"Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão da Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de março em Chicago com o empresário Anthony Fasano, que a contrata para fingir ser noiva dele. A princípio Mia não entende por que um homem tão lindo e másculo precisa de uma falsa noiva."
Mais uma etapa cumprida na jornada de Mia em busca de zerar a dívida de seu pai e salvar a vida dele. Num resumo rápido, a série fala sobre a jovem atriz Mia, que acaba se tornando acompanhante de luxo para levantar dinheiro e pagar o agiota que deu uma surra em seu pai e deixou-o em coma. Para conseguir esse milhão de dólares no prazo máximo dado pelo agiota, um ano, ela vai passar cada mês com um cara diferente, que a contrata para os mais diversos fins. Até agora, em janeiro e fevereiro, ela serviu de falsa namorada para Wes e musa inspiradora para Alec. Agora, em março, Mia foi contratada para posar de noiva do famoso herdeiro dos restaurantes Fasano, Anthony.
Assim que chega à casa do novo contratante, ela se depara com um deus grego de corpo perfeito, moreno, musculoso, alto, tudo que ela poderia querer num homem e, apesar de não ser obrigada a ter relações sexuais com os clientes, ela logo se imagina na cama com ele. Mas, como num banho de água fria, Mia imediatamente descobre que ele é gay, e vive com seu parceiro Hector.
O conflito se dá quando, ao conhecer a família de Anthony, desempenhando o papel para o qual foi contratada, ou seja, de falsa noiva, ela se vê numa situação muito mais complicada do que poderia prever. Hector é amigo da família e está sempre junto com eles, vendo o falso casal fazer planos para o futuro, quando era ele quem queria fazer tudo isso.
Mia se sente mal por estar no meio do relacionamento dos dois, e resolve tentar ajudá-los a se assumir. Mas para Anthony isso não é tão simples, já que, como único filho homem, tem o dever de ter filhos para continuar o nome da família. Ninguém sabe da sua orientação sexual, e ele tem medo de se sair do armário e decepcionar sua mãe, além de por a perder todos os negócios dos Fasano.
Aos poucos, Mia vai ganhando a confiança deles e fazendo-os ver que não é tão complicado assim se assumirem e dizerem ao mundo que estão apaixonados. Entre alguns desentendimentos e saias-justas, ela ajuda Anthony e Hector a se aproximarem ainda mais.
A parte hot dessa história fica por conta do reencontro de Mia com Wes, seu cliente de janeiro, por quem ela se apaixonou. O retorno de Wes foi bem trabalhado e deu um ar descontraído ao enredo, enquanto as cenas de sexo continuam muito quentes e bem descritivas. Há ainda alguns momentos de interação entre Mia e sua irmã, que mostram um lado mais doce e dedicado da protagonista, afastando-a um pouco do estigma de acompanhante de luxo, mostrando que, apesar de estar prestando esse tipo de serviço, ela tem uma vida, como qualquer um de nós.
É uma leitura rápida, assim como os anteriores da série já resenhados aqui, e indicado para quem quer algo descompromissado, nada muito elaborado nem cheio de tramas complicadas. O foco aqui é a evolução pessoal de Mia, sua descoberta e aceitação. Além do sexo, claro. Mas tudo isso dentro de uma narrativa simples e uma escrita muito fluida, sem floreios. Por isso a minha nota não foi tão alta, mas, dentro do que se espera da série A garota do calendário, esse volume cumpre o seu papel a contento.
Mais uma etapa cumprida na jornada de Mia em busca de zerar a dívida de seu pai e salvar a vida dele. Num resumo rápido, a série fala sobre a jovem atriz Mia, que acaba se tornando acompanhante de luxo para levantar dinheiro e pagar o agiota que deu uma surra em seu pai e deixou-o em coma. Para conseguir esse milhão de dólares no prazo máximo dado pelo agiota, um ano, ela vai passar cada mês com um cara diferente, que a contrata para os mais diversos fins. Até agora, em janeiro e fevereiro, ela serviu de falsa namorada para Wes e musa inspiradora para Alec. Agora, em março, Mia foi contratada para posar de noiva do famoso herdeiro dos restaurantes Fasano, Anthony.
Assim que chega à casa do novo contratante, ela se depara com um deus grego de corpo perfeito, moreno, musculoso, alto, tudo que ela poderia querer num homem e, apesar de não ser obrigada a ter relações sexuais com os clientes, ela logo se imagina na cama com ele. Mas, como num banho de água fria, Mia imediatamente descobre que ele é gay, e vive com seu parceiro Hector.
O conflito se dá quando, ao conhecer a família de Anthony, desempenhando o papel para o qual foi contratada, ou seja, de falsa noiva, ela se vê numa situação muito mais complicada do que poderia prever. Hector é amigo da família e está sempre junto com eles, vendo o falso casal fazer planos para o futuro, quando era ele quem queria fazer tudo isso.
Mia se sente mal por estar no meio do relacionamento dos dois, e resolve tentar ajudá-los a se assumir. Mas para Anthony isso não é tão simples, já que, como único filho homem, tem o dever de ter filhos para continuar o nome da família. Ninguém sabe da sua orientação sexual, e ele tem medo de se sair do armário e decepcionar sua mãe, além de por a perder todos os negócios dos Fasano.
Aos poucos, Mia vai ganhando a confiança deles e fazendo-os ver que não é tão complicado assim se assumirem e dizerem ao mundo que estão apaixonados. Entre alguns desentendimentos e saias-justas, ela ajuda Anthony e Hector a se aproximarem ainda mais.
A parte hot dessa história fica por conta do reencontro de Mia com Wes, seu cliente de janeiro, por quem ela se apaixonou. O retorno de Wes foi bem trabalhado e deu um ar descontraído ao enredo, enquanto as cenas de sexo continuam muito quentes e bem descritivas. Há ainda alguns momentos de interação entre Mia e sua irmã, que mostram um lado mais doce e dedicado da protagonista, afastando-a um pouco do estigma de acompanhante de luxo, mostrando que, apesar de estar prestando esse tipo de serviço, ela tem uma vida, como qualquer um de nós.
É uma leitura rápida, assim como os anteriores da série já resenhados aqui, e indicado para quem quer algo descompromissado, nada muito elaborado nem cheio de tramas complicadas. O foco aqui é a evolução pessoal de Mia, sua descoberta e aceitação. Além do sexo, claro. Mas tudo isso dentro de uma narrativa simples e uma escrita muito fluida, sem floreios. Por isso a minha nota não foi tão alta, mas, dentro do que se espera da série A garota do calendário, esse volume cumpre o seu papel a contento.
A garota do calendário - março
Audrey Carlan
editora Verus
144 páginas
nota no Skoob: 3.8


















