, e tem olhos sugados e cegos e pele gelada.
Um Inferius (Inferi, no plural) é um cadáver que foi reanimado por uma maldição de um bruxo das trevas. Eles se tornam um fantoche macabro, e pode ser usado como um servo imprescindível pelo bruxo em questão. O sinal mais óbvio de que alguém está encarando um Inferius a um ser humano são os claros e nebulosos olhos. Os feitiços usados para reanimar um corpo são bem mais complexos que aqueles usados, por exemplo, para fazer objetos inanimos voarem. O Inferius deve ser amaldiçoado para responder letalmente caso perturbado, matar indiscriminadamente, e comprometer-se a tarefas perigosas pelos seus mestres. Suas limitações são, no entanto, óbvias; não tem vontades e juízo por conta própria, e não serão capazes de pensar sozinhos uma maneira de livrar-se de um problema imprevisto. Como um guerreiro ou guardião sem qualquer consideração para com sua segurança, no entanto, tem vários atributos. Os Inferi que Harry e Dumbledore encontram no abismo do lago em 'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' eram, quando vivos, na maioria mendigos, trouxas sem teto que Voldemort assassinou para o propósito durante sua primeira ascensão ao poder, embora alguns fossem o restante dos bruxos ou bruxas mundanos que 'desapareceram' sem explicação. Preservados indefinidamente por Magio Negra, um Inferius apenas pode ser destruído por fogo, por nenhum feitiço ter sido encontrado que pudesse dar cabo de carne morta a não ser queimá-la. Inferi são, portanto, encantados para evitarem chamas por seus mestres."

- Reflexões  de J. K. Rowling:

"Inferi tem muito em comum com zumbis, que são mencionados como criaturas separadas dentro do mundo de Harry. Eu tenho diversas boas razões para não desejar chamar os guardiões do esconderijo da 'Horcrux' de zumbis. Primeiro, zumbis não fazem parte do folclore britânico, e sim, associados com mitos do Haiti e partes da África. Enquanto os estudantes de Hogwarts aprenderiam sobre eles, não esperariam encontrá-los andando pelas ruas de Hogsmead. Em segundo lugar, enquanto os zumbis da tradição Vodoo podem não ser nada além de cadáveres reanimados, uma tradição separada mas relacionada diz que os feiticeiros usam sua alma, ou parte de suas almas, para sustentar a si próprio. Isso colidiu com a minha história da Horcrux, e eu não gostaria de sugerir que Voldemort tivesse dado aos seus guardiões qualquer serventia além de guardiões da sua Horcrux. Por último, zumbis têm sido representados e reapresentados com tantao frequência nesses últimos cinquenta anos, com tantas associações que não teve utilidade para mim. Faço parte da geração Thriller; para mim, zumbis significarão para sempre Michael Jackson numa brilhante jaqueta vermelha de bombeiro.
O nome Inferius foi uma peça em 'Inferus', o latim de 'abaixo', mas com uma óbvia conotação de ser 'menos' que um ser humano. 'Inferi' significa o mundo dos mortos."

É isso leitores, a tia Jo parece ter muitas explicações para dar sobre a sua própria obra, não é mesmo? Para os fãs de HP, quanto mais melhor, sempre. Mas, na minha singela opinião, concordo com o que disse meu colega Kaio, do blog Os Dragões de Fogo; essas novas publicações parecem mais pequenos textos explicativos do que contos propriamente ditos.

Amanhã trago mais traduções para vocês, ok? Feliz Natal a todos vocês!


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Um pouquinho de...

"Ele fica ali por um segundo. Nosso epílogo de arrependimento momentâneo. Em seguida, ele diz:
- Te vejo por aí.
Tenho vontade de dizer espero que sim, mas fico com medo de ser avançado demais. Sou capaz de flertar com os melhores, mas só quando não importa.
- A gente se vê - ecoo.
Ele vai embora quando Zeke começa outra música. Ao chegar à porta, se vira para olhar para mim e sorri. Sinto-me corar e florescer.
Agora, não consigo dançar. É difícil ter ritmo quando se tem coisas na cabeça. Às vezes, dá para usar a dança para lutar contra elas.
Mas não quero lutar contra isso.
Quero guardar comigo."

(página 13)

domingo, 14 de dezembro de 2014

O presente de Natal de J. K. Rowling para os fãs de Harry Potter #2

O universo Harry Potter é tão rico que é possível escrever sobre ele para sempre! Será que é essa a intenção de Rowling? Talvez, mas por ora, comemoramos esses pequenos contos que ela vem publicando como presente de Natal para seus fãs. E entre ontem e hoje, foram 4 textos, todos através do Pottermore, e traduzidos pela equipe do Potterish.

No sábado os textos foram sobre O Caldeirão Furado, o pub preferido da maioria dos alunos e professores de Hogwarts, e Flores Fortescue, dono de uma loja de sorvetes no Beco Diagonal:



- O Caldeirão

"Algumas pessoas discutem que o pub mais velho em Londres é o White Hart na Alameda Drury; outras que é o Angel, na Rua Bermondsey Wall, ou o Lamb and Flag na Rua Rose. Todas essas pessoas são trouxas, e todas elas estão erradas. O pub mais velho em Londres , como qualquer bruxo irá lhe dizer, é o Caldeirão Furado, na Rua Charing Cross.
O Caldeirão Furado estava ali muito antes da Rua Charing Cross ser planejada; seu verdadeiro endereço é o número um, Beco Diagonal, e acredita-se que ele foi construído em algum momento no começo do século XVI, juntamente com o resto da rua bruxa. Criado cerca de dois séculos antes da imposição do Estatuto Internacional de Sigilo em Magia, o Caldeirão Furado era inicialmente visível aos olhos dos trouxas. Embora o pub fosse, de início, um lugar para bruxos e bruxas se reunirem - tanto londrinos quanto estrangeiros que passavam o dia na cidade para comprar os últimos ingredientes ou equipamentos mágicos lançados - trouxas não eram expulsos ou mal recebidos, apesar de quel algumas das conversas, sem mencionar os animais de estimação, faziam com que muitos clientes desprevinidos saíssem do pub sem terminar suas refeições.
Quando o Estatuto do Sigilo foi imposto, o Caldeirão Furado, que havia se tornado uma grande instituição bruxa britânica, recebeu uma permissão especial para que pudesse continuar a funcionar como um porto seguros e refúgio para a comunidade bruxa na capital. Apesar de insistir em vários poderosos feitiços de ocultamento, e bom comportamento de todos os clientes, o Ministro da Magia, Ulick Gamp, foi compreensivo em relação à necessidade dos bruxos relaxarem devido aos novos desafios. Ele também concordou em dar ao proprietário do pub da época a responsabilidade de deixar as pessoas entrarem no Beco Diagonal através de seu quintal, uma vez que as lojas que se localizam além do pub também necessitavam de proteção mágica.
Em honra ao apoio de Gamp ao pub, o proprietário criou uma nova marca de cerveja, a Velha Gregária de Gamp, cujo sabor era tão desagradável que ninguém jamais conseguiu beber uma pinta inteira (há um prêmio de cem galeões para qualquer um que esteja disposto a fazê-lo, mas ninguém obteve sucesso na tarefa ainda).
O Caldeirão Furado enfrentou um de seus desafios mais difíceis no final do século XIX, com a criação da Rua Charing Cross, que requeria a demolição do pub por inteiro. O Ministro da Magia da época, o tedioso falante Faris Spavin, deu um melancólico discurso na Suprema Corte dos Bruxos, explicando por que o Caldeirão Furado não poderia ser salvo desta vez. Sete horas mais tarde, quando Spavin se sentou depois de ter terminado seu discurso, foi-lhe apresentado um memorando por seu secretário, explicando que a comunidade bruxa tinha se mobilizado e realizado uma quantidade massiva de feitiços de memória (alguns dizem, até os dias atuais, que a Maldição Imperius foi usada em vários trouxas urbanistas, embora isso  nunca tenha sido provado) e o Caldeirão Furado foi acomodado nos planos revistos para a nova rua.
O Caldeirão Furado pouco mudou ao longo dos anos; ele é pequeno, sombrio e acolhedor, com alguns quartos acima do bar, para viajantes que vivem muito longe de Londres. É o lugar ideal para se por em dia as fofocas do mundo bruxo, caso você viva muito longe da vizinhança mais próxima."

- Florean Fortescue:

"Florean Fortescue, dono de uma loja de sorvetes no Beco Diagona, é o protagonista de um enredo fantasma (uma narrativa que nunca chegou aos livros finais). Harry o conhece durante 'O Prisioneiro de Azkaban', onde descobre que Florean sabe muito sobre bruxos medievais. Mais tarde, Harry descobre que um ex-diretor de Hogwarts se chamava Dexter Fortescue."

Observações de Rowling sobre esse personagem: "Florean é um descendente de Dexter, e eu tinha originalmente planejado que ele fosse o condutor das pistas que eu precisava dar a Harry durante sua procura pelas Relíquias, e é por isso que estabeleci uma familiaridade logo cedo. Nessa época, eu imaginava que a mente histórica de Florean poderia ter muitas informações sobre assuntos diversos, como a Varinha das Varinhas e o Diadema de Corvinal, tendo essas sido passadas para a família Fortescue por seu solene ancestral. Quando fui me aproximando do momento em que essa informação seria necessária, fiz  Florean ser sequestrado, com o objetivo de que ele fosse encontrado por Harry  e seus amigos.
O problema foi que quando eu fui escrever as partes mais importantes de 'As relíquias da morte', decidi que Fineus Nigellus Black era um meio muito mais satisfatório de dar pistas. As informações de Florean sobre o Diadema também me pareceram redundantes, já que eu podia dar ao leitor tudo o que ele precisava ao entrevistar a Mulher Cinzenta. No fim, eu acabei o sequestrando e o matando sem motivo. Ele não foi o primneiro bruxo a ser morto por Voldemort porque sabia demais (ou muito pouco), mas ele é o único que me deixa culpada, porque a culpa foi minha."

No domingo Rowling falou um pouco sobre caldeirões e poções, confiram:


- Caldeirões:

"Caldeirões já foram usados tanto por trouxas como recipientes para cozinhar, grandes e de metal, que podem ser suspensos sobre o fogo. Em tempo, pessoas mágicas e não-mágicas passaram a usar fogões; panelas passaram a ser mais convenientes e caldeirões passaram a ser de domínio unicamente dos bruxos e bruxas, que continuaram a preparar poções neles. Uma chama viva é essencial para o preparo de poções, o que faz do caldeirão o recipiente mais prático de todos.
Todos os caldeirões são encantados para ficarem mais leves de se carregar, já que são mais comumente feitos de chumbo ou ferro. Invenções modernas incluem variedades de caldeirão como o auto-flexível e o desmontável, e recipientes de metais preciosos também estão disponíveis para o especialista ou aquele que quer aparecer."


- Poções:

"É comum o questionamento se um trouxa conseguiria criar uma poção, se tivesse um livro de Poções e os ingredientes certos. A resposta, infelizmente, é não. Sempre é necessário algum elemento de trabalho com a varinha para preparar uma poção (adicionar meramente moscas mortas e asfódelo em uma panela sobre o fogo não vai te dar nada que não uma sopa com gosto desagradável, além de venenosa).
Algumas poções produzem os efeitos de feitiços e encantamentos, mas algumas outras (por exemplo, a Poção Polissuco e  a Felix Felicis) têm efeitos impossíveis de se alcançar de outra forma. De um modo geral, bruxos e bruxas escolhem o métodos que consideram mais fácil, ou mais satisfatório, para produzir o fim desejado.
Poções não são para os impacientes, mas seus efeitos são difícies de reverter por qualquer um que não um preparador de poções habilidoso. Esse ramo da magia carrega certo ar místico e, por conseguinte, status. Tanbém tem o diferencial sombrio de manipulação de substâncias que são altamente perigosas. A ideia popular de um expert em poções na comunidade bruxa é a de alguém com personalidade comtemplativa e controlada: Snape, na verdade, se encaixa perfeitamente no estereótipo."

Gostaram? Aguardem por mais novidades ao longo da semana, e acessem o site Potterish para ler as observações de J. K. sobre cada um contos. Prestigiem o trabalho da equipe, eles merecem ;)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O presente de Natal de J. K. Rowling para os fãs de Harry Potter #1

Ainda bem que ela nunca deixa de nos surpreender! A autora da série Harry Potter, J. K. Rowling, anunciou essa semana que vai presentear seus fãs com 12 contos no universo HP até o Natal, através do site Pottermore. Hoje de manhã ela lançou uma charada que revelava sobre qual personagem seria o primeiro conto:




"Em uma casa na Rua da Fiação, uma reunião acontece,
uma mãe, com lágrimas no roso, pede ajuda ao seu filho em prece,
concordando em ajudar, mas sem saber como ao certo,
qual mestre de poções faz um Voto Perpétuo?"

Claro que os potterheads adivinharam rapidamente que o conto falaria sobre o professor Severo Snape:


O conto foi traduzido pelo site Potterish, e revela alguns detalhes do passado de Snape. Leiam abaixo esse primeiro texto natalino de Rowling:

"Cokeworth é uma cidade fictícia nas ilhas inglesas onde Harry passa uma noite no Railview Hotel com sua tia, seu tio e seu primo Duda. O nome Cokeworth sugere uma cidade industrial, e evoca associações de trabalho pesado e fuligem.
Embora nunca seja explícito nos livros, Cokeworth é o lugar onde Petúnia e Lílian Evans e Severo Snape cresceram. Quando tia Petúnia e tio Valter estão tentando escapar das cartas de Hogwarts, eles viajam para Cokeworth. Talvez tio Valter tenha tido a vaga ideia de que Cokeworth era tão distintivamente não mágico e de que as cartas não os seguiriam até lá. Ele deveria ter sabido melhor: afinal, a irmã de Petúnia, Lílian, se transformou em uma talentosa bruxa em Cokeworth. 
É, portanto, em Cokeworth que Belatriz e Narcisa vão no início de 'Enigma do príncipe', onde elas visitam Snape na antiga casa de seus pais. Cokeworth tem um rio que o atravessa, evidência de ao menos uma grande fábrica na longa chaminé com vista para a casa de Snape, e muitas pequenas ruas cheias de casas de trabalhadores."


Agora é só esperar pelos próximos 11 textos que J. K. vai publicar até o dia 23. Todos eles serão transcritos aqui, então, não deixem de acompanhar o blog, ok?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

1 ano do Pausa Para um Livro [Sorteio]


Hoje é o aniversário de 01 ano do Pausa Para um Livro, e resolvemos todos juntos fazer uma grande festa para vocês. São no total 34 blogs que, além de estarem juntos no dia a dia, resolveram juntos fazer um sorteio bem recheado para vocês. Espero que todos participem, e que gostem, porque foi feito com muito carinho.

Regras:

- Residir ou ter endereço de entrega em território nacional;
- Será apenas um sorteado;
- Cada blog será responsável pelo envio de cada livro, com prazo de envio de 45 dias ÚTEIS e nenhum blog ou editora se responsabiliza por extravio ou retorno das encomendas;
- Não serão aceitos perfis promocionais;
- A promoção irá até o dia 10/01 e o resultado sairá em até 10 dias após o término, **o sorteado terá 72 horas** para o envio de resposta ao email que lhe será enviado. Caso contrário o sorteio será refeito.



O Circo da Noite  (Pausa Para Um Livro) Mathilda Savitch (La vie est ailleurs) Entre o Agora e o Nunca (LiteRata) - Sou Um Desastre com as Mulheres (Mural dos Livros) - Princesa Adormecida (Livros e Marshmallows) – A Garota Que Eu quero ( I LOVE MY BOOKS) – Lição de Vida (Sempre Nerd) Manual do Novato 101 (Estante das Fadas) 





Esposa 22 (Pausa Para Um Livro) - Ela prefere uvas verdes (Procurei em Sonhos) - Após a Tempestade (Books And Much More) - O Turno da Noite 2 (Coisas que eu sei que eu sei) - Como Falar Com Um Viúvo (De Cara Nas Letras) - Indomável (Leitura Entre Amigas) - Os Assassinos do Cartão Postal (Fun’s Hunter) - Superação (Ler para Divertir) 




Louco Por Você (No Universo da Literatura) - No Escuro (Literalizando Sonhos) - O Circo da Noite (Pausa Para Um Livro) - As sete irmãs (Segredos do Coração) - Amar Pode das Certo (Tô  Pensando em Ler) - Tinta Perigosa (Livroterapias)  -  Despertar (Este Já Li) 




Os Solteiros (Pausa Para um Livro) - Esperando por Você (Giro Letra) - Bullying no Trabalho (Perdidas na Biblioteca) - Men Reppeler (Seguindo o Coelho Branco)  - Minha Vida Daria Um Filme (Books and Movies) - Oferta Tentadora (Lost Girly Girl) - Tipo Destino (Da Imaginação a Escrita)




O Milagre  (Pausa Para Um Livro) - A Ultima Música (Quatro Amigas e Um Livro Viajante) - Um Porto Seguro (Fascinada por Histórias) - Brilhos (Meu Passatempo blábláblá) - Estou com Sorte (Confissões Femininas) - Duas Vezes na Floresta Escura (Apenas um vício) - No Escuro (Leitores Possessivos) 



Enfim, boa sorte a todos e que essa festa consiga todo o brilho que deve ter.


Beijos

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O que eu li em novembro


E novembro não foi tão produtivo quanto outubro, mas vamos  ao balanço das leituras:

"O livro organizado pelo escritor Henrique Rodrigues, traz vinte histórias inspiradas em músicas da Legião Urbana, cada uma escrita por um autor diferente. Além de ser uma homenagem à banda que se tornou um mito, a compilação de textos tamném é uma amostra do que há de melhor na literatura brasileira contemporânea. A exemplo das músicas da lendária banda formanda em Brasília, os contos tratam de temas universais como amor, perda, revolta, indignação, morte. E, assim como as canções da Legião, os vinte contos deste livro são delicados, profundos, inquietantes e belos."








"Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante Óscar Drai passa todo o seu tempo livre andando pelas ruas e encantando com a arquitetura de seus casarões. É numa dessas casas aparentemente abandonada, que Óscar decide de aventurar, e lá dentro se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo. Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto, ele conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos, com quem acaba se envolvendo na elucidação de um mistério antigo, carregado de mortes estranhas, e entrando nos cantos mais remotos de Barcelona.






"De uma inóspita região da antiga União Soviética, vampiros, até então considerados criaturas lendárias, surgem inesperadamente e põem fim à Guerra Fria em 1985. Usando seu poder mental extraordinário e sua força sobre-humana, os Mestres da Realeza Vampírica exigem a rendição dos líderes mundiais e se autoproclamam senhores absolutos do planeta. Anos depois, vivendo num mundo de relativa paz entre humanos e vampiros, Aleksandra Baker, uma garota de 17 anos se ressente por não ter a mesma liberdade que os jovens do passado. Além de viver sob o jugo dos vampiros, Sasha, como é chamada por todos, está apavorada com uma nova ameaça, a invasão de predadores letais: os mitológicos. Em 2013, diante dos terríveis ataques de centauros e minotauros, a família Baker não vê outra saída a não ser mudar para a Rússia e morar entre os muros do único lugar onde é possível viver livre dos ataques: a impenetrável Fortaleza Negra, reduto da Realeza Vampírica. Mas a ideia de se mudar para lá não agrada Sasha, ela não gosta de vampiros. Para surpresa de Aleksandra, os Mestres são fascinantes, em especial Mikhail, que desde o primeiro minuto em que se apresentaram na Fortaleza, pareceu ter um implicância gratuita com ela, sempre impondo seu jeito arrogante e autoritário."

É isso leitores. Me digam como andam as leituras de vocês? E a meta anual, será cumprida? A minha parece que sim, mas volto em janeiro para contar para vocês.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Um pouquinho de...

"Ergo o rosto, e nossos olhares se encontram.
Nossa. Esses olhos. São do tom mais incrível de verde que já vi. Tento comparar a cor com alguma coisa, mas não consigo me lembrar de nada. É uma cor tão única, como se os olhos dela tivessem inventado um tom próprio."

(página 23, capítulo 2)

sábado, 6 de dezembro de 2014

Lançamento Editora Arwen [Divulgação]

Olá leitores! A Editora Arwen está com um super lançamento, ainda para este mês. É o aguardado livro "Kitty", de Elle S. 


O livro, que inicialmente era uma fanfic, fez muito sucesso entre seus leitores, e agora promete agradar a quem gosta de um bom romance, com um toque de mistério. E para promover esse lançamento tão esperado, a Editora Arwen está publicando em sua fanpage vários quotes do livro, o que só aumenta a ansiedade para ler essa estória rapidamente:


Confiram a sinopse e se apaixonem também:

"Kitty é uma gata sarcástica e cheia de mistérios que aprendeu a viver nas ruas há mais de quatrocentos anos. Independente e esperta, ela foge de qualquer contato humano, já que deixar-se ser adotada é o seu pior pesadelo. O grande medo dessa felina é que alguém deperte dentro dela o seu maior segredo.

Vivendo nos becos da cidade de São Paulo, Kitty conquista o coração de Eduardo e, contra a sua vontade, vira um animal de estimação. Tudo o que essa gata não gostaria que acontecesse.

Entre as diversas tentativas de fuga, ela se vê cercada de afeto e carinho pelo seu novo dono e começa a ser cativada. Então, é Eduardo, seu dono ruivo e charmoso, que desperta o que Kitty tem de pior. Quando ele deseja que sua amada amiga de estimação seja mais do que ela realmente é, a gata precisa correr contra o seu próprio instinto.

Ser quem ela foi condenada a ser, ou viver como ela verdadeiramente é? Dividida entre duas espécies, Kitty precisa decidir o destino de sua vida para viver um grande romance."

Intrigante, não? E para ajudar, a Editora ainda vem com a notícia abaixo, que deixa tudo ainda mais atraente:


Então o negócio é segurar o forninho enquanto o livro não vem, e já ir adiocinando-o aos seus desejado no Skoob, para ajudar a controlar a ansiedade ;)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Fortaleza Negra [Resenha]


"De uma inóspita região da antiga União Soviética, vampiros, até então considerados criaturas lendárias, surgem inesperadamente e põem fim à Guerra Fria em 1985. Usando seu poder mental extraordinário e sua força sobre-humana, os Mestres da Realeza Vampírica exigem a rendição dos líderes mundiais e se autoproclamam senhores absolutos do planeta. Anos depois, vivendo num mundo de relativa paz entre humanos e vampiros, Aleksandra Baker, uma garota de 17 anos se ressente por não ter a mesma liberdade que os jovens do passado. Além de viver sob o jugo dos vampiros, Sasha, como é chamada por todos, está apavorada com uma nova ameaça, a invasão de predadores letais: os mitológicos. Em 2013, diante dos terríveis ataques de centauros e minotauros, a família Baker não vê outra saída a não ser se mudar para a Rússia e morar entre os muros do único lugar onde é possível viver livre dos ataques: a impenetrável Fortaleza Negra, reduto da Realeza Vampírica. Mas a ideia de se mudar para lá não agrada Sasha, ela não gosta de vampiros. Para surpresa de Aleksandra, os Mestres são fascinantes, em especial Mikhail, que desde o primeiro minuto em que se apresentaram na Fortaleza, pareceu ter uma implicância gratuita com ela, sempre impondo seu jeito arrogante e autoritário."

Ufa! Que sinopse grande! Mas se você leu e chegou até aqui, precisa saber que o livro "Fortaleza Negra" arrebatou meu coração. Eu o comprei na Bienal do Livro de SP, sem saber nada sobre ele, apenas porque todos estavam comentando e pedindo ao Grupo Editorial Pensamento uma continuação urgente. Então quando comecei a lê-lo, sem nenhuma pretensão, fui positivamente surpreendida com uma estória bem construída e personagens muito bem desenvolvidos.

Sou muito fã de estórias de vampiros, sejam elas clássicas ou mais modernas, e foi impossível ficar imune aos Mestres criados por Kel Costa. Os vampiros aqui são bem tradicionais, não podem sair ao sol e gostam de beber sangue humano. A diferença está no cenário em que a autora os inseriu, e a trama desenvolvida com vampiros convivendo com humanos pacificamente. Isso me lembrou um pouco  "True blood", mas o livro nem se compara à série, é infinitamente melhor.

Logo no início fica claro que os vampiros não são os inimigos dos humanos, e sim, criaturas que tomaram o poder do mundo e colocaram ordem na casa, acabando com guerras, disputas por terras e massacres religiosos. Isso pode parecer loucura, mas dentro do enredo, faz todo o sentido. Os 5 Mestres,  Klaus, Nikkolai, Mikhail, Nadia e Vladmir, comandam tudo com rigor, e não permitem que ninguém seja atacado por vampiros, todos devem se alimentar com a permissão do humano, e os Mestres recebem doações de sangue de voluntários para seu próprio consumo na Morada.

O perigo está nos ataques dos mitológicos: centauros e minotauros. Esses seres atacam os humanos, que não têm nenhuma defesa contra eles, e põem em risco o governo dos Mestres. É por causa desses ataques que Aleksandra e sua família se mudam para a Fortaleza Negra: seu pai está desenvolvendo uma arma contra os mitológicos, e os Mestres o querem por perto, para que possa terminar suas pesquisas com tranquilidade. Na Fortaleza só vivem aquelas pessoas que têm algo a oferecer aos Mestres que seja de grande importância, o que não é o caso da família da amiga de Aleksandra, Helena, que vai continuar à mercê dos ataques dos mitológicos.

Muito a contragosto, mostrando todo o seu lado adolescente rebelde, Aleksandra desembarca na Fortaleza, e, para sua surpresa, começa a se adaptar à nova vida facilmente. Ela faz amigos no primeiro dia de aula, que são o alívio cômico da estória. Kurt e Lara são divertidos e estão sempre ajudando Aleksandra a se meter em confusão. 

Aos poucos Aleksandra vai se envolvendo com o Mestre Mikhail: por mais que ela tente evitar, parece que desde o primeiro dia tudo faz com que ela acabe na presença dele, e fica impossível resistir à sua beleza e seu charme. Ainda que Mikhail, em alguns momentos, não faça questão de esconder seu lado menos humano, Aleksandra se vê apaixonada por ele, contrariando tudo o que ela acreditava até então. 

Há um início de envolvimento entre Aleksandra, e Blake, um jovem brilhante que está trabalhando com seu pai no desenvolvimento da arma contra mitológicos, mas, na minha opinião, o pequeno romance não teve tanta importância na estória. Talvez a melhor parte tenha ficado para o próximo livro.

O conflito fica por conta dos ataques dos centauros e minotauros à Fortaleza Negra, que vêm se tornando mais frequentes, colocando em risco a vida das pessoas. Até agora, a única coisa que mata os mitológicos são os Mestres, e eles defendem bravamente o lugar a cada ataque, mantendo a paz e a ordem. Esse conflito é o fio condutor para um segundo volume, que, de acordo com a própria autora, será lançado em maio de 2015.

O livro é muito bem escrito, e os personagens são cativantes. O romance entre uma humana e um vampiro pode parecer comum na literatura, mas Kel Costa consegue conferir a ele um diferencial importante: Aleksandra sabe o tempo todo com quem está se envolvendo, e Mikhail não tenta afastá-la ou transformá-la em vampira, ele apenas vai se deixando levar pelo momento, apesar de isso não condizer com sua posição de Mestre. Mikhail não namora como um humano, nem age como um, mas Aleksandra se acostuma com seu jeito e fica cada dia mais apaixonada.

O livro é permeado de momentos engraçados, com Aleksandra se metendo em algumas confusões com Kurt e Lara, ou quando ela tem algumas briguinhas com seu irmão Victor, dando leveza à leitura. Em contrapartida, há situações muito tensas em que parece que tudo vai desmoronar, deixando o leitor preocupado e torcendo para que as coisas se resolvam logo. Mas com certeza as melhores partes são quando Aleksandra está com Mikhail: é interessante acompanhar a mudança de atitude dele com ela, e como, lentamente, eles vão criando um laço forte e inabalável.

Assim como eu me surpreendi com o enredo, acredito que o livro possa conquistar muito mais leitores. Deem uma chance para a literatura nacional e para uma estória de vampiros que segue princípios clássicos, mas que tem uma linguagem moderna e que deixa o leitor a vontade com os personagens. É totalmente possível se imaginar vivendo dentro da Fortaleza Negra, sendo protegido pelos Mestres e convivendo com os vampiros naturalmente, Além disso, toda menina gostaria de ter uma amigo como Kurt.

"Fortaleza Negra"
Kel Costa
editora Jangada
424 páginas 
nota do blog: 5
nota do Skoob: 4,7 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Meus livros, ninguém sai! [TAG]


Olá leitores! O Rudi do blog Leitor Antissocial me indicou para responder a essa TAG, que foi criada pelo blog De cara nas letras e inspirada num viral, que até então eu não tinha assistido (aliás, assim como o próprio Rudi, achei o vídeo sem graça ao extremo!). Também nunca viu o tal vídeo famoso? Clique aqui e conheça antes de ler o post ;)

1. "Ei coisinha, vá devagar": Sabe aquele livro que você devorou rapidamente? Qual foi?


Terminei em menos de 2 dias, e não só porque ele é fininho, mas principalmente porque a estória é muito envolvente, e a leitura flui com facilidade. Recomendo.

2. "Eu vou me segurar aqui": Qual livro te prendeu?


Esse livro prende o leitor desde a primeira página, e eu já dei minha opinião sobre ele na resenha, aqui.

3. "Se eu cair eu quebro a minha clavícula": Qual obra te desestabilizou emocionalmente?


A carga emocional desse livro é imensa! E ele realmente me desestabilizou, fiquei dias pensando na estória e até hoje ela mexe comigo.

4. "Meu óculos, ninguém sai!": Qual livro você não empresta porque tem muito ciúmes?


Um dos meus preferidos do Tony Bellotto. E também foi presente de uma amiga. Não sei se empresto, rs.

5. "Juliana, você viu meu óculos"?: Qual livro você emprestou e nunca mais viu na vida?


Não me lembro de ter emprestado um livro que nunca mais voltou, mas esse já está fora de casa há um tempinho, e eu estou com saudades.

6. "Juliana tá des-ma-i-a-da": Qual livro te deixou com ressaca literária, sem poder ler outros livros?


Não tenhon vergonha de dizer que na época fiquei caidinha por esse livro. E quando ele terminou, eu não conseguia pensar em mais nada, a não ser na sua continuação.

7. "Chamuchamochamu chama o SAMU": Que livro te deixou louco pela continuação?


Além de "Cinquenta tons de cinza", esse livro aqui também me deixou ansiosa pela continuação. Agora, continuo apreensiva pela terceira parte da estória  >.<

8. "Eu errei, viu?": Escreva aqui um pouco sobre aquele livro que você achou que seria uma coisa e foi outra:



Não tinha nenhuma expectativa quando comprei esse livro, mas foi só começar a lê-lo para me surpreender positivamente com a estória.

Para responder a TAG vou indicar 3 blogs que conheci recentemente, e que são bem interessantes:

- Desconexão leitura
- Pimpolhas leitoras
- Jovens leitores

Se mais alguém quiser responder, fique a vontade, só não esqueçam de dar os devidos créditos, ok?

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Trilogias de Natal [Sorteio]

Natal chegando e a vontade de ganhar livros só aumenta. Pensando assim o LiteRata se juntou com alguns outros blogs para sortear três coleções mega desejadas. E não para por aí, serão 3 sorteados. É para deixar até o Papai Noel de queixo caído...


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Sexta de música #80 - Coldplay, Ink

Olá leitores! Estou sem internet em casa, por isso não houve postagem essa semana, mas acredito que na próxima tudo voltará ao normal. Enquanto isso, que tal curtir o novo vídeo do Coldplay? A banda lançou um clip interativo da música "Ink", faixa do seu último trabalho, "Ghost Stories", que você pode conhecer na íntegra clicando aqui.

O vídeo ficou bem bacana, feito em animação, e em determinados momentos permite que a pessoa escolha o caminho a ser seguido pelo personagem da estória. Tá um pouco complicado de explicar, mas a coisa é super simples e muito bem feita.



Para assistir ao vídeo basta clicar aqui e você direcionado para o site do Coldplay. Divirtam-se!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Um pouquinho de...

"Quando dei o primeiro passo para o interior, a lua iluminava o rosto pálido dos anjos de pedra da fonte. Eles me observavam. Meus  pés pareciam pregados no chão. Temia que a qualquer momento aqueles seres pulassem de seus pedestais e se transformassem em demônios armados de garras de lobo e línguas de serpente. Mas nada disso ocorreu. Respirei profundamente, considerando a possibilidade de desligar minha imaginação ou, melhor ainda, abandonar minha tímida exploração daquela própriedade. Mais uma vez, alguém decidiu por mim. Um som celestial invadiu as sombras do jardim como um perfume. Ouvi os contornos daquele sussurro desenharem uma ária acompanhada ao piano. Era a voz mais bonita que eu já tinha ouvido na vida."

(página 11, capítulo I) 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Dias da semana [TAG]



Fui tagueada pelo Kaio, do blog Os dragões de fogo, para responder a essa TAG. Vamos a ela:

Domingo - um livro que você não quer ou não queria que terminasse:

Ainda estou lendo, bem devagar para não acabar logo, apesar de querer saber o final. Não tenho certeza se vai ter continuação, mas é bem provável.

Segunda - um livro que você tem preguiça de começar:

Esse livro está na minha estante há uns 3 anos e ainda não tive coragem de começar a leitura.

Terça -  um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação:

Empurrei com a barriga e demorei para ler por pura preguiça.


Quarta - um livro que você deixou pela metade ou está lendo no momento:

Parei na metade porque a leitura estava muito lenta.

Quinta - o livro de quinta, um livro que você não recomenda:

Talvez não seja totalmente de quinta, mas é o mais fraco da série, que poderia ser um único livro, e não quatro.

Sexta - um livro que você quer que chegue logo (lançamento ou compra):

Porque amo o Chico e não vejo a hora de conhecer seu novo trabalho

Sábado - um livro que você quis começar novamente assim que ele terminou:

Fiquei com vontade de ler assim que terminou. E li!

Vou indicar os blogs No Matter What e Biblioteca Colorida para responderem a TAG. Se alguém quiser fazer também, fique a vontade, e me mandem os links para ver as suas escolhas, ok?

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Um pouquinho de...

"Eu já não prestava mais atenção na advertência. De repente, tinha entendido por que havia uma regra explícita sobre não tocá-los. Eles eram como um imã sinistro. Causavam em mim uma espécie de atração que me impelia a tocar aquele vampiro. E isso era muito estranho, pois eu não gostava de sugadores de sangue. No entanto, ali estava eu, como se estivesse sob o efeito de um alucinógeno que me deixava com vontade de tocar vampiros. Ou melhor, tocar os Mestres. Tive que reunir forças para poder me controlar."

(página 49, capítulo 4)

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Sexta de música #79 - Chuva

Estamos precisando de chuva! E ela teima em não cair...



Como não conhecemos nenhum especialista em dança da chuva para cooperar, o jeito é economizar água, para não ficarmos sem nada. E, enquanto a chuva não vem, vamos curtindo algumas músicas que nos trazem pelo menos a lembrança desse líquido essencial para a vida:




1. There is - Box car racer
2. Stan - Eminem
3. In the end - Linkin Park
4. Rain fall down - Rolling Stones
5. Helena - My Chemical Romance
6. November rain - Guns'n'Roses
7. Dèja vu - Pitty
8. Rain - Madonna
9. Quit Playing games with my heart - Backstreet Boys
10. Chove chuva - Biquíni Cavadão