"Quem nunca se apaixonou por um vampiro, que atire a primeira estaca. Jéssica levava uma vida simples, até descobrir que seus pacatos pais - um dentista e uma professora - eram, na verdade, caçadores de vampiros. Pressionada para seguir a tradição da família, parte em uma viagem para provar de uma vez por todas que vampiros não existem e que seus pais precisam de terapia. Ao frequentar a universidade onde um suposto vampiro atua, ela faz amigos estranhos, uns tais otakus, e é perseguida por líderes de torcida e outros tipos populares. E antes que perceba, acaba se interessando por um rapaz que só pode ser vampiro - pálido, lindo, só sai à noite e tem cara de que usa muito delineador. Com o tempo, Jéssica perceberá que a verdade vai bem além dos livros, e acabará pondo em risco muito mais que o pescoço: seu próprio coração."
Um livro divertido, uma estória descontraída, com vampiros, líderes de torcida e um pouquinho de romance, como poderia ser ruim? O primeiro volume da trilogia A Caçadora me fez rir e ver o universo vampiresco por um ângulo bem diferente. Adoro vampiros, desde os mais clássicos até os mais populares, e nesse livro pude conhecer o lado mais cômico deles.
Jéssica, um jovem de 29 anos, que faz questão de frisar que é ruiva e magra, tem uma vida bem simples, trabalhando como secretária de um contador, até que descobre que sua família não era tão comum quanto ela acreditava: seus pais são caçadores de vampiros, que trabalham para um tal Conselho, e que agora quer que ela seja uma caçadora também. Ela nunca tinha pensado na existência de vampiros até então, e, cedendo à pressão feita pela mãe, acaba aceitando a missão de matar um vampiro chamado Erick, que está causando o terror na Universidade da Pensilvânia.
Ao chegar, ela faz amizade com umas garotas otaku, que curtem RPG, cosplay e anime, e que ajudam Jessica a se localizar na universidade. É através delas que ela descobre que não existe nenhum Erick ali, mas um tal de Zack, que é o cara mais lindo da faculdade, e tem hábitos estranhos. Jessi não tem dúvidas de que o Conselho se enganou com os nomes, e que Zack é seu alvo. Ela dá um jeito de se aproximar dele, para começar a pensar em como vai matá-lo, e é a partir daí que tudo começa a dar errado.
Jéssica não imaginava que ia se apaixonar por ele logo de cara, e que não conseguiria acabar com a vida do vampiro, apesar de saber que está ali exatamente para isso. Zack é sexy, tem cabelos pretos e olhos azuis ao melhor estilo Damon Salvatore, e vive dando indiretas e provocando Jessi o tempo todo. As coisas vão se complicando, eles vão ficando cada vez mais próximos, enquanto a caçadora começa a sentir que algo está errado: ela está sendo perseguida por algo que ela chama de "presença", e que parece ser bem maligna. Ao mesmo tempo, Jessi tem que enfrentar o desdém da líder de torcida Linda, que vive fazendo bullying com ela, e as ameaças anônimas que aparecem em sua porta de tempos em tempos.
Entre o dilema de matar Zack e a vontade de ficar com ele para sempre, Jéssica vai aos poucos conhecendo o universo sobrenatural, descobrindo que tem poderes especiais e que, apesar de já ter passado da adolescência há algum tempo, ainda pode agir como uma.
Os pontos fortes desse livro são: a linguagem coloquial, muito simples e direta, com diálogos tão bem escritos que parecem reais; a fluidez da narrativa, que facilita demais a leitura; e, principalmente, o bom humor. O foco aqui não era criar uma mitologia, um universo em que os vampiros parecessem mais sombrios ou uma caçadora forte e determinada, que não desiste de sua missão por nada. A graça está realmente na falta desses elementos, e essa é a proposta da estória: divertir, entreter, e a autora conseguiu fazer isso com perfeição.
Os protagonistas são engraçados, cheios de dúvidas, como pessoas reais, e os personagens secundários também são sólidos e têm participações determinantes na estória. As meninas otaku são super divertidas, e apesar do livro todo ter uma pegada divertida, elas acabam sendo o alivio cômico da narrativa. Mesmo nos momentos mais tensos, em que Jéssica está em perigo, encontramos algumas passagens engraçadas e tiradas inteligentes, que não quebram o ritmo narrativo e deixa bem claro que tudo não passa de uma grande sátira/homenagem às estórias clássicas de vampiro.
A autora se mostra grande conhecedora do universo vampiresco ao citar várias obras do gênero, como Entrevista com vampiro, Buffy a caça vampiros, Blade, Vampire Diaries e até Crepúsculo. Além disso, ela cita muitos ícones da cultura pop contemporânea, como Madonna, Star Wars, A família Adams, O senhor dos anéís e Harry Potter. Tudo isso envolve o leitor faz com que ele continue preso à estória até o final.
Apesar de alguns sustos que a protagonista leva, tudo acaba bem (ou nem tanto), e ela percebe que, apesar de não ser fácil caçar vampiros, ela leva jeito para a coisa - apesar de ter se apaixonado pelo primeiro que viu. O romance vai surgindo aos poucos, e é bem discreto dentro da estória, ainda que Jessi deseje ficar com Zack assim que o conhece.
Como o livro é curtinho, da pra ler rapidinho, e passar momentos divertidos ao lado desses personagens encantadores. Leitura super recomendada para quem já gosta do gênero vampiresco e tem a mente aberta para todos os tipos de criaturas sobrenaturais, quer elas brilhem ou durmam em caixões.
Um livro divertido, uma estória descontraída, com vampiros, líderes de torcida e um pouquinho de romance, como poderia ser ruim? O primeiro volume da trilogia A Caçadora me fez rir e ver o universo vampiresco por um ângulo bem diferente. Adoro vampiros, desde os mais clássicos até os mais populares, e nesse livro pude conhecer o lado mais cômico deles.
Jéssica, um jovem de 29 anos, que faz questão de frisar que é ruiva e magra, tem uma vida bem simples, trabalhando como secretária de um contador, até que descobre que sua família não era tão comum quanto ela acreditava: seus pais são caçadores de vampiros, que trabalham para um tal Conselho, e que agora quer que ela seja uma caçadora também. Ela nunca tinha pensado na existência de vampiros até então, e, cedendo à pressão feita pela mãe, acaba aceitando a missão de matar um vampiro chamado Erick, que está causando o terror na Universidade da Pensilvânia.
Ao chegar, ela faz amizade com umas garotas otaku, que curtem RPG, cosplay e anime, e que ajudam Jessica a se localizar na universidade. É através delas que ela descobre que não existe nenhum Erick ali, mas um tal de Zack, que é o cara mais lindo da faculdade, e tem hábitos estranhos. Jessi não tem dúvidas de que o Conselho se enganou com os nomes, e que Zack é seu alvo. Ela dá um jeito de se aproximar dele, para começar a pensar em como vai matá-lo, e é a partir daí que tudo começa a dar errado.
Jéssica não imaginava que ia se apaixonar por ele logo de cara, e que não conseguiria acabar com a vida do vampiro, apesar de saber que está ali exatamente para isso. Zack é sexy, tem cabelos pretos e olhos azuis ao melhor estilo Damon Salvatore, e vive dando indiretas e provocando Jessi o tempo todo. As coisas vão se complicando, eles vão ficando cada vez mais próximos, enquanto a caçadora começa a sentir que algo está errado: ela está sendo perseguida por algo que ela chama de "presença", e que parece ser bem maligna. Ao mesmo tempo, Jessi tem que enfrentar o desdém da líder de torcida Linda, que vive fazendo bullying com ela, e as ameaças anônimas que aparecem em sua porta de tempos em tempos.
Entre o dilema de matar Zack e a vontade de ficar com ele para sempre, Jéssica vai aos poucos conhecendo o universo sobrenatural, descobrindo que tem poderes especiais e que, apesar de já ter passado da adolescência há algum tempo, ainda pode agir como uma.
Os pontos fortes desse livro são: a linguagem coloquial, muito simples e direta, com diálogos tão bem escritos que parecem reais; a fluidez da narrativa, que facilita demais a leitura; e, principalmente, o bom humor. O foco aqui não era criar uma mitologia, um universo em que os vampiros parecessem mais sombrios ou uma caçadora forte e determinada, que não desiste de sua missão por nada. A graça está realmente na falta desses elementos, e essa é a proposta da estória: divertir, entreter, e a autora conseguiu fazer isso com perfeição.
Os protagonistas são engraçados, cheios de dúvidas, como pessoas reais, e os personagens secundários também são sólidos e têm participações determinantes na estória. As meninas otaku são super divertidas, e apesar do livro todo ter uma pegada divertida, elas acabam sendo o alivio cômico da narrativa. Mesmo nos momentos mais tensos, em que Jéssica está em perigo, encontramos algumas passagens engraçadas e tiradas inteligentes, que não quebram o ritmo narrativo e deixa bem claro que tudo não passa de uma grande sátira/homenagem às estórias clássicas de vampiro.
A autora se mostra grande conhecedora do universo vampiresco ao citar várias obras do gênero, como Entrevista com vampiro, Buffy a caça vampiros, Blade, Vampire Diaries e até Crepúsculo. Além disso, ela cita muitos ícones da cultura pop contemporânea, como Madonna, Star Wars, A família Adams, O senhor dos anéís e Harry Potter. Tudo isso envolve o leitor faz com que ele continue preso à estória até o final.
Apesar de alguns sustos que a protagonista leva, tudo acaba bem (ou nem tanto), e ela percebe que, apesar de não ser fácil caçar vampiros, ela leva jeito para a coisa - apesar de ter se apaixonado pelo primeiro que viu. O romance vai surgindo aos poucos, e é bem discreto dentro da estória, ainda que Jessi deseje ficar com Zack assim que o conhece.
Como o livro é curtinho, da pra ler rapidinho, e passar momentos divertidos ao lado desses personagens encantadores. Leitura super recomendada para quem já gosta do gênero vampiresco e tem a mente aberta para todos os tipos de criaturas sobrenaturais, quer elas brilhem ou durmam em caixões.
A caçadora - sorriso de vampiro
Vivianne Fair
Editora Draco (Facebook da Editora aqui)
196 páginas
nota no Skoob: 4.3





















