sábado, 31 de janeiro de 2015

Obras literárias em Lego

Olá leitores! Já faz um tempinho que vi essa matéria no Mega Curioso, e achei legal mostrar para vocês o trabalho feito por alguns fanáticos por Lego e admiradores da boa literatura.



Aliás, já teve outro post aqui no blog com Lego, homenageando algumas bandas famosas. Se vocês ainda não viram, cliquem aqui.


O cão de Bakersville, criado por Rob Brownie num concurso promovido pela livraria Waterstone

Romeu e Julieta, também da Waterstone

Drácula, criado pela Waterstone




A artista Alice Finch utilizou mais ou menos 400 mil peças de Lego para recriar o castelo de Hogwarts, da série de livros Harry Potter, muito rico em detalhes: tem campo de quadribol, salas de aulas e até o salão comunal na hora do jantar (acima). Ela levou 1 ano para concluir a obra, e vai ter a vida toda para ser elogiada pelos fãs do bruxo, como eu.




Essas e outras construções podem ser vistas no site Mentalfloss, que foi onde as imagens foram compiladas inicialmente.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Nova colunista do blog [Novidades]

Que alegria poder apresentar para vocês a mais nova colunista aqui do SQS!!!!


Rafaela Peres, é criadora do blog Minha versão das coisas, e é muito talentosa: escreve poesia, crônica, escreve, escreve, escreve... mais que eu! rsrsrsrs. Ela é fã da Thalita Rebouças e seu sonho é ser escritora (mas acho que ela já é). Todos os seus ótimos textos podem ser lidos em seu blog, que é uma fofura.



A partir de agora ela também vai postar aqui suas crônicas e, quem sabe, resenhas futuramente, né Rafa? Espero que todos os meus leitores queridos acompanhem também o trabalho da Rafa e prestigiem com seus comentários. 

Estou muito feliz em tê-la como companheira de blog e só posso desejar-lhe sorte e felicidade, e que ela continue escrevendo sempre. 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sei Que Eu Sei News #18


Mais um livro de Stephen King será adaptado, desse vez para a TV: o site Variety revelou que a Sonar Entertainment adquiriu os direitos de "Mr. Mercedes", e vai transformá-la em série de televisão. O roteiro do episódio piloto será de responsabilidade de David E. Kelley e a direção ficará por conta de Jack Bender, que foi produtor de "Lost" e "Alcatraz".

Esse livro é parte de uma trilogia, que terá seu segundo volume, intitulado "Finding keepers", ou "Achado não é roubado", em tradução livre, lançado nos EUA em maio, enquanto por aqui, a Suma prevê o lançamento de "Mr. Mercedes" apenas 2016. Confiram a sinopse do livro:

"Nas frígidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-oeste, centenas de pessoas desesperadamente desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso, um motorista solitario irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridas e o assassino escapa.
Em outra parte da cidade, meses depois, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado pelo crime não resolvido. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como 'privilegiado' e que ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, disposto a evitar outra tragédia.
Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo.
Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes qie ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares.
Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mal, do mestre do suspense, cujo conhecimento sobre a mente deste obcecado e louco assassino é arrepiante e inesquecível."


E para quem é fã das estórias de Rainbow Rowell, como eu, a notícia é boa: ela disse em seu Twitter que vai lançar um spinn-off do livro "Fangirl".

O livro se chamará "Carry on" e será publicado nos EUA em outubro, ainda sem previsão de aqui no Brasil. O próximo livro da autora a sair por aqui será "Ligações", pela editora Novo Século, ainda esse ano.

Em "Fangirl", a protagonista escreve uma fanfic chamada Carry on, e o livro é sobre ela. Leiam abaixo a sinopse de "Carry on":

"Simon Snow só quer relaxar e saborear o seu último ano na Escola Watford Maagiks, mas ninguém vai deixar isso acontecer. Sua namorada terminou com ele, seu melhor amigo é uma peste, e seu mentor continua tentando se esconder nas montanhas, bem longe, onde talvez ele estará seguros. Simon não pode sequer apreciar o fato de que seu companheiro de quarto e de longa data, Nemesis, está desaparecido, porque ele não pode parar de se preocupar com o malvado garoto. Além disso, há fantasmas. E vampiros. E coisas realmente ruins tentando acabar com Simon. Quando você é o mago mais poderoso que o mundo já conheceu, você nunca consegue relaxar e saborear nada. 'Carry on' é uma história de fantasmas, amor, mistério e um melodrama. Há todos os beijos e conversas que se espera de uma história de Rowell, mas com muito, muito mais monstros."

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Kitty [Resenha - Parceria]

onde comprar: Editora Arwen 

"Kitty é uma gata sarcástica e cheia de mistérios que aprendeu a viver nas ruas há mais de quatrocentos anos. Independente e esperta, ela foge de qualquer contato humano, já que deixar-se ser adotada é o seu pior pesadelo. O grande medo dessa felina é que alguém desperte dentro dela o seu maior segredo. Vivendo nos becos da cidade de São Paulo, Kitty conquista o coração de Eduardo e, contra sua vontade, vira o animal de estimação dele. Tudo o que essa gata não queria que acontecesse. Entre as diversas tentativas de fuga, ela se vê cercada de afeto e carinho pelo seu novo dono e começa a ser cativada. Então, é Eduardo, seu dono ruivo e charmoso, que desperta o que Kitty tem de pior. Quando ele deseja que sua amada amiga de estimação seja mais do que ela realmente é, a gata precisa correr contra seu próprio instinto. Ser quem ela foi condenada a ser, ou viver como quem ela verdadeiramente é? Dividida entre duas espécies, Kitty precisa decidir o destino de sua vida para viver um grande romance."

A gatinha Kitty está acostumada com sua vida nas ruas, e até gosta desse estilo livre: sabe onde dormir com segurança, onde conseguir comida, e conhece quase todos os cantos da cidade. Ela não pretende ser o animal de estimação de ninguém, mas numa noite como outra qualquer, um rapaz a encontra num beco escuro e a leva para casa. Eduardo está carente e muito triste por ter sido abandonado pela namorada, então, volta toda a sua atenção para a gata.

Enquanto Kitty saboreia uma deliciosa ração de salmão, ela analisa a casa de Eduardo para encontrar uma porta ou uma janela aberta para fugir. Mesmo gostanto do tratamento recebido, seu único desejo é sair daquela casa e voltar a viver nas ruas. Kitty foi amaldiçoada há 400 anos, e desde então, procura viver totalmente afastada dos humanos. A única vez em que ela se deixou envolver por um dono carinhoso e cuidadoso, acabou sendo expulsa da casa dele e nunca mais conseguiu esquecer a humilhação que sofreu.

Mas apesar do seu desejo de liberdade, Kitty vai aos poucos se acostumando com os carinhos de Eduardo, e sente que existe alguma coisa especial na forma como ele olha para ela. Contrariando todas as suas próprias regras, a gata vai se deixando envolver pelo cara ruivo que lhe dispensa tanta atenção, e vai ficando em sua casa. Para Kitty passa a ser normal ter o melhor amigo de Eduardo, Arthur, entrando na casa todas as manhãs e cozinhando para ele, e também a presença da gata de estimação dele, chamada Una.

Kitty vai se acostumando com essa boa vida e a certa altura percebe que está apaixonada por Eduardo, mas obviamente esse amor é impossível, já que ele é um humano. Mas Kitty guarda um grande segredo que, se for revelado, tanto pode ajudá-la a conquistar Eduardo para sempre, como pode fazê-lo colocá-la para fora de casa, como já aconteceu no passado.

Alternando momentos dominados pela razão, quando Kitty foge de Eduardo e assume sua natureza felina para voltar a viver nas ruas, e momentos em que ela ouve apenas o coração e alimenta esperanças de poder viver para sempre ao lado de seu dono, acompanhamos todas as dúvidas dessa gatinha teimosa e sonhadora, que sofre por não poder concretizar sua paixão pelo belo ruivo que passou a ser seu dono.

Talvez o leitor ache que a estória é cheia de clichês e que o final seja previsível, mas isso não impede que ela seja muito boa: a narrativa é bem construída, os personagens têm muita personalidade e todos eles têm participação importante no desenvolvimento do enredo. A estória é bem ambientada na cidade de São Paulo, usando o clima, o trânsito, a poluição e alguns pontos turísticos como pano de fundo para a narrativa. Arthur é um personagem bastante interessante e com certeza desperta no leitor uma vontade de ser amigo dele na vida real; ele está sempre de bom humor, cozinha bem, é um amigo leal e só faz o que tem vontade.

Quando comecei a ler esse livro, apesar de já suspeitar de qual era o segredo de Kitty, não consegui imaginar como a autora faria para resolver toda a situação criada entre a gatinha e Eduardo, e gostei muito da solução dada. A forma como Elle S. conseguiu envolver todo mundo na solução do problema de Kitty foi muito inteligente, e o final foi bastante satisfatório para o livro.

Kitty é um livro muito interessante, quase uma fábula moderna, capaz de entreter os leitores mais exigentes e cativar os que amam um conto de fadas com final feliz. Recomendo a leitura e desafio vocês a não se apaixonarem pela gatinha Kitty.

Kitty
Elle S.
283 páginas
editora Arwen
nota do Skoob: 4.8
nota do blog: 4.5
página da editora no Facebook: Arwen 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Um pouquinho de...

"Seus lábios sussurravam a música com um conhecimento surpreendente e suas mãos me seguravam como se não quisesse, ou pudesse, deixar que eu me afastasse.
Foi quando notei as lágrimas em meus olhos. Elas dividiam espaço com um enorme sorriso, então não foi difícil notar que elas eram lágrimas boas. Lágrimas de felicidade. Eu, que jamais havia dançado com alguém em toda a minha existência, naquele momento dançava com o homem mais incrível e especial que eu já havia conhecido. Dançar com Eduardo Molina era diferente de todas as coisas que eu já havia sentido.
Ele era meu certo alguém. A música dizia que quando se encontra certo alguém que despertava em você um sentimento, não se deve resistir, mas se entregar. Então, se a melodia estivesse certa, eu deveria continuar exatamente onde eu estava. Me entregando, ainda que eu fizesse minha parte em resistir, em prol do meu segredo e da sanidade de meu dono, ali ainda estava eu."
(página 122)

domingo, 25 de janeiro de 2015

Próximos lançamentos da Farol Literário [Divulgação - Parceria]

A editora Farol Literário utilizou as redes sociais essa semana para confirmar as datas de seus próximos lançamentos.


"Cure meu coração", de Melissa Walker, será lançado em março. O aguardado livro conta a história de Clementine que, após se apaixonar pelo namorado da melhor amiga e ter seu coração partido, sai numa viagem de veleiro com sua família, onde conhece o belo James, que talvez saiba como curar seu coração machucado pela desilusão. Leiam abaixo a sinopse:

"O segundo ano quebrou o coração de Clementine Williams. Ela se apaixonou pelo namorado de sua melhor amiga e o resumo da história é: ele está desculpado, mas Clem está difamada e se dirige para o verão sem nenhum resquício de sua vida social restando.
Entra em cena o plano dos seus pais de passar o verão em seu veleiro. Normalmente, a ideia de ficar presa em um pequeno barco com os pais e a irmã mais nova faria Clem cuspir abelhas, mas flutuar para longe soa muito bem nesse momento.
E então ela conhece James, em uma de suas primeiras paradas ao longo do rio. Ela e seu pai estão navegando para o verão e ele é justamente a distração que Clem precisa. Será que ele pode quebrar as paredes em volta de Clem e curar seu coração partido?
Contada em capítulos que alternam o ano que partiu o coração de Clem e o verão que o curou, 'Cure meu coração' é uma história de amor maravilhosa, que vai reunir os fãs de Sarah Dessen, Deb Caletti e Susane Colasanti."

Outro lançamento super esperado é "Da ordem ao caos", de Elizabeth Laban, também previsto para março. A editora ainda não divulgou a sinopse traduzia, porém, a arte da capa foi postada no Facebook:



Então, que venha logo março!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Sexta de música #82 - Foo Fighters

Não leitores, não estamos todos malucos, hoje é sábado! Mas por problemas técnicos (leia-se conexão ruim), não consegui postar a coluna musical ontem. Mas não poderia deixar de aproveitar a passagem do Foo Fighters pelo Brasil para falar um pouquinho sobre a banda e contar para vocês quais são minhas músicas preferidas deles.


Num longínquo 1995, após a morte de Kurt Cobain, um baterista metido a cantor formou uma banda, e em seu primeiro disco alcançou grande sucesso, alavancado pelo o clipe de Big me. Esse foi apenas o primeiro passo para o Foo Fighters mostrar quem eles realmente eram: uma banda de rock, totalmente diferente do Nirvana, que fazia vídeos divertidos e tinha letras inteligentes. O disco todo era muito bom, mas essa música com certeza foi o destaque, e mostrou os caras para o mundo.


Apesar disso, algumas pessoas ainda poderiam pensar que se tratava apenas de mais um artista inconformado com o fim de sua banda e que reuniu uns malucos para tocar, mas não. Ao lançar seu segundo álbum, The colour and the shape, eles confirmaram que vieram para ficar com o single Monkey wrench, até hoje um dos preferidos dos fãs. O vídeo também é uma obra de arte, com a banda tocando num quarto totalmente vermelho e sendo observada pela própria banda através do olho mágico da porta. Inception style! 


E depois veio Everlong. A música é perfeita, e com certeza foi a que colocou o Foo Fighters entre as bandas preferidas de muita gente, incluindo eu. Os riffs são únicos, e você pode ouví-los em qualquer lugar que irá reconhecer a música. Mais uma vez eles fizeram um clipe que se tornaria um clássico: num cenário totalmente surrealista, Dave Ghrol mostra que também é ator, e tem a incrível habilidade de fazer piada com si mesmo, seguindo um roteiro totalmente louco e que não tem nada a ver com a letra da música. É impossível assisti-lo apenas uma vez!

O álbum There is nothing left to lose é um dos mais bem sucedidos da banda e tem os clássicos Breakout, Generator e Learn to fly, que deu vida a um dos vídeos mais engraçados da história: sendo o oposto de Everlong, esse clipe é bem realista e literal, mostra o interior de um avião, com os passageiros mais estranhos, comissários de bordo instruindo como agir em caso de emergência e pilotos em situações hilárias, comprovando mais uma vez que Dave tem uma tendência a ser comediante. Ele representa vários personagens ao longo do vídeo e ainda contracenou com Jack Black.


Já em 2002 os caras vieram com o CD One by one, que deu vida nova à banda. O single Times like these rapidamente caiu nas graças dos fãs, e o disco ganhou o Grammy de melhor álbum de rock em 2003. É nele que está a invrível All my life, e, como já é costume da banda, o vídeo dessa música é outro clássico.


Depois lançaram In your honor em 2004, e a canção Best of you, que se tornaria o single mais bem sucedido da banda até hoje. A interpretação de Ghrol nessa música é apaixonante: não só a letra é profunda e cheia de sentimento, como sua voz, carregada nos gritos, é envolvente e dá o clima certo à música. Ele nos cativa com convicção e paixão, a música tem alma própria.

Os próximos dois álbuns de estúdio da banda fizeram com que eu me distanciasse um pouco do trabalho deles. Os hits não me conquistaram, e eu não me lembro de ter ficado com uma música desses discos na cabeça por muito tempo. Apesar dessa minha atitude negativa, tanto Echoes, silence, patience & grace (2007) quanto Wasting lights (2011) têm músicas incríveis.


No primeiro, The pretender mostra um lado mais maduro do Foo Fighters, com uma letra cheia de crítica social e um vídeo que mostra a banda tocando num galpão vazio enfrentando uma tropa de políciais, quase como num  faroste, e banda os ataca com rock. Já no segundo podemos ouvir Rope e These days, que é uma das minhas preferidas. Ghrol disse que Wasting lights "fala sobre aproveitar as coisas e o tempo, fazer agora, já que não se sabe quanto tempo vai durar". As letras das músicas passam essa sensação.


E finalmente chegamos a Sonic highways, último álbum de estúdio lançado pelo Foo Fighters, que deu origem a turnê que está no Brasil. São oito canções no total, e cada uma delas foi gravada numa cidade diferente: eles saíram em peregrinação pelos EUA buscando pequenos estúdios que fossem a cara das cidades e chegaram a esse resultado peculiar. As cidades escolhidas foram Austin, Chicago, Los Angeles, New Orleans, New York, Seattle e Washington DC.

Desse CD a minha preferida é The feast and the famine. Sonic Highways tem recebido elogios dos críticos musicais, mas pelo que eu já li sobre o show de ontem em São Paulo, algumas canções não empolgaram ao vivo. Resta aos fãs esperar que a banda não se canse de nos surpreender e que continue por muito tempo na estrada.


1. Big me
2. Walking after you
3. Times like these
4. My hero
5. Everlong
6. Monkey wrench
7. Learn to fly
8. Breakout
9. Generator
10. Stacked actors
11. All my life
12. DOA
13. Best of you
14. Rope
15. The pretender
16. Walk
17. These days

Eu sei que o post ficou imenso, e talvez algumas pessoas tenham abandonado a leitura a essa altura, e, apesar de a playlist também ter ficado muito grande, não consegui me conter e vou deixar mais dois vídeos bônus para vocês que chegaram até aqui ;) São versões ao vivo, o primeiro, de uma apresentação que o Foo Fighters fez no programa do David Letterman, e o segundo, do memorável show em Wembley. Se vocês quiserem curtir o show no Letterman, basta clicar aqui e para ver a performance deles no estádio britânico, cliquem aqui. Vale muito a pena!





Todo esse espaço ainda é pouco para falar de uma banda tão boa!


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Anexos [Resenha]

onde comprar: Americanas//Saraiva//Submarino 

"Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder sabem que alguém está monitorando seus e-mails de trabalho (toda mundo na redação sabe, é política da empresa). Mas elas não conseguem levar isso tão a sério, e continuam trocando e-mails intermináveis e infinitamente hilariantes, discutindo cada aspecto de suas vidas. Enquanto isso, Lincoln O'Neill não consegue acreditar que este é agora o seu trabalho: ler os e-mails de outras pessoas. Quando ele se candidatou para ser agente de segurança da internet, se imaginou construindo firewalls e desmascarando hackers e não escrevendo um relatório toda vez que uma mensagem esportiva vinha acompanhada de uma piada suja. Quando Lincoln se depara com as mensagens de Beth e Jennifer, ele sabe que deveria denunciá-las. Mas ele não consegue deixar de se divertir e se cativar por suas histórias. No momento em que Lincoln percebe que está se apaixonando por Beth, é tarde demais para se apresentar. Afinal, o que ele diria?"

Lincoln é um cara simples, que teve uma desilusão amorosa e não conseguiu mais se reerguer: depois de terminar a faculdade, voltou a morar com a mãe, não arrumou mais nenhuma namorada, tem pouquíssimos  amigos, e agora conseguiu um emprego que parecia cheio de status, mas que não é nada daquilo que ele imaginava.

Um jornal contratou Lincoln para o cargo de agente de segurança da internet, e o nome sugeria que ele seria uma pessoa importante dentro da empresa, lidaria com os perigos da rede, vírus, programas suspeitos, coisas do tipo, mas não, ele apenas tem que cuidar para que nenhum funcionário use o email para assuntos particulares ou escreve palavras ofensivas. Um programa filtra os emails suspeitos, que caem para a análise de Lincoln; se a mensagem contiver alguma palavra da lista de proibições, ele deve emitir uma advertência para a pessoa que a enviou.

É durante uma dessas análises que Lincoln lê um email que lhe chama a atenção: é uma troca de confidências entre as amigas Beth, responsável pela coluna de cinema, e Jennifer, uma das revisoras de texto do jornal. Elas conversam livremente sobre assuntos censurados, que encaminham seus emails direto para o filtro de Lincoln, mas ele, ao invés de avisá-las que estavam erradas, deixa passar, e acaba se divertindo com as conversas.

A partir daí, ele lê todas as mensagens delas, que falam da vida particular, suas dúvidas e dificuldades com os casamentos, problemas familiares e descontentamento com a política da empresa. Elas comentam até que duvidam da existência de uma pessoa que fique lendo os emails à procura de algo inadequado. Lincoln se sente mais próximo delas a cada mensagem lida, e, de repente, ele parece fazer parte da vida de Beth e Jennifer.

Claro que essa proximidade virtual não poderia acabar bem, já que Lincoln é todo carente, e se apega às meninas, e, com toda a sua solidão e carência, não consegue mais parar de ler esses emails. Mas aos poucos Lincoln vai percebendo que sente algo por Beth. Ela tem um namorado desde a época da faculdade, que é guitarrista em uma banda de rock e mora com ela, mas não quer se casar. Em algumas mensagens, ela confidencia a Jennifer que gostaria de oficializar a união, e mostra algum descontentamento com o comportamento do namorado.

Essa era a deixa que faltava para Lincoln assumir para si mesmo que gostava dela. Mas a dificuldade agora era decidir se revelava isso para Beth ou não, pois não queria estragar o relacionamento da moça. Quanto mais ele lê os emails, mais se interessa por Beth, mesmo sem nunca ter visto seu rosto ou ouvido sua voz.

E para piorar a situação de Lincoln, em uma das conversas das meninas, Beth comenta que viu um cara super fofo na redação, e descreve a situação em que isso aconteceu, e é exatamente onde Lincoln estava no dia anterior, o que o leva a crer que ela está falando dele. Isso acontece outras vezes, e sempre que Beth se refere a ele como 'meu cara fofo', seu coração vibra de alegria.

O dilema de Lincoln é: será que ele deve se apresentar para Beth? E como explicar para ela que ele ficou todo o tempo lendo suas mesagens com assuntos particulares que não lhe diziam respeito? Beth tem um relacionamento estável, será que ela abriria mão disso para se aventurar com um estranho que lê seus emails? A decisão é difícil, e Lincoln fica a cada dia mais confuso e apaixonado.

Para quem, como eu, esperava um novo romance cheio de fofuras como "Eleanor & Park", o livro foi um pouco decepcionante. A estória é ótima, muito bem escrita, porém, não lembra em nada o outro. Claro que aqui temos alguns momentos românticos bonitinhos, mas nada que se compare àquele livro. Gostei muito de "Anexos", e ainda continuo fã de Rainbow Rowell, mas, infelizmente, minha expectativa estava alta demais, e não foi correspondida. A culpa é toda minha, que li apenas um livro da autora e imaginei que todos seriam iguais. Graças aos céus eles não são.

A narrativa expõe alguns dramas diários vividos pelos protagonistas, que certamente são muito próximos de nossa realidade, e em alguns momentos é bem emocionante. A autora mantém aquele toque de comicidade que fez parte de "Eleanor & Park", e isso sim parece ser seu toque pessoal. Adorei o ritmo da narrativa, e a leveza com que Rowell trata os problemas dos personagens. Lincoln é um nerd que não consegue deixar aquele seu mundinho, e se depara com duas mulheres que têm a vida que ele sonhava ter quando estava com sua primeira namorada. É muito interessante ver alguns daqueles desejos que ele tinha quando adolescente sendo vivídos por Beth e Jennifer, e isso faz com que Lincoln repense algumas de suas ações. Há um nítido crescimento do personagem, e é possível perceber que ele aos poucos vai se tornando o cara que ele sempre quis ser, deixando seus medos para trás e se libertando das angústias do passado.

Livro super recomendado para quem gosta de um romance leve e divertido. Como você agiria se tivesse o poder de conhecer plenamente uma pessoa lendo suas conversas mais intímas? E o que você faria se descobrisse que existe alguém fazendo isso? Claro que é ficção, mas "Anexos" traz esse questionamento à tona, e o faz de forma muito inteligente e engraçada.


"Anexos"
Rainbow Rowell
editora Novo Século
368 páginas 
nota do Skoob: 4
nota do blog: 4

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

5 livros para ler em 1 dia

Olá leitores! Estou de férias, e todo ano aproveito para adiantar minhas leituras nessa época, já que é bem mais tranquilo ler quando se está em casa o dia inteiro. Lembrando do livros que li no ano passado, percebi que alguns deles poderiam facilmente ser lidos em um dia.


Se vocês também têm uma grande fila de leitura, vale a pena analisar cada livro e aproveitar as folgas para ler aqueles menorzinhos, que vocês podem começar e terminar no mesmo dia. Além disso, o post de hoje é para dar a vocês algumas dicas de livros fofos que podem ser lidos com rapidez. Se liguem:



- A garota que eu quero, de Markus Zusak: o autor tem um jeito meigo de contar uma estória romântica, que conquista o leitor e nos faz lembrar de quando nos apaixonamos pela primeira vez;

- Mudanças, de L. L. Alves: tem drama, tem alegria, tem dificuldade, tem perdão, tem insanidade, e tem romance também, tudo junto e misturado nesse livro incrível;

- A probabilidade estatística do amor à primeira vista, de Jennifer E. Smith: para quem gosta de um bom romance, cheio de momentos gracinha, e personagens apaixonantes, esse livro é o ideal;

- Eleanor & Park, de Rainbow Rowell: só porque a autora se chama Rainbow, ela decidiu criar personagens que nos fazem vomitar arco-irís de tão fofos!;

- Blecaute, de Marcelo Rubens Paiva: já cansaram de me ouvir falar desse livro aqui? Se nem com tanta insistência minha vocês o leram, então preciso insistir mais. Parem tudo o que estão fazendo agora e leiam!

Esses livros, além de serem curtinhos, têm estórias muito legais, e vocês vão se divertir muito lendo. Boas leituras a todos!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Nova parceria: escritora Patricia Baikal

Olá leitores! Com muita alegria venho apresentar para vocês a mais nova parceira aqui do blog!!!


Patrícia Baikal é a autora do livro "Mariposa: asas que mudaram a direção do vento", mora no Distrito Federal e é graduada em Direito. Ela também mantém um blog literário muito bacana, o Palavras de Bandeja




Seu livro figura entre os 100 mais vendidos da Amazon, na categoria crime/mistério/suspense. Segundo a própria autora, a estória é uma mistura suspense e romance:

"Jogos de poder, política e corrupção se cruzam com uma história de amor. Um jovem senador brasileiro, Nicolas, se vê rodeado de grandes mistérios a partir do momento em que uma estranha mulher invade sua casa e lhe dá pistas para incriminar seu rival político. Enquanto se envolve de uma forma apaixonante com esta mulher, de codinome Mariposa, Nicolas tenta desvendar os segredos de uma organização, invisível aos olhos da sociedade, mas com grande poder de influência na política do país."

Vocês já podem adquirir o livro pela Amazon nesse link, e em breve teremos resenha dele aqui no blog. Não percam!

Muito sucesso à Patrícia e que nossa parceria renda bons frutos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Um pouquinho de...

"Dinheiro e tempo, essas eram as duas coisas sobre as quais as pessoas normalmente reclamavam, e ele tinha ambas em abundância.
Não havia nada que Lincoln quisesse que não pudesse comprar. Mas o que ele realmente queria, afinal? Comprar livros novos quando eles eram lançados, em capa dura. Não ter que pensar em quanto dinheiro havia na sua carteira quando estava pedindo o jantar. Talvez tênis novos... E não havia nada que ele quisesse fazer para o que não pudesse arranjar tempo. Sobre o que ele podia reclamar, de verdade? O que mais ele desejava?
Amor, ele podia ouvir Eve falando. Propósito.
Amor. Propósito. Essas eram as coisas para as quais não se podia planejar. Essas eram coisas que simplesmente aconteciam. E se não acontecessem? Você passava a vida toda ansiando por elas? Esperando para ser feliz?"

(página 105, capítulo 20)

sábado, 17 de janeiro de 2015

1, 2, 3... PIN!

Relembrando, essa coluna é onde mostro para vocês algumas das imagens mais interessantes que encontro no Pinterest. A de hoje é sobre livros, mas nem sempre será assim. Qualquer coisa poderá aparecer por aqui, então, não percam ;)

Comer e ler são dois prazeres que combinam admiravelmente.

Essa frase praticamente me define, por isso estou acima do peso e com a estante lotada de livros! rsrsrs.

Não sei se ela realmente é de autoria do C. S. Lewis, mas ela foi postada assim no Pinterest ;)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Bela distração [Resenha]

onde comprar: Fnac//Americanas//Saraiva//Submarino

"Cami Camlin é uma garota intensa e independente, dona do próprio nariz desde a época do ensino médio. Agora, cursando a faculdade e trabalhando como bartender no The Red Door, Cami não tem tempo para nada, até que uma viagem para visitar seu namorado é cancelada e, pela primeira vez em quase um ano, ela tem um fim de semana de folga. Trenton Maddox era o rei da Universidade Eastern. Os caras queriam ser como ele, as mulheres queriam domá-lo. Mas, depois de um trágico acidente virar sua vida de cabeça para baixo, ele deixa o campus para lidar com a culpa esmagadora. Um ano e meio depois, quando Trenton pensa que sua vida está voltando ao normal, nota Cami sozinha numa mesa do Red Door. Como irmã mais velha de três caras de pavio curto, Cami acredita que não terá problemas para manter a amizade com Trenton no nível estritamente platônico, e ainda continuar seu namoro à distância. Mas, quando um Maddox se apaixona, é para sempre, nem que tenha que enfrentar a família e os temores do passado."

Nesse spin-off da trilogia Belo Desastre, conhecemos outro membro da família Maddox, que tem o perfil parecido com o de Travis: mulherengo, briguento, tatuado e que não leva desaforo para casa. Trenton viu sua namorada morrer num acidente de carro em que ele era passageiro, e isso ainda o atormenta tanto, que ele não consegue deixar outra pessoa dirigir para ele.

Cami, a bartender bonitona que saiu de casa assim que entrou para a universidade a fim de fugir de um pai violento, que batia na mãe e não respeitava a individualidade de seus filhos, é muito independente e apaixonada por seu namorado. Mas ele está sempre ausente, por causa de seu trabalho enigmático, deixando a moça muito sozinha. Apesar disso, ela se contenta com essa relação, já que sabia desde o início que seria assim.

Trenton e Cami estudaram juntos quando crianças, mas não tinham muito contato, e voltam a se encontrar casualmente no bar onde Cami trabalha, exatamente no final de semana que seu namorado lhe deu um bolo. Assim como Travis, Trenton sabe ser bem convincente quando quer alguma coisa, e vai aos poucos deixando claro seu interesse por Cami.

Durante esse final de semana, nasce entre os dois um companheirismo perigoso, que preenche o espaço vazio deixado pela namorado de Cami, mesmo que ela tente negar. Trenton, por outro lado, sabe bem que quer conquistar a garota, e vai ficando cada vez mais perto dela. Não há como resistir ao charme dele, ainda mais quando Cami está se sentindo tão carente de atenção.

Aos poucos a confusão vai se formando: Cami acaba se apaixonando por Trenton, sabe que ele sente a mesma coisa, mas não quer terminar o namoro à distância, pois sempre soube que o namorado não seria muito presente, e aceitou essa condição, agora não acha justo deixá-lo baseada exatamente na sua ausência. Mesmo abrindo o jogo com ele desde o início de sua relação com Trenton, ele parece não se irritar, e quer continuar o namoro como ela a qualquer preço.

Claro que não é difícil trocar um namorado que está a quilômetros (e meses) de distância, por um cara meigo e atencioso como Trenton, e eles acabam assumindo a relação. Em meio a esse triângulo, existe um segredo que Cami não pode revelar, pois prometeu ao ex que nunca o faria, mas teme que Trenton descubra e sofra muito. Infelizmente, mesmo não procurando pistas ou detalhes sobre o assunto durante a leitura, ficou claro para mim desde o início qual era esse segredo.

Nas resenhas que fiz de Belo Desastre, disse que não gostei de tanta violência, e da falta de comunicação entre Travis e Abby, mas aqui é bem difrente: as brigas são moderadas, já que Trenton não é um lutador, e a química entre ele e Cami funciona perfeitamente. Mas não se enganem achando que Trenton foge de uma boa briga, pelo contrário, ele é tão esquentado quanto o irmão mais novo, mas parece saber se controlar melhor, e só bate em alguém quando a pessoa ameaça Cami de alguma forma.

O casal de Bela Distração é perfeito! Eles se entendem, conversam, mostram seus sentimentos e deixam claro que ambos têm problemas, têm um passado difícil, mas concordam em enfrentar tudo isso juntos.

Alguns conflitos surgem no caminho do casal, como a família problemática de Cami, com o pai alcólatra e a mãe submissa que aceita ser espancada sem reclamar, e a constante aparição do ex de Cami, que, ao ver que a moça estava namorando com outro cara, resolve compensar toda a ausência e surge sem aviso para tentar reconquistá-la. 

Gostei mais desse livro do que dos anteriores da Jamie, por achá-lo mais leve, sem tantas brigas e sofrimento. Há momentos em que as estórias de Belo Desastre e Bela Distração se cruzam, e isso deixou tudo muito interessante, pois ambientou o enredo, sem parecer que se passava num universo totalmente novo. 

Apesar de ter gostado muito do livro, a fórmula usada pela autora é a mesma dos anteriores, e até parece que ela seguiu um roteiro para escrever essa nova estória: a universitária que divide um apartamento com a amiga, que por sua vez tem um namorado que frequenta o local livremente; a família desestruturada, que atrapalha a relação do casal; a importância das tatuagens no enredo; as noitadas dos Maddox quando se sentem frustrados e a demora para o casal de protagonistas terem a sua primeira relação sexual. Há sim alguns detalhes que diferem as obras, mas enquanto lia, me perguntei se a autora consegue escrever algo que fuja desse formato.

Se o meu preferido até agora tinha sido Belo Casamento, ele acaba de perder seu lugar: Bela Distração tem mais a minha cara, com mais momentos românticos e menos pancadaria. Acho que Cami é uma personagem muito bem construída, e Trenton é mais maduro que Travis, não faz tanto drama e está tentando levar uma vida normal depois do trauma que sofreu. Posso tranquilamente me imaginar vivendo com ele, e certamente ele conquistaria meu coração. E que venham os outros irmãos Maddox!


Bela Distração
Jamie McGuire
editora Verus
304 páginas
nota do Skoob: 4,5
nota do blog: 4

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Orkut [TAG]

Olá leitores! Vamos responder mais uma TAG?



Essa foi postada no blog Entre um livro e outro, e foi criada pela Ariel, do Verão de noventa e quatro. A TAG é uma homenagem a primeira rede social de sucesso mundial, que conquistou milhares de adeptos e deixou saudade em muita gente quando foi desativada no ano passado. Se vocês não chegaram a conhecer o Orkut, não sabem como era legal poder deixar um depoimento para uma pessoa que curtia muito, ou criar um bonequinho interativo com a sua cara (essa era a minha parte preferida!).

As questões devem ser respondidas com base em perfis que os personagens teriam no Orkut, utilizando alguns recursos que a rede disponibilizava, como scrap e depoimentos. Acho que vai dar para entender, então, que tal passarmos para as respostas?


1. Um personagem 100% sensual:

Digam o que quiserem, sensual pra mim é Christian Grey, e eu sou fã da trilogia.

2. Um personagem 100% divertido:

Gilderoy Lockhart, Ordem de Merlin, Terceira Classe, eleito pelo Semanário dos Bruxos por cinco anos consecutivos pelo sorriso mais atraente, nosso querido professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e Câmara Secreta: já falei aqui que sou fã de Lockhart e algumas pessoas disseram não gostar muito dele, mas eu simplesmente o acho cômico, por tudo o que ele faz e pelo que diz fazer. E o ator Kenneth Branagh imortalizou o personagem com sua atuação perfeita no filme.

3. Um personagem 100% confiável:

Park, do livro Eleanor & Park: ele é quieto, na dele, está sempre lendo HQs e ouvindo música em seu walkman. Pela descrição da personagem no livro, e depois de ver como ele entendia todas as complicações de Eleanor, ele me inspirou bastante confiança.

4. Um personagem para ser fã:

Cameron, de A garota que eu quero: é impossível não ficar fã de Cam depois de ler a trilogia dos irmãos Wolfe, conhecer todos os seus medos e dúvidas e depois vê-lo deixar todos para trás.

5. Um personagem para quem eu mandaria um depoimento fofo:

Will, de Mérica: porque ele é fofo e com certeza mereceria um depoimento tão fofo quanto!

6. Um personagem para bloquear:

Professora Dolores 'Maligna' Umbridge: se ela tivesse Orkut, seria bloqueada por todo mundo.

7. Um personagem para add sem scrap:

Blake, de Fortaleza Negra: meio prepotente, não mereceria um scrap. Provalvemente, eu o adicionaria apenas por educação.

8. Um personagem que "mal conheço mas já considero pakas":

Trenton Maddox: achei ele muito mais legal do que Travis, e com certeza já o considero mais que ao irmão caçula.

O que acharam da TAG? E das minhas respostas? Deixem suas opiniões nos comentários, e se quiserem responder basta dar os devidos créditos a criadora, ok?

Para participar da brincadeira, vou indicar os blogs parceiros Os dragões de fogo e Mais um trecho

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Um pouquinho de...

" - Senti tanto sua falta - digo, esticando a mão para tocar o rosto de Noah.
Ele se inclina e me beija uma vez. Diz que também sentiu minha falta.
Sei que isso é certo. Sei que ele não vai ser maravilhoso o tempo todo, porém, há mais maravilha nele do que em qualquer outra pessoa que já conheci. Isso me faz querer ser maravilhoso também.
Flutuo ao londo do dia."

(página 202)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Sexta de música #81 - Mutantes


Olá leitores! Voltando com nossa coluna musical aqui no blog vou compartilhar com vocês uma experiência que vivi essa semana.

Conversando com minha amiga Carol, do blog Mais um trecho, ela me disse que tinha ouvido uma música incrível dos Mutantes e na hora não tinha ninguém para comentar. Então eu respondi que nunca tive paciência para ouvir Mutantes, que sempre tentava mas acaba deixando para depois, e na verdade nunca tinha me interessado tanto pelo trabalho deles.

Isso para um fã de uma banda é um verdadeiro crime, então a Carol me disse para ouvir com calma e atenção que ia acabar gostando. Para isso, ela me indicou suas músicas preferidas, e eu fiz uma pequena playlist, que acabou virando esse post, rs.

Comecei a ouvir sem pretensão, mas já na primeira música percebi algo que ainda não tinha de visto nos Mutantes: um toque de poesia e rebeldia, com letras inteligentes e melodias inebriantes.

Algumas canções, como Batmacumba, Não vá se perder por ai e Ave Lúcifer me conquistaram desde o primeiro acorde, enquanto outras eu já conhecia, porém, interpretadas por outros artistas como Titãs, Marisa Monte e Cássia Eller.

Por isso, quero deixar essa seleção de músicas aqui para que vocês também ouçam e se encantem com essa banda tão importante no cenário musical brasileiro.




1. Não vá se perder por aí
2. Ando meio desligado
3. Panis et circenses
4. Trem fantasma
5. Adeus Maria Fulô
6. Top top
7. Ave Lúcifer
8. Batmacumba
9. Virgínia
10. Fuga nº 2

Viram como a Rita Lee era linda? Além de ter um timbre de voz único, ela encantava com seus grandes olhos azuis.

De todas as canções dos Mutantes que ouvi naquele dia, essas foram as minhas preferidas, mas uma ainda se destacou mais, e me fez ouvi-la várias vezes seguidas. Tecnicolor é tão envolvente tive imediatamente várias ideias para uma estória. Ouçam e me digam se não dá vontade de sair dançando lentamente:




Espero que tenham curtido essas poesias em forma de música tanto quanto eu curti. E não esqueçam de deixar seus comentários, gostaria muito de saber o que acharam, ok?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Imã [TAG]


Olá leitores! Há algum tempo atrás eu vi essa TAG no blog Livros e Bolinhos, da Juh Oliveto, que foi quem a criou, e achei muito interessante. O lance é indicar livros que nos tenham atraído ou repelido de acordo com as características que a Juh definiu. Confiram:

Me atraiu pela capa e Me repeliu pela capa:


A capa de Cemitérios de dragões é incrível, enquanto a de Hemlock grove é repulsiva. Uma mão saindo da boca de um leão (ou lobo)? Fala sério!

Me atraiu pelo título e Me repeliu pelo título:


Esse livro da Jojo Moyses tem um nome muito sugestivo, e eu só comprei por isso. Nenhum livro chamado Sagarana pode ser bom, sorry.

Me atraiu pela sinopse e Me repeliu pela sinopse:


Quando li a sinopse de Colin Fischer fiquei curiosa para ler, ao contrário do que aconteceu com Extraordinário, que não me inspirou.

Me atraiu pela protagonista e Me repeliu pela protagonista:


Como não se interessar por um livro cujo narrador é a morte? Talvez ela não possa ser considerada como protagonista, mas na minha opinião, ela é. Alguns personagens nos repelem, ainda que gostemos do livro. No caso de Amanhecer, eu já comecei a ler com raiva da Bela: nunca gostei dela, desde o primeiro volume, mas adorava a estória, então, li até o fim.

Me atraiu pela fama   -   Me repeliu pela fama:


A propaganda no Jovem Nerd foi tão pesada, que fiquei curiosa para ler A batalha do apocalipse. Já Nora Roberts, não, obrigada. Nunca li, nem pretendo.

Me atraiu pelo autor e Me repeliu pelo autor:


Depois de ler Eleanor & Park parecia que poderia ler até a lista de compras de Rainbow Rowell, mas, às vezes, a lista de compras desse mês pode não ser tão boa quanto a do mês passado. Comprei Anexos só por causa da autora, sem saber de mais nada, mas ele não empolgou tanto. E eu admito, tenho um baita preconceito com Augusto Cury, simplesmente não consigo me interessar por nenhum livro dele.

Indico para responder a TAG os blogs:

- Criativa Re-leitura
- Estava Lendo

É isso. Quais seriam as respostas de vocês?  Deixem nos comentários, ou, se preferirem, respondam a TAG no blog ou blog de vocês e me mandem o link para ver.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Mentirosos [Resenha]


"Cadence vem de uma família rica, chefiada por um patriarca que possui uma ilha particular no Cabo Cod, onde a família toda passa o verão. Cadence, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat (os quatro 'Mentirosos') são inseparáveis desde os oito anos. Durante o verão de seus quinze anos, porém, Cadence sofre um misterioso acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos, tentando juntar as lembranças sobre o que aconteceu."

Com um enredo envolvente e uma forma bem peculiar de escrever, esse livro prende o leitor, e, no meu caso, mostra que nem tudo o que parece é real. No momento em que comecei a leitura, fiquei encantada com a prosa da autora, bem parecida com a de Markus Zusak em "A menina que roubava livros", com aquele toque poético que deixa tudo mais agradável, Eis que, para minha surpresa, a estória tomou um rumo totalmente diferente do que eu imaginava, e não deixou a desejar.

Logo de cara conhecemos Cadence, uma jovem muito sagaz, que mora com sua mãe (os pais se separaram), e vive uma vida normal para a sua idade durante o ano todo, exceto quando está em férias de verão e vai para a ilha particular de sua família. Lá, o avô construiu uma casa para cada uma de suas filhas, e nelas cada família se hospeda para suas férias, e compartilham juntas bons momentos na casa principal, que é do patriarca. Cadence fica sempre na companhia de seus dois primos e um enteado de sua tia, Gat, um rapaz bonito e muito inteligente, que ela define como "ambição e café forte". Pela descrição fica claro que Gat tem a pele escura, diferente dos Sinclair, que têm como característica cabelos muito loiros, pele e olhos claros.

A convivência que vem desde a infância de Cadence e Gat acaba se transformando numa grande paixão, mas que só floresce quando eles estão na ilha, já que, depois, cada um vai para a sua cidade, viver sua própria vida. Ainda assim, Cadence sabe que é apaixonada por Gat, e essa é uma das coisas que lhe ajuda a, mais tarde, desvendar um mistério.

No verão em que fizeram 15 anos, Cadence sofreu um terrível acidente quando nadava sozinha à noite; aparentemente, ela bateu a cabeça em algum lugar e teve um trauma que lhe deixou com fortíssimas dores de cabeça, que a impediram de viver normalmente. Ela saiu da escola, passou a viver reclusa em casa, e dependia de muitos remédios para suportar a dor.

Ao contrário do que aconteceu durante todos os verões de sua vida, no ano seguinte ao acidente a mãe não ia para a ilha nas férias, e arranjou uma viagem para Cadence fazer com pai, o que a afastaria dos mentirosos. Ela não queria, mas acabou cedendo. Era muito difícil contrariar a mãe da menina, que levava ao pé da letra o lema da família Sinclair: "ninguém é carente, ninguém erra", por isso, sempre cobrava de Cadence um comportamento digno de pertencer a essa família. Mas, com o acidente, a menina foi mudando suas opiniões e seus pontos de vista sobre muitas coisas, inclusive, sobre o relacionamento da família.

No verão dos dezessete anos, a mãe resolveu voltar à ilha, e tudo parecia muito estranho a Cadence; a casa principal fora totalmente reformada, os cachorros de seu avô tinham sumido e todo mundo a tratava de forma diferente, como se ela fosse explodir a qualquer momento, menos seus primos mais novos, que achavam que ela era viciada em remédios e ficavam o tempo lhe perguntando sobre isso.

Já os primos Johnny e Mirren junto com Gat, os mentirosos, pareciam distantes e nunca falavam sobre o acidente. Cadence não se lembrava do que tinha acontecido naquela noite, tinha apenas alguns lampejos de memória e visões que não lhe diziam nada. Ela questionou os primos diversas vezes, para que a ajudassem a descobrir o que a tinha levado a nadar sozinha àquela hora da noite, mas eles eram sempre evasivos e diziam que ela se lembraria de tudo no seu próprio tempo.

E então começa a montagem de um quebra-cabeças complicado: de um lado, Cadence anotando cada pequena lembrança que ela tinha ao longo do verão, em meio a crises de dor de cabeça e conversas estranhas com Gat, e de outro, o resto da família que não queria que ela sofresse, mas também não a ajudava a forçar a memória.

Em grande parte do livro acompanhamos esse dilema de Cadence, e em certos momentos ficamos até com raiva de seus primos, por não responderem diretamente a suas perguntas, e até de Gat, que uma hora a tratava como namorado apaixonado, para no minuto seguinte dizer que tudo estava errado e eles deveriam recomeçar de onde tinham parado no verão dos quinze anos. É para dar dor de cabeça em qualquer um!

Cadence usa sua perspicácia e vai juntando os caquinhos, até lembrar da primeira coisa que fez no dia do acidente, e assim começa a relembrar cada passo, cada decisão, e como foi parar no meio da praia sem seus melhores amigos.

Algumas passagens são realmente emocionantes, mas não cheguei a chorar enquanto lia. Para um leitor como eu, que não fica procurando pistas nem ligando pontos enquanto lê, o final é muito inteligente. Gostei muito do desenvolvimento do enredo, da construção dos personagens e da forma como E. Lockhart descreve cada um deles, dando características abstratas tão peculiares que é possível formar o rosto de cada um na cabeça.

"Johnny é estalo, iniciativa e sarcasmo."
"MIrren é açucar, curiosidade e chuva." (página 18)

Gosto muito desse estilo de escrita, e quando estava na página 100 já tinha marcado uns 20 quotes! Alguns parágrafos são construídos de forma muito poética, e isso me agrada bastante:

"E eu vi Gat,
e vi aquela rosa na mão dele,
e, naquele momento, com a luz do sol entrando pela janela e brilhando sobre ele,
as maças debruçadas sobre a bancada da cozinha,
o cheiro de madeira e maresia no ar,
eu rotulei de amor." (página 27)

Além disso, as descrições dos sentimentos de Cadence são profundas, usando palavras que as mesmo tempo os amenizam e exageram, dão vida, transformam o sofrimento em algo muito palpável para o leitor:

"Minha cabeça e meus ombros derreteram primeiro, seguidos pelo quadril e pelos joelhos. Logo me transformei em uma poça , infiltrando-me nas lindas estampas do algodão. Ensopei a colcha que ela nunca terminou, enferrujei as peças de metal de sua máquina de costura. Eu era puro líquido naquele momento, durante uma ou duas horas." (página 42).

A surpresa, para mim, foi o enredo não focar na estória dos mentirosos em si, nem explicar o por quê desse apelido antes do acidente. Apesar dos protagonistas serem conhecidos como os mentirosos, o título me fez pensar que tudo seria sobre eles, e sobre como eles ganharam a fama, mas a trama se desenvolve a partir do acidente de Cadence, enquanto critica o relacionamento familiar, mostra as consequências do acidente e, por último, o que o causou. Quando li o título e vi a capa com a imagem desfocada daquelas quatro pessoas, tudo me levava a acreditar que se trataria de um grupo de adolescentes ricos e entediados, que aprontariam todas nas ilhas vizinhas e ficariam conhecidos por isso.

Esse detalhe não desabona o livro em nada, pelo contrário: ter uma grata surpresa no final valeu a leitura. A estória é muito bem escrita, a trama é bem construída e o desfecho pode tanto emocionar quanto surpreender. Super indicado a todos. 

"Mentirosos"
E. Lockhart
271 páginas
editora Seguinte
nota do Skoob: 4.5
nota do blog: 4

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

As 12 melhores leituras de 2014


Nesse final de ano não teve nenhuma retrospectiva por aqui, mas acho interessante fazer um balanço de todas as leituras e eleger os meus preferidos de 2014. Por isso, vou mostrar para vocês aqueles livros que me conquistaram mais que os outros. Independente da ordem em que aparecem, eles ganharam meu apreço, e cada um deixou um pedacinho dele comigo.  Então, vamos a eles:


"A garota que eu quero" e "A menina que roubava livros", de Markus Zusak, dois romances lindos, cada um com seu tema, mas que têm uma linguagem única, capaz de conquistar até os corações mais duros. "A probabilidade estatística do amor à primeira vista" é desses romances adolescentes que eu adoro, e ele tem seu charme: é uma leitura rápida, porém, arrebatadora. Já "Cemitérios de dragões" me pegou desprevinida: eu não esperava gostar tanto de uma fantasia, mas foi inevitável. Os personagens e o mundo criado por Draccon, apesar de remeterem a um universo que já existe, são encantadores.


E não é que a Colleen Hoover fez outra vez? Eu já tinha amado "Métrica", e esse ano os três livros dela me emocionaram: "Pausa" e "Um caso perdido" não tinham como ficar de fora da lista dos melhores. O primeiro livro de David Levithan que li foi "Garoto encontra garoto", e a partir de agora, leio tudo que ele publicar. Outra grata surpresa foi "Pelas janelas", de Juliano Cazarré: eu não acreditava que ele pudesse escrever boa poesia, mas cada um dos poemas desse livro é excepcional, e juntos eles formam uma coletânea imperdível.


Assim como os anteriores, "Essa garota" veio para ganhar meu coração. A trilogia Slammed foi finalizada de forma brilhante por Colleen, e será inesquecível, com certeza. "Eleanor & Park" me conquistou desde a capa, e fez com que Rainbow Rowell também entrasse para a minha lista de autores preferidos. Stephen King não tinha conseguido chamar tanto a minha atenção antes de ler "Misery", mas agora entendo proque ele é tão admirado e cultuado. E outra grata surpresa foi "Foratelza negra", livro que comprei no escuro, sem saber do que se tratava, e pelo qual me encantei rapidamente. Sua estória de vampiros é original, sem deixar o clássico de lado.

Por enquanto tenho 25 livros na minha meta de leitura para 2015, e espero que o ano seja tão bom quanto o anterior, ou até mais!

Vocês já leram alguns desses livros? Todos têm resenha aqui no blog, conheçam e se apaixonem por eles vocês também ;)

domingo, 4 de janeiro de 2015

O que eu li em dezembro



Dezembro, seu lindo! Um mês cheio de festas e esperanças de renovação, além de ser meu aniversário, só poderia ser repleto de boas leituras!


"O último volume da série Slammed continua e revisita a história de Will e Layken, cujo amor venceu os mais árduos obstáculos: proibições, impedimentos, ciúme, tragédia. Mas, depois de tudo isso, os dois, agora casados, começam a se sentir seguros do incrível sentimento que os une. Quando em sua lua de mel, Lake quer saber tudo sobre o marido, Will, reticente, desembaraça os nós da própria história. Revisitamos os bons e maus momentos, e descobrimos alguns fatos chocantes... O futuro de Will e Lake agora depende de como os dois lidarão com essas revelações."









"Nesta mais que comédia romântica, Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag-queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os farotos a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola. E, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah."








"Cadence vem de uma família rica, chefiada por um patriarca que possui uma ilha particular no Cabo Cod, onde a família toda passa o verão. Cadence, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat (os quatro Mentirosos) são inseparáveis desde os oito anos. Durante o verão de seus quinze anos, porém, Cadence sofre um misterioso acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos, tentando juntar as lembranças sobre o que aconteceu."










"Era uma vez uma leitora que ficava passeando entre as prateleiras, procurando aqui e ali pelo livro perfeito. O tempo passava e ela continuava em busca de algo bom para ler. Um livro era muito assustador. O outro, muito certinho. Somente alguns a faziam sonhar. Mas ela continuava lendo, mesmo que nenhuma história agradasse a cada um de seus humores. Até que ela descobriu 'Contos de fadas eróticos', uma coletânea em que as histórias da Bela e a Fera, da Cinderela, da Branca de Neve e muitas outras, são contadas de uma maneira diferente, mais envolvente, mais... erótica."








Em breve todos eles estarão resenhados aqui. Bem, talvez o último não, já que ele é bem sem graça, e eu não saberia nem como começar a resenha. E assim terminaram as minhas leituras de 2014: 43 livros no total, 3 a mais que em 2013, batendo minha meta. E vocês? Me contem como fecharam suas leituras.