"Os espaços abertos que deveriam depreciar suas preocupações, aviltavam tudo: o empenho parecia inútil. Especialmente as sinfonias: lamentáveis explosões, manifestações bombásticas, tentativas vãs de erguer uma montanha de sons. Ingente esforço. E para quê? Dinheiro. Respeito. Imortalidade. Uma forma de negar a aleatoriedade com que fomos gerados, de manter distante o medo da morte."
(página 86, capítulo 3, parte III)
Este post é válido para o Top Comentarista, participe!
Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen

Oi!
ResponderExcluirAinda não conhecia esse livro, mas pelo quote ele parecer interessante, quero ver se leio uma resenha dele !!
Legal, gostei!
ResponderExcluirNunca tinha ouvido falar desse livro, mas parece ser bem intenso e diferente!
bjoos
Ana,
elvisgatao.blogspot.com
Não conhecia o livro....
ResponderExcluirPor esse trecho parece ser um livro cheio de reflexões e um forte conteúdo.
oi
ResponderExcluirnão conhecia,mas parece ser muito bom
mais uma dica anotada ;)
bjs