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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Melhores leituras de 2016

Que tal uma retrospectiva? Eu não tenho feito balanço das leituras nos últimos anos - só no Skoob -, mas hoje resolvi trazer para o blog os livros que se destacaram e aqueles que deixaram um pouco a desejar. Vamos a eles:

Foram até hoje 53 livros lidos esse ano, contra os 57 do ano passado (acho que não vou conseguir superar esse número rsrs). Dentre eles, O nome do vento foi releitura, e um dos meus favoritos de todos os tempos, por isso, nem vou colocá-lo nessa retrospectiva (tem resenha que pode ser lida clicando aqui).




















A minha diva Colleen Hoover não poderia ficar de fora dos mais mais do ano né! Com Too Late (publicado no Wattpad) e Talvez um dia, ela garantiu mais um lugarzinho no meu coração. E Cat, meu amigo psicopata foi uma grata surpresa em 2016: um livro cheio de humor inteligente e uma trama que prende o leitor do começo ao fim. É a literatura brasileira mostrando seu valor.




















E tem mais Brasil por aqui! Ficção de polpa, um livro com contos de horror/terror/ficção científica que li agora em dezembro e foi tão legal que entrou na lista dos melhores. A HQ Steampunk Ladies também é nacional e tem tanta qualidade quanto os melhores quadrinhos americanos. Talvez a maior surpresa do ano tenha sido a HQ Pílulas azuis, com seu relato direto e emocionante sobre como superar dificuldades com amor e compreensão - sem clichês. Leiam a resenha (aqui) e depois leiam a história, vocês vão entender do que estou falando.

Assim como temos as melhores leituras, também temos aquelas que não se destacaram muito ou decepcionaram um pouco. Ainda bem que são poucas:




















O bibliotecário do imperador me conquistou pela sinopse, e eu estava realmente empolgada com ele, mas a história foi uma decepção: não tinha nada a ver com o que a sinopse apresentava, a escrita era rebuscada e narrativa cansativa, infelizmente. Clímax, o primeiro livro que li do Chuck Palahniuk estava indo bem até certa altura, e eu achei a premissa bem interessante, mas, depois da metade mais ou menos, a história fica forçada e o final não me agradou em nada. A melhor coisa desse livro é mesmo a capa, que foi a primeira coisa que chamou minha atenção. Por último, Amor vampiro, coletânea de contos com vampiros, escritos pelos melhores autores brasileiros do gênero. O problema é que alguns desses contos são bem fracos, e não fazem jus ao talento de seus autores.

O balanço final das leituras desse ano foi: 53 livros lidos até hoje (acho que vou conseguir fechar em 54), sendo 31 nacionais e 22 estrangeiros. 

Um fato curioso é que li 7 livros com o tema vampiros (um dos meus preferidos), mas apenas dois deles eram parte do desafio Anne Rice, criado por mim mesma, que consistia em ler 10 livros da autora esse ano. Como não consegui cumprir essa meta, vou estender o desafio para 2017. Que Lestat me ajude, rs.

Os quadrinhos também marcaram presença nas minhas leituras: foram 8 no total. E apenas um conto entrou na contabilidade, lido no Kindle, mas, como eu cheguei a comentar na própria Amazon, ele tinha potencial para ser muito bom, mas estava cheio de erros de português, que tiraram um pouco o prazer da leitura.

Então, o painel final das leituras do ano ficou assim:




































Ainda não fiz a meta para 2017, prefiro ir escolhendo os livros no decorrer do ano, mas espero conseguir aumentar as leituras. Agora chegou a hora de vocês me contarem como foram as suas leituras desse ano e qual a perspectiva para o próximo. Deixem tudo nos comentários ;)


Este post é válido para o Top Comentarista participe!


Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Retrospectiva - O cara

imagem: Ale Borges

Muita gente boa passou por essa coluna em 2013, e faltaram outras tantas que ficaram para o próximo ano... Vamos saber quais foram os perfis mais acessados pelos leitores?

1º Marcelo Rubens Paiva (edição #24, leia aqui): Então eu tinha acabado de ler "Feliz ano velho" e já comecei "Blecaute": loucura total! Viajei na estória de Rindu, e, acho que acontece com todo leitor, fiquei mais uma vez me imaginando no lugar daqueles três sobreviventes com uma São Paulo inteira a seu dispor, sem saber como aproveitar tudo aquilo e enlouquecendo com tanta solidão. Então, se você ainda não leu, pare tudo agora e leia!

Outros livros escritos por Marcelo são: "Ua:brari" (1990), "As fêmeas" (1992), "Bala na agulha" (1994), "Não és tu, Brasil" (1996), "Malu de bicicleta" (2004, adaptado para o cinema em 2010), "O homem que conhecia as mulheres" (2006), "A segunda vez que te conheci" (2008) e "E ai, comeu?" (2012) que também fez muito sucesso nas telonas.

2º Jeff Kinney (edição #10, leia aqui): Só por retratar as situações mais complicadas das vidas dos jovens de uma maneira bem humorada e que trás tudo para tão perto da realidade dos adolescentes, Jeff já merece nosso reconhecimento: escrever sobre a puberdade muita gente faz, mas falar desse assunto usando uma linguagem que o torne mais leve e conquiste tantos leitores poucas vezes aconteceu, e ele consegue fazer isso muito bem. Além disso, os livros são cheios de ilustrações feitas pelo próprio autor, que os deixam mais descontraídos e chamativos para os jovens leitores.

3º Mônica (edição #9, leia aqui): Todo mundo sabe que o desenhista se inspirou em sua própria filha para criar a Mônica, e deu tão certo que ele repetiu a receita para criar outros personagens da turma: por exemplo, a filha mais velha, Mariângela, que mais tarde virou a Maria Cebolinha nos gibis, e também foi a responsável por parte da criação do visual da Mônica, pois, ao cortar o cabelo da irmã, deixou algumas falhas que lembravam bananas, e o desenhista aplicou o corte à personagem.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Retrospectiva: minhas leituras preferidas


Segundo a contagem do Skoob, li 40 livros esse ano. E os que eu mais gostei foram:

1º O temor do sábio 

"Quando é aconselhado a abandonar seus estudos na Universidade por um período, por causa de sua rivalidade com um membro da nobreza local, Kvothe é obrigado a tentar a vida em outras paragens. Em busca de um patrocinador para sua música, viaja mais de mil quilômetros até Vintas. Lá, é rapidamente envolvido na política da corte. Enquanto tenta cair nas graças de um nobre poderoso, Kvothe usa sua habilidade de arcanista para impedir que ele seja envenenado e lidera um grupo de mercenários pela floresta, a fim de combater um bando de ladrões perigosos. Ao longo do caminho, tem um encontro fantásticos com Feluriana, uma criatura encantada à qual nenhum homem jamais pôde resistir ou sobreviver - até agora. Kvothe também conhece um guerreiro ademriano que o leva a sua terra, um lugar de costumes muito diferentes, onde vai aprender a lutar como poucos. Enquanto persiste em sua busca de respostas sobre o Chandriano, o grupo de criaturas demoníacas responsável pela morte de seus pais, Kvothe percebe como a vida pode ser difícil quando um homem se torna uma lenda de seu próprio tempo."



2º Métrica

"O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina. Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz, por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor."





3º Easy

"Quando Jacqueline segue o namorado de longa data para a faculdade que ele escolheu, a última coisa que ela espera é levar um fora no segundo ano. Depois de duas semanas em estado de choque, ela acorda para sua nova realidade: ela está solteira, frequentando uma universidade que nunca quis, ignorada por seu antigo círculo de amigos e, pela primeira vez na vida, quase repetindo em uma matéria. Ao sair de uma festa sozinha, Jacqueline é atacada por um colega de seu ex. Salva por um cara lindo e misterioso que parece estar no lugar certo na hora certa, ela só quer esquecer aquela noite - mas Lucas, o cara que a ajudou, agora parece estar em todos os lugares. A atração entre eles é intensa. No entanto, os segredos que Lucas esconde ameaçam separá-los. Mas eles vão ter de descobrir que somente juntos podem lutar contra a dor e a culpa, enfrentar a verdade - e encontrar o poder inesperado do amor."



Os Insones

"Numa cidade onde a violência, além de dominar os morros e ditar as regras de comportamento, conquista os corações e mentes dos jovens, os insones se multiplicam. Neste livro, todos estão sujeitos a uma brutal ansiedade, a começar pelo pai apavorado com o sumiço da filha e torturado por dores na coluna, até o aparentemente sereno jovem decidido a mudar o mundo na marra, passando por traficantes encurralados, agentes infiltrados e policias vivendo sobre tensão constante."






Como se livrar de um vampiro apaixonado


"Casar-se com um vampiro certamente não estava nos planos de Jéssica Packwood para seu último ano escolar. Mas quando um novo aluno esquisitão (e muito gato) chamado Lucius Vladescu aparece do nada, dizendo que Jéssica pertence à realeza vampírica e está prometida em casamento a ele, futuro líder do clã mais poderoso dos vampiros, ela é obrigada a rever seus conceitos. Se a garota ainda nem beijou na boca, como pode sequer pensar em um compromisso eterno? Armada com uma autoconfiança recém-adquirida, Jéssica passa por uma transformação drástica de adolescente nerd americana para princesa vampira europeia nessa sátira cheia de reviravoltas e surpresas."



As resenhas mais lidas por aqui me surpreenderam um pouco... vamos a elas:

O retrato de Dorian Gray - leia aqui

As crônicas de gelo e fogo - leia aqui

99 sonetos sacanas e 1 canção de amor - leia aqui

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Um pouquinho de... - retrospectiva


Esse ano comecei a postar aqui alguns dos quotes que mais me chamavam a atenção durante as minhas leituras, e os mais acessados pelos leitores do blog foram:

Quem é você, Alasca?

"Podemos fazer muitas críticas ao Alabama, mas uma coisa é certa: as pessoas lá não morrem de medo de fritura. Em minha primeira semana na Creek, o refeitório serviu galinha frita, filé de galinha frito e quiabo frito - o que marcou minha primeira incursão no delicioso mundo dos legumes fritos. Não me surpreenderia se também tivessem fritado folhas de alface. Mas nada se iguala ao bufrito, um prato criado pela Maureen, a cozinheira espantosamente (e compreensivelmente) obesa de Culver Creek. O bufrito, um burrito de feijão frito, era a prova definitiva de que a fritura sempre melhorava a comida. Naquela tarde, sentado com o Coronel e mais cinco rapazes desconhecidos numa mesa redonda do refeitório, enterrei os dentes no invólucro tostadinho do meu primeiro bufrito e tive um orgasmo gastronômico."







Reparação

"... quando ela começava a escrever uma história, ninguém podia saber. Fingir com as palavras era uma coisa tão hesitante, tão vulnerável, tão constrangedora, que ninguém podia ficar sabendo. Só de escrever 'disse ela' ou 'e então', Briony envergonhava-se, sentia-se ridícula, por fingir conhecer as emoções de um ser imginário. Cada vez que falava sobre a fraqueza de um personagem, inevitavelmente se expunha; era fatal que o leitor imaginasse estar ela descrevendo-se a si própria. De que outra maneira poder ter descoberto aquilo?"









Feios



"- Livros de papel? O que tem demais?

- Não são livros. Se chamam 'revista' - explicou Shay.

Ela abriu um exemplar e apontou para as páginas. Eram todas estranhamente brilhantes e cheias de fotos. De pessoas. Feios. 
Os olhos de Tally demonstravam espanto enquanto Shay virava as páginas, sempre apontando e rindo. Ela nunca tinha visto tantos rostos tão diferentes. Bocas, olhos e narizes de todos os formatos possíveis, combinados de um jeito absurdo, em pessoas de todas as idades. E os corpos? Alguns eram monstruosamente gordos ou estranhamente musculosos ou perturbadoramente magros. E quase todos apresentavam proporções desequilibradas e feias. No entanto, em vez de demonstrarem vergonha por causa de suas deformidades, as pessoas davam risadas, trocavam beijos e posavam, como se as fotos tivessem sido tiradas numa grande festa.
- Quem são esses esquisitos?
- Eles não são esquisitos - disse Shay - O engraçado é que são pessoas famosas.
- Famosas por quê? Por serem horríveis?
- Não. São esportistas, atores, artistas. Acho que os caras de cabelo comprido são músicos. Os mais feios são políticos. Alguém me disse que os gordinhos, na maioria, são comediantes.
- É curioso mesmo. Curioso no sentido de estranho - disse Tally - Então era assim a aparência das pessoas antes do primeiro perfeito? Como é que as pessoas conseguiam encarar essas coisas?"

E o meu preferido de todos eles: Métrica 

"Will para de mexer no projetor, se levanta e vai até o quadro. Pega um pedaço de giz, escreve algo e dá um passo para o lado. The Avett Brothers. Will aponta para o nome no quadro. - Alguém já ouviu falar deles? Ele olha para mim e balança sutilmente a cabeça, dizendo que não quer que eu fale.
- Parece familiar - diz alguém no fundo da sala.
- Bem - diz ele, andando pela sala - São filósofos que falam e escrevem palavras de extrema sabedoria, fazendo a pessoa pensar mais sobre as coisas.
Tento conter a risada. Mas em boa parte ele tem mesmo razão.
- Uma vez perguntaram a eles exatamente isso. Acho que estavam fazendo uma leitura. Alguém fez uma pergunta sobre a poesia deles, se era difícil ter de reviver as palavras toda vez que se apresentavam. A resposta foi que, apesar de o ideal ser eles superarem aqui (a pessoa ou o evento que inspirou as palavras naquela época), isso não significa que uma pessoa que estiver escutando não tenha passado pela mesma coisa.
E daí? E daí a dor sobre a qual você escreveu no passado não é o que você está sentindo hoje? O que você está sentindo agora, e a pessoa a quem suas palavras talvez afetem daqui a cinco anos - é por isso que se escreve poesia."

domingo, 29 de dezembro de 2013

Filmando e Série a sério - retrospectiva


Muitos filmes e séries estrearam em 2013, alguns eu vi - e escrevi sobre - outros não. Na retrospectiva de hoje vou elencar os meus preferidos dentre aqueles que assisti e os posts mais acessados aqui no blog:


Vi "Django" e só consegui ficar ainda mais fã de Tarantino. Com interpretações incríveis de Jamie Foxx, Leonardo Di Caprio, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz, o filme ganhou seu lugar no ano que passou. Falei bastante sobre ele aqui e também postei o trailer.


E o que dizer do incrível "Gravidade"? Eu não consegui escrever nada, mas os meninos do Jovem Nerd fizeram um Nerdcast sobre o filme e falaram tudo o que eu achava sobre ele, então, cliquem aqui e ouçam. E vejam o trailer:


Das produções nacionais destaco "Faroeste Caboclo", que, como disse nesse post era um filme aguardado por mim desde sempre. Apesar de não ter achado perfeito como eu imaginava, gostei.


Dentre os posts sobre filmes aqui do blog, os mais acessados foram:

O clube de leitura de Jane Austen - leia aqui.

A culpa é das estrelas - leia aqui.

Somos tão jovens - leia aqui.

Foram tantas séries boas ao longo do ano! As novas temporadas de "Game of Thrones", "The walking dead" e "American Horror Story" não deixaram a desejar. Meus destaque entre as estreias vão para:



"Mom", exibida no Brasil pelo canal pago Warner, a série fala sobre as relações interpessoais de uma família nada tradicional, onde as mães são o destaque. Comédia inteligente e de bom gosto, traz no papel principal a atriz Anna Faris, que ficou famosa por atuar nos filmes "Todo mundo em pânico".


Também na Warner foi exibida a série "The following", com Kevin Bacon e James Purefoy.


Um suspense de tirar o fôlego sobre um serial killer que usa os textos de Edgar Allan Poe para embasar seus crimes e o policial que já o prendeu uma vez e que agora está tentando evitar que ele saia da prisão e volte a matar.


Fechando muito bem o ano, comecei a assistir "Under the dome", baseada no livro de Stephen King e exibida no Brasil pelo canal TNT.


A série conta a claustrofóbica estória de uma pequena cidade que, de repente, é isolada do resto do mundo por um domo invisível, que mexe com o comportamento de algumas pessoas e as obriga a revelar seus segredos mais obscuros.


E de tudo o que rolou por aqui esse ano, os posts sobre séries mais lidos foram:

A volta de 'Sai de Baixo' - acesse aqui.

FDP - acesse aqui.

Amor Imenso - acesse aqui. 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sexta de música #49 - Top Top 2013

Final de ano é sempre assim: revisitamos aquilo que fizemos e refletimos sobre os resultados, para logo em seguida começar a planejar ações futuras. Aqui no blog não poderia ser diferente, por isso, farei breves retrospectivas sobre alguns assuntos interessantes que passaram por aqui em 2013, e começarei a pensar em novidades para o próximo ano.


Nas sextas musicais teve muita coisa boa, desde os melhores no Rock in Rio até as canções que poderiam embalar os romances de John Green. Mas fora do blog também curti muita música e, por isso, hoje vou fazer dois tops: o primeiro com as 5 músicas mais acessadas na coluna, e outra com as que mais tocaram no meu player durante o ano. Espero que gostem =)

As mais acessadas aqui no blog:
1. Los Hermanos - Todo carnaval tem seu fim (Sexta de música #13 - Carnaval)
2. Legião Urbana - Faroeste Caboclo (Sexta de música #24 - Faroeste Caboclo)
3. Kings of Leon - Pyro (Sexta de música #33 - Métrica)
4. Justin Timberlake - Suit & Tie (Sexta de música #38 - Depois da boy band)
5. Autoramas - Você sabe (Sexta de música #39 - Rock in Rio parte I)

As mais ouvidas no meu player:

1. John Mayer - In your atmosphere
2. Muse - Madness
3. Titãs - Antes de você
4. Sérgio Britto - Purabossanova
5. Coldplay - 'Til kingdom come
6. Foo Fighters - Everlong
7. John Mayer - Slow dancing in a burning room
8. Chris Martin e Michael Stipe - Loosing my religion
9. Djavan - Disfarça e chora
10. Paramore - Playing god

Acabo de perceber que não foi um ano muito rock and roll pra mim, rsrsrs. Será que em 2014 esse perfil vai mudar? Veremos!