"Minha única diversão era procurar lugares de onde eu pudesse ver, nos fins de tarde, o pôr-do-sol. Não perdia um. No topo de edifícios, nas praças, nos morros. Via a cidade, o céu e o avermelhado do pôr-do-sol. Não sei por que fazia aquilo. Alíás, eu nunca sabia por que fazia uma porrada de coisas. Mas eu gostava de ver as muitas tonalidades que o céu ganhava nos fins de tarde. Gostava principalmente de ver o sol afundando no horizonte. 'O sol não é apenas novo a cada dia, mas sempre novo continuamente', era o que estava pichado numa pracinha. O universo em expansão. Assim são as coisas."
(pág. 82)

Não conhecia o livro, mas adorei o trecho! O pôr-do-sol é algo que todo mundo devia parar para admirar as vezes <3
ResponderExcluirBeijos,
Naty.
É vdd Naty, a gente não aproveita muito o show q a natureza nos dá.
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