terça-feira, 30 de setembro de 2014

TAG Viajando na leitura

Olá leitores! Vou responder a uma nova TAG, indicada pelo Kaio do Dragões de fogo, e criada originalmente pela Larissa, do blog Tão bom quanto pizza =)


"É muito bom viajar, não é mesmo? Mas para viajar nós não precisamos pegar um aviaão ou entar em um carro. Algumas vezes, podemos simplesmente abrir um livro.

A TAG consiste em indicar um livro para cada uma das situações, e, no final, indicar cinco pessoas para fazerem a TAG. Você pode responder nas redes sociais, nos comentários ou no seu blog. Não esqueça de marcar na postagem quem fez a TAG (Tão bom quanto pizza), quem te indicou e quem você vai indicar."

Um livro que te levou a um século passado:


Ainda não terminei, mas, nesse livro, passamos por diversas eras diferentes da humanidade: uma das partes que mais gostei até agora foi ambientada durante a construção da Torre de Babel, após o Dilúvio. Não sou muito boa com história, por isso, gosto de livros que mencionam fatos históricos assim, inserindo-os no enredo de forma inteligente.

Um livro que te fez viajar em uma história clássica de uma maneira diferente:


Até agora só li o primeiro volume, mas já dá pra ter uma ideia de que a saga se passa na época do Rei Artur, que eu acho muito interessante, mas não conheço tanto a respeito.

Um livro que te levou para outro país:


Nunca dei muita atenção para Amsterdã, na Holanda, focando meus sonhos na Itália e na Inglaterra. Mas depois desse livro, fiquei com muita vontade de conhecer a cidade (e acho que a maioria dos leitores passou por isso também).

Um livro que te levou a um futuro distante:


Essa distopia me levou para uma época muito, muito distante da nossa, e foi bem legal.

Um livro que te levou a outro estado do seu país:


Os Karas vão até o Pantanal, no Mato Grosso, para desvendar mais um mistério. Não conheço o estado, mas viajei na estória.

Um livro que te deu uma bela ressaca, como se você tivesse passado a noite fora ao invés de ficar em casa lendo:


Depois de "Métrica", achei que Colleen Hoover não mais me surpreenderia, mas me enganei: ela me deu mais um gancho de direita com essa estória, e, depois de terminar a leitura, fiquei dias pensando na situação de Sky e Holder.

Um livro que te levou para outra dimensão:


O único livro que li até hoje que se passa em outro universo: os personagens saem da Terra e ficam viajando pelo espaço.

Um livro que te levou a um grande evento histórico do passado:


Como já disse, não sou boa em História, e nunca estudei muito a Segunda Guerra, mas ver esse evento aqui, por outra perspectiva, e com a escrita fina de Zusak, foi incrível.

Um livro que te levou para visitar uma pessoa que você queria conhecer na vida real:


Eu queria conhecer Will Cooper. Pronto, falei!

Sua melhor viagem literária:


O universo de Kvothe é fascinante, e eu não vejo a hora de ler o terceiro livro para voltar à Universidade e à Hospedaria Marco do Percurso.

O que acharam das escolhas? Mais uma vez, foi difícil selecionar os livros, mas a TAG é muito interessante!

Eu indico os blogs:
- Canastra Literária
- Teoremas da Mimosa
- Livro Lab
- Leitor Antissocial
- Gabryel Fellipe e Algo

Se mais alguém quiser responder a TAG, fiquem a vontade, só não esquecem de citar as fontes, ok?

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Fallen [Resenha] - Maratona Puro Romance


"Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no internato. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado:  o incendio misterioso que levou Luce até ali. Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder... mesmo que isso a aproxime da morte."

Primeiro livro lido da Maratona Puro Romance, criada pelo blog Dezenove Primaveras (veja os detalhes nesse post). E, sinceramente, achei mais ou menos.

Quando o vi pela primeira vez, gostei da capa, sem saber do que se tratava. Depois, li a sinopse e gostei também. Busquei resenhas em outros blogs e achei que a estória seria interessante, mas agora, fiquei com a impressão de que faltou alguma coisa.

O enredo tem tudo para agradar quem gosta de seres místicos, com anjos como protagonistas, a dicotomia entre o bem e o mal e o eterno amor proibido entre um desses seres com uma humana. Eu, particularmente, aprecio muito esse tipo de estória, mas achei que nesse romance de Lauren Kate ficou faltando um pouquinho mais de... romance mesmo.

A fórmula já é bem conhecida (mas não é isso que deixa o livro menos interessante): uma garota frágil e indefesa, que teve que fazer uma mudança radical em sua vida indo  para um internato, se apaixona à primeira vista por um garoto lindo, mas que a repele constantemente. Luce é essa menina em "Fallen", e está cumprindo pena por ser considerada responsável pela morte misteriosa de um amigo. Indo para a escola Sword & Cross, ela logo percebe que não se encaixa naquele ambiente hostil, e só deseja voltar para casa, até que encontra Daniel, loiro, de olhos acinzentados, forte, e que lhe transmite uma sensação de déjà-vu; ela tem certeza que o conhece de algum lugar, só não consegue saber de onde.

Aos poucos ela vai fazendo algumas amizades, mais por insistência das outras pessoas do que por vontade própria. Vivendo sob o rígido regime da escola, Luce vai descobrindo como burlar algumas regras e conseguir sobreviver a tanta vigilância. Com sua amiga Penn ela passa a investigar a vida de Daniel, na esperança de descobrir porque ele lhe é tão familiar.

Cercada por tantos jovens que parecem mais perturbados que ela, Luce aos poucos vai acreditando que realmente tem algum problema psicológico, principalmente quando ela percebe que está atraída por Daniel e Cam ao mesmo tempo. Cam é totalmente o oposto de Daniel, a começar pela cor dos cabelos e dos olhos, até a forma como trata Luce; ele é doce e está sempre disposto a deixá-la confortável e feliz. Por algum tempo, Luce fica um pouco balançada com toda a sedução de Cam, mas a atração por Daniel é forte demais, e ela não consegue resistir.

Para piorar sua situação, Luce acaba se envolvendo em outro acidente, semelhante ao que matara seu amigo, e que também termina em tragédia. Logo depois desse acidente é que ela começa a perceber que tem algo de especial na forma como Daniel olha para ela, mas que ele tenta disfarçar a todo custo, e isso só a deixa ainda mais curiosa para saber porque ele age assim.

O tom drámatico da trama é a descoberta de que Daniel e Luce estão destinados a ficar juntos eternamente, uma vida depois da outra, mesmo que o amor deles seja a causa de sua morte. E foi ao explicar a maldição que os mantêm ligados que achei que o livro deixou um pouco a desejar, mas espero que isso se resolva nos próximos tomos. Foi muito tempo gasto na apresentação da escola, dos professores e até  da arquitetura local, que depois a autora correu um pouco com os acontecimentos mais importantes, deixando tudo em aberto.

O que, na minha opinião, era para ser um bom young-adult, patinou um pouco no decorrer da narrativa, e virou apenas um romance pouco empolgante. Eu esperava mais: por abordar um amor proibido, esperava que Luce tivesse mais dificuldades para desvendar o mistério de Daniel, com reações fortes ao descobrir o que ele realmente é, com uma inversão de comportamentos, colocando Daniel na posição de apaixonado não correspondido e Luce mais hostil com suas atitudes. Na verdade, depois de muita enrolação com personagens secundários que somem no meio da estória, muitos detalhes do cemitério e da antiga igreja, chegamos à revelação da verdade sobre Daniel, e tudo passa a acontecer rápido demais, sem tempo para as devidas explicações. Luce, como uma boa mocinha, aceitou tudo e acreditou na primeira explicação que ouviu, em nome de seu grande amor.

A estória se mostrou bastante vaga, e não existe um desenvolvimento no romance entre Luce e Daniel, e a relação deles passa direto de inexistente para um amor sem fim. Como há poucos diálogos ao longo da narrativa, fica um pouco complicado compreender os personagens e qual a real importância deles no enredo.

Achei o livro médio, exatamente por essa falta de profudidade de alguns personagens e da correria no final, onde eu esperava que houvesse uma grande luta, uma disputa épica entre o bem e o mal, mas acho que isso ficou para o desfecho da saga. Eu espero realmente que tudo se encaixe no final.

"Fallen"
Lauren Kate
editora Galera Record
401 páginas
nota do blog: 3
nota do Skoob: 3.9

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Nu, de botas [Resenha]


"Em 'Nu, de botas', Antônio Prata revisita as passagens mais marcantes de sua infância. As memórias são iluminações sobre os primeiros anos de vida do autor, narradas com precisão e humor. As primeiras lembranças no quintal de casa, os amigos da vila, as férias na praia, o divórcio dos pais, o cometa Halley, Bozo e os desenhos animados na TV, a primeira paixão, o sexo descoberto nas revistas pornográficas - toda a educação sentimental de um paulistano de classe média nascido nos anos 70 aparece aqui, sob a ótica de um adulto que olha para trás e revê sua trajetória com nostalgia, mas narra os fatos do ponto de vista da criança que se espanta com o mundo."

À primeira vista esse é apenas um livro com 24 crônicas que contam, com saudosismo, como foi a infância e a adolecência do autor. Mas não se enganem, ele é muito mais que isso; com toda a experiência que Antônio Prata tem para transformar os mais simples assuntos em textos inteligentes, leves e divertidos, as narrativas de suas lembranças não poderiam cair no lugar comum.

Desde o primeiro texto é possível perceber que o bom humor dará o tom às estórias. E a linguagem utilizada pelo autor para contá-las é muito simples, mas nem um pouco pobre, já que ele tenta inferir uma certa inocência em cada um dos 'causos' que relembra. Mesmo dando às crônicas a perspectiva que teria uma criança, vivenciando suas primeiras experiências, o autor deixa claro que é ele, adulto, quem está contando algumas de suas aventuras quando pequeno.

Alguns momentos são épicos: a passagem do cometa Halley em 1986, quando o jovem Antônio se sentiu atraído fisicamente por uma mulher; a viagem de carro com o pai e a irmã, quando o progenitor lhes revelou alguns detalhes cabeludos sobre o ato sexual, de maneira muito natural, mas ao mesmo tempo hilária, que me fez rir muito; o medo de ser motivo de chacota diante de todos os amiguinhos, ao ter seu maior segredo revelado e a ligação para o programa do Bozo .

"Então te explicam o que é um comenta - aí é que você mal pode acreditar: uma bola de fogo que viaja pelo cosmos como um caubói solitário, um Gerônimo sem tribo, arrastando sua cabeleira flamejante pelos ignotos confis da Via Láctea, voltando  só a cada 76 anos. Uma dessas visitas coincide com um feriado no meio da sua primeira série: como não se sentir grato aos céus por aquele presente?" (página 124, Presente dos céus).

"Hesitei. Não se tratava de um procedimento simples, uma ligação. Era preciso decorar o número, girar muitas e muitas vezes aquele pesado disco de plástico, com cuidado para não escapar do dedo bem no final, mandando para a cucuia todo o esforço anterior; depois, ainda tinha que  falar com adualtos mal-humorados, nem sempre pacientes e dispostos a compreender as solicitações balbuciantes de uma criança - se eu já pensava duas vezes antes de ligar para o trabalho da minha mãe e pedir que ela passasse no McDonald's na volta para casa, imagina só para o maior palhaço da Terra? No entanto, como o Henrique não parava de insistir e eu não queria perder a pose, acabei discando o número que aparecia na TV: 236-0873." (página 28, Alô, Bozo?)

Confesso que comprei o livro apenas pela capa bonita e o autor, sem saber do que se tratava, e, graças aos céus, ele não me decepcionou: as crônicas são todas bastante divertidas, e muitos fatos vividos pelo narrador me lembraram da minha própria infância e de algumas coisas que eu acreditava naquela época. A nostalgia é inevitável, mas foi com uma sensação boa que li cada um dos textos, descobrindo que eu, assim como o pequeno Antônio, também fui uma criança que via o mundo com inocência, exatamente como uma criança deve ver.

Para quem cresceu nos anos 80, o livro é uma viagem deliciosa ao passado, com uma pitada de humor e pequenas doses de ironia em momentos certos. E para o leitor mais jovem, que não saberá jamais como foi viver aquela época, a leitura pode ser um ótimo entretenimento,  mesmo ficando um pouco mais distante daqueles acontecimentos. O lirismo utilizado por Prata aos descrever em detalhes pequenos fatos de sua infância agrada a quem lê, independente de sua idade e de seu gênero literário preferido: é fascinante relembrar junto com o autor suas peripécias de menino, e a descoberta, ainda sob a aura da inocencia, de algumas peculiaridades da vida adulta.

"Nu, de botas"
Antônio Prata
editora Cia das Letras
140 páginas
nota do blog: 4
nota do Skoob: 4.3

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sawyer Reading Challenge

 Uma década depois da estreia de "Lost", muitos fãs saudosistas tentam manter viva a memória da série, mudou a forma de fazer esse tipo de programa. Com seus mistérios (resolvidos ou não) e o final polêmico, que não agradou a maioria da pessoas, "Lost" já ficou marca na história como uma das melhores séries de todos os tempos.

Seguindo essa tendência de imortalizar a estória, alguns blogueiros literários criaram o Sawyer Reading Challenge, um desafio onde o participante se compromete a ler todos os livros lidos pelo personagem de Josh Holloway na série. E são vários!

Se vocês não se lembram, Sawyer era meio que o bad boy no início da trama, mas aos poucos foi ficando mais maleável, e, durante esse processo, ele estava sempre com um livro à mão, para matar o tempo livre que tinham na ilha. Ele juntou os pertences dos passageiros que ficaram espalhados depois da queda do avião, e sua barraca era quase um depósito: tinha de tudo, desde armas, remédios, roupas, mantimentos, até livros. E como ele não era lá muito amigável, não dividia nada com ninguém, portanto, os tesouros ficavam sempre com ele.

Em vários episódios era comum ver o rapaz lendo pelos cantos da ilha. E ele não era nada humilde: sua lista está repleta de clássicos da literatura e títulos que fazem parte da nossa formação e estão conosco desde sempre, como os "Contos dos Irmãos Grimm".

A lista a ser seguida no desafio foi compilada pelo Luciano, do blog Ponto Livro, e deve servir para nortear as leituras. Vale lembrar que a proposta é ler todos os livros listados, mas sem pressão. Não há prazos ou cobranças, e o participante pode determinar a ordem das leituras.

O mais legal do desafio é transportar os fãs da série novamente àquele universo, mantendo acesa a admiração pelo programa e todo o seu universo. Além disso, o incentivo à leitura está implícito, e, quanto mais pessoas aceitarem a empreitada, melhor. Afinal, nosso objetivo principal é disseminar a literatura, formar mais leitores e despertar o amor pelos livros.


Então vamos à lista de livros do desafio, com os episódios em que foram lidos na série:

"A longa jornada", de Richard Adams (S01E08 e S03E15)

"O senhor das moscas", de William Golding (S01E17)

"Uma dobra no tempo", deMadeleine l'Engle (S01E19)

"Lancelot", de Walker Percy (S02E15)

"Are you there, God? It's me, Margaret", de Judy Blume (S02E16)

"Julio Cesar", de Shakespeare (S02E20)

"Bad twin", de Laurence Shames, como ghostwriter de Gary Troup (S02E20)

"Ratos e homens", de John Steinbeck (S03E04 e S06E08)

"A nascente", de Ayn Raud (S03E12)

"Morte na praia", de Agatha Christie (S03E14)

"A invenção de Morel", de Adolfo Bioy Casares (S04E04)

"The chosen", de Chaim Potok (S06E07)

"Contos dos Irmãos Grimm", dos Irmãos Grimm
* esse foi visto no jogo "Via Domus", baseado na série.

Mais uma vez eu vou aderir a um desafio de leitura, mas como esse não tem prazo de validade, acho que vou me dar bem. Se quiserem participar fiquem à vontade, só não deixem de comunicar ao Luciano, do Ponto Livro, para que inclua seu nome na lista de participantes ;)

E depois voltem para me contar como estão as leituras e o que estão achando dos livros. Todas as resenhas dos livros que eu conseguir ler serão postadas aqui.

Boas leituras!


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Personagens de Lost como Os Simpsons

Ainda relembrando os 10 anos de estreia da série "Lost", hoje vamos rever alguns de seus personagens mais importantes e memoráveis, mas em estilo "Os Simpsons".


O pessoal do site Springfield Punx costuma desenhar ícones da nossa cultura em versão amarela, venham eles de séries de TV, filmes ou games, e claro que não poderia deixar de brincar com "Lost". Os principais personagens do programa foram retratados como os moradores de Springfield, e o resultado ficou muito bacana:

 Charlie, Hugo Hurley e Jack Shepard

 Daniel Faraday, Jacob e Juliet

 Jin, Sun e Sayid

 Linus, Claire e Desmond

John Locke, Jack (depressivo) e Richard Alpert


 Sawyer, Kate e mais Sawyer (porque nunca é demais)

Gostaram? Eu achei muito legal! Se vocês quiserem ver mais personagens transformados em Simpsons, acessem o site dos caras clicando aqui, tem muita coisa bacana, vale a pena visitar!

Mas não vão embora antes de deixar suas opiniões nos comentário, ok? É rápido e indolor, rs.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Há 10 anos começava Lost

E o mundo conhecia uma das melhores séries de televisão de todos os tempos!


Na inocente noite de 22 de setembro de 2004 ia ao ar o episódio de estreia de "Lost", série criada por Damon Lindelof e J. J. Abrams. Esses senhores viriam a ser os responsáveis pelos momentos de mais expectativa gerados por uma série até então, e, depois, com o final do programa, pela decepção de grande parte dos fãs.

Com um total de 101 episódios divididos em 6 temporadas, "Lost" mudou a forma de acompanhar séries, principalmente por sua capacidade de mexer com a curiosidade dos espectadores, apresentando um enredo novo e que prendia as pessoas em frente a TV - ou ao computador - aguardando por novos capítulos e a resolução de seus infindáveis mistérios.

Aqui no Brasil estávamos começando a utilizar a internet como entretenimento, e a série encaixou como uma luva nessa novidade, proporcionando aos fãs a oportunidade de se sentir mais perto do programa, tentando descobrir o que significava cada elemento mostrado nos episódios, ou debatendo seus opiniões com outros fãs, o que até então era quase impensável.


No blog Ponto Livro tem um breve resumo da série, muito bem escrito, que pode deixá-los a par de todo o enredo, caso ainda não o conheçam, ou relembrar dos melhores momentos e personagens de "Lost".

Mas, mesmo tendo terminado em 2010, a série ainda mexe com as opiniões dos espectadores, causando revolta em alguns, pelo final meio broxante, e recebendo elogios rasgados de outros, que defendem a série como um todos, considerando-a a melhor que já existiu.


Deixando de lado essas controvérsias, é impossível não admitir a importância de "Lost" na evolução das séries. E além das mentes perturbadas dos criadores, os co-responsáveis por todo esse sucesso, certamente, foram os atores e atrizes que trabalharam na série. Alguns já conhecidos do público e outros nem tanto, eles pareciam perfeitos para seus papéis e conseguiram ganhar o coração dos fãs ao longo das 6 temporadas.

Mas onde estão e o que fazem hoje? Alguns dos atores principais da série migraram para os cinemas, e outros simplesmente cairam no ostracismo. Vamos falar um pouco dos principais:



Matthew Fox, 48 anos (Jack Shepard)

Antes de "Lost", interpretou um dos jovens de "Party of five", série de 1994, e depois não conseguiu se destacar: tentou o cinema, participando de "Speed racer", "Emperor", "A sombra do inimigo" e "Guerra mundial Z".







Evangeline Lilly, 35 anos (Kate Austen)

Uma das queridinhas dos fãs, ficou um tempo sem aparecer depois de "Lost", mas voltou às telonas: participou de "Guerra ao terror" e "Gigantes de aço", e recentemente ganhou o papel de elfa na trilogia "O hobbit", além de estar escalada para viver uma mocinha em "O homem formiga".






Josh Holloway, 45 anos e lindo (Sawyer)

O anti-herói da série acabou virando o galã, se tornando o sonho de consumo de algumas fãs ao redor do mundo.  Fez os filmes "Missão impossível - protocolo fantasma", "Conexão perigosa" e "A batalha do ano", além de participar de "Sabotage", ao lado de Schwarzenegger. Sua nova série, "Intelligence", não teve boa audiência e foi cancelada na primeira temporada.




Michael Emerson, 60 anos (Benjamin Linus)

O malvadão da série, no fim das contas, não era tão ruim assim, e acabou ganhando alguns fãs. Voltando a trabalhar com J. J. Abrams, ele protagoniza a série "Person of interest", que já está na quarta temporada.






Jorge García, 41 anos (Hurley)

O personagem que mais sofreu bulliyng na história das séries (ele recebia os piores apelidos de Sawyer), não avançou muito na carreira depois de "Lost": participou de "Alcatraz", também de J. J. Abrams, que também foi cancelada na primeira temporada, e fez aparições em "How I met your mother", "Californication" e "Once upon a time". Atualmente está em "Hawaii five-0".




Henry Ian Cusick, 47 anos (Desmond)

Continua no ramo das séries de TV, apesar de nunca ter conseguido o mesmo sucesso que em "Lost": "Law & order: special victims unit", "Fringe", "Scandal", "The mentalist", "CSI", "Body of proff" e "The 100".







Yunjin Kim, 40 anos (Sun)

Voltou para a Coreia do Sul e estrelou 2 filmes. Depois, foi convidada a fazer outra série nos EUA, e agota está em "Mistresses".








Dominic Monaghan, 37 anos (Charlie)

Um dos meus preferidos na série. Antes de fazer "Lost" ele já tinha participado da trilogia "O senhor dos anéis", mas depois não fez tanto sucesso: apareceu em "Flash foward" e agora apresenta um programa na BBC, viajando para lugares exóticos e conhecendo animais raros.






Ian Somerhalder, 35 anos (Boone)

Não bastava ser lindo de morrer, ele também tinha que interpretar um vampiro! Depois de "Lost" ele virou Damon, em "The vampire diaries", série que vai muito bem, obrigada.







Terry O'Quinn, 62 anos (John Locke)

Misterioso e controverso em "Lost", Terry participou depois de "Hawaii five-0", "666 Park avenue", "Falling skies", "Ring of fire" e "Gang related".








Naveen Andrews, 45 anos (Sayid)

Depois de "Lost" participou de "Sinbad", "Onde upon a time in wonderland". Vai protagonizar "Sense8", dos irmãos Wachowski.








Michele Rodriguez, 36 anos (Ana Lucia)

Seguiu sua carreira no mesmo ritmo que tinha antes de participar de "Lost". Fez os filmes: "BloodRayne", "A batalha de Seattle", "Velozes & furiosos 4", "Avatar", "Machete", "Invasão do mundo: batalha de Los Angeles" e "Resident evil 5".








É leitores, depois de sair de uma série tão famosa como foi "Lost" é difícil emplacar outro sucesso. Os atores até tentam, mas ficaram muito marcados por sua interpretações, e eu tenho certeza que vocês, quando os reconhecem em algum filme ou série, já falam logo: "olha lá, fulano(a) de Lost!".


Nós, fãs, agradecemos cada minuto de dedicação desses profissionais, e esperamos que eles consigam seguir em frente em suas carreiras.

E para matar um pouquinho das saudades de "Lost", que tal rever o trailer da primeira temporada? Reviva aquele misto de curiosidade e perplexidade sentidos na primeira vez que assistiram à série, e toda a expectativa que cada final de episódio trazia:




E agora me contem: quais seus personagens favoritos? O que acham da série, no geral? Os meus são Sawyer, Charlie e Jack, e gostei do final, diferente de muitas pessoas.

fonte: Adorocinema

domingo, 21 de setembro de 2014

Sei Que Eu Sei News #16


Olá leitores! John Green está com tudo!

Mais uma de suas estórias teve os direitos adquiridos por um estúdio, e vai para os cinemas. Dessa vez será o livro "Deixe a neve cair", que, para quem não conhece, contém um texto de Green e mais dois contos de outros autores, Maureen Johnson e Lauren Myracle (leia a resenha aqui).



A Universal, que comprou a estória, ainda não divulgou uma data para o lançamento do filme, tampouco outros detalhes da produção. Aguardemos.


E atenção fãs de Tammara Webber: foram confirmadas as datas das sessões de autógrafos da autora no Brasil:

São Paulo: 6 de novembro, quinta-feira, 19h30, na Saraiva do Shopping Pátio Paulista;

Rio de Janeiro: 7 de novembro, sexta-feira, 19h30, na Saraiva do Shopping Rio Sul;

Belo Horizonte: 9 de novembro, domingo, 18h00, na Livraria Leitura do Shopping Estação BH.

As regras são as mesmas para os 3 dias:
- serão distribuídas 300 senhas, duas horas antes do início do evento
- serão permitidos até 4 livros por pessoa
- não serão permitidas fotos com câmera pessoal: um fotógrafo profissional fará as fotos que serão disponibilizadas no Facebook da Verus Editora e da Saraiva Conteúdo.

Para quem for, boa sorte!

fontes: Adorocinema, Grupo Editorial Record.

sábado, 20 de setembro de 2014

Momento HQ (Old School)- Thanos, em busca do poder



Olá leitores! Essa semana resolvi falar sobre um personagem secundário dos quadrinhos, porém, um dos meus preferidos: Thanos de Titã.

Para quem assistiu "Os guardiões da galáxia" e se surpreendeu com a participação desse soturno vilão, há uma boa notícia: ele estará presente nos próximos lançamentos da Marvel e, provavelmente, as Joias do Infinito serão protagonistas da estória.  


Então hoje vou falar sobre a saga "Em busca do poder".

Thanos está contemplando o Poço do Infinito quando descobre uma maneira de se tornar invencível e se igualar à sua eterna amada, a Morte. Em sua reflexão, percebe que cada uma das joias do infinito possui um determinado poder, mas seus donos não sabem como usá-los, nem tampouco fazem ideia de que, juntas, elas possuem muito mais força.

Então ele pede a permissão para a Morte para percorrer o universo atrás das gemas. O Intermediário tem a primeira, seguido pelo Campeão, o Jardineiro, o Corredor, o Colecionador e, finalmente, o Grão Mestre. Diante de cada obstáculo econtrado Thanos reage de uma forma diferente, usando muito mais a estratégia e a astúcia do que a força.

Essa mini saga dura apenas dois volumes, mas é a base para a próxima aventura de Thanos, "As joias do infinito", onde ele envolve a manopla - Os Vingadores e até o Homem Aranha - mas isso é resenha para o futuro. 

Vale comentar que estes quadrinhos fora, lançados há muitos e muitos anos atrás, quando a Abril ainda publicava as revistas da Marvel e o Brasil vivia o regime do Cruzeiro. Peguei as revistas emprestadas com um amigo, que as comprou num sebo. Essa é uma ótima dica para novos leitores: vão à sebos atrás de histórias passadas; sagas curtas em geral são facilmente encontradas e são sempre incríveis. A Panini também iniciou uma saga com o Thanos chamada "Infinito", que eu ainda não li, então não sei se trata-se de um reboot ou algo assim, mas recomendo sem medo. O segundo número foi lançado esse mês, e serão apenas seis no total. Portanto, corram e se juntem ao vilão mais sinistro da história!

Um saudosista de carteirinha diria que não se fazem mais estórias como antigamente. E eu diria: boooooring!




João Oliveira, escreve aqui sobre quadrinhos, e mantém o blog NBA Time, onde fala sobre sua paixão pelo basquete.
@oliveira_jh

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

TAG: Sua vida em livros

Olá leitores! Hoje vou responder a uma TAG indicada pela Carol, do blog Dramin:


1. Escolha um livro para cada uma das suas iniciais:

Parece incrível, tenho livros que começam com X ou Z, mas não achei nenhum livro que começasse com J, então, improvisei, excluindo o artigo do título do livro. Espero que não seja trapaça, rs.

J - Jogo da minha vida
D - Divergente
A - Amsterdan
M - Métrica



2. Conte sua idade pelos livros da sua estante. Qual é o livro?


Só não me perguntem qual é o número dele na prateleira, rs.

3. Encontre um livro ambientado em sua cidade, estado ou país:


Uma pequena parte de "Feliz ano velho" se passa em Campinas, quando Marcelo conta sobre sua passagem pela Unicamp.

4. Escolha um livro que se passe num lugar que você gostaria de conhecer:


Londres, um dia ainda vou te conhecer ;)

5. Escolha uma capa de livro com sua cor preferida:


Vermelho, vermelho, vermelho!!!

6. Que livro te traz boas lembranças?


Esse e outros tantos títulos da série Vagalume me trazem ótimas lembranças da minha infância =)

7. Qual livro você teve mais dificuldade para terminar?


Comecei e parei de ler esse livro umas 3 vezes, mas depois que a leitura engrenou, fluiu muito bem.

8. Que livro ainda não lido lhe trará a maior sensação de missão cumprida depois de ler?


Poderia citar mais 1 ou 2 livros, mas optei por esse, que, além de ser um clássico, é enorme!!! Não sei quando vou lê-lo, mas será uma grande vitória terminar.

É isso galera. O que acharam das escolhas? Se quiserem responder à TAG, fiquem a vontade, só não deixem de citar o blog e me passar o link para ver o post de vocês, ok?

Vou indicar 3 blogs para responder:

- Forever a bookaholic
- Garota de gravata
- Mil e um dias para ler