"Landon Maxfield teve uma infância privilegiada, levando uma vida tranquila com os pais e tendo um futuro promissor à sua frente, até que uma tragédia impensável destruiu sua família e o fez duvidar de tudo que um dia pareceu tão certo. Agora que é um intenso e enigmático homem adulto, ele só quer deixar o passado para trás. Quando conhece Jacqueline, é fácil desejar ser tudo aquilo de que ela precisava. Mas se há uma coisa que a vida lhe ensinou, é que a alma é frágil e que todos os seus sonhos podem ser destruídos em um piscar de olhos."
Em Easy (que tem resenha aqui), nosso primeiro contato com a estória de Jacqueline e Landon, vemos todos os acontecimentos através da narrativa dela: o final de seu namoro de 3 anos, a dificuldade da separação, o medo e a sensação de impotência ao ser quase estuprada na saída de uma festa até o momento em que conhece Lucas, e vai, aos poucos, descobrindo que amor não era aquilo que ela conhecia antes.
Aqui, todos esses fatos são narrados por Lucas, e o que era bom consegue ficar ainda melhor. A autora conferiu ao personagem uma voz quase feminina em alguns momentos, mas isso não prejudicou a narrativa de forma alguma. Pelo contrário, deixou tudo mais atraente, principalmente para as leitoras que gostam de um homem romântico, devotado, porém, cheio de medos e defeitos como uma pessoa normal, e não um príncipe encantado inalcançável.
Mas o que torna a leitura tão interessante não é somante o ponto de vista de Lucas sobre os acontecimentos do primeiro livro, mas sim, o retorno às origens dele: como foi sua infância e sua adolescência ao lado do pai distante e do avô que tentava de tudo para se aproximar do neto. Depois de perder a mãe de forma trágica, Landon se fechou dentro de si mesmo, e passou a agir de forma violenta, sendo bem rebelde às vezes. Sua relação com o pai se tornou muito complicada, e os dois quase não se falavam, e Lucas por muito pouco não se perdeu nas drogas e nas bebidas.
Da época do colégio até a faculdade, vamos descobrindo como foi a evolução de Landon até ele se tornar o homem responsável e inteligente que é hoje, e isso vai sendo feito aos poucos no livro, em capítulos alternados entre o passado e o presente, quase como se fossem contados por duas pessoas diferentes, e, na verdade, é como se eles realmente fossem dois. Gosto muito dessa variação na linha temporal, e acho que a exigência de distinguir a mudança rápida de um período para o outro dá um charme especial a estória, e prende a atenção do leitor.
Enquanto Landon vai contando como se apaixonou por Jacqueline e como sofreu enquanto não conseguiu convencê-la de que ele não lhe faria mal, vamos conhecendo detalhes de sua personalidade e de seu dia a dia que ainda não tinham sido revelados. Ver esse lado maduro de Landon é o máximo, e é impossível não se apaixonar por ele.
O foco da narrativa é mesmo Landon, e todos os detalhes de sua vida antes de conhecer Jacqueline são revelados ao leitor. Aliás, a garota é quase uma coadjuvante nessa estória, ainda que tenha importância no desenrolar dos acontecimentos. Tammara Webber se dedicou a nos apresentar cada um dos pensamentos confusos de Landon, e nos brindou com momentos emocionantes e delicados desse personagem tão encantador. Tenho certeza que as leitoras vão passar dias e dias sonhando com um Landon para chamar de seu.
Não é obrigatório ler Easy para entender Breakable, mas é interessante conhecer os dois lados da estória, já que cada um deles tem seus próprios detalhes, e juntos eles formam uma bela história de amor e superação. Indico a leitura dos dois livros, e aviso às leitoras mais sensíveis que Landon pode ser viciante.
Breakable
Tammara Webber
editora Verus
364 páginas
nota do Skoob: 4.4
nota do blog: 4.7
Em Easy (que tem resenha aqui), nosso primeiro contato com a estória de Jacqueline e Landon, vemos todos os acontecimentos através da narrativa dela: o final de seu namoro de 3 anos, a dificuldade da separação, o medo e a sensação de impotência ao ser quase estuprada na saída de uma festa até o momento em que conhece Lucas, e vai, aos poucos, descobrindo que amor não era aquilo que ela conhecia antes.
Aqui, todos esses fatos são narrados por Lucas, e o que era bom consegue ficar ainda melhor. A autora conferiu ao personagem uma voz quase feminina em alguns momentos, mas isso não prejudicou a narrativa de forma alguma. Pelo contrário, deixou tudo mais atraente, principalmente para as leitoras que gostam de um homem romântico, devotado, porém, cheio de medos e defeitos como uma pessoa normal, e não um príncipe encantado inalcançável.
Mas o que torna a leitura tão interessante não é somante o ponto de vista de Lucas sobre os acontecimentos do primeiro livro, mas sim, o retorno às origens dele: como foi sua infância e sua adolescência ao lado do pai distante e do avô que tentava de tudo para se aproximar do neto. Depois de perder a mãe de forma trágica, Landon se fechou dentro de si mesmo, e passou a agir de forma violenta, sendo bem rebelde às vezes. Sua relação com o pai se tornou muito complicada, e os dois quase não se falavam, e Lucas por muito pouco não se perdeu nas drogas e nas bebidas.
Da época do colégio até a faculdade, vamos descobrindo como foi a evolução de Landon até ele se tornar o homem responsável e inteligente que é hoje, e isso vai sendo feito aos poucos no livro, em capítulos alternados entre o passado e o presente, quase como se fossem contados por duas pessoas diferentes, e, na verdade, é como se eles realmente fossem dois. Gosto muito dessa variação na linha temporal, e acho que a exigência de distinguir a mudança rápida de um período para o outro dá um charme especial a estória, e prende a atenção do leitor.
Enquanto Landon vai contando como se apaixonou por Jacqueline e como sofreu enquanto não conseguiu convencê-la de que ele não lhe faria mal, vamos conhecendo detalhes de sua personalidade e de seu dia a dia que ainda não tinham sido revelados. Ver esse lado maduro de Landon é o máximo, e é impossível não se apaixonar por ele.
O foco da narrativa é mesmo Landon, e todos os detalhes de sua vida antes de conhecer Jacqueline são revelados ao leitor. Aliás, a garota é quase uma coadjuvante nessa estória, ainda que tenha importância no desenrolar dos acontecimentos. Tammara Webber se dedicou a nos apresentar cada um dos pensamentos confusos de Landon, e nos brindou com momentos emocionantes e delicados desse personagem tão encantador. Tenho certeza que as leitoras vão passar dias e dias sonhando com um Landon para chamar de seu.
Não é obrigatório ler Easy para entender Breakable, mas é interessante conhecer os dois lados da estória, já que cada um deles tem seus próprios detalhes, e juntos eles formam uma bela história de amor e superação. Indico a leitura dos dois livros, e aviso às leitoras mais sensíveis que Landon pode ser viciante.
Breakable
Tammara Webber
editora Verus
364 páginas
nota do Skoob: 4.4
nota do blog: 4.7

Não estava dentro dos meus planos ler Easy, então, mesmo não havendo obrigatoriedade, também não estava nos meus planos ler Breakable, mas lendo resenhas e comentários, me senti querendo dar uma chance para eles.
ResponderExcluirAndo com planos demais e ações de menos, não posso culpar o tempo, mas me sinto quase tentada a fazer isso =P.
Em todo o caso, já estava saturada de livros narrados pela versão feminina, dar uma variada vai ser bem legal (assim espero).
A história, ainda que siga uma linha conhecida, pareceu-me interessante, divertida e reflexiva...Agora é ver se vou continuar pensando isso depois de ler ><.
Joicy, concordo com vc, ler algo na versão masculina pode ser bom para fugir da mesmice. E eu tbm sou assim, planos demais, ações de menos, rsrsrs. Mas se puder, leia, é bem legal =)
ExcluirOi Joe!
ResponderExcluirolha o milagre, eu gostei da história, mas acho q seria melhor eu ler o Easy primeiro... mas nem vou prometer nada pq a minha meta de leitura tá mais atrasada do q não sei o q :/
um beijo!
Sou louca para ler Easy!!!
ResponderExcluirTem cara de ser aquelas histórias fascinantes, de amadurecimento, sofrimentos, reviravoltas, problemas difíceis mas superáveis!! Quero muitooo ler!!
bjãooo
Pelo o que li da resenha, não é o tipo de livro que goste. Não sei se é porque não li o primeiro livro, mas talvez me desperte um interesse em ler o Easy algum dia, porque já aconteceu isso comigo uma vez com outros livros.
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