''Escrevi um conto gótico para a aula de literatura e resolvi compartilhar com vocês essa minha nova experiência. Aproveitando a ocasião, peço desculpas pela minha ausência, estudar em período integral é deixar os escritos apenas no bloco de notas na maioria das vezes.
Contudo, espero que gostem, deixem seus comentários por favor.
Beijo grande amados!''
Em meio a tantos envelopes prestes a serem arquivados, sua próxima missão era a de achar três homens, de semelhanças opacas para finalmente cessar a constante inquietação rotineira, pois quem encomendou a busca foi um anônimo.
O primeiro caso tinha personalidade forte e seu apelido era conhecido como verme, porque assim como eles, tinha como alimento preferido o sangue.
Se tratando do segundo o que se destaca na ficha é a identidade do tal, que se dominava dupla.
Já o terceiro se comovia falsamente, e essa era sua maior qualidade.
Certo dia Benjamim saiu as ruas, e decidiu cercar três homens suspeitos mas os mesmos se assustaram com aquele ato ligeiramente estranho, o cenário da correria foi um estacionamento com paredes cinzas, o que era pra ser apenas observado virou uma verdadeira fuga.
Enquanto corria Benjamim sentiu seus pés formigarem, enxergou sangue saindo de suas narinas e se via fora de si por intensos segundos. Para apartar os nervos, policiais que rodeavam o local dispararam contra Benjamim e o amarraram pois sua agitação era bastante.
-Me prenda, mas leve os rapazes também! Gritava o especialista.
Mais tarde e ainda cercado o levaram para uma sala repleta de espelhos.
-Olha ai senhor, não tem gente com você não, três moços onde, só se for contando você, eu e meu colega de trabalho. indagou irônico o xerife.
-Eles estão aqui rindo me solta. Rebateu o detetive
-Esse homem está de palhaçada. -disse um dos policiais.
No dia seguinte os policiais foram encontrados mortos, ambos do avesso com as cabeças coladas e pouco sangue os restavam.
Benjamim não foi encontrado na sua respectiva cela, no lugar da sua presença constava um envelope com o seguinte texto: "O suspeito nem sempre é o estranho só pelo estranho ser desconhecido, geralmente o suspeito é irrefletido no espelho por isso se torna anônimo, portanto eu faço parte do anonimato e você também faz"
Quem encontrou a carta também correu, e virou prisioneiro de si mesmo, esse infelizmente ainda vai demorar a descobrir que quem tanto procura a fora esquece que a realidade está do lado de dentro.

Aí sim!!!! Gostei.
ResponderExcluirRafa!
ResponderExcluirBem inteligente, curtinho, mas gostei!
Parabéns!
“A vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.”(Soren Kierkegaard)
cheirinhos
Rudy
http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
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Muito legal o seu conto Rafa, parabéns pela escrita, tem muita capacidade de escrever um livro!!!
ResponderExcluirOi!
ResponderExcluirMesmo sendo curtinho, gostei bastante da sua escrita !!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirRafa, realmente fazia um tempinho que não via o que escrevia por aqui. Você tem um talento enorme, continue assim. Sempre adoro o que escreve e com este conto não foi diferente !
ResponderExcluirBjs
Rafa, parabéns por esse texto maravilhoso. Ele é curto em questão de palavras, mas é longo em questão de reflexão porque ao ler esse texto parei para refletir bastante sobre o que você escreveu.
ResponderExcluirBeijos, Jessica
http://ohamoramia.blogspot.com/