segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Um pouquinho de...

"Eu já não prestava mais atenção na advertência. De repente, tinha entendido por que havia uma regra explícita sobre não tocá-los. Eles eram como um imã sinistro. Causavam em mim uma espécie de atração que me impelia a tocar aquele vampiro. E isso era muito estranho, pois eu não gostava de sugadores de sangue. No entanto, ali estava eu, como se estivesse sob o efeito de um alucinógeno que me deixava com vontade de tocar vampiros. Ou melhor, tocar os Mestres. Tive que reunir forças para poder me controlar."

(página 49, capítulo 4)

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