segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O que eu li em outubro



Olá leitores! Vamos logo resumir as leituras do mês passado?

















Graças a Maratona Literária de Primavera (não sabe do que estou falando? Leia o post aqui e entenda tudinho), consegui ler 9 livros em outubro! festa!!!!!

Apesar de não ter conseguido ler um dos meus escolhidos para a maratona (Grey - cinquenta tons pelos olhos de Christian), eu li todos os outros que estavam na lista, e mais dois que não estavam (Despedida de solteira e Quer se ver no meu olho?).

















Essa Maratona foi super divertida, e importante para adiantar algumas leituras que estavam paradas. E o mais incrível foi que, pela primeira vez, cumpri a meta estipulada e li (quase) todos os livros planejados para o mês.

Algumas resenhas já estão aqui no blog, outras vão sair nos próximos dias, então não deixem de acompanhar as postagens e ler todas =)

O resultado final da #MLP2015 foi:

- Distopia, Kate Willians: lido, resenha aqui
- Cidades de dragões, Raphael Draccon: lido, resenha aqui
- O espadachim de carvão, Affonso Solano: lido, resenha aqui
- Morra por mim, Amy Plum: lido, resenha aqui
- Agora aqui ninguém precisa de si, Arnaldo Antunes: lido, resenha aqui
- Carrie, a estranha, Stephen King: lido, resenha aqui
- Turma da Mônica - Laços, Vitor e Lu Cafaggi: lido
- Grey, cinquenta tons de cinza pelos olhos de Christian, E. L. James: não lido

Para quem leu o post/resumo de setembro, deve ter notado que o livro Distopia também está naquela lista, isso se deve ao fato de eu ter começado a lê-lo naquele mês, e terminado logo nos primeiros dias de outubro, já dentro da maratona.

E será que ainda consigo aproveitar alguma leitura para o Reading Challenge? Vejamos:























Não... nenhuma alteração na lista de livros lidos para o desafio... Quem sabe no próximo mês né.

É isso caros leitores; muitas leituras, muita diversão, e muitas resenhas para vocês. Não deixem de ler e comentar todas, e me contem o que andaram lendo nos últimos dias ;)


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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Sexta de música #105 - Melhores músicas para acordar

Olá leitores! Vocês viram o resultado de um estudo feito por um pesquisador da Universidade de Cambridge, em parceria com o Spotify, que descobriu quais são as melhores músicas para acordar, aquelas que te despertam e ainda são capazes de te deixar de bom humor pelo dia todo?




O responsável pela pesquisa, o psicólogo David Greenberg, classificou as músicas seguindo alguns conceitos, como por exemplo letras positivas, andamento rápidos - de 100 a 130 batidas por minuto - e arranjos em ritmo crescente. Canções que possuem essas características exercem um efeito motivador no ouvinte, por isso, foram consideradas ideais para servirem como despertador.


imagem: Catraca Livre 

Confiram agora a lista das 20 melhores músicas para acordar, e vejam se concordam com o resultado do estudo. Eu, particularmente, concordo que Viva la vida, do Coldplay, é perfeita quase todos os momentos da vida, inclusive, despertar de forma agradável.





1. Viva la vida - Coldplay
2. Elevate - St. Lucia
3. Downtown - Macklemore & Ryan Lewis
4. Lovely day - Bill Withers
5. Wake me up - Avicii
6. Can't sleep love - Pentatonix
7. Confident - Demi Lovato
8. Wake up - Arcade Fire
9. Love myself - Hailee Steinfeld
10. Money on my mind - Sam Smith
11. I can't help it - Esperanza Spalding
12. Come and get it - John Newman
13. Ain't nobody (loves me better) - Felix Jaehn
14. Feel right - Mark Ronson
15. Rather be - Clean Bandit
16. Walking on sunshine - Katrina & The Waves
17. On top of the world - Imagine Dragons
18. Reflections - MisterWives
19. Warm blood - Carly Rae Jepsen
20. Hit the quan - iHeart Menphis

E porque não incluir, por minha conta e risco, a música que está há tempos como meu despertador? Vocês leitores devem estar cansados de me ouvir falar o quanto gosto do John Mayer e de suas canções, mas não fiquem bravos: é uma música dele que me acorda todas as manhãs (nem sempre com bom humor, rsrs):





Alguma música ficou de fora? Qual delas é a sua preferida? Me contem tudo e não me escondam nada!


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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Carrie, a estranha [Resenha]


"O livro narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar misteriosamente. Escrito por Stephen King em 1972, a a estória foi descartada pelo próprio autor, que não via valor algum nela, e só foi publicada pois sua esposa resgatou as páginas do lixo e insistiu para que King a terminasse. O livro rapidamente se transformou num grande sucesso e foi transportado para as telas do cinema em 1976, com a atriz Sissy Spacek e John Travolta nos papéis principais."

Venho me acostumando a ler livros do King, e não poderia ter deixado um dos mais importantes trabalhos do autor de fora, Aproveitei a Maratona Literária de Primavera, que exigia uma leitura do gênero terror, e li, finalmente, Carrie a estranha. Como já tinha assistido às duas versões do filme, tinha uma boa ideia do enredo, e por isso, a leitura não foi tão assustadora como deveria ter sido.

A pobre Carrie é uma jovem atormentada pela loucura de sua mãe, que é uma extremista religiosa e não permite que a filha leve uma vida normal como todas as meninas de sua idade. A repressão é tão forte que Carrie menstrua durante um banho no colégio e não em ideia do que está acontecendo com ela, enquanto as outras estudantes riem da situação e a humilham jogando absorventes nela.

Carrie sempre fora hostilizada na escola, por causa de seus modos estranhos e suas roupas totalmente fora de moda. Ela nunca teve amigos e por isso se surpreendeu bastante quando Tommy, um dos garotos mais populares do colégio, a convida para ir ao baile de formatura. A princípio ela pensa que é mais uma brincadeira das meninas para fazê-la passar vergonha, mas aos poucos Carrie vai se empolgando com a ideia, a ponto de costurar um vestido de baile para usar na noite da festa.

Na verdade, Tommy só convida Carrie por atendendo a um pedido de sua namorada, Sue, que estava no banheiro durante o episódio dos absorventes, e está arrependida de ter agido tão mal contra uma pessoa que ela nem conhecia. Tommy concorda, mas vai aos poucos percebendo que Carrie é uma garota como outra qualquer, e acaba até gostando de ir com ela ao baile.

Enquanto Sue quer se redimir de seu erro, do outro lado temos Chris, a garota mais mimada do planeta, que quer acabar com a noite de Carrie, e arma com seu atual namorado, Billy, um plano maligno: eles enchem dois baldes com sangue de porco e jogam na cabeça de Carrie durante o baile. É a partir desse incidente que o horror começa: Carrie usa seus poderes telecinéticos para atacar as pessoas que estão no salão, depois sai para a rua praticamente destroi a cidade. Sua mãe também sente o peso da fúria de Carrie, e esse é uma das cenas mais empolgantes do livro.

Depois de todo o sofrimento que vemos Carrie passar, acabamos torcendo para que aconteça algo em sua vida que a faça perceber que o mundo não é tão ruim quanto sua mãe dissera. Infelizmente, isso não acontece, e ela sofre até o último parágrafo. Também fiquei com muita pena de Sue, que só queria proporcionar a Carrie alguns momentos de alegria e normalidade, e para isso abdicou de sua participação no baile de formatura, mas foi uma das pessoas que mais sofreu com toda a tragédia.

O que mais gostei no livro foi a chance de conhecer o pensamento dos personagens, coisa que é impossível nos filmes: é muito interessante ver como pensam Chris e Billy, durante e depois da emboscada a Carrie, e as percepções do próprio Tommy sobre os momentos que passou ao lado da menina no baile. Além disso, podemos odiar com mais força a mãe de Carrie ao ouvir seus pensamentos estúpidos.

Outro detalhe do livro é que, já nas primeiras páginas, fica claro que houve uma tragédia onde muitas pessoas morreram, e que estamos entrando na investigação da polícia para descobrir o que realmente aconteceu naquela noite. O autor intercala depoimentos de sobreviventes com trechos de teses e estudos realizados sobre a telecinesia, por isso o leitor já sabe desde o começo que o que vai encontrar durante a narrativa. Essa é uma técnica que só pode ser usada por um escritor muito bom, pois ele praticamente revela o do livro no começo, e precisa prender o leitor de alguma forma durante todo o desenrolar da trama para que ele chegue até o final ainda interessado na estória.

Esse é o grande diferencial do livro, e aconselho que todos o leiam, mesmo já tendo visto o filme. No livro existem muitas particularidades que a adaptação não mostra, e o final é bem mais trágico e triste que no cinema. Ainda assim, não esperem sentir medo ou vivenciar cenas de muito terror, pois isso não acontece: dá para perceber que King estava começando a trilhar seu caminho como mestre do horror, mas esse livro, atualmente, não consegue assustar o leitor.


Carrie, a estranha
Stephen King
editora Suma de Letras
200 páginas
nota do Skoob: 4.1
nota do blog: 4.0

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Um pouquinho de...

"- Vou aplicar a pergunta infalível. Responda sem pensar: qual a maior canção de amor de todos os tempos?
- Fácil. É... Deixa eu ver... A maior canção de amor.. - Cristal franziu a testa. - De todos os tempos? Eu... Não faço ideia. Deve ser alguma dos Beatles, oi do Elvis, sei lá.
- Ahaaa! Eu falei
- Hum... E qual seria?
Ele estendeu a mão, baixou as costas e perguntou:
- Aceita o prazer de uma última dança?
- A gente já dançou alguma vez, por acaso?
- Não, mas eu sempre quis dizer isso a alguém.
- Saiba que o índice ´fascinante´acaba de subir para 30%.
Pedro ligou o aparelho de som e a música entrou. Os dois começaram a dançar, como se ´Can't take my eyes off you' fosse uma valsa. O escritório colorido se transformou no cenário de um filme psicodélicos, as cores passando de um lado para outro e ele perdendo a noção de espaço e tempo.
- Agora canta comigo o maior refrão da história. Vai...
E então ele gritou, na entrada do refrão:
- I love you baby..."


(página 92, capítulo 21)


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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O espadachim de carvão e as pontes de Puzur [Resenha]

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"Lutando para se adaptar ao mundo dos mortais, Adapak se refugia no navio de Sirara, farto de lidar com os segredos do passado. Mas quando um antigo diário cai em suas mãos, o Espadachim de Carvão acaba por mergulhar nos registros de alguém responsável por influenciar não somente sua vida, mas a historia de Kurgala - uma menina forçada a acompanhar a jornada de um ladrão desesperado, disposto a violar as regras mais antigas que Os Quatro Que São Um deixaram para trás. Quem foi Puzur? O que procurava? Enquanto viaja pelas páginas do tempo, Adapak desconhece que sua curiosidade está prestes a colocá-lo sob a ameaça de algo que ele mesmo possa ter desencadeado."

Nesse retorno a Kurgala, acompanhamos o desenvolvimento de Adapak e de sua relação com Sirara, enquanto ele se esconde no porão de um navio, e tenta se adaptar à sua nova vida. Ele ainda tem as espadas e ainda consegue usar os Círculos para lutar, mas já não dispõe das facilidades e do conhecimento que tinha em sua antiga casa.

Da mesma forma que fez no primeiro livro (leia a resenha), aqui o autor também alternou os capítulos com dois tempos distintos: o passado, contando a história de Puzur e suas pontes, que podem transportá-lo rapidamente para lugares diferentes, e o presente, onde Adapak tenta descobrir, através da leitura de antigos arquivos, quem foi Puzur e de onde vieram suas espadas.

Esse recurso de interromper uma linha de pensamento para dissertar sobre outro personagem ou lugar totalmente diferentes é muito interessante, pois faz com que o leitor realmente dedique sua atenção à leitura, e transforma cada capítulo numa estória quase completa, que termina e depois recomeça no próximo capítulo, prorrogando o clímax por mais tempo.

Puzur é um personagem interessante. Num primeiro momento, ele é apenas um ladrão que quer colecionar cada dia mais relíquias poderosas e se drogar, mas conforme sua estória vai sendo contada, percebemos que ele é bem mais que isso, principalmente por causa de sua amizade com Laudiara, uma humana que estava no lugar errado e na hora errada e acaba prisioneira de Puzur.

No desenvolvimento da narrativa a participação de Laudiara se mostra muito importante, e em alguns momentos é revoltante a forma como Puzur a trata, sem nenhum tipo de consideração ou cuidado. Mas depois é fácil entender suas atitudes, tanto que a própria Laudiara o perdoa.

Esse livro é mais fininho que o primeiro, e aqui não tem tanta explicação sobre o universo criado por Affonso Solano, mas, apesar disso, achei a narrativa um pouco lenta e arrastada. Isso não a deixa menos interessante, mas pode fazer com que alguns leitores desistam no meio do caminho. Mas eu realmente espero que isso não aconteça e que vocês consigam chegar ao final do livro, pois os dois últimos capítulos fazem toda a leitura valer a pena.

O final é emocionante, e deixa coisas para serem resolvidas no próximo livro, o que me surpreendeu e agradou ao mesmo tempo. Estou realmente curiosa para saber como Adapak vai se virar, e se Puzur e Laudiara vão voltar a aparecer. Espero que o terceiro livro não demore.


O espadachim de carvão e as pontes de Puzur
Affonso Solano
editora Leya
192 páginas
nota do Skoob: 4.2
nota do blog: 4.0


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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sei Que Eu Sei News #22 [Editado]













E finalmente surgiram algumas notícias sobre a adaptação de Animais fantásticos e onde habitam! Primeiro foi o logo oficial do filme, divulgado ontem, e que já deixou o fandom em polvorosa.




Com um estilo Harry Potter de ser, as letras têm um ar animalesco, com garras e dentes, e o que mais se destaca logo de cara é o S, com uma longa cauda que remete a uma serpente, um dragão, ou algum outro animal fantástico que ainda não conhecemos.

E hoje a revista Entertainment Weekly mostrou a capa da edição dessa semana, com o próprio Newt Scamander na entrada do prédio do Magical Congress of the States of America (MACUSA), o correspondente americano do conhecido Ministério da Magia dos livros e filmes de Harry Potter.




O ganhador do Oscar, Eddie Redmayne, aparece caracterizado como Newt, o que só nos deixa mais curiosos sobre os detalhes da produção. Infelizmente, a nossa curiosidade só vai ser totalmente saciada em novembro de 2016, que é quando o filme chega aos cinemas brasileiros.

Depois de publicado esse post, a revista divulgou mais algumas fotos dos personagens e dos bastidores das filmagens, confiram:



Continuem segurando a ansiedade e aguardem novas pequenas revelações sobre AFOH, já que tudo sobre a produção vem sendo guardado a sete chaves (provavelmente o roteiro esteja escondido em algum cofre do Gringotes, rsrs).


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