sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Sexta de música #77 - John Mayer

Ontem foi aniversário de um dos meus cantores preferidos. John Mayer completou suas 37 primaveras em meio a rumores de que estaria perdendo muito peso desde o fim de seu namoro com Kate Perry. Mas como não estamos aqui para fofocar, e sim para ouvir música boa, deixemos esse assunto de lado e vamos ao que interessa.


John já é um artista consagrado, na estrada desde 1999, com 11 discos gravados e 7 prêmios Grammy, ele meio que dispensa apresentações. Algumas de suas canções são bastante conhecidas, como "Stop this train", "Daughter" e "Your body is wonderland" que, inclusive, foi a música que lhe rendeu seu primeiro Grammy em 2003. Ele é um ótimo cantor, mas seu grande talento é ser guitarrista. Aliás, eu adoro vê-lo tocar sua guitarra, parece que ele está amando cada minuto em que seus dedos encontram as cordas!


Mas as minhas músicas preferidas de Mayer não são nenhuma dessas, apesar de gostar delas também. Foi difícil montar a playlist com 10 canções como de costume, então essa ficou um pouquinho maior, e eu espero que vocês curtam tanto quanto eu.

E se gostarem, acompanhem o trabalho do John, ele está em estúdio agora, gravando um novo CD, e parece que vem coisa muito boa por ai. Ele está sempre presente nas redes sociais, postando vídeos no Instagram e no Youtube, conversando com fãs no Twitter então temos sempre informações sobre o que ele anda fazendo.


Eu já citei muitas músicas dele aqui no blog, mas nunca um post foi tão John Mayer quanto esse. Aproveitem!


1. Slow dancing in a burning room
2. Half of my heart
3. Queen of California
4. Who did you think I was
5. In your atmosphere
6. Covered in rain
7. Vultures
8. I don't trust mys self  (loving you)
9. Come when I call
10. Out of my mind
11. Neon
12. Bigger than my body
13. Gravity

Gostei muito dessa foto, o rapaz tem seu charme ;)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Sei Que Eu Sei News #19


"Instrumentos mortais", saga da escritora Cassandra Clare, vai virar série de TV. Depois do relativo fracasso de bilheteria, parece que desistiram de tentar um segundo filme (a produção gastou US$ 60 milhões e só arrecadou US$ 31 milhões nos EUA).

A Constantin Films anunciou a decisão durante o MIPCOM, em Cannes, revelando também que o produtor responsável pela série será Ed Decter, que já foi roteirista de "Helix" e "The client list". O início das filmagens está previsto para 2015, mas ainda não se sabe se a série continuará onde o primeiro filme terminou, nem qual emissora de televisão ficará com a transmissão.


E mais uma adaptação da obra de Stephen King chegará aos cinemas: baseado no conto "Gramma", escrito em 1985, o filme "Mercy" já está disponível em plataformas digitais nos EUA, mas não há previsão de exibição no Brasil, por enquanto.


Essa estória é parte da coletânea de contos "Skeleton Crew" e já foi adaptada há alguns anos como um episódio da série "Além da imaginação": dois garotos se mudam para a casa de sua avó, Mercy, que já está muito velha e precisa de cuidados, quando acabam descobrindo que ela é uma poderosa bruxa que tem pacto com demônios anciãos.

No elenco estão Chandler Riggs, o Carl de "The walking dead", Joel Courtney, de "Super 8", Dylan McDermottj, Frances O'Connor e Chris Browning.



Enquanto o filme não chega por aqui, que tal conferir o trailer?


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Para sempre sua [Resenha] - Maratona Puro Romance


"Eva e Gideon decidem enfrentar os demônios de seu passado, mas quais serão as consequências de seus obsessivos desejos?" 

Cansaço resume esse livro: ele é curto, mas a leitura não rende, o enredo é pouco interessante e, no final não temos um final. A escritora achou legal escrever uma trilogia de 5 livros, estilo Douglas Adams. Desde o início da minha leitura eu estava desanimada, mas era uma questão de honra terminar essa estória.

Continuando a tempestuosa relação entre Eva e Gideon, esse livro mostra mais um pouquinho da evolução do namoro deles, e como eles vão acertando os ponteiros, apesar de seus traumas e seus medos. No segundo volume, Gideon tomou uma atitude muito radical para proteger Eva, e as consequências disso vão surgindo agora, prejudicando um pouco o entendimento deles.

Agora o casal está mais junto que nunca, e passam quase todo o tempom juntos, apesar de terem que esconder o namoro das outras pessoas enquanto Gideon é investigado pela polícia. Para diminuir um pouco a distância entre eles, Cross ocupa um apartamento ao lado do de Eva, e assim eles podem ficar tranquilos sem ter que fingir que estão separados, como fazem em público.

Para tentar atrapalhar o namoro dos dois, além de Corinne, uma antiga amante de Gideon, surgem uma repórter, que também teve um caso com ele e agora quer vingança por ter sido chutada, e o antigo namorado de Eva, Brett, vocalista de uma banda de rock em ascenção que é contratada da gravadora de Gideon. Eles estão sempre por perto, querendo reatar com Eva e Gideon, e fazem qualquer coisa para conseguir isso e apesar de parecer um obstáculo, a aproximação dessas pessoas serve para fortalecer ainda mais o amor que sentem um pelo outro.

Os personagens secundários aparecem bastante, como o amigo de Eva, Cary, que traz uma nova problemática para o enredo, e a mãe dela, que continua super hiper mega protetora e obcecada por dinheiro - pode ser que no próximo livro haja uma explicação para isso, pois aqui a autora começou a inserir alguns questionamentos sobre o assunto.

Se de um lado Eva se abre totalmente para o amor de Gideon, do jeito que ele vier, de outro o milionário bonitão continua se fechando com seus problemas, no intuito de poupar a moça de mais sofrimentos, e isso tem o efeito totalmente contrário, já que ela se sente enganada e excluída da vida dele toda vez que isso acontece. É nesses ocasiões que percebemos um amadurecimento da personagem, já que ela, ao invés de dar escândalo e exigir que Gideon mude totalmente seu modo de agir, ela vai aos poucos tentando contornar a situação, compreendendo porque ele é tão fechado e individualista, e aceitando que a mudança dele só acontecerá aos poucos e com a ajuda dela. Assim, a relação dos dois vai ficando cada vez mais sólida, baseada na confiança mútua.

As cenas de sexo acontecem praticamente a cada 5 páginas, e são um exagero. Fica a impressão de que a autora forçou um pouco a barra, substituindo o que poderia ser uma boa trama por inúmeras transas do casal, narradas em mínimos detalhes, sendo, por diversas vezes, desnecessárias, na minha opinião, além de serrem bastante repetitivas, com Eva usando inúmeras vezes as mesmas frases e expressões para descrever o órgão sexual de seu parceiro.

O estilo de narrativa continua o mesmo: fluido, com acontecimentos que se desenrolam rapidamente, dando lugar a outros conflitos que vão enriquecendo a trama e abrindo caminho para o próximo livro. Apesar de ser uma leitura fácil, ela é cansativa, e, mesmo tendo uma dinâmica boa, parece que o leitor patina no mesmo lugar o tempo todo, sem conseguir visualizar o desfecho da estória.

Como aconteceu com "Toda sua" e "Profundamente sua", não consegui me envolver de verdade com a estória, tanto que nem queria terminar de ler a trilogia. Nessa (quase) última parte, ficou bem claro o motivo de tanto desânimo: o enredo tem seus momentos bons, tinha tudo para ser um chick-lit com uma pegada de mistério, mas não conseguiu, e acabou sendo apenas um reflexo de livros anteriores que fizeram a cabeça das leitoras. É impossível não comparar os personagens principais de Sylvia Day com os criados por E. L. James, apesar de Eva ser bem mais madura que Ana e Gideon não explicitar tanto seus instintos dominadores. Numa reflexão mais demorada, é fácil verificar que até mesmo os personagens secundários são parecidíssimos com os de "Cinquenta tons de cinza", e eu não  fiquei o tempo todo fazendo comparações enquanto lia, mas isso é bem evidente.

Num geral, a leitura é dispensável, e, para quem como eu se sentiu desanimado a continuar a trilogia, acredito que não mudará nada se simplesmente desistir dessa empreitada. Pude verificar em resenhas do "Skoob" que muitas leitoras tiveram essa impressão que eu tive, o que é uma pena, já que essa estória era bem promissora no primeiro volume.

"Para sempre sua"
Sylvia Day
editora Paralela
312 páginas
nota do blog: 2,5
nota do Skoob: 3,9

domingo, 12 de outubro de 2014

Os porquinhos nas estórias infantis - Dia das Crianças



As crianças hoje estão totalmente encantadas por uma porquinha chamada Peppa, que tomou conta de todas as decorações de festinhas de aniversário. Mas esse interesse pelos porcos nos desenhos e estórias infantis vem de muito tempo. Quem nunca ouviu a fábula dos 3 porquinhos, por exemplo? É fácil encontrarmos esse animalzinho por ai, transformados em personagens que ensinam e entretem os pequenos.



Acredito que uma das primeiras estórias que nos é contada é a dos Três Porquinhos, com o Lobo Mau e as três casas feitas de material diferente que vão sendo derrubadas a cada sopro dele. De todo aquele sofrimento pelo qual passam nossos amiguinhos rosados, está uma grande lição: a pressa é inimiga da perfeição.



Quando eu era criança, gostava muito do "Sítio do pica-pau amarelo", primeira versão do programa exibido pela Globo, e lá também tinha um porco muito querido, Marquês de Rabicó, e com certeza, é um dos meus personagens preferidos das estórias de Monteiro Lobato (depois da Cuca e da Emília).


Comparada com a última versão para a TV do Sítio, essa imagem é bem tosca, mas era o que tínhamos na época, e, não se enganem, era muito legal! O Marquês fazia jus a seu título e estava sempre usando terno e gravata. Sua característica marcante era o apetite sem fim: ele comia todos os quitutes preparados pela dupla Dona Benta e Tia Nastácia, por isso, era bem gordinho.




Lá na década de 30 nasceu um outro porco que é muito conhecido de todos nós; o Gaguinho. Criado pelo animador Friz Frelend, ele é parte dos Looney Tunes, e está sempre presente nos desenhos do Perna Longa. Ele é tão querido que é o responsável por encerrar todos os programas, com a já clássica fala: "Isso é tu-u-u-u-do, p-pessoal!"


É impossível não gostar do Gaguinho, com aquele jeitinho meigo e carinha de inocente, mesmo que em alguns episódios ele não seja tão inocente assim. Diversas vezes ele é alvo das piores brincadeiras do Patolino, e, certamente, esse desenho hoje pode ser considerado como politicamente incorreto, mas ele é extremamente divertido!


Mais jovem e mais medroso, o Leitão, amiguinho do Pooh, é o mais rosado de todos os porquinhos das estórinhas. Junto com Bisonho, Tigrão e o ursinho, eles vivem no Bosque do Cem Acres, onde enfrentam as mais divertidas aventuras.


Nem tão medroso e bem menos cor-de-rosa, o Porquinho de Toy Story é, a princípio, um cofrinho, mas, como nesse desenho todo brinquedo de criança ganha vida, com ele não poderia ser diferente.


Ele está numa das minhas cenas preferidas de todos os Toy Story, quando o Sr. Cabeça de Batata diz: "Seu porco sem cultura!". Dá para usar essa frase na vida, é sério.



"Babe, o porquinho atrapalhado" veio para elevar o nível, passando de personagens de animação para um animal de verdade. Eu, particularmente, acho o filme fraco, mas as crianças adoram esse porco fofo!



O filme foi inspirado no livro "The sheep-pig", do inglês Dick King-Smith. Para as filmagens foram usados 48 porquinhos, já que eles crescem muito rapidamente e precisavam ser substituídos em poucos dias.


Astolfo, um porquinho ainda bebê, é o companheiro de Júlio em "Cocoricó", programa exibido pela TV Cultura desde 2003. Eu não cheguei a acompanhar o programa, mas conheço o Astolfo, e acho ele um fofo.


Esse porquinho tinha muito medo do Monstro de Palha, e dava para perceber isso em sua voz. Ele também trocava as palavras, e essa é uma das suas características mais marcantes.


Faltou algum porquinho famoso nessa lista? Deixem nos comentários, quem sabe não fazemos uma segunda rodada de porcos por aqui?

Feliz Dia das Crianças a todos!

sábado, 11 de outubro de 2014

Princesas cantoras - Dia das Crianças

E se as princesas da Disney, aquelas que tanto gostamos, se transformassem em estrelas da música? Com quem elas se pareceriam? O site Rabisco Pop teve a brilhante ideia de personalizar algumas de nossas personagens preferidas em cantoras pop, e o resultado ficou demais!



As meninas de "Frozen" entraram na dança, e Anna virou Valeska Popozuda, enquanto Elsa encarnou Christina Aguilera:


Cinderela com aquela carinha de santa ficou igualzinha a Britney Spears em "Toxic":



E o que dizer de Branca de neve? Não perdeu tempo e virou Kate Perry!


Com esses lindos cabelos vermelhos, Mérida só poderia ser Geri Halliwell, a Ginger Spice, das Spice Girls!


Mulan ousou: atacou de Anitta e o show das poderosas:


A ex-menininha inocente Miley Cirus marcou presença na brincadeira e emprestou seu visual para Rapunzel, que, aliás, ficou igualzinha à cantora:


O responsável pelas criações foi o artista Vic Matos, idealizador do site. Lá tem muita coisa bacana e vale a pena conhecer o trabalho do cara. Passem pelo Rabisco Pop e conheçam tudo o que ele faz.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sexta de música #76 - Dia das crianças

Esse final de semana vai ser dedicado ao Dia das Crianças aqui no blog, e nada melhor para começar do que música boa (ou nem tanto, rs).


Na playlist de hoje resolvi recordar um pouquinho da minha própria infância e compartilhar com vocês as músicas que eu ouvia no rádio quando era criança. Muitas poderão parecer estranhas para uma criança ouvir, mas lembrem-se, era a década de 80, e a qualidade musical não era assim tão boa, rs. Os vídeos então, nem se fala! Aqui no Brasil ainda estávamos engatinhando na arte de produzir bons videos para nossas músicas, e a maioria deles era bem tosca mesmo, com imagem ruim e roteiro pobre. Então, se vocês nunca viram esse tipo de 'arte', relevem a qualidade baixa ;)

Além dessa dezena de músicas elencadas aqui, eu ainda crtia muitas outras, que fui me lembrando aos poucos enquanto montava a playlist, e foi difícil selecionar as mais bizarras. Quem sabe isso não rende uma segunda seleção, não é mesmo?

Enfim, fiquem por aqui durante o final de semana e acompanhem os posts do Dia das Crianças, enquanto ouvem essa playlist maluca:

1. Festa do amor - Patrícia Marx
2. Coração de papelão - Jairzinho & Simony
3. Quatro semanas de amor - Luan & Vanessa
4. Thriller - Michael Jackson
5. Comida - Titãs
6. Kátia Flávia - Fausto Fawcett
7. Ursinho blau blau - Absyntho
8. I hear you call - Bliss
9. Total eclipse of the heart - Bonnie Tyler
10. Papa don't preach - Madonna

Faltou algum hit nessa lista? Sim! Eles, a boyband mais famosa de todos os tempos, Menudo!


E antes de ir embora, não deixe de participar do sorteio Dia das Crianças Leitoras clicando aqui, e, se você ainda não solicitou sua coleção de livros infantis do Itaú, clique nesse link e saba como fazê-lo. É verdade, ler para uma criança muda o mundo!