sábado, 11 de junho de 2016

Salve Ferris!

Há 30 anos era lançado um dos filmes mais importantes na formação de toda uma geração, Curtindo a vida adoidado, ou Ferris Bueller's Day Off, no original em inglês.



Se você é bem novinho e ainda não assistiu ao filme, aconselho a fazê-lo assim que possível. O longa é uma comédia, que retrata com inteligência um dia na vida de um adolescente que só quer se divertir e aproveitar o dia lindo de verão, sem ter que ir para a escola.

Ferris Bueller tem o plano perfeito para passar o dia com a namorada e o melhor amigo: finge estar doente, e os pais deixam que ele fiquei em casa. Depois, liga para a escola e se passa pelo pai de Sloane, a namorada, e convence Cameron, o amigo, a pegar a Ferrari do pai para saírem num dia de aventuras.



Algumas coisas dão muito errado, claro, mas a maioria dá certo, e as situações que eles enfrentam são muito divertidas. Eu adoro  esse filme, já vi centenas de vezes, e nunca me canso. Ainda que você não tenha assistido, deve conhecer ou já ter ouvido falar na  clássica cena em que Ferris aparece em cima de um carro alegórico de uma parada que está acontecendo nas ruas de Chicago. É ali que ele pega o microfone e interpreta o clássico Twist and should, dos Beatles.




O destaque do filme vai para os momentos em que Ferris, interpretado por Matthew Broderick, fala diretamente com o espectador, olhando para a câmera e interagindo com quem está assistindo. E isso vai até os últimos minutos, por isso, não desligue antes dos créditos finais.




Na época do lançamento (11 de junho de 1986), o filme não foi bem visto pela crítica, mas com todos os méritos se tornou um clássico, visto e aclamado por todos desde então. 

Depois de tanto sucesso, os produtores até pensaram em filmar uma segunda parte para o longa, mas a ideia acabou sendo abandonada por não conseguirem encontrar um gancho para isso. A continuação seria com Ferris na faculdade ou já no primeiro emprego, mas, aqui entre nós, tinha tudo para dar errado, já que o diferencial do filme é exatamente o plot surpreendente, e um  segundo talvez não conseguisse manter o mesmo padrão.




Também foi ao ar, na NBC, uma série baseada no filme, em 1990, chamada Ferris Bueller, mas que não teve muito sucesso e foi cancelada depois de 13 episódios. Já na área literária, foi publicado um livro com o roteiro do filme, em 1996, com o título em inglês Ferris Bueller's day off: screenplay, e  também um enredo romantizado por Todd Strasser, em 1987.

Apesar de todas essas mídias diferentes, nenhuma delas consegue ser melhor que o próprio filme, e vale a pena assistir, pois ele é atemporal (ou pelo menos para ver a participação de Charlie Sheen). Fica a dica ;)

 


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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen

2 comentários:

  1. Oi, tudo bem?
    30 anos??? Sério? Nossa eu amo esse filme por motivos de: Sessão da tarde kk. Já assisti tantas vezes que perdi as contas, é um dos meus filmes favoritos. Ele é um icone, um classico que acho que todos deveriam assistir pelo menos uma vez na vida já que é tão levinho e engraçado.

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  2. Oi Jo,
    Não conheço as outras mídias, mas esse filme é praticamente um clássico pra mim haha, como disse a Vitória "eu amo esse filme por motivos de: Sessão da tarde kk", deu até vontade de assisti-lo novamente rsrs.
    Beijocas ^^

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