terça-feira, 6 de maio de 2014

10 anos sem Friends...


... ou não! Faz 10 anos hoje que o último episódio da série Friends foi ao ar pela NBC americana e, até agora, ainda assistimos como se fosse atual. Parece que Friends ficou para sempre, como Chaves, que vemos e revemos eternamente e nunca nos cansamos ou deixamos de rir de suas piadas.


Na série, 6 amigos que viviam muito próximos compartilhavam suas alegrias e tristezas, conquistas e desventuras e nos faziam rir muito a cada episódio. Num total, foram 236, divididos em 10 temporadas e todos eles tinham o nome começado por "The one..." (Aquele...). Por exemplo, na primeira temporada, quando Mônica tem que se livrar das 12 lasanhas que preparou para um buffet, o episódio se chama "Aquele com uma dúzia de lasanhas".


O objetivo principal da série é fazer rir, e isso fica claro desde a apresentação dos personagens, que, juntos, rendem diversos momentos engraçados: Chandler Bing (Matthew Perry), é o piadista da turma, trabalha como processador de dados, tem um pai travesti e uma mãe que escreve romances adultos. Namorou com Janice, dona do bordão "Oh... my...God!" e depois se casou com Monica Geller.

Monica é perfeccionista e louca por limpeza, além de ser super competitiva e não aceitar perder. É chefe de cozinha e está sempre buscando dos pais a mesma atenção que eles dispensam ao irmão mais velho, Ross Geller, paleontólogo, já foi casado com Carol, que descobriu ser lésbica, tem um filho e é apaixonado por Rachel desde o colégio. Ele ama dinossauros - o que rende muitas piadas - e já foi casado mais 2 vezes.

Rachel Green era uma dondoca mimada que fugiu do marido no dia do casamento e encontrou a amiga de escola, Monica, por acaso num café. A partir daí ela entrou para a turma e teve que aprender a se virar sem o dinheiro do pai e sem seus cartões de crédito. Depois de alguns namoros frustrados, ela acaba dando uma chance a Ross, mas os dois acabam se separando mais tarde. Ela entra para o ramo da moda, trabalhando na Bloomingdale's e na Ralph Lauren e, já na oitava temporada, tem uma filha com Ross, mas eles ainda não ficam juntos de vez.

Phoebe Buffay é a louca da turma; ela está sempre dizendo que pode ouvir a voz de sua avó morta e gosta de consultar videntes para saber de seu futuro. Sua mãe se suicidou quando ainda era criança e ela teve que viver nas ruas, revelando, inclusive, que já roubou para sobreviver. Os momentos em que ela conta suas aventuras nas ruas são cômicos. Ela tem uma irmã gêmea, Ursula, com a qual não mantém uma boa relação. Phoebe toca violão (muito mal) e suas músicas são muito engraçadas.

Joey Tribbiani, o bonitão galanteador, dá em cima de todas as mulheres usando sua frase de efeito "How you doing?" mas nunca mantém um relacionamento sério com ninguém. Quando Rachel está grávida ele se apaixona por ela, mas a paixão passa. Joey e Phoebe têm um acordo de ficarem juntos num futuro distante. Ele é o astro da novela "Days of your lives", interpretando Dr. Drake Ramoray.


Sou muito fã da série e assisti ao último episódio no dia em que ele foi transmitido aqui no Brasil, pela Warner, e me lembro que foi emocionante ver o apartamento de Monica vazio. Era lá que os amigos se reuniam na maioria das cenas e o cenário fazia parte da vida dos fãs. Quando não estavam no apartamento, eles passavam grande parte do tempo no Central Perk, uma cafeteria que tinha um sofá exclusivo para eles, rs. Lá, eles interagiam com Gunther, o dono da cafeteria, que acabou se tornando um personagem importante na série.


Além dos 6 personagens fixos, a série recebeu inúmeros convidados especiais, alguns ficaram por vários episódios e outros apareceram por poucos minutos, como Hugh Laurie, que anos depois ficaria super conhecido como Dr. House. Ele participou de um episódio na quarta temporada, quando Rachel viaja às pressas para Londres a fim de se declarar para Ross antes que ele se case com Emily. Como vizinho de Rachel no avião, ele já mostrava um pouquinho do humor que viria a usar na construção do personagem House, e acaba dizendo umas verdades para Rachel.


Outros convidados importantes foram: Tom Selleck, como o Dr. Richard, que namorou Monica; Sean Penn, namorado de Ursula que a confunde com Phoebe; Winona Ryder, antiga amiga de Rachel que nutre uma paixão secreta por ela; Susan Sarandon, como Cecília Moore, atriz de "Days of our lives"; Noah Wyle, como um médico que convida Rachel para sair junto com George Clooney, que convida Monica; Gary Oldman, o ator que cospe enquanto fala ao fazer um filme com Joey; Hank Azaria, namorado de Phoebe, é um cientista que vai e volta constantemente; Dany DeVito, faz um stripper na despedida de solteira de Phoebe; Bruce Willis, pai da namorada de Ross e que acaba se envolvendo com Rachel; Freddie Prinze Jr. é o babá Sandy, contratado por Rachel para cuidar de sua filha; Ralph Lauren, como ele mesmo; Julia Roberts, como uma ex-namorada vingativa de Chandler; Paul Rudd, que será o primeiro namorado de verdade de Phoebe; Alec Baldwin, namorado super entusiasmado de Phoebe; e Brad Pitt, como um antigo amigo de colégio de Ross, que formou com ele o clube dos odiadores de Rachel, e reaparece para um jantar de Ação de Graças.


O fator curioso é que Brad Pitt estava casado com Jennifer Aniston na época de sua participação, e isso deixou o episódio ainda mais engraçado. A lista de participações especiais é enorme, e pode ser conferida clicando aqui.  E para conferir outras curiosidades sobre Friends, clique aqui.

Entre os meus episódios favoritos estão aquele em que o Ross faz bronzeamento artificial, aquele em que Ross faz clareamento nos dentes, aquele do vídeo que mostra como Rachel engravidou, aquele da despedida de solteira de Phoebe, aquele do jantar de Ação de Graças com Brad Pitt, aquele da palestra de Ross em que ele fala homo erectus, aquele que Chandler confessa a todos que está apaixonado por Monica, aquele em que Rachel faz a sobremesa de Ação de Graças, aquele do Unagui, aquele em que Joey fica com a cabeça presa na porta da Monica, aquele em que Joey cria um irmão gêmeo idêntico para participar de uma pesquisa com remédios, aquele em que Joey dá um soco na cara do Ross... enfim, não dá para escolher apenas alguns como melhores, o negócio é ver a série toda.

Talvez a parte mais conhecida de Friends seja a música da abertura: "I'll be there for you", da banda The Rambrandts é a marca registrada da série e todo fã sabe sua letra. Curiosamente, a banda não tem nenhum outro sucesso além dessa música (que aliás, quando ouvida fora de Friends, nem é tão legal assim).


Os atores que fizeram a série também eram amigos na vida real na época das gravações, tanto que combinaram entre si que nunca se inscreveriam para nenhum prêmio individual, apenas como atores coadjuvantes. Dentre os muitos prêmio que recebeu, Friends levou na sua décima temporada 7 Emmy e 1 Globo de Ouro.

O vídeo abaixo mostra os atores falando de suas expectativas antes do início da primeira temporada e algumas cenas marcantes da série, inclusive, com a impagável cena de Ross tocando Gaita de Fole:


Para assistir as continuações do vídeo clique aqui, aqui e aqui.

É isso leitores, espero que tenham curtido esse posto nostálgico, e  deixem seus comentário abaixo. Para quem não conhece a série "Friends", acessem o Youtube e se atualizem, vocês não vão se arrepender ;)

Para encerrar, esse vídeo com alguns erros de gravação. Chorei de rir!


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Um pouquinho de...

"Poesia.
Era para lá que eu deveria mover o meu vazio, o nada. Escrevi:
'Dorme sobre minha derme e pede à epiderme que me ame.'
Chamei de Hipoderme. Quase escrevi 'pede à epiderme que volte'. Mas a epiderme e a hipoderme nunca se encontram. Se encontrariam apenas numa aberração, como o amor entre um diurno e um notívago, onde o muro da derme os separa.
Ou no infinito.
Poesia cura?"


(página 72, capítulo 5)

domingo, 4 de maio de 2014

Li até a página 100 e... #22


*** lembrando que esse post foi inspirado na ideia original do blog Eu leio, eu conto



Primeira frase da página 100:

"... que você jamais imaginaria que precisava pagar para comer uma mulher; ainda mais uma ruiva profissional bem comum."

Do que se trata o livro?

O personagem principal vê seus dois casamentos acabarem sem entender por quê, logo depois perde seu emprego e não sabe o que fazer para recomeçar sua vida. Um amigo lhe empresta um apartamento num flat, que é habitado por diversas garotadas de programa. Raul vai aos poucos fazendo amizade com elas e acaba se tornado o cafetão de algumas meninas. 

O que você está achando até agora?

Perfeito.  

Melhor quote até aqui:

"Dor inspira? Seria bom se o crítico, antes de escrever uma resenha, imaginasse ser o autor da obra, pensasse nas dificuldades por quais ele passou, nos alcances da sua ousadia (ou fracasso!). É um exercício que todo jornalista deve fazer antes de iniciar uma pauta."

Algum personagem merece destaque?

Fabi, a segunda esposa de Raul, que era a melhor amiga da primeira esposa. 

Vai continuar lendo?

Sim.

Última frase dessa página:

"Faturar e sobreviver. É uma droga!"

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Sexta de música #64: Adormecida

Olá leitores! Com base na leitura dessa semana, "Adormecida", que teve resenha publicada aqui ontem, vem a playlist de hoje!



A personagem Rose passou anos dormindo e, quando acordou, o mundo todo estava diferente, e ela teve que se adaptar a tudo aqui, conhecer novas pessoas, aprender as novas gírias, utilizar novas tecnologias e, principalmente, se conformar com suas perdas e seguir em frente.

Mesmo enfrentando tantas mudanças, ela encontrou um espacinho em seu coração para se apaixonar novamente, mesmo que ainda sentisse muita falta de seu antigo namorado, e pensasse tanto nele que seu rosto ainda era presença frequente em seus desenhos. 

Com esse misto de desejos e esperança, a playlist de Rose vai de U2 a Bruno Mars, juntando músicas que ajudem a expressar seus sentimentos e emoções:

1. Desire - U2
2. Resposta - Skank
3. Desce - Arnaldo Antunes
4. Pierrot - Los Hermanos
5. Mirrors - Justin Timberlake
6. I want you - Kings of leon
7. Nem um dia - Djavan
8. Alive - Pearl Jam
9. Talking to the moon - Bruno Mars
10. Love story - Taylor Swift 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Adormecida - resenha


"Rose Fitzroy dormiu por décadas, imersa num sono induzido. Mais de 60 anos esquecida num porão deram a ela o status de desaparecida enquanto os anos sombrios pairavam sobre o mundo. Despertada como por encanto por um belo jovem e descobrindo-se herdeira de uma corporação multimilionária, Rose vai entendendo pouco a pouco tudo o que aconteceu em sua ausência. Ela descobre que seus pais estão mortos, e o que o rapaz por quem ela era apaixonada agora não passa de uma mera lembrança. A Terra se tornou um lugar estranho e perigoso, especialmente para ela, que, como todos imaginam, irá de assumir seu lugar à frente dos negócios. Dentre tantas mudanças, fica difícil para Rose reconhecer quem é amigo e quem é seu verdadeiro inimigo."

Desde o título até a capa, esse livro nos passa a imagem de uma estória meiga, leve e que remete bastante à fábula "Bela Adormecida", mas não se deixem levar pela primeira impressão: na verdade, ele passa bem longe disso, com um enredo tenso, e 99% diferente do clássico da Bela.

A protagonista Rose é acordada com um beijo dado por um lindo menino, que a tira de um sono de 60 anos induzido por um processo chamado estase, onde, basicamente, ela entra num tubo que a envolve em gases que a fazem adormecer. Meio atordoada pelo despertar repentino, ela percebe que está num mundo totalmente diferente daquele em que entrou em estase: seus pais morreram, seu namorado também, e todos que ela conhecia não estão mais ali. Os adolescentes têm novas gírias e a tecnologia evoluiu ainda mais. 

Rose é a única herdeira do império criado por seus pais, a UniCorp, uma empresa que atua praticamente em todos os ramos do mercado e, aparentemente, foi o pilar da salvação do mundo durante os tempos sombrios, onde milhares de pessoas morreram com tuberculose ou envenenados pelos próprios alimentos. Quem cuida da corporação é um homem muito arrogante chamado Guillory, e que logo de cara mostra que não quer perder seu cargo na UniCorp, deixando Rose com uma má impressão sua. Na verdade, Rose nunca quis ser empresária, nem tampouco responsável por tantas empresas e pessoas, ela só queria desenhar, pintar seus quadros e desenvolver sua arte.

A jovem também precisa voltar a frequentar a escola e é lá que ela conhece um dos personagens mais interessantes dessa estória: Otto, um ser totalmente diferente dos demais, que foi criado em laboratório através de experiências com DNA. Ele tem a pele azul, não fala, mas pode se comunicar através do toque, tendo capacidade para ler o que está na cabeça das pessoas e até mostrar a elas o que ele mesmo está pensando, criando assim uma espécie de conversa. Mas ele se comunica quase que exclusivamente com sua namorada, Nabiki, e, quando toca Rose pela primeira vez, se assusta com os vazios em sua mente e diz que não quer mais tocá-la.

Mais tarde, Rose descobre uma nova forma de falar com Otto, através do supertablet, usando uma espécie de bate papo, onde ele pode escrever ao invés de falar. A partir daí, eles se tornam bons amigos, quase confidentes, e Otto ajuda bastante Rose a entender alguns de seus conflitos particulares. Ela, por outro lado, passa a entender melhor as atitudes do menino e a respeitar suas escolhas.

A parte romântica da estória é quase um triângulo amoroso: Rose teve um único namorado a vida toda, Xavier, que ela vira crescer entre seus períodos em estase e, quando ficaram com a mesma idade, se apaixonaram. Mas, por imposição de seus pais, Rose teve que terminar o namoro, pouco antes de entrar na estase em que ficaria por 60 anos. Agora, depois de tanto tempo, e acreditando que Xavier também morrera, Rose começa a se interessar por Bren, o menino que a despertou com um beijo e a tirou do subsolo onde estava há tanto tempo perdida. Ele está sempre com ela no colégio e seu sentimento por Bren só cresce a cada dia, ainda que ela pense bastante em Xavier e algumas vezes deseja que ele ainda estivesse vivo para ficar com ela.

Vale ressaltar que Rose tem muita dificuldade em expor suas vontades, desde a época em que morava com os pais, já que eles deixavam pouco espaço para que ela o fizesse, e sempre determinavam tudo o que ela tinha que fazer, desde as roupas que vestia até as mudanças constantes de escola que ela enfrentava. Seus pais costumavam colocá-la em estase sempre, de acordo com a necessidade do casal, quer fosse para uma viagem de negócios que duraria semanas ou meses, ou até sob o pretexto de que a menina estava agitada e precisava passar alguns dias dormindo para se acalmar. Nesse ritmo, Rose passou vários anos de sua vida desacordada, e isso fica claro durante a narrativa quando ela fala sobre o crescimento de Xavier: da primeira vez que o viu, ele era apenas um bebê, e a cada vez que ela saía da estase ele estava maior e mais velho, até que ambos ficaram com 16 anos.

Rose cresceu sendo submissa a todas as vontades dos pais, por isso, encarava a estase como algo normal, e até gostava de dormir algumas vezes, pois sentia que realmente precisava daquilo e aproveitava seus seus sonhos estases, que, aparentemente, tinham imagens de lugares lindos, para pintar seus quadros quando acordava.

Agora que não tinha mais os pais para protegê-la e colocá-la para dormir a todo momento, ela precisava voltar a levar uma vida normal como qualquer um da sua idade, mas sendo quem era, claro que isso seria complicado. Além de sua dificuldade em fazer novos amigos, ela logo descobriu que estava sendo ameaçada por alguém que queria sua morte. Desacostumada a expor seus problemas, ela tenta se defender sozinha de um plastine, uma criatura robótica que a está seguindo, mas acaba tendo que buscar a ajuda de Guillory e de seus colegas de escola, Otto e Bren.

Entre tentar se manter viva e conquistar o amor de Bren, Rose vai se sentindo cada vez mais sozinha nesse novo mundo, e tem que, aos poucos, se adaptar à realidade atual, conhecer seus verdadeiros desejos e necessidades e aceitar as perdas que sofreu. Mas, como que para tornar tudo isso ainda mais complicado, ela descobre que as pessoas que ela pensava conhecer, na verdade não são quem realmente diziam ser, e, de uma hora para outra, tudo aquilo que ela tentava enterrar em suas memórias, volta para atormentá-la. Com tanta confusão, Rose será capaz de descobrir quem são as pessoas boas e as ruins?

Durante a leitura, achei muito interessante a forma como a tecnologia super avançada foi incluída no enredo, sem parecer forçada ou inventiva demais, e também gostei de como a autora amarrou todas as pontas, sem deixar de dar nenhuma resposta para as perguntas feitas durante a narrativa. A única coisa que achei desnecessária foi o aparecimento de 2 irmãos da protagonista, até porque, isso meio que ficou no ar, sem mostrar qual a sua relevância para a estória. No mais, tudo se encaixou direitinho, e tudo fez sentido, a autora não criou uma situação absurda para finalizar o livro, e tudo o que aconteceu é totalmente plausível dentro de um universo pós apocalíptico.

A única ligação entre "Adormecida" e "Bela Adormecida" é mesmo o sono. As duas personagens diferem totalmente e uma estória não tem nada a ver com a outra, o que pode ser muito agradável para o leitor que espera ver mais uma versão de um clássico da literatura, e se surpreende com uma estória futurista, com enredo bem desenvolvido, linguagem simples e direta e personagens que poderiam muito bem ser nossos colegas de escola. Recomendado a todos.

"Adormecida"
Anna Sheehan
editora Lua de Papel
272 páginas
nota do blog: 4
nota do Skoob: 4
Compre pelos links: Americanas, Submarino ou Cultura

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Cheiro de livro novo #17



Olá leitores! Há tempos não venho compartilhar com vocês algumas novidades da minha estante! Passei uns dias sem comprar nenhum livro novo :( mas estou de volta!


Achei esse livro fofo na parte infanto-juvenil da Fnac e não consegui sair de lá sem ele:  "Cartas do Papai Noel", escrito por Tolkien, só pode ser coisa boa ;)


Queria algum livro ambientado na época do Rei Arthur e acabei comprando esse, "A espada na pedra", assim que eu o ler, posto a resenha aqui para vocês.


E só para relembrar meus tempos de escola primária, comprei "Caçadas de Pedrinho", do Monteiro Lobato, que foi uma das minhas primeiras leituras da vida. 


E finalizando, um dos livrinhos que vêm junto com o McLanche Feliz. Já falei deles aqui, e, dentre as poucas opções que tinha na loja, acabei escolhendo o de Vinícius de Moraes.

É isso, em breve volto com mais livrinhos novos para a estante.