quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ele é o cara #20

Dicas: ele é lindo, inteligente, usa metáforas o tempo todo e tem uma prótese em uma das pernas. Claro! Ele é Augustus Waters! ***Mas, se você faz parte do ínfimo grupo de pessoas que ainda não leu "A culpa é das estrelas" e quiser continuar lendo, saiba que o post tem alguns spoilers do livro. 


Essa é a carinha que ele vai ter nos cinemas. O ator Ansel Elgort foi escolhido para interpretar Augustus na adaptação do livro, e estou torcendo para que ele faça jus à escolha. Ele não tem muita experiência em cinema, mas também está escalado para fazer o filme "Divergente", baseado na obra homônima. 

Mas Augustus é um personagem tão intenso que nem precisava saber qual o seu rosto para se emocionar com ele no livro. Suas frases, seus sentimentos, suas piadas e seu grande amor por Hazel fizeram com que a grande maioria dos leitores também se apaixonassem por ele.


Já nas primeiras páginas, quando Hazel Grace encontra Gus pela primeira vez no grupo de apoio, ela o descreve assim: "Alto e magro, mas musculoso, ele fazia a cadeira de plástico, daquelas usadas em sala de aula, parecer minúscula. Cabelo acaju, liso e curto. Parecia ter a minha idade, talvez um ano mais velho, e estava sentado com cóccix na beirada da cadeira, uma postura péssima, com uma das mãos enfiada até a metade no bolso da cala jeans escura."

E só para termos certeza de que ele é muuuiito lindo, ela complementa: "Na boa, vou logo dizendo: ele era um gato..."


Mas o mais bacana no Augustus não é a beleza física, e sim, sua beleza interior. Ele gosta da Hazel assim que a vê, e vai aos poucos conquistando sua confiança. Só para lembrar, a garota não queria se apaixonar nem se relacionar com ninguém pois se achava uma granada prestes a explodir. Ela tinha medo de morrer a qualquer momento e fazer as pessoas ao seu redor sofrerem muito. 

Em contrapartida, Gus achava que, exatamente pela incerteza do dia de amanhã, eles tinham que aproveitar a vida. Ele sabia que ela podia morrer a qualquer momento em decorrência do câncer, ou que ele poderia perder a vida, talvez por uma recorrência do osteossarcoma, ou por qualquer outro motivo idiota que tira a vida das pessoas de repente, mas ele não tinha medo perdê-la, e queria viver seu sentimento, queria ficar com ela, queria fazer tudo o que quisesse fazer para aproveitar intensamente cada minuto de sua existência. A certa altura ele faz essa declaração fofa para Hazel:


Falando de momentos românticos, todo mundo se lembra do primeiro beijo deles, quando estavam no museu de Anne Frank, na Holanda:

"Augustus Waters - falei, olhando para ele, pensando que talvez não fosse certo beijar alguém dentro da casa de Anne Frank, mas então imaginando que a Anne Frank, no fim das contas, devia ter beijado alguém na casa da Anne Frank, e que ela provavelmente gostaria de sua casa ter se tornado um lugar no qual os jovens e irremediavelmente perfeitos se entregam ao amor."


É claro que Gus não seria tudo isso sem a Hazel, e vice-versa, mas focando na personalidade dele, e em suas atitudes muitas vezes radicais, podemos entender seus motivos e concordar com a forma como ele desafia a própria doença para continuar tocando a vida.

No próprio título do livro está implícita essa força de Gus: o autor John Green revelou que o nome foi baseado numa frase do personagem Brutus, na peça "Júlio César", de Shakespeare: "A culpa, caro Brutus, não é de nossas estrelas, mas de nós mesmos, que somos subordinados.". Ou seja, não adianta ficar se lamentando, sofrendo por causa das limitações impostas pelo câncer, já que só levamos dessa vida aquilo que vivemos. Sabendo disso fica mais fácil entender a filosofia de Augustus, de que não devemos ser subordinados, devemos, apesar de tudo, assumir aquilo que temos e aprender a lidar com isso, viver bem apesar disso. E essa é a verdadeira beleza de Gus, é esse sentimento de amor à vida que o torna grande.


Ele sabe que é arriscado fazer promessas. Mas não é arriscado para todos nós? E mesmo assim, as fazemos quando achamos que devemos fazê-las. Ele quer ficar com Hazel pelo tempo que for, sabendo que alguns infinitos são maiores que os outros.

Augustus é um personagem incrível, que nos dá muitas lições, como no momento em que explica para Hazel o por quê de estar sempre com um cigarro apagado na boca: "Eles não matam se você não acender. E eu nunca acendi nenhum. É uma metáfora. Tipo: você coloca a coisa que mata entre os dentes, mas não dá a ela o poder de completar o serviço.", ou quando ele explica que tem medo de não ser lembrado depois que morrer, por isso, quer fazer algo grande para deixar sua marca no mundo. Pode parecer egoísta da parte dele, mas "o mundo" pode ser muita coisa e ter qualquer tamanho, depende do que você pretende alcançar. No caso de Gus, foi importante deixar para Hazel a mensagem do carpe diem, e assim ele deixou sua marca nesse mundo, o mundo deles.


terça-feira, 11 de junho de 2013

A volta de "Sai de Baixo"

Olá leitores! Hoje o Canal Viva vai começar a apresentar uma série de 4 episódios do antigo programa Sai de Baixo, que foi ao ar na Globo entre 1996 e 2002 e era um sucesso absurdo, tanto de crítica quanto de público. Esse remake é parte das comemorações dos 3 anos do canal.



A maior parte do elenco original estará reunida nesse reencontro. Tom Cavalcante e Cláudia Jimenez, que deixaram a atração antes do seu final, não participarão desses episódios. Mas poderemos ver novamente Marisa Orth como a Magda, Miguel Falabella voltanto a interpretar o eterno Caco Antibes, além de Aracy Balabanian e Luiz Gustavo encenando novamente os divertidíssimos Cassandra e tio Vavá.



Todo o enredo do programa gira em torno da decadência de uma família que vivia muito bem, mas que agora tem que morar de favor num pequeno apartamento do Arouche, de propriedade de Vavá. A partir daí começam as confusões e as trapalhadas dos personagens: Caco está sempre tentando levar vantagem em tudo e não admite ser pobre; Magda é a esposa linda, mas muito burra, que diverte o público com suas frases de efeito engraçadíssimas; Cassandra, mãe de Magda, é o ponto de apoio no casamento dos dois e também o alvo preferido das piadas do genro. Para completar a bagunça, ainda vive no apartamento a doméstica Edileuza (nas primeiras temporadas, depois substituída por Neide Aparecida), e está sempre por ali o porteiro Ribamar, mulherendo e um tanto quanto preguiçoso. Vavá tenta comandar a família como pode, mas está sempre sendo ludibriado por Caco e na maioria das vezes é quem acaba pagando os gastos do ex-playboy.



O programa inovou o formato humorístico por ser gravado com plateia ao vivo no teatro Procópio Ferreira, e com a intereação dos atores com o público. Também faziam sucesso entre os telespectadores as cenas em que os atores erravam suas falas e criavam situações cômicas a partir disso. Se a situação fosse engraçada, era mantida pelo diretor na edição final, e o programa seguia normalmente como se aquilo fosse combinado. Isso dava o ar de informalidade que parecia deixar os personagens mais próximos de quem assistia.



A ideia do programa foi de Luiz Gustavo e Daniel Filho, que começaram a trabalhar nela no início dos anos 90, influenciados pelo formato da antiga Família Trapo. Inicialmente, o programa foi oferecido ao SBT, que o recusou, e então a Globo resolveu produzi-lo para tentar derrubar a audiência do programa Topa tudo por dinheiro, de Silvio Santos, que dominava o horário nas noites de domingo. Em pouco tempo eles conseguiram o que queriam, e passaram a dominar o Ibope.


Os pontos altos dos programas eram, sem dúvida, a interação entre Miguel e Cláudia, com suas brigas sempre terminadas com um sonoro "Óóóóóóóóóóóó´!" em tom ameaçador, os ditos populares de Magda sempre baseados em sua própria interepretação do significado, como por exemplo "Há malas que vêm para bem" e "Vou tomar uma atitude gástrica!", e as hilárias conversas telefônicas, num inglês precário, do Caco. Mas certamente as frases mais conhecidas e que ficarão para toda a eternidade na memória de quem assistiu ao programa são as de Caco se referindo às pessoas pobres, e que hoje seriam objeto de inúmeros processos por preconceito: "Tenho horror a pobre!" ou "A visão do inferno: aquele ônibus cheio de gente marrom...".


Também era comum receberem convidados especiais em alguns episódios, e o mais emocionante e supreendente foi com certeza Milton Nascimento, vestido de Papai Noel durante todo e programa, e só revelando sua identidade no final, deixando muita gente preocupada com seu estado de saúde, já que ele estava magérrimo e aparentava fraqueza.



Meus episódios favoritos são "Trocando seis por meia dúzia", em que eles receberam a visita de uma família italiana: os atores se vestiram a caráter e voltaram à cena, criando situações cômicas, principalmente quando tentam falar o idioma e acabam misturando tudo com castelhano; e "Dama de Paus", o mais engraçado de todos, onde participam Alexandre Frota e Dirce Migliaccio como mafiosos que vêm cobrar uma dívida de Caco. Quer ver? Clique aqui. e aqui.  

Por esses e muitos outros motivos vocês não podem deixar de ver esse remake que estreia hoje. Quem já viu, precisa rir mais uma vez com eles, e quem ainda não conhece, não pode perder essa chance. O programa era muito engraçado, e espero que eles consigam manter essa mesma linha. Para fazer o aquecimento e esperar até as 20h30, vocês podem acessar o site do Canal Viva, que dedicou um espaço especial ao programa, com informações, fotos, estórias de bastidores e até uma brincadeira com memes dos personagens. Acessem clicando aqui.


*** Retificando: os próximos episódios vão ao ar nas três semanas subsequentes.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Um pouquinho de...



Olá leitores! Iniciando mais uma novidade aqui no blog! Um dia na semana vou postar para vocês alguns dos quotes mais legais que eu vou marcando durante as minhas leituras.

Para começar em grande estilo, hoje vou transcrever um trecho de "O temor do sábio", de Patrick Rathfuss, que está consumindo todo o meu tempo de leitura diária há quase um mês. Está um pouco grande, mas são parágrafos tão cheios de significado, que achei bacana compartilhar com vocês:

"Num capítulo posterior, menos debatido e menos conhecido, Teccam explica que há dois tipos de segredos: os da boca e os do coração. A maioria deles é da boca. Boatos compartilhados e pequenos escândalos sussurrados. Há segredos que anseiam por se largar no mundo. Um segredo da boca é como uma pedra na bota. No começo, mal se tem consciência dela. Depois, torna-se irritante e, mais tarde, intolerável. Os segredos da boca vão crescendo à medida que são guardados, inchando até pressionar os lábios. Lutam para se soltar.
Os segredos do coração são diferentes. São privados e dolorosos e não há nada que se deseje mais do que escondê-los do mundo. Eles não inflam nem pressionam a boca. Vivem no coração e, quanto mais são guardados, mais pesados se tornam.
Diz Teccam que é melhor ter a boca cheia de veneno que um segredo no coração. Qualquer idiota é capaz de cuspir o veneno, diz ele, mas nós guardamos esses tesouros dolorosos. Engolimos em seco todos os dias para contê-los, empurrando-os para baixo, para nossas entranhas mais recônditas. Lá eles permanecem, ganhando peso, supurando. Como tempo, não há como deixarem de esmagar o coração que os contém."

(página 591, capítulo 73)

domingo, 9 de junho de 2013

Filmando #9 - Faroeste Caboclo

Vou ser breve. Por que não foi tudo o que eu esperava. Mas talvez minha expectativa fosse muita. Enfim, assisti a "Faroeste Caboclo" e sai do cinema com a impressão de que Renato Russo não ficaria 100% satisfeito com o resultado da adaptação de sua música. Perfeccionista e exigente como era, não gostaria de ver sua criação ser mutilada e alterada. E preciso dizer uma coisa: se você não conhece a música, procure ouvi-la ou pesquise sobre o seu conteúdo antes de ir ao cinema, para não ficar perdido na estória nem atrapalhar as outras pessoas com perguntas durante a sessão, ok?


O diretor René Sampaio fez uma livre adaptação da letra da música: algumas partes não apareceram no filme, e outras foram bastante alteradas. Para quem conhece bem a letra da música, e eu acredito que essa seja a maior parte dos espectadores, isso pode ser um problema. Aos mais exigentes, como eu, que esperei uma vida para ver nas telas o personagem João do Santo Cristo e sua saga épica, isso incomoda bastante. Eu já tinha lidos algumas críticas a esse respeito, estava meio que preparada, mas mesmo assim, eu esperava mais. 

O filme tem poucos diálogos, e quando tem, eles são rasos, ou seja, não se aprofundam na estória, e acredito que fique complicado para quem não sabe do que se trata. E por incrível que pareça, isso tem seu lado bom: se você já sabe o que vai acontecer, não é necessário muito fala, as imagens e situações falam por si só.

Os atores são bons: com Fabrício Boliveira e Isis Valverde é possível enxergar na tela o João e a Maria Lúcia da música, mas o Jeremias, apesar de ser muito bem interpretado por Felipe Abib, não conseguiu transportar para a tela toda a maldade do bandido na canção. 



O filme é uma versão quase romântica da letra escrita por Renato. As cenas de sexo entre os protagonistas são muito bem filmadas e acredito que deva ter sido complicado encontrar um ponto inicial para o relacionamento deles, já que isso não é explicitado na música.

Uma coisa que me incomodou bastante foi notar a mudança no perfil de João para essa adaptação: na música ele mostra sua má índole desde criança, não se comporta na escola e vai para a igreja só para roubar a oferenda que as pessoas deixam ali, enquanto que no filme, mesmo com o diretor tendo aproveitado a morte do pai de João por um oficial da polícia, a infância do personagem é mostrada como muito sofrida, em meio ao sertão nordestino, mas não como uma criança potencialmente problemática.

Ele vê as luzes de natal chegando em Brasília, mas há uma inversão nos acontecimentos: primeiro ele procura Pablo, um parente distante de quem ele, incrivelmente, possui uma foto, e só depois disso é que começa a trabalhar como carpinteiro. Vamos relembrar esse trecho da canção:

"...meu Deus, mas que cidade linda
no ano novo eu começo a trabalhar'
cortar madeira aprendiz de carpinteiro
ganhava cem mil por mês em Taguatinga

na sexta-feira ia pra zona da cidade
gastar todo o seu dinheiro de rapaz trabalhador
e conhecia muita gente interessante
até um neto bastardo do seu bisavô
um peruano que vivia na Bolívia
e muitas coisas trazia de lá
seu nome era Pablo ele dizia
que um negócio ele ia começar..."

Estou sendo muito crítica não é mesmo? Mas, como eu disse, esse era um filme muito esperado por mim, e não consegui simplesmente assisti-lo e aceitar o modo como foi feita a transição da letra para a tela.

Um ponto positivo na adaptação foi o casamento de Maria Lúcia com Jeremias, que era o pior inimigo de João: eu sempre achei que ela era uma vagabunda por ter abandonado Santo Cristo e caído nos braços do outro sem explicação, mas no filme conseguiram fundamentar bem essa sua atitude: ela se casou com Jeremias por amor a João, e e esse amor era tão forte que conseguiu fazer com que ela se casasse com o traficante e ainda engravidasse dele enquanto João estava preso. Mais detalhes aqui seria dar spoiler.


Gostei do filme ter sido ambientado nos anos 80 e de terem incluído uma música da Legião logo no início, quando Maria Lúcia está numa balada com as amigas. Não sei dizer se usaram uma cena de "Somos tão jovens", mas a silhueta do cantor no palco era incrivelmente parecida com a do Thiago Mendonça que interpretou Renato Russo no longa.


Essa imagem é demais. Ela é do final do filme, onde acontece o duelo entre João e Jeremias. Depois de ter imaginado essa cena na minha cabeça várias vezes, acho que ela também poderia ter ficado melhor, já que na música esse momento é quase um 'circo', cheio de repórteres e pessoas curiosas acompanhando o desfecho da disputa entre os dois, e isso poderia ter sido aproveitado para compor a cena. Na medida do possível, ficou legal. 

Enfim, não achei o filme ruim, mas não foi exatamente aquilo que eu esperava. No final das contas, pensei: desde o final dos anos 80 eu ouço comentários sobre essa adaptação, pelo menos agora alguém teve coragem de fazê-la. Mas, se alguém pedir a minha opinião, dou nota 6 para o resultado. Vamos ver o trailer?

sábado, 8 de junho de 2013

1, 2, 3... PIN!

Quem se lembra da brincadeira do PIN que o Silvio Santos fazia em seus programas? Para quem nunca viu, vamos explicar: uma pessoa da plateia tinha que contar de 1 a 30 sem falar o 4 ou seus múltiplos, e no lugar deles tinha simplesmente que dizer PIN. Parece fácil, mas muita gente errava e não conseguia chegar ao final do jogo. Eu nunca fui ao auditório das colegas de trabalho, mas em casa sempre conseguia contar direitinho sem errar nenhum número. 



Mas por que estou falando disso? É que reativei recentemente minha conta no Pinterest, e tenho encontrado várias imagens legais por lá. Então, como já estava com vontade de fazer alguma coisa diferente  por aqui, achei legal vir compartilhar com vocês essas imagens, mas faltava um nome para a coluna. Aí entra a brincadeira: como no Pinterest cada um dos compartilhamentos são chamados de PINS, me lembrei imediatamente desse quadro do programa do Silvio, e o copiei como título.

Então vai funcionar assim: pelo menos uma vez por semana, sem dia fixo, venho aqui mostrar para vocês o que estou vendo de mais interessante no Pinterest, sobre livros, algo relacionado a literatura ou qualquer outra coisa que eu entenda ser relevante.

Para hoje, separei essa imagem fofa. 



Só para constar, não sou fã de gatos, mas a foto é tão inspiradora que me chamou a atenção... dá uma vontade de descansar e ler um bom livro até pegar no sono... O que vocês acharam?

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mais um pouco de "1984"

Olá leitores! Lambda, lambda, lambda! Estou assumindo meu lado nerd, rsrs

Vim compartilhar com vocês hoje o site Jovem Nerd, que descobri há pouco mais de um mês, e agora estou viciada! Principalmente nos podcasts deles, que falam sobre os mais variados assuntos, e que sempre têm informações bacanas e convidados muito interessantes.

Acho que a maioria das pessoas já ouviu, mas, para quem ainda não conhece, esse é um site dedicado aos nerds (claro) e ao seu universo, mas, isso não quer dizer que as pessoas não nerds não possam encontrar lá algo que lhes interesse.



Liderados por Jovem Nerd e Azaghal (acima), os podcasts são semanais e cada um deles fala sobre um assunto específico, dissecando seus detalhes e revelando curiosidades. Com convidados que entendem tudo do que está sendo discutido, o programa tem um ar de bate papo entre amigos, mas com muito profissionalismo (e cultura inútil).


Dentre os muitos tópicos que eles já debateram, eu ouvi essa semana um programa sobre o livro "1984", de George Orwell. Para quem não se lembra, eu já postei a resenha dele aqui.

Para mim, que não gostei muito do livro, as opiniões deles trouxeram luz a alguns dos pontos da estória que achei mais complicados de entender e até de aceitar. Os caras explicam algumas coisas sobre o livro que são difíceis de interpretar apnas lendo. Isso é o mais bacana nesse tipo de bate papo; você sempre descobre alguma coisa que ainda não sabia e que dá sentido a algo que não entendia.

Recomendo a todos vocês que conheçam o site e o trabalho dos caras. Além do Nerdcast, tem muita coisa legal lá: culinária, livros, camisetas personalizadas, contos, e até uma rede social para os nerds, a SkyNerd. Eu estou lá ;)


Vocês podem acessar esse podcast clicando aqui.

Mais novidades do Jovem Nerd em posts futuros =D