onde comprar: Arwenstore
"Nathan Robins é um cara de sorte. É famoso, rico, bem apessoado e casado com Park Jihyun, uma mulher adorável e bem-sucedida, que o ama muito. No entanto, todas essas coisas não impedem que Jihyun seja diagnosticada com um câncer em estágio terminal, meses após o casamento. A vida de Nate passa por uma grande reviravolta a partir disso. Sem perspectivas, ele toma decisões erradas que o levam cada vez mais para baixo. Ele não consegue aceitar que existe uma razão para tudo o que está acontecendo. Sob sua perspectiva, a narrativa nos leva a descobrir o que é enxergar a luz quando se está na escuridão."
Quando a felicidade é extrema, é normal esperar que algo ruim vai acontecer? No caso de Nathan, isso se mostrou verdadeiro e, logo após casar com a mulher de sua vida, ele vê tudo desmoronar rapidamente, assim que ela descobre que está com câncer em estágio terminal. Não é spolier, mas Jihyun morre, e deixa Nate num estado de tristeza profunda, sem que ele consiga enxergar uma solução para sua situação.
É nesses momentos de desespero que tomamos as piores decisões de nossas vidas, e com Nate não foi diferente: ele tentou o suicídio, foi salvo pelos pais, caiu em depressão e passou a ter alucinações terríveis, das quais saía fisicamente prejudicado. Seus pais cogitam buscar ajuda psicológica, mas ele se recusa, e a cada dia o buraco em que ele está vai ficando mais fundo, quase impossível sair.
Até que, depois de uma conversa informal com seu melhor amigo, ele tem a brilhante ideia de buscar uma sósia de Jihyun. Para isso, ele contrata um especialista do FBI, e pede que ele encontre a menina mais parecida fisicamente com sua esposa falecida. Nate acredita que, se envolvendo com uma mulher exatamente igual a Jihyun, ele vai conseguir superar parte da dor de perdê-la tão cedo. O tipo de atitude que se toma com base na depressão e no desespero.
Nate acha a menina, ela se chama Anabelle, e é igualzinha a Jihyun - por fora, já que na personalidade, são bastante diferentes. Ele se aproxima dela como quem não quer nada, e eles acabam namorando. Mas claro que não é a mesma coisa, e Nate custa a admitir que seu plano é falho e que as coisas podem dar muito errado.
Mas não pense que ele melhora quando está com Annie, pelo contrário: ele continua tendo visões de Jihyun, e sente que, apesar de estar gostando da substituta, ainda falta alguma coisa naquela relação. Falta algum coisa na sua vida, na verdade.
Depois de muitos tropeços, decisões erradas, brigas, bebedeiras e quase morte, a luz no fim do túnel começa a aparecer, e Nathan começa a acreditar que pode por sua vida nos eixos novamente. Mas com muito sofrimento e superação, o tempo todo.
Apesar desse tom sofrido, o livro é bem divertido, cheio de passagens engraçadas, com uma narrativa muito leve e que cativa o leitor. Os personagens, apesar de serem superstars ricos e levem uma vida cheia de luxo, lá no fundo, se parecem com pessoas comuns, com medos e anseios exatamente iguais aos nossos.
A autora conseguiu conduzir o drama do protagonista muito bem, explorando ao máximo seu sofrimento e sua dor, para depois mostrar que a felicidade está mais perto do que se imagina, quando sabemos onde e como buscá-la. O tom da narrativa não deprime, mas nos faz ver o outro lado da fama, nos mostra que nem tudo glamour quando se é um cantor de sucesso, e que, mesmo tentando manter a imagem de pessoa perfeita, aquele seu ídolo maravilhoso tem defeitos e também erra.
Comecei a ler A substituta sem saber nada sobre a estória, e o que eu acreditava que ia acontecer com o lance da substituição foi totalmente inesperado. A leitura foi muito prazerosa e me surpreendeu com o desfecho que a autora deu para toda a problemática de Nathan. Acredito que, acima de tudo, ela quis incentivar a superação, mostrando que, mesmo depois de muitas dificuldades, é possível se reerguer. Indico o livro para todos.
Quando a felicidade é extrema, é normal esperar que algo ruim vai acontecer? No caso de Nathan, isso se mostrou verdadeiro e, logo após casar com a mulher de sua vida, ele vê tudo desmoronar rapidamente, assim que ela descobre que está com câncer em estágio terminal. Não é spolier, mas Jihyun morre, e deixa Nate num estado de tristeza profunda, sem que ele consiga enxergar uma solução para sua situação.
É nesses momentos de desespero que tomamos as piores decisões de nossas vidas, e com Nate não foi diferente: ele tentou o suicídio, foi salvo pelos pais, caiu em depressão e passou a ter alucinações terríveis, das quais saía fisicamente prejudicado. Seus pais cogitam buscar ajuda psicológica, mas ele se recusa, e a cada dia o buraco em que ele está vai ficando mais fundo, quase impossível sair.
Até que, depois de uma conversa informal com seu melhor amigo, ele tem a brilhante ideia de buscar uma sósia de Jihyun. Para isso, ele contrata um especialista do FBI, e pede que ele encontre a menina mais parecida fisicamente com sua esposa falecida. Nate acredita que, se envolvendo com uma mulher exatamente igual a Jihyun, ele vai conseguir superar parte da dor de perdê-la tão cedo. O tipo de atitude que se toma com base na depressão e no desespero.
Nate acha a menina, ela se chama Anabelle, e é igualzinha a Jihyun - por fora, já que na personalidade, são bastante diferentes. Ele se aproxima dela como quem não quer nada, e eles acabam namorando. Mas claro que não é a mesma coisa, e Nate custa a admitir que seu plano é falho e que as coisas podem dar muito errado.
Mas não pense que ele melhora quando está com Annie, pelo contrário: ele continua tendo visões de Jihyun, e sente que, apesar de estar gostando da substituta, ainda falta alguma coisa naquela relação. Falta algum coisa na sua vida, na verdade.
Depois de muitos tropeços, decisões erradas, brigas, bebedeiras e quase morte, a luz no fim do túnel começa a aparecer, e Nathan começa a acreditar que pode por sua vida nos eixos novamente. Mas com muito sofrimento e superação, o tempo todo.
Apesar desse tom sofrido, o livro é bem divertido, cheio de passagens engraçadas, com uma narrativa muito leve e que cativa o leitor. Os personagens, apesar de serem superstars ricos e levem uma vida cheia de luxo, lá no fundo, se parecem com pessoas comuns, com medos e anseios exatamente iguais aos nossos.
A autora conseguiu conduzir o drama do protagonista muito bem, explorando ao máximo seu sofrimento e sua dor, para depois mostrar que a felicidade está mais perto do que se imagina, quando sabemos onde e como buscá-la. O tom da narrativa não deprime, mas nos faz ver o outro lado da fama, nos mostra que nem tudo glamour quando se é um cantor de sucesso, e que, mesmo tentando manter a imagem de pessoa perfeita, aquele seu ídolo maravilhoso tem defeitos e também erra.
Comecei a ler A substituta sem saber nada sobre a estória, e o que eu acreditava que ia acontecer com o lance da substituição foi totalmente inesperado. A leitura foi muito prazerosa e me surpreendeu com o desfecho que a autora deu para toda a problemática de Nathan. Acredito que, acima de tudo, ela quis incentivar a superação, mostrando que, mesmo depois de muitas dificuldades, é possível se reerguer. Indico o livro para todos.
A substituta
Clara Brandão
227 páginas
Editora Arwen
Nota no Skoob: 3.8

Que louco!
ResponderExcluirCoitado desse homem, fiquei preocupada com ele!
E sinceramente, eu PRECISO saber do final dessa história.
Se tem superação, ele vai parar de ter alucinações e se apaixonar por alguém de verdade sem que essa pessoas seja parecida com a falecida???
ME CONTA!! kkkk
bjos
5
ExcluirAna querida! ri muito desse comentário! Quer mesmo q eu te conte? Mando por email rsrsrs
Bjos!!