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terça-feira, 27 de setembro de 2016

The originals - Ascensão [Resenha]

onde comprar: Livraria Cultura//Extra//Amazon

"Desde que Elijah, Rebekah e Klaus Mikaelson aportaram em New Orleans, a noite já não é mais a mesma; eles acreditam ter encontrado ali um refúgio, mas a cidade está prestes a sofrer grandes transformações em seu cenário sobrenatural. O casamento entre uma bruxa e um lobisomem promete por fim a uma guerra sangrenta. Mas a bruxa em questão, Vivianne Lescheres acaba se envolvendo com Klaus, que não medirá esforços para manter esse romance, ainda que tenha que derramar muito sangue. Enquanto isso, Elijah procura por uma residência onde possam viver, e Rebekah tenta seduzir um capitão do exército de New Orleans para ajudar na defesa da família, mas acaba se apaixonando por sua vítima, e esse amor pode por tudo a perder. Nessa luta por segurança e amor, os Originais deverão unir forçar para não despertar a ira de uma rivalidade milenar."

A série Os originais surgiu como um spin off de Vampire diaries e deu muito certo: todos os fãs dos Salvatore adotaram os Mikaelsons como seus queridinhos, mesmo após eles saírem de Mystic Falls e migrarem para New Orleans e enfrentarem seus próprios conflitos.

Os irmãos Klaus, Rebekah e Elijah foram transformados em vampiros por sua mãe, que era bruxa, e não queria que seus filhos morressem. Isso acabou se tornando uma maldição, já que o Mikael, o pai, não os aceitava como as aberrações em que haviam se transformado, e fez de seu objetivo de vida destruir os próprios filhos, caçando-os incansavelmente através dos séculos e pelo mundo todo.

Além de vampiro, Klaus também descende de um lobo, por isso, acabou se tornando um hibrido, que é muito mais forte que um vampiro comum, e isso o ajudou a se defender da ira do pai e proteger seus irmãos. Eles fizeram uma promessa de ficarem juntos sempre e para sempre, um juramento lindo de se fazer, mas que traz inúmeros problemas para eles. Mas isso ainda não está nesse livro.

Aqui conhecemos o início da passagem dos Mikaelsons por New Orleans, desde o momento em que eles chegaram à cidade até conseguirem fazer seus primeiros inimigos mortais e começar uma guerra com seres sobrenaturais que querem expulsá-los do lugar. A trégua que existe entre bruxos e lobisomens fica ameaçada quando Klaus se apaixona pela jovem Vivianne, a herdeira dos bruxos que vai se casar com um lobisomem para manter reafirmar o acordo entre os clãs.

Por ser proibida para Klaus, Vivianne se torna sua obsessão, e ele não vai desistir enquanto não conquistá-la e tirá-la das garras dos lobisomens, que parecem apenas querer usá-la. É por causa de suas atitudes impensadas que os Mikaelsons podem correr perigo novamente, e talvez, serem obrigados a deixar a cidade.

Enquanto isso, Rebekah começa a por em prática o plano dos irmãos para conquistar seu lugar em New Orleans; ela precisa conquistar o capitão do exército local para que ele os proteja contra os clãs rivais. O único problema é que a moça acaba gostando de Eric mais do que deveria, se encantando com sua inocência e sua doçura, o que pode por o plano todo a perder.

Elijah, por sua vez, tenta a todo custo encontrar um bom lugar para a família morar, onde possam ficar protegidos das bruxas e dos lobisomens, e onde seu pai não os encontre por um bom tempo. Tudo o que eles desejam é viver tranquilamente - na medida do possível para um vampiro -, mas, infelizmente, usam dos piores artifícios para conseguir isso, e nem sempre dá certo.

As táticas usadas pelos irmãos para tentar ficar em paz sempre acaba atraindo mais confusão e inimigos, e aqui não poderia ser diferente. Klaus está apaixonado, e perde um pouco o discernimento, forçando Elijah a tomar as rédeas da situação e tentar protegê-los. Ele também não pode contar com Rebekah, que decide se afastar para viver sua paixão por Eric. Esse distância entre eles pode causar o fim da família Mikaelson.

O livro não tem surpresas, e os personagens já são bem conhecidos por quem assiste a série, mas facilmente compreensíveis para quem nunca os viu antes. No início há uma rápida explicação do perfil de cada um, e não ter assistido Os originais não atrapalha o desenvolvimento da leitura. Klaus é muito genioso e nunca tem medo de nada. Está sempre lutando pelo que quer, ainda que tenha que matar muitas pessoas pelo caminho. Elijah é o pacificador, quase um contraponto ao temperamento de Klaus, mas que sabe usar a violência quando necessário. E Rebekah é uma linda vampira sonhadora, que quer encontrar um amor e ser feliz para sempre, mas que esconde por trás de sua carinha de inocente uma força imensa.

A narrativa é bem desenvolvida, e mesmo tendo um final que encerra a disputa momentânea por território, a estória fica em aberto para próximos livros. E certamente os fãs querem que a série se estenda por muito tempo, assim como sua versão televisiva.

Indico a leitura para quem gosta de sobrenatural, violência e muito sangue, principalmente para as leitoras adolescentes, que vão se encantar pelo charme de Niklaus Mikaelson.


The originals - a ascensão
Julie Plec
editora Galera Record
224 páginas
nota no Skoob: 4.0
nota do blog: 3.8





Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen

segunda-feira, 25 de julho de 2016

San Diego Comic Con 2016 - Melhores Momentos



Olá leitores! Vocês viram quanta coisa boa foi anunciada na Comic Con? Esse post vai trazer um resuminho com as melhores estreias de séries (e o fim de algumas), trailers de filmes, fotos e fatos curiosos que rolaram por San Diego nesse último final de semana.

Se por um lado os fãs de The Vampire Diaries ficaram tristes com o anúncio de que a oitava temporada será a última da série, por outro sobrou alegria ao saber que The Originals continua e que a quarta temporada promete ser muito boa. Confiram o trailer de TO e, logo depois, o adeus emocionado dos atores e roteiristas de TVD:








Como esperado, a Netflix veio cheia de novidades e conquistou ainda mais os fãs de quadrinhos e super heróis, com a confirmação de uma terceira temporada de Demolidor (<3) e a revelação dos trailers de Punho de Ferro, Luke Cage (assista abaixo) e Os Defensores:




Para felicidade dos amantes da DC Comics, pudemos conhecer um pouco mais dos filmes Mulher Maravilha e A Liga da Justiça:





Os atores de Guardiões da Galáxia 2 marcaram presença e revelaram que o filme ganhará uma atração na Disney. O diretor Zack Snyder recebeu uma pequena vaia e Ben Affleck confirmou que, além de continuar vivendo Batman nas telonas, também vaio dirigir o próximo filme da franquia.



E como não poderia deixar de ser, a Comic Con reuniu grandes estrelas do cinema, que puderam interagir com seus fãs e também tietar um pouco outros astros, como curiosamente fez o astro de Superman, Henry Cavill, que usou uma máscara para passar despercebido entre o público da feira e chegar até o painel de Esquadrão Suicida e pegar autógrafos do elenco do filme:




Aliás, essa é uma das estreias mais aguardadas do ano: o longa que reúne os piores anti-heróis da DC chega aos cinemas no próximo dia 4, e promete ser um grande sucesso de bilheteria. Mais algumas cenas foram mostradas na Comic Con, mas o mais legal foi uma sala que representava uma das celas do Squad, onde as pessoas podiam, através de um óculos de realidade aumentada, se sentir dentro de uma das cenas do filme.






Outro filme super esperado por seu fandom é Animais Fantásticos e Onde Habitam, ambientado no universo de Harry Potter, e baseado no livro homônimo de J. K. Rowling, que também foi a responsável pelo roteiro. Eddie Redmayne, que interpreta Newt Scamander distribuiu 6 mil varinhas ao público presente (que pessoas de sorte!), que foram entregues por figurantes caracterizados com figurinos do filme. Ao final do painel, Eddie pediu que todos levantassem as varinhas.




Também teve Game of Thrones, e a novidade ficou por conta da divulgação de um vídeo com pequenos erros de gravação e cenas curiosas que não vão ao ar:




E finalizando nosso resumo, o super cenário montado pela AMC, canal que transmite The Walking Dead nos EUA, reproduzindo a última cena da temporada 6, com todos os principais personagens feitos em cera, ajoelhados em frente ao insano Negan e sua Lucile, o taco de baseball mais comentado dos últimos tempos. Inclusive, o ator Jeffrey  Dean Morgan, que interpreta Negan, entrou no Hall H empunhando o inseparável instrumento de tortura que tem enlouquecido os fãs da série desde o final da sexta temporada:





Outras surpresas super comentadas foras os trailers de A Bruxa de Blair 3 (com lançamento previsto para setembro nos EUA) e Kong: Skull Island, que estreia em 2017.

Qual a notícia que vocês mais gostaram? Qual a série que mais querem assistir? E o filme mais esperado? Me contém tudo e não me escondam nada!


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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen

domingo, 17 de julho de 2016

Arquivo Serial: Bates Motel






































Trazer a história de um dos maiores filmes de todos os tempos para uma série não é tarefa fácil, porém, com a mistura de muito suspense e ótimas atuações, Bates Motel conseguiu não apenas atrair os fãs da original história dos anos 60, mas também fez uma legião de novos adoradores da família Bates.

A boys best friend is his mother.


O seriado conta a história de Norma Bates que, depois da trágica morte de seu marido, compra um motel na beira da estrada de uma pequena cidade do interior e decide recomeçar a vida junto com seu filho, Norman Bates. Ali, em White Pine Bay foi onde o assassino em série de Psicose (1960, dirigido por Alfred Hitchcock), cresce e se torna um dos mais adorados criminosos do cinema.

Bates Motel começa estremecendo os mais céticos do cinema. A primeira temporada vem com suspenses de tirar o fôlego e revelações que te fazem passar horas e horas a fim de esfaquear a curiosidade. A atuação de Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolates) como Norman Bates e Vera Farmiga (Invocação do Mal) como Sra. Bates são um show a parte. É possível ver características marcantes que remetem diretamente ao filme dirigido por Hitchcock.

Why do crazy people keeps gravitating towards me


Destaque para o sensacional cenário, que está muito parecido com o original. Em cenas durante a noite, ou mesmo quando uma tomada mostra o motel com a casa de fundo, a fotografia usa uma paleta de sombras que te carrega para o original em preto e branco.

Porém, depois da primeira temporada, o seriado passa por um momento onde o roteiro e a montagem não conseguem dar uma sequência lógica. Personagens são introduzidos de qualquer maneira e passam a ter importante participação sem nenhuma menção anterior. Os diretores conseguem amarrar todas as pontas do plot, mas a impressão é que surgem problemas sem sentido que não fazem diferença além de estender a produção.

No one's ever going to help us, Norman. No one's ever helped us.


Mesmo assim é difícil de deixar de assistir e ver o progresso dos protagonistas, cada um com sua mentalidade doentia. O elenco carrega uma carga dramática e ao mesmo tempo cativante. Cada um com seu incompreensivo passado e segredos que são revelados com o passar dos episódios.

Entre altos e baixos, a série entrega um ótimo nível de entretenimento e mistério. Ver a evolução de Norman Bates é uma experiência e tanto, não só para os antigos fãs, mas para os jovens que não têm qualquer ligação emocional com Psicose. Inclusive, atrair novos olhares foi o que fez a série escolher os dias atuais para evolução e não a década de 60. Um grande erro na opinião dos radicais fãs, que não conseguem assimilar a história de um vilão antigo contada na atualidade.

Norman, you know what you have to do.

Bates Motel está em sua quarta temporada com contrato assinado para a quinta em 2017, e há boatos de que poderá ser a última fase do seriado. Confira o trailer de Bates Motel e não espere um dia comum em White Pine Bay.





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João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
@oliveira_jh

domingo, 10 de julho de 2016

Arquivo Serial: Scream















Um brinde aos saudosos fãs do terror adolescente dos anos 90. Scream, produção original Netflix, chega com duas facadas na garganta dos amantes desse gênero, marcado por clichês e vilões que custam a permanecer mortos.
Daisy, Daisy. Give me your answers, do…

Criado em 1996 por Wes Craven, Pânico (Scream) explodiu no mundo com uma perspectiva diferente de terror. Apesar do assassino mascarado, o grupo de adolescentes e a estranha preferência por facas às armas de fogo, a franquia estreou com originalidade na construção dos personagens e roteiro.

Em uma breve sinopse da película original, a jovem Sidney Prescott começa a receber estranhas ligações anônimas, perguntando sobre filmes de terror, ao mesmo tempo que, na pacata cidade onde morava, assassinatos começam a acontecer de forma serial.

Bem tradicional, correto? Mas Craven tinha uma fórmula que faria o filme entrar para a história do cinema e ganhar mais três sequências de sucesso. Diálogos sobre filmes de terror dentro de um filme de terror nunca tinha sido feito e isso passou uma conexão muito forte para os telespectadores. A evolução dos personagens e as características pessoais, cada um a sua maneira, é tão bem feita que a tensão sobre cada morte chegava com 220 volts de adrenalina.

É claro que, há 20 anos tudo isso soava muito mais harmonioso, então, ao assistir novamente os filmes, prestem atenção aos detalhes dos diálogos e não na tecnologia usada, na realidade das cenas, e não fique se perguntando por que ninguém acende a luz quando entra em um cômodo.

Uh, those are slasher movies. You can't do a slasher movie as a TV series.


Voltando a série criada pela Netflix, Scream trás a tona toda essa carga psicológica e dramática criada por Wes Craven transportando tudo para a atualidade. O roteiro, que poderia parecer uma cópia do passado, chega com originalidade, atualidade e, surpreendentemente, suga sua atenção. 

Um assassinato aconteceu na cidade de Lakewood há quase 20 anos e as consequências estão acontecendo agora. Além do plot principal, a produção trabalha muito bem com as motivações pessoais de cada personagem. Relações abusivas, cyberbulling, preconceitos, tudo o que é necessário para impulsionar e amarrar cada episódio está presente. No final das contas, o assassino é mais um fio condutor para as revelações do que o único atrativo.

Em minha não-tão-relevante opinião, o brilho da série está nas referências que não se limitam apenas à franquia Pânico: Helloween, A Hora do Pesadelo, Carrie, Psicose... alusões a clássicos do terror que trazem uma prazerosa nostalgia. Uma honrosa homenagem ao gênero que marcou história com facadas, serras elétricas e a estranha sensação de estar sendo seguido na cozinha.


O último capítulo da primeira temporada, chamado Revelations, é uma homenagem ao criador Wes Craven, que trabalhou como produtor, mas faleceu dois meses após a estreia. 

Scream está em sua segunda temporada na Netflix e os episódios são lançados semanalmente. Ainda não houve articulações para uma terceira.

Aqui fica nossa singela homenagem ao mestre do terror. 



Obrigado pelos monstros.



Wesley Earl Craven (1939 - 2015)





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João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
@oliveira_jh

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Sei Que Eu Sei News #22














Olá leitores! Está re-aberta a temporada de reclamações/adoração a Crepúsculo. Sim, a autora Stephenie Meyer (que nunca mais escreveu nada), anunciou que vai relançar sua obra prima, com alguns trechos inéditos, em comemoração aos 10 anos da publicação do primeiro livro. Isso mesmo, 10 anos!

Nem parece que se passou tanto tempo desde que conheci Edward e a Bella-sem-sal! Depois de Harry Potter, essa foi um das sagas responsáveis por conquistar inúmeros leitores ao redor do mundo, quer vocês gostem ou não. Claro que depois dos filmes (ruins), a série ficou ainda mais famosa, mas com certeza os livros abriram as portas da leitura para muita gente. É sim uma data para se lembrar e comemorar. Olhem o que disse a autora:

"Fico maravilhada que já se tenham passado 10 anos da primeira edição de Crepúsculo. Para mim, esse aniversário é uma comemoração dos fãs, que sempre foram inacreditavelmente dedicados e apaixonados".

Capa provisória divulgada pela imprensa


Aqui no Brasil a editora que publica Crepúsculo é a Intrínseca, que disse em seu site que vai publicar essa nova edição em 1º de novembro. Portanto queridas leitoras, preparem seus cofrinhos e segurem a ansiedade!

Como fã, eu gostaria muito que essa comemoração fosse com um livro inédito, da estória sendo contada pelo vampiro Edward, mas pelo visto isso não vai acontecer tão cedo. 



Outra novidade vampiresca dessa semana foi a divulgação dos posteres oficiais da sétima temporada de Vampire Diaries e da terceira de The Originals. Os novos episódios começam a ser exibidos nos EUA no próximo dia 8 de outubro e aqui no Brasil... ainda não soube de nenhuma data.



O que mais chamou a atenção nessas imagens foram as frases que revelam um pouco do rumo que cada uma vai tomar nas novas temporadas: em TVD o foco parece ser o futuro ao dizer 'coração partido é eterno', numa referência ao sofrimento de Damon com a perda de Elena e tudo o que essa frustração pode lhe causar (a premissa da temporada é que ela volte a ser mais sombria, como na primeira), enquanto em Originals existe uma volta ao passado com a frase 'pecados do passado irão caçá-los'.



Para os fãs resta apenas aguardar os novos episódios e descobrir se TVD ainda tem fôlego para se manter por mais tempo, e se Klaus vai continuar despertando amor e ódio nos espectadores. Deem uma espiadinha nas cenas que estão por vir, no teaser oficial:




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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen



quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sei Que Eu Sei News #18


Mais um livro de Stephen King será adaptado, desse vez para a TV: o site Variety revelou que a Sonar Entertainment adquiriu os direitos de "Mr. Mercedes", e vai transformá-la em série de televisão. O roteiro do episódio piloto será de responsabilidade de David E. Kelley e a direção ficará por conta de Jack Bender, que foi produtor de "Lost" e "Alcatraz".

Esse livro é parte de uma trilogia, que terá seu segundo volume, intitulado "Finding keepers", ou "Achado não é roubado", em tradução livre, lançado nos EUA em maio, enquanto por aqui, a Suma prevê o lançamento de "Mr. Mercedes" apenas 2016. Confiram a sinopse do livro:

"Nas frígidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-oeste, centenas de pessoas desesperadamente desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso, um motorista solitario irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridas e o assassino escapa.
Em outra parte da cidade, meses depois, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado pelo crime não resolvido. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como 'privilegiado' e que ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, disposto a evitar outra tragédia.
Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo.
Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes qie ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares.
Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mal, do mestre do suspense, cujo conhecimento sobre a mente deste obcecado e louco assassino é arrepiante e inesquecível."


E para quem é fã das estórias de Rainbow Rowell, como eu, a notícia é boa: ela disse em seu Twitter que vai lançar um spinn-off do livro "Fangirl".

O livro se chamará "Carry on" e será publicado nos EUA em outubro, ainda sem previsão de aqui no Brasil. O próximo livro da autora a sair por aqui será "Ligações", pela editora Novo Século, ainda esse ano.

Em "Fangirl", a protagonista escreve uma fanfic chamada Carry on, e o livro é sobre ela. Leiam abaixo a sinopse de "Carry on":

"Simon Snow só quer relaxar e saborear o seu último ano na Escola Watford Maagiks, mas ninguém vai deixar isso acontecer. Sua namorada terminou com ele, seu melhor amigo é uma peste, e seu mentor continua tentando se esconder nas montanhas, bem longe, onde talvez ele estará seguros. Simon não pode sequer apreciar o fato de que seu companheiro de quarto e de longa data, Nemesis, está desaparecido, porque ele não pode parar de se preocupar com o malvado garoto. Além disso, há fantasmas. E vampiros. E coisas realmente ruins tentando acabar com Simon. Quando você é o mago mais poderoso que o mundo já conheceu, você nunca consegue relaxar e saborear nada. 'Carry on' é uma história de fantasmas, amor, mistério e um melodrama. Há todos os beijos e conversas que se espera de uma história de Rowell, mas com muito, muito mais monstros."

domingo, 19 de outubro de 2014

SQS Indica: Inglês com Música


Inglês com Música é um programa da TV Cultura, em parceria com a Univesp TV e o Centro Paula Souza, onde, a cada episódio, 2 escolas precisam aprender a letra de uma música e disputar algumas provas para descobrir qual delas se saiu melhor. 

O programa é apresentado por Amanda Acosta, que também canta a música do dia com sua banda. A Amanda fez parte do grupo Trem da Alegria na década de 80, e canta muito bem. Junto com ela está a professora de inglês Marisa Leite de Barros, que é a idealizadora do programa em sua primeira versão, que foi ao ar entre 1969 e 1981.


Durante o programa, as duas escolas convidadas disputam algumas provas onde mostram se aprenderam realmente a canção escolhida. A professora Marisa ajuda na compreensão da pronúncia, e eles vão cantando parte a parte a música, até que tenham lido toda a sua letra.


Considero o uso de música um dos melhores incentivos para se aprender inglês, e sempre utilizava essa ferramenta quando precisava apresentar algum trabalho de didática na faculdade, ou mesmo montar um plano de aula. Acredito que o aluno pode se sentir muito mais motivado quando aplicamos a música no estudo de um segundo idioma, pois isso torna a aula mais dinâmica e interessante.

Esse é o objetivo do programa, praticar a língua inglesa de forma natural, sem que pareça realmente uma aula comum, e sim uma brincadeira informal, levando a uma absorção total do idioma.

O programa é exibido pela Cultura de segunda a sexta as 8h15 da manhã, e depois aos sábados a tarde, sempre com uma canção de sucesso interpretada com perfeição por Amanda e explicada palavra por palavra por Marisa, com seu lindo sotaque britânico. Imperdível.


Quer saber mais sobre o programa? Acesse o site clicando aqui e assista a outros vídeos.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Sei Que Eu Sei News #19


"Instrumentos mortais", saga da escritora Cassandra Clare, vai virar série de TV. Depois do relativo fracasso de bilheteria, parece que desistiram de tentar um segundo filme (a produção gastou US$ 60 milhões e só arrecadou US$ 31 milhões nos EUA).

A Constantin Films anunciou a decisão durante o MIPCOM, em Cannes, revelando também que o produtor responsável pela série será Ed Decter, que já foi roteirista de "Helix" e "The client list". O início das filmagens está previsto para 2015, mas ainda não se sabe se a série continuará onde o primeiro filme terminou, nem qual emissora de televisão ficará com a transmissão.


E mais uma adaptação da obra de Stephen King chegará aos cinemas: baseado no conto "Gramma", escrito em 1985, o filme "Mercy" já está disponível em plataformas digitais nos EUA, mas não há previsão de exibição no Brasil, por enquanto.


Essa estória é parte da coletânea de contos "Skeleton Crew" e já foi adaptada há alguns anos como um episódio da série "Além da imaginação": dois garotos se mudam para a casa de sua avó, Mercy, que já está muito velha e precisa de cuidados, quando acabam descobrindo que ela é uma poderosa bruxa que tem pacto com demônios anciãos.

No elenco estão Chandler Riggs, o Carl de "The walking dead", Joel Courtney, de "Super 8", Dylan McDermottj, Frances O'Connor e Chris Browning.



Enquanto o filme não chega por aqui, que tal conferir o trailer?


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Personagens de Lost como Os Simpsons

Ainda relembrando os 10 anos de estreia da série "Lost", hoje vamos rever alguns de seus personagens mais importantes e memoráveis, mas em estilo "Os Simpsons".


O pessoal do site Springfield Punx costuma desenhar ícones da nossa cultura em versão amarela, venham eles de séries de TV, filmes ou games, e claro que não poderia deixar de brincar com "Lost". Os principais personagens do programa foram retratados como os moradores de Springfield, e o resultado ficou muito bacana:

 Charlie, Hugo Hurley e Jack Shepard

 Daniel Faraday, Jacob e Juliet

 Jin, Sun e Sayid

 Linus, Claire e Desmond

John Locke, Jack (depressivo) e Richard Alpert


 Sawyer, Kate e mais Sawyer (porque nunca é demais)

Gostaram? Eu achei muito legal! Se vocês quiserem ver mais personagens transformados em Simpsons, acessem o site dos caras clicando aqui, tem muita coisa bacana, vale a pena visitar!

Mas não vão embora antes de deixar suas opiniões nos comentário, ok? É rápido e indolor, rs.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Há 10 anos começava Lost

E o mundo conhecia uma das melhores séries de televisão de todos os tempos!


Na inocente noite de 22 de setembro de 2004 ia ao ar o episódio de estreia de "Lost", série criada por Damon Lindelof e J. J. Abrams. Esses senhores viriam a ser os responsáveis pelos momentos de mais expectativa gerados por uma série até então, e, depois, com o final do programa, pela decepção de grande parte dos fãs.

Com um total de 101 episódios divididos em 6 temporadas, "Lost" mudou a forma de acompanhar séries, principalmente por sua capacidade de mexer com a curiosidade dos espectadores, apresentando um enredo novo e que prendia as pessoas em frente a TV - ou ao computador - aguardando por novos capítulos e a resolução de seus infindáveis mistérios.

Aqui no Brasil estávamos começando a utilizar a internet como entretenimento, e a série encaixou como uma luva nessa novidade, proporcionando aos fãs a oportunidade de se sentir mais perto do programa, tentando descobrir o que significava cada elemento mostrado nos episódios, ou debatendo seus opiniões com outros fãs, o que até então era quase impensável.


No blog Ponto Livro tem um breve resumo da série, muito bem escrito, que pode deixá-los a par de todo o enredo, caso ainda não o conheçam, ou relembrar dos melhores momentos e personagens de "Lost".

Mas, mesmo tendo terminado em 2010, a série ainda mexe com as opiniões dos espectadores, causando revolta em alguns, pelo final meio broxante, e recebendo elogios rasgados de outros, que defendem a série como um todos, considerando-a a melhor que já existiu.


Deixando de lado essas controvérsias, é impossível não admitir a importância de "Lost" na evolução das séries. E além das mentes perturbadas dos criadores, os co-responsáveis por todo esse sucesso, certamente, foram os atores e atrizes que trabalharam na série. Alguns já conhecidos do público e outros nem tanto, eles pareciam perfeitos para seus papéis e conseguiram ganhar o coração dos fãs ao longo das 6 temporadas.

Mas onde estão e o que fazem hoje? Alguns dos atores principais da série migraram para os cinemas, e outros simplesmente cairam no ostracismo. Vamos falar um pouco dos principais:



Matthew Fox, 48 anos (Jack Shepard)

Antes de "Lost", interpretou um dos jovens de "Party of five", série de 1994, e depois não conseguiu se destacar: tentou o cinema, participando de "Speed racer", "Emperor", "A sombra do inimigo" e "Guerra mundial Z".







Evangeline Lilly, 35 anos (Kate Austen)

Uma das queridinhas dos fãs, ficou um tempo sem aparecer depois de "Lost", mas voltou às telonas: participou de "Guerra ao terror" e "Gigantes de aço", e recentemente ganhou o papel de elfa na trilogia "O hobbit", além de estar escalada para viver uma mocinha em "O homem formiga".






Josh Holloway, 45 anos e lindo (Sawyer)

O anti-herói da série acabou virando o galã, se tornando o sonho de consumo de algumas fãs ao redor do mundo.  Fez os filmes "Missão impossível - protocolo fantasma", "Conexão perigosa" e "A batalha do ano", além de participar de "Sabotage", ao lado de Schwarzenegger. Sua nova série, "Intelligence", não teve boa audiência e foi cancelada na primeira temporada.




Michael Emerson, 60 anos (Benjamin Linus)

O malvadão da série, no fim das contas, não era tão ruim assim, e acabou ganhando alguns fãs. Voltando a trabalhar com J. J. Abrams, ele protagoniza a série "Person of interest", que já está na quarta temporada.






Jorge García, 41 anos (Hurley)

O personagem que mais sofreu bulliyng na história das séries (ele recebia os piores apelidos de Sawyer), não avançou muito na carreira depois de "Lost": participou de "Alcatraz", também de J. J. Abrams, que também foi cancelada na primeira temporada, e fez aparições em "How I met your mother", "Californication" e "Once upon a time". Atualmente está em "Hawaii five-0".




Henry Ian Cusick, 47 anos (Desmond)

Continua no ramo das séries de TV, apesar de nunca ter conseguido o mesmo sucesso que em "Lost": "Law & order: special victims unit", "Fringe", "Scandal", "The mentalist", "CSI", "Body of proff" e "The 100".







Yunjin Kim, 40 anos (Sun)

Voltou para a Coreia do Sul e estrelou 2 filmes. Depois, foi convidada a fazer outra série nos EUA, e agota está em "Mistresses".








Dominic Monaghan, 37 anos (Charlie)

Um dos meus preferidos na série. Antes de fazer "Lost" ele já tinha participado da trilogia "O senhor dos anéis", mas depois não fez tanto sucesso: apareceu em "Flash foward" e agora apresenta um programa na BBC, viajando para lugares exóticos e conhecendo animais raros.






Ian Somerhalder, 35 anos (Boone)

Não bastava ser lindo de morrer, ele também tinha que interpretar um vampiro! Depois de "Lost" ele virou Damon, em "The vampire diaries", série que vai muito bem, obrigada.







Terry O'Quinn, 62 anos (John Locke)

Misterioso e controverso em "Lost", Terry participou depois de "Hawaii five-0", "666 Park avenue", "Falling skies", "Ring of fire" e "Gang related".








Naveen Andrews, 45 anos (Sayid)

Depois de "Lost" participou de "Sinbad", "Onde upon a time in wonderland". Vai protagonizar "Sense8", dos irmãos Wachowski.








Michele Rodriguez, 36 anos (Ana Lucia)

Seguiu sua carreira no mesmo ritmo que tinha antes de participar de "Lost". Fez os filmes: "BloodRayne", "A batalha de Seattle", "Velozes & furiosos 4", "Avatar", "Machete", "Invasão do mundo: batalha de Los Angeles" e "Resident evil 5".








É leitores, depois de sair de uma série tão famosa como foi "Lost" é difícil emplacar outro sucesso. Os atores até tentam, mas ficaram muito marcados por sua interpretações, e eu tenho certeza que vocês, quando os reconhecem em algum filme ou série, já falam logo: "olha lá, fulano(a) de Lost!".


Nós, fãs, agradecemos cada minuto de dedicação desses profissionais, e esperamos que eles consigam seguir em frente em suas carreiras.

E para matar um pouquinho das saudades de "Lost", que tal rever o trailer da primeira temporada? Reviva aquele misto de curiosidade e perplexidade sentidos na primeira vez que assistiram à série, e toda a expectativa que cada final de episódio trazia:




E agora me contem: quais seus personagens favoritos? O que acham da série, no geral? Os meus são Sawyer, Charlie e Jack, e gostei do final, diferente de muitas pessoas.

fonte: Adorocinema