sexta-feira, 29 de maio de 2015

Sexta de música #93 - Free Fallin'

Olá leitores! Sabe quando a gente ouve uma música que adora, e do nada descobre que ela é uma versão de uma canção gravada antes? Pois é, isso acontece sempre comigo, tanto que já fiz outro post aqui falando só sobre isso.



A playlist de hoje também vem com versão de uma música, mas nesse caso, fiz o caminho contrário: eu já conhecia a original há algum tempo, e não ligava muito pra ela. Mas depois que ouvi a essa mesma música na voz de outro cantor, acabei me encantando com ela.

Recentemente, ainda nos resquícios das playlists de boybands, ouvi um dos meninos das bandas, Nick Carter, interpretando essa mesma música, e foi só o que faltava para ela se tornar uma das minhas preferidas.




Free Fallin' foi gravada originalmente por Tom Petty, no ano de 1989, e faz parte do álbum Full Moon Fever, que está na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame. Esse foi o primeiro trabalho de Tom depois de sua saída dos Heartbreakers, banda com a qual ele tocou por 11 anos.

Tom disse que esse álbum trazia muito de suas influências musicais que ele não chegou a trabalhar com os Heartbreakers, e isso fica bem claro nas letras das canções. Em Free Fallin' isso não é diferente, e ela fala um pouco sobre um amor de infância: uma boa garota tem o coração partido por um menino não tão bom assim, que não descobre que está apaixonado por ela, mas que não se permite sentir saudade, ele só quer ser livre, por isso o título 'em queda livre'.

A letra da música também fala sobre a cultura de Los Angeles, aproveitando para criticar as pessoas da cidade, que, segundo o autor da música, costumam usar outras pessoas a seu favor.




Tom Petty conta que criou a música por acaso; num dia em que ele e Jeff Lynne, parceiro musical, estava tocando sem compromisso, ele tocou as notas no teclado e Lynne pediu para que ele colocasse algumas palavras nas notas. Ele cantarolou: 'she's a good girl... loves her mama...', e nascia o clássico admirado por fãs de várias gerações. Talvez seja exatamente pela inocência da letra, que Free Fallin' venha conquistando tanta gente por todos esses anos.

O cantor certa vez comentou que essa é uma boa música e que poderia ser uma das suas favoritas, se não tivesse se tornado um hino. É Tom, ela realmente se tornou um hino, eterno.

Então vamos ouvir Free Fallin' em diversas interpretações diferentes. As minhas preferidas são a de John Mayer e a do Nick. Ouçam e tirem suas conclusões, só não esqueçam de deixar nos comentários suas opiniões, ok?





1. Tom Petty
2. John Mayer
3. Guns'n'roses - participação de Tom Petty
4. Max Milner - The Voice UK
5. The Almost
6. Jonas Brothers
7. Nick Carter


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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Colin Fischer [Resenha]

onde comprar: Fnac//Americanas//Submarino//Extra 

"Resolvendo o crime. Uma expressão facial por vez. O ano letivo de Colin Fischer acabou de começar. Ele tem cartões de memorização com expressões faciais legendadas, um desconcertante conhecimento sobre genética e cinema clássico e um caderno surrado e cheio de orelhas, que usa para registrar suas experiências com a muito interessante população loca. Quando um revolver dispara na cantina, interrompendo a festinha de aniversário de uma das garotas, Colin é o único que pode investigar o caso. Está em suas mãos provar que não foi Wayne Connelly, justamente aquele que mais o atormenta, que trouxe a arma para a escola. Afinal de contas, a arma está suja de glacê, e Wayne não estava com os dedos sujos de glacê..."

Difícil começar a falar sobre esse livro, porque ele me despertou sentimentos ambíguos: gostei do protagonista, Colin, e achei que ele é bem carismático, mas não consegui me encantar pelo enredo. Tanto que demorei para terminar a leitura, pois não me sentia motivada a continuar.

Quando li a sinopse, achei que se trataria de uma investigação, claro que ao estilo adolescente, acompanhada pela diretora da escola, onde Colin usasse todas as suas anotações para chegar ao culpado. O menino escrevia tudo em seu inseparável Caderno, desde seus sentimentos até cada uma das características das pessoas ao seu redor. Ele também desenhava as diferentes expressões faciais e seus significados. Então seu Caderno era um arquivo completo sobre os alunos da escola, e com certeza teria uma informação que poderia ajudar a encontrar a pessoa que atirou no refeitório.

Mas não é exatamente assim que a coisa se desenrola: Colin realmente usa suas anotações para chegar ao culpado, mas faz isso sozinho e à revelia, já que a diretora pede para que ele se afaste e deixei os policiais fazerem seu trabalho. Achei a narrativa meio confusa, não consegui me ligar ao personagem, participar da procura com ele, nem tampouco me empolgar com suas descobertas. Achei o mistério mal desenvolvido.

A parte legal do livro é a explicação sobre o que é a Síndrome de Asperger, e de como devemos tratar o portador da doença. Ele não é aberração, só uma pessoa sistemática, detalhista e muito inteligente, que gosta de suas coisas sempre do seu jeito. No caso de Colin, ele odeia ser tocado - não deixa nem a mãe encostar nele sem autorização -, mantém tudo sempre no mesmo lugar em seu quarto, não se separa do Caderno e é bastante metódico com tudo, inclusive com relação às poucas pessoas com quem consegue conversar.

Colin está entrando no ensino médio, e para os americanos essa é uma fase bastante traumática para os jovens, onde sofrem os mais diversos tipo de bullying e têm que se adaptar a nova realidade, saindo do ensino fundamental, onde são crianças, e indo para outro nível, onde já são tratados como quase adultos. Para Colin isso é amplificado, já que a Síndrome de Asperger faz com que ele se isole das outras pessoas e sofra ainda mais com isso.

Já nas primeiras páginas os autores conseguem nos dar um panorama do seu sofrimento, quando, ao chegar na escola, ele é recebido por Wayne Connelly, o garoto que todos temem, e que coloca sua cabeça dentro da privada do banheiro. É impossível ficar imune à personalidade de Colin, e o leitor torce para que ele consiga decifrar o mistério e parar de ser tachado como maluco pelo restante da escola.

A relação de Colin com sua família é bastante interessante: seus pais são compreensivos e já criaram todo um sistema para compreendê-lo e suprir suas necessidades, sem lhe causar traumas. Quanto a seu irmão, a convivência é um pouco mais complicada, já que ele acredita que os pais sempre estão a favor de Colin em detrimento daquilo que ele quer. Mas esse sentimento é unilateral, pois Colin gosta do irmão, à sua maneira, e acredita ter uma boa amizade com ele.

O destaque da narrativa é certamente a maneira que os autores encontraram para convencer o leitor de que o portador dessa Síndrome não é um idiota, e que basta conhecê-lo para entender seu jeito de agir.

Pesando aquilo que considerei pontos negativos e pontos positivos, achei o livro médio, infelizmente. Eu tinha uma grande expectativa com ele, principalmente pela imagem da capa, tão dinâmica e diferente, mas não foi atendida.

Colin Fischer
Ashley Edward Miller e Zack Stentz
176 páginas
editora Novo Conceito
nota do Skoob: 3.9
nota do blog: 3.0

quarta-feira, 27 de maio de 2015

[TAG] E se...

imagem: libelle

Vi no blog Monikysses essa TAG que a própria Monyka criou e achei bem interessante. Ela consiste em responder 9 perguntinhas básicas sobre fatos literários hipotéticos. É bem criativa e dá para viajar um pouco nas escolhas. Vamos a elas:

1) E se eu morasse em um livro? Eu ia responder Harry Potter, porque eu realmente queria morar no castelo de Hogwarts, mas achei bem comum e mudei de ideia: eu queria morar em O nome do vento, estudar com Kvothe na Universidade e ouvi-lo cantar suas canções na taberna e quem sabe, bebendo um vinho ao seu lado.

2) E se eu fosse um personagem? Acho que eu seria Sofia, de Perdida. Em alguns momentos me identifiquei com ela, já que eu também sou totalmente dependente da tecnologia e nem consigo me imaginar vivendo numa época em que não tenha todo o conforto e facilidade que temos hoje.


3) E se eu pudesse aniquilar um vilão? Bem, talvez esse personagem não seja um vilão extremo, tipo Coringa, mas ele é bem do mal. Eu acabaria com a raça do padrasto da Eleanor em Eleanor & Park, porque aquele cara me fez sentir tanta raiva que eu tinha vontade de entrar no livro e dar uma surra nele.

4) E se eu pudesse namorar/casar com um personagem? Das minhas leituras mais recentes eu, sem dúvidas, queria poder namorar (?) com Mikhail, de Fortaleza Negra. Essa interrogação estranha ai é porque Mikhail é um vampiro, e não apenas um vampiro comum, mas um Mestre, um vampiro poderoso que, junto com seus irmãos, mantém a ordem no mundo. Seu poder imenso é apenas um detalhe; ele é charmoso, misterioso, muito sério e até um pouco rude as vezes, mas em alguns momentos ele consegue se despir de tudo isso e mostrar seu lado mais carinhoso e doce. Ah, vocês vão ter que ler o livro para entender.

5) E se eu pudesse fazer parte de uma história? Entraria em Métrica, da Colleen Hoover, e ajudaria Layken e Will a resolverem seus problemas. E eu queria muito participar de uma daquelas apresentações de poesia.

6) E se eu tivesse um (ou mais) amigo(s)? Vou me repetir, mas acho que queria ser amiga de Park (Eleanor & Park), só porque ele é um fofo e gosta de música boa =)

7) E se eu tivesse uma família? Seria dos Weasley, com certeza! Eles são muitos, a casa deles é uma bagunça e todos são muito unidos, então acho que seria bacana fazer parte daquela família.

8) E se eu fosse autora de um livro? Acho que eu gostaria de ser Anne Rice, só para ter o prazer de falar: "Fui eu que escrevi Entrevista com vampiro".

9) E se eu pudesse transformar um livro em filme? Essa foi a mais fácil, e até falei sobre isso outro dia aqui no blog: com certeza minha primeira opção para adaptação seria Blecaute, do Marcelo Rubens Paiva (e se você está sempre por aqui e ainda não conhece esse livro, pode começar a se envergonhar, rsrsrs).


É isso amigos, o que acharam das minhas respostas? Como não fui indicada, também não vou indicar nenhum blog pra responder a TAG, mas sintam-se a vontade para fazê-lo, só lembrem de dar os devidos créditos para a blogueira que a criou, e deixar o link nos comentários para que eu possa ler suas respostas, ok?

Bjks!


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terça-feira, 26 de maio de 2015

Sei Que Eu Sei News #21














Os fãs de John Green receberam uma ótima notícia hoje: o autor está vindo para o Brasil em julho, juntamente com Nat Wolff para a divulgação do filme Cidades de Papel, que estreia dia 9 do mesmo mês.


A editora Intrínseca foi quem divulgou a notícia no Twitter,  e colocou o autor nos Trending Topics rapidamente. Porém eles ainda não têm informação exata da data nem do local onde eles estarão, nem se haverá bate papo ou sessão de autógrafos.


Sou fã dos livros do Green, mas, particularmente, não vou sair correndo para tentar chegar perto do autor, é um tipo de muvuca que eu pretendo evitar. Mas com certeza vai ser um evento bem bacana, e quem estiver disposto a ir, desejo boa sorte.


Outra notícia legal que saiu hoje foi a divulgação da capa do spin-off de Fallen, apenas com a estória de Cam, chamado Unforgiven. O livro sai em 10 de novembro nos EUA e ainda não tem previsão de ser lançado por aqui. 

Eu só li o primeiro livro da saga Fallen, e confesso que Cam foi o meu personagem preferido, apesar de achar a estória mediana. Se você nunca ouviu falar da série, tem resenha aqui.


E mais um livro sobre o universo Harry Potter vem ai (preparem seus bolsos!). Sai em agosto o lindíssimo "Os lugares mágicos dos filmes de Harry Potter", contendo desenhos dos sets de filmagem, com perfis detalhados dos ambientes e artes conceituais jamais vistas, além de fotografias dos bastidores e muitos outros segredos guardados pela Warner Bros Entertainment em seus arquivos.

Para colecionar, o livro traz um mapa destacável do Beco Diagonal e um panfleto com uma seleção das pinturas de Hogwarts. Claro que todo potterhead já está esperando ansiosamente por esse lançamento.


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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Nerd? Eu?!?

















Não entre em pânico, todo mundo tem um pouco de nerd. A palavra nerd tem um significado muito amplo, e deixou de ser aplicada apenas àqueles jovens super tímidos e com óculos fundo de garrafa, que não tem amigos e nunca é convidado para as festas da galera.

Atualmente o nerd é o responsável por ditar tendências e aproximar esse universo rico em cultura e conhecimento das outras pessoas. Nerds curtem ciência, tecnologia, ficção científica, games e quadrinhos. Mas muito cuidado com os esterótipos! Nem todo nerd é como Sheldon Cooper, antissocial e pedante (mas nós amamos Dr. Cooper <3).


Nesse dia do Orgulho Nerd, que também é o Dia da Toalha, fiz uma listinha com alguns nerds famosos que influenciam outros nerds ao redor do mundo. Muitos são bastante conhecidos, enquanto outros, podem surpreender alguns leitores:


Douglas Adams: autor da bíblia nerd, O guia do mochileiro das galáxias, trilogia de 5 livros que nos revela o significado da vida, do universo e tudo mais, além de nos ensinar a verdadeira importância de uma toalha. Foi em homenagem a ele que 25 de maio virou o Dia da Toalha.


George Luccas: outro nerd responsável por tornar esse dia tão importante: a data foi decretada como Dia do Orgulho Nerd em comemoração ao dia do lançamento do primeiro filme Star Wars, dirigido por ele e cultuado por amantes da ficção científica até hoje.


Nolan Bushnell: fundador da Atari (1972), foi eleito pela revista americana Newsweek uma das 50 pessoas que mudaram a América. Ele fez parte da infância de muito nerd dos anos 80, que só tinham o incrível Atari para se divertir, rs.


Shigeru Miyamoto: também importante no universo dos games, é designer e produtor de jogos inesquecíveis da Nintendo, como Mario, Donkey Kong, The legend of Zelda e o meu querido Star Fox.


Jack Dorsey: o criador do Twitter já era louco pro programação desde criança, e criou seu primeiro serviço bem sucedido com 13 anos. Graças a ele, conhecemos hoje termos como tuíte, tuitada, TT, RT e DM.


J.R.R.Tolkein: o nerd mór da fantasia, autor da aventura épica O Senhor dos Anéis, também era escritor e filólogo, ou seja, estudioso da língua. Tanto que ele mesmo criou os idiomas falados na Terra Média pelos hobbits, elfos e anões.


George R.R. Martin: discípulo de Tolkein, autor da saga épica mais importante da nossa época, As crônicas de gelo e fogo. No mundo criado por ele existem dragões, espadas e todo tipo de criatura cultuada pelos nerds. Não é a toa que ele foi escolhido pela revista Times como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2011.


Natalie Portman: não, caros leitores, ela não é só mais um rostinho bonito no cinema. A atriz é formada em Harvard e fala cinco idiomas. Como se não bastasse, já participou de Star Wars e V de Vingança. Tá bom né.












Então leitores, desperte o nerd que existe em você e curta o seu dia, nunca esquecendo de levar a sua toalha. Ah, não sabe pra que serve a toalha? Então clique aqui e leia esse post, tenho certeza que você não vai mais sair de casa sem ela. Se mesmo depois de ler, você não entender nada, aconselho que conheça o universo de Douglas Adams, comprando os livros do Guia do mochileiro das galáxias clicando aqui (aproveita que tá em promoção!).

E obrigada pelos peixes!




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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Sexta de música #92 - A boyband definitiva

Mais boyband Joana??? Sim, caros leitores! Falei semana passada do New Kids on the Block, a primeira banda de meninos que me conquistou, e hoje vou falar da mais querida boyband de todos os tempos, a única, a definitiva, a melhor: Backstreet Boys!!!!











Talvez essa banda seja mais conhecida do público do blog, que é mais novinho e nunca ouviu falar do New Kids. Mas como eu acompanho as duas há muito tempo, não consigo decidir de qual gosto mais, depende do momento, rs.

Nick Carter, Kevin Richardson, Brian Littrell, Howie D e A.J. McLean

Os garotos da rua de trás estão na estrada desde 1993, quando ainda tinham carinha de bebê, e usavam roupas enormes, herança da moda do final dos anos 80. AJ, Howie D, Kevin, Brian e Nick ficaram conhecidos pelo sucesso de Everybody, single do álbum Backstreet's Back, lançado em 1997, mas antes dele já vinham trabalhando o disco Backstreet Boys, com a canção We've got it goin' on, que já vinha fazendo muito sucesso na Europa antes mesmo de conquistar a América.



Muitas músicas do Backstreet Boys alcançaram os primeiros lugares nas paradas mundiais. De acordo o site Wikipédia, a revista Billboard, registra que eles são o primeiro grupo desde Sade a ter seus primeiros sete álbuns no top 10 da Billboard 200; também são o grupo pop de maior sucesso comercial no mundo, e, segundo o Guiness Book, são a maior boyband de todos os tempos, com mais de 130 milhões de álbuns vendidos no mundo.

A banda também ganhou alguns prêmios importantes ao longo da carreira, entre eles:

- MTV Europe Music Awards: melhor artista revelação (1996);
- MTV Video Music Awards: melhor vídeo de grupo (1998);
- Billboard Magazine Video Music Awards: melhor vídeo (dance): Everybody (1998);
- Grammy Awards: foram nomeados para concorrer como melhor artista novo (1999)/
- MTV Music Awards: escolha da audiência com o vídeo I want it that way (1999);
- Diamond Award (EUA): Millenium ganhou o disco de diamante por 10.000.000 vendidas (1999);
- Billboard Music Awards: artista do ano e álbum do ano com Millenium (1999);
- Rock and Roll Hall of Fame: músicas que ajudaram a definir os anos 90 com I want it that way (1999);
- Grammy Awards: melhor performance vocal pop por grupo com a música Shape of my heart (2002);
- Grammy Recording Academy Honors: a banda foi homenageada no Grammy Recording Awards em Miami por marcarem seu sucesso na indústria musical por tanto tempo (2006).


Ah sim, eles também têm uma estrela na calçada da fama!

É impossível ficar imune aos seus hits, e tenho certeza que todas vocês já sonharam, pelo menos uma vez, em ser uma daquelas sortudas que subiram no palco com eles na turnê NKOTBSB para ouví-los cantar bem de pertinho I'll never break your heart.

Os meninos ficavam aos pés das fãs enquanto cantavam para elas.

Essa banda vem fazendo parte da minha vida desde 1998, e eu também cheguei a fazer uma coleção com todas as fotos e notícias que encontrava sobre eles. Mas, infelizmente, assim como aconteceu com o New Kids, eu me desfiz da pasta e agora não tenho mais nada que me lembre aquela época de adolescência tardia que eu vivi.




Mas ainda bem que as músicas são eternas, e estão ai até hoje para que possamos curtir sempre. Dentre os álbuns do BSB, o mais famoso é o Millenium, e talvez também seja o meu preferido, com as músicas I want it that way e I need you tonight, além de ter os melhores vídeos que a MTV já viu, rsrs.




Aliás, foi depois de ver o vídeo de  I want it that way que troquei meu boy favorito: eu gostava muito do Kevin, mas ao ver Nick aparecendo no vídeo totalmente mudado, com cara de adulto e com aquele sorriso de canto de boca, passei a ser sua fã.




















Além desse CD, eles também gravaram Backstreet Boys (1996), Backstreet's back (1997), Black & blue (2000), Never gone (2005) Unbreakable (2007), This is us (2009), e o mais recente trabalho, In a world like this (2013), que marca a volta dos meninos e a comemoração de seus 20 anos de carreira, e que resultou na turnê homônima, que está vindo para o Brasil em junho. Eu não vou ao show, mas já me arrependi de não ter comprado o ingresso, já que a minha última esperança era vê-los no Multishow, mas eles não liberaram a transmissão, #chateada.




Apesar disso, eles continuam morando no meu coração, com as novas e as velhas canções, e suas dancinhas sexys. Todos os integrantes da banda já passaram dos trinta anos, e também já têm suas famílias e filhos (exceto Nick, que ainda não é pai, mas continua lindo!), mas continuam arrasando nas pistas. Na playlist de hoje vamos relembrar, juntos, alguns dos seus melhores videos, e eu espero que vocês curtam tanto quanto eu estou curtindo fazer essa seleção. Quero ver todo mundo dançando!





Pra finalizar, a banda não poderia ter ficado de fora do viral que tomou conta do mundo há algum tempo atrás, e também fez a sua versão de Harlem Shake:


  



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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Perdida [Resenha]

onde comprar: Saraiva//Fnac//Submarino//Americanas 


"Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa - ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo - e lindo - Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pístas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos..."

No mundo em que vivemos hoje, é praticamente impossível pensar em viver sem toda a tecnologia disponível, não é mesmo? Então imaginem se, de repente, tudo o que temos desaparecesse e nós voltássemos um século no tempo? Foi o que aconteceu com Sofia: ela, que é extremamente dependente eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, foi parar numa fazenda onde o banho era preparado por empregados e papel higiênico não existia.

Logo no início do livro já podemos perceber que Sofia é uma sonhadora: apesar de ser muito profissional e responsável com seus compromissos de trabalho, no fundo ela quer encontrar o príncipe encantando que ela conhece dos romances que lê. A Sofia é daquelas pessoas que guardam sua vida no celular, e toda essa confusão em que ela se envolve começa exatamente por um problema com o aparelho.

Depois de deixar o celular cair na água, ela vai até uma loja para comprar um novo, e é atendida pela vendedora mais estranha que já viu, com um ar misterioso que, a princípio, deixa Sofia intrigada, mas que no final a acaba convencendo a comprar um aparelho de celular um pouco estranho.

Saindo da loja, quando Sofia tenta ligar o celular, um clarão a envolve e a paisagem ao seu redor muda, então ela percebe que está num lugar totalmente desconhecido. Sozinha, num campo aberto e sem saber que direção tomar, de repente aparece um homem montado num cavalo, que parece ter saído de outra época, com roupas que lembram os figurinos de novela antiga. Esse homem, misteriosamente, para ajudá-la.

Ian é um perfeito cavalheiro, e se assusta com os modos de Sofia, além das roupas que ela está usando, que não são decentes para uma dama daquela época. Ian parece acreditar que  a moça está perdida, e a convida para passar a noite em sua casa, até que ela consiga entrar em contato com alguém que possa ajudá-la a voltar para sua casa.

E assim começam as confusões: Sofia é uma mulher moderna, que fala algumas gírias e age do modo como todas nós agimos hoje, e isso é muito estranho para as pessoas daquela época, que não conseguem entender seu vocabulário nem aceitar algumas de suas atitudes. Apesar disso, um sentimento vai nascendo entre ela e Ian, e Sofia sabe que está ali só de passagem, e não pode se envolver com ele.

Mas Ian é tão lindo, gentil, charmoso, educado e compreensivo, que as coisas acabam saindo um pouco do controle de Sofia, e ela se vê caidinha por ele. O problema é que ela não pode revelar a verdade sobre sua situação para ninguém, ou jamais conseguirá voltar para casa.

A única ligação de Sofia com o tempo presente é o celular que a transportou no tempo. A mulher que lhe vendeu o aparelho entra em contato com ela de tempos em tempos, para dar dicas de porque fez aquilo e para tentar fazer Sofia entender que a tecnologia não é tudo na vida, que existem sentimentos mais importantes que seu celular ou seu computador.

A duras penas, Sofia vai percebendo que a vida na fazenda pode não ser tão ruim quanto ela imaginava, e chega até a cogitar viver o resto de seus dias sem tecnolgia, apenas aproveitando a companhia de Ian, por quem ela está cada vez mais apaixonada. Mas ele só sabe se relacionar com alguém dentro dos padrões da época, ou seja, respeitando a mulher até o dia do casamento. Enquanto Sofia já teve diversos namorados, já transou com mais de um homem, e é acostumada a tomar a inciativa, Ian nunca teve ninguém, e tem medo de se casar com alguém e não conseguir cuidar de sua irmã, que é a única que sobrou de sua família. Então Ian não pensa em se aproximar de mulheres, e quando o fizer, será para casar. Essa diferença coloca ainda mais lenha na fogueira, e a atração entre os dois fica cada vez mais forte.

O romance entre Ian e Sofia é fofo, e eu torci o tempo todo para que eles conseguissem ficar juntos, mesmo sabendo todas as impicações que isso envolve. Duas pessoas tão diferentes, vivendo em mundos tão distantes, têm tudo para dar errado, mas ainda assim, eles formam um belo casal. Algumas situações que eles vivem são hilárias, e eu ri alto lendo as trapalhadas de Sofia.

Na busca da pessoa que iria lhe ajudar a voltar para casa, Sofia acaba se envolvendo em algumas confusões, e Ian é o único que pode ajudá-la. Por isso, ela se vê obrigada a contar tod a verdade para ele, mesmo sabendo que corre o risco de perder tudo: o sonho de viver um amor ao lado de Ian e a possibilidade de voltar para sua casa.

É mesmo muito complicado decidir se torcemos para ela ficar por ali mesmo ou se o melhor para Sofia é voltar para o seu tempo, seu lugar no mundo. O leitor pode ficar dividido em alguns momentos, mas tenho certeza que, no final, a autora conseguiu agradar a todos. Carina Rissi fechou a estória com delicadez e muita perspicácia, e não é a toa que ela acabou escrevendo a continuação dessa estória. O que o destino reserva para Sofia (e talvez para Ian), só saberemos ao ler Encontrada.

Leitura super recomendada para quem gosta de um bom romance, e de personagens inteligentes, bem construídos e divertidos.


Perdida
Carina Rissi
editora Verus
364 páginas
nota do Skoob: 4.6
nota do blog: 4.6

quarta-feira, 20 de maio de 2015

SQS Indica: Wattpad

Olá leitores! Hoje vou compartilhar com vocês a minha descoberta mais interessante dos últimos meses: o aplicativo Wattpad. Através dele vocês podem ler inúmeros livros já publicados, que uma alma caridosa faz a gentileza de transcrever lá, ou estórias de escritores independentes, que estão buscando seu lugar ao sol, assim como eu.


Essa é a carinha do app

No Wattpad tem muita coisa boa e gostosa de ler, e vale a pena dar uma pesquisada. Mesmo não tendo como baixar o app, dá pra se cadastrar e ler tudo no computador mesmo, sem complicação.


Página incial do Wattpad acessada pelo computador

Eu conheci o aplicativo quando comecei a ler O safado do 105, da Mila Wander, que acabou sendo descoberta pela editora Planeta, que agora vai publicar o livro. Isso vem acontecendo com outros autores também, por exemplo, o sucesso After, da Anna Todd, começou lá, e o Wattpad vem se consolidando como uma boa porta de entrada para o mercado literário: se você é bom e sua obra tem boa aceitação pelos leitores da plataforma, é bem provável que você também seja procurado por alguma editora.

Das estórias que eu venho lendo, destaco Mais leve que o ar, de Felipe Sali, The Originals: Davina, fanfic escrita por _SaraSilva, É você, de Mandrs, Desmortos, de Maria Cláudia Miler, Luxúria Clube, de Chrisrobers e o mais recente trabalho da fofa L. L. Alves, As grandes aventuras de Daniella:
  
Capas das minhas leituras preferidas

A minha colega blogueira, Ju Zanoti, do LiteRata, também está no Wattpad com o livro Condenada, um romance intenso que envolve violência sexual e superação.


Condenada, o livro da Ju

Além de ler os mais variados estilos de estórias, eu também estou aproveitando para postar alguns dos meus textos lá. Por enquanto tenho dois contos publicados: um curtinho chamado Boa noite, boa sorte, que é um das minhas criações preferidas, e outro bem mais longo, que está saindo aos poucos, Observando Luísa. Vocês estão todos convidados a lê-los =)


Esse é o meu perfil no Wattpad, com meus textos publicados

Espero que todos vocês tenham um tempinho para conhecer essa plataforma tão interessante e importante para quem gosta de escrever, e ainda mais para quem quer ter acesso a livros maravilhosos. Vale a pena dar uma passadinha pelo Wattpad e pesquisar pelos títulos para encontrar aqueles com os quais vocês mais se identificam. Depois me contem tudo, ok?



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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
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