quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Top 7 - Melhores vampiros da literatura

Vai ter post com vampiro sim! E se reclamar eu chamo os lobisomens! rsrsrs



Como estamos numa semana meio que temática por aqui - por causa do sorteio Deixei-me entrar -, vou fazer uma listinha com meus vampiros preferidos na literatura. Mantenham a mente aberta, ok? Lembrem-se que eu não tenho preconceitos:




7. Zack, de A caçadora (resenha aqui): pelo tom divertido da narrativa, esse vampiro poderia ser mais um adolescente que refaz a faculdade de tempos em tempos, e que não põe medo em ninguém, mas não é assim: Zack é um vampiro lindo, de olhos azuis marcantes, perspicaz, inteligente e que gosta de usar uma ironia sutil em alguns momentos. A protagonista, Jéssica, cai de amores por ele assim que o vê, e não poderia ser diferente. Imaginei o ator Bruno Gagliasso para representar o bonitão Zack, e se vocês leram o livro da Vivianne Fair, hão de concordar comigo.




6. Eric Northman, de True Blood, interpretado pelo belíssimo ator Alexander Skarsgard. Não se enganem por essa cara de bonzinho; Eric é muito mal, daquele tipo de vampiro que não tem pena de ninguém, mas fica sensível perto da mulher que ama. Quando vi suas primeiras cenas na série não acreditava que ele seria importante na trama, mas depois o personagem ganhou seu espaço, muito pela atuação do ator, e foi causando até a última temporada. Alexander por ser admirado visto agora em seu mais recente trabalho, Tarzan.




5. Edward Cullen, de Crepúsculo. Sim meus caros, Edward está aqui, mas que fique bem claro, eu gosto do vampiro dos livros, e não dos filmes. Pode parecer estranha essa afirmação, mas eles são bem diferentes. Enquanto o protagonista dos livros é perfeito, os dos filmes é Robert Pattinson - não é preciso dizer mais nada. Já li Crepúsculo umas 5 vezes, e em todas elas Edward virou meu crush.




4. Damon Salvatore, de Vampire Diaries. Como não amar esse personagem? Ele é mau, muito mau mesmo, mas é impossível assistir a série e não suspirar por ele! Admita que você já deixou a janela aberta a noite na esperança de que ele fizesse uma visitinha, rsrs. Ian Somerhalder é perfeito na interpretação do personagem, e seus lindos olhos azuis são responsáveis por conquistar inúmeras fãs para a série, com certeza.



3. Mikhail, o mestre de Fortaleza Negra: ele é muito severo, sério, centrado, sisudo, tudo como manda sua posição de Mestre da Realeza Vampírica, mas uma jovem de cabelos vermelhos consegue quebrar essa barreira de seriedade e mostra algumas nuances da personalidade do vampiro que conquistam as leitoras. Mikhail pode ser quase fofo em alguns momentos, mas isso é mero detalhe perto da sua sensualidade imortal. Desafio você a ler esse livro e não se apaixonar por Mikhail (comece pela resenha, aqui).



2. Klaus Mikaelson, The Originals. Não sei o que dizer sobre esse personagem, só sentir. Cada olhar de Niklaus é um sonho, cada maldade que ele faz para defender sua família nos faz gostar ainda mais dele. É impossível não se apaixonar por essa babyface do mal! Tanto nos livros quanto na série de TV, Klaus é um sonho de consumo, e a nossa vontade é de gritar pra ele: Me morda agora! E o ator Joseph Morgan, que dá vida ao personagem, também é um fofo. Será que posso levá-lo pra casa?




1. Lestat de Lioncour, de Entrevista com vampiro. Anne Rice criou o deus dos vampiros literários. Maior que Drácula, mais perfeito que seu BFF, Louis, mais lindo que Damon Salvatore e mais charmoso que Klaus, Lestat é a perfeição vampiresca em pessoa. Nos livros em que aparece, ele vai de assassino cruel a rockstar, e no filme, ficamos todos babando pela interpretação de Tom Cruise, que fez um vampiro daqueles que você tem vontade de levar para casa.

Me digam, o que vocês acharam dessa lista? Concordam? Acham que faltou algum morto-vivo delícia? Comentem!



E participem do sorteio de Deixe-me entrar, para conhecer outro vampiro divo, Gerard <3, basta clicar aqui.

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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Deixe-me entrar [Resenha - revisada]

onde comprar: Arwenstore 

"Julianne Ipswich cresceu confinada no internato Le Rosey, afastada de sua família com o pretexto de receber uma educação de qualidade. Este fato sempre a incomodou e o maior desejo de Julianne era descobrir o real motivo para sua família tê-la afastado. Ao completar 15 anos, ela retorna para Stone Forest, a cidade de seu pais, e, aos poucos, acaba descobrindo mais detalhes sobre sua família. Cercada por muito mais perigos do que ela jamais pôde imaginar que surgiriam em sua vida, Julianne precisará desvendar os mistérios de seu passado e preparar-se rapidamente para os desafios do futuro, se quiser sobreviver. As vozes se misturam, os olhos sedentos nunca param de espreitar e o perigo está onde ela menos imagina. Será que Julianne conseguirá enfrentar tudo isso?"

A primeira coisa que me chamou a atenção nesse livro foi o fato de ter vampiros na trama: são minhas criaturas sobrenaturais preferidas, e eu não tenho preconceito, gosto tanto dos clássicos quanto dos mais modernos e diferentes. Depois a capa, que é linda. E então, assim que comecei a ler, desanimei um pouquinho, pois a narrativa estava bastante lenta, focando nos conflitos adolescentes da protagonista, e nada dos vampiros aparecerem. Como não sou de desistir, segui em frente e a estória deslanchou e me agradou bastante,

Por se tratar de uma personagem que está na adolescência, Julianne tem seus momentos de indecisão e rebeldia, e no começo da trama a autora fala bastante sobre suas aventuras (e desventuras) amorosas no colégio, e isso, principalmente, foi o que pareceu desnecessário para a construção da estória, inicialmente. Passada essa fase, entramos na trama principal, quando Julianne começa a descobrir que todos que conhece são vampiros, sua família, seus vizinhos e até seus tutores do internato.

A problemática está nos objetos mágicos que a família Ipswich possui, e que dão aos vampiros o poder de sair ao sol sem serem destruídos. Toda os vampiros do mundo querem essas joias, e ninguém pode saber que elas estão com os pais de Julianne. O fato da protagonista não ser uma vampira como o resto dos familiares faz dela um alvo fácil para aqueles que querem roubar os objetos mágicos da família, por isso, todo mundo protege a humana exageradamente.

Um ponto que, inicialmente, me deixou apreensiva foi o fato de existirem muitos personagens na estória, pois alguns deles pareciam desnecessários. Mas, felizmente, todos foram se mostrando importantes ao longo da narrativa, e o que era dúvida se tornou um dos pontos mais positivos do livro, já que cada um desses personagens tem a sua finalidade dentro da estória, e não estão ali por acaso. E também acredito que eles possam ganhar ainda mais importância numa futura continuação.

Tudo faz bastante sentido quando a leitura termina. Até mesmo o fato de a narrativa ser lenta no começo, aos poucos vai se consolidando como uma base para o crescimento da protagonista, que vai amadurecendo ao longo da estória, e todas aquelas experiências que ela vive servem para fortalecer seus atos e decisões futuros.

Além da disputa pelos objetos mágicos, o cerne da estória é o envolvimento de Julianne com um vampiro misterioso, Gerard, que surge do nada, mas que parece ter uma ligação muito forte com ela. Essa ligação também é sentida pela própria Julianne, e é dessa relação que vem a explicação para o título do livro e para todo o universo criado pela autora. A mitologia que ela criou para embasar a estória dos vampiros mais antigos e de sua linhagem é fascinante, muito bem desenvolvida e convence facilmente.

No final, a autora trabalhou de forma brilhante para deixar um gancho para o próximo livro, e prender o leitor. É visível o crescimento da personagem principal, Julianne, e que ela poderá se tornar ainda mais forte no segundo volume da série, já que agora ela conhece muito mais sobre a própria família e o universo vampiresco que a rodeia. Recomendado para todos os leitores que procuram uma boa aventura sobrenatural, e um romance nacional criativo, que moderniza um assunto clássico, sem ofender suas características mais marcantes.

- Participe do sorteio, você pode ganhar um exemplar de Deixe-me entrar, clicando aqui!


Deixe-me entrar
Letícia Godoy
editora Arwen
320 páginas
nota do Skoob: 4.9
nota do blog: 4.5

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Um pouquinho de...

"Gerard esperava sentado no tronco de uma árvore caída. Esperava por algo que nem mesmo ele sabia o que era. Mas esperava. A solidão era algo que o encantara durante um século ou dois, mas aos poucos foi se tornando insuportável. As lembranças que carregava em seu peito eram piores, por isso não conseguia se decidir qual foi o seu erro maior: desejar alguém ao seu lado ou ter desgostado da solidão.
- Olá? Tem alguém aí?
Escutou aquela doce voz soar aos seus ouvidos aguçados. Eram quase seis da tarde e o crepúsculo surgia no céu, pintando-o com um tom escarlate. Ele gostava de observar o céu naquela hora do dia, era muito encantador... Talvez perdesse somente para a beleza do sorriso dela.
- Estou aqui, Julianne - respondeu quando a avistou.
Ela olhou para ele e um dos sorrisos mais bonitos que já vira em toda a sua vida surgiu de seus lábios."

                                                (página 196, capítulo 17)


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domingo, 14 de agosto de 2016

Arquivo Serial: How to Get Away with Murder



Preparem-se, caçadores da lei. Estamos entrando em um ambiente hostil e impiedoso. Um local onde a deslealdade percorre sem pudores ao encontro de quem precisa de um abraço gélido de esperança. Que as acusações sejam feitas, não importa quem está certo ou errado, somos todos inocentes, até que se prove o contrário.

How To Get Away With Murder - além de ser um título longo demais para escrever - traz uma abordagem nova ao conceito das séries. Uma visão singular de como a lei é aplicada independente da índole do réu e como usar os mais ousados artifícios legais à próprio favor. Em poucas palavras, cinco estudantes de direito são convidados para estagiar com um de seus professores, uma das maiores defensoras criminais do país.
Existe muitos aspectos que te fazem lembrar de um certo seriado médico. Um excelente profissional que nem sempre age com ética, mas sempre consegue o que precisa para o momento, ajudado por brilhantes novatos que são muito mais do que meros coadjuvantes. A partir de certo ponto, os dilemas individuais passam a ser mais interessantes do que o tema proposto.

Uma receita que rendeu oito temporadas e milhões de fãs à House, não poderia ter resultado diferente se empregada com sabedoria e na dosagem correta, o que ocorre em How To Get Away With Murder.

Nossa protagonista, Annalise Keating (Viola Davis), além de advogada criminalista de defesa, é uma professora universitária e isso dá margem para o maior atrativo da primeira temporada. Enquanto Annalise leciona sobre os métodos e processos criminais para seus estudantes, nós – enquanto espectadores - assistimos à mesma aula. Nesse momento, mesmo que indiretamente, a quarta parede é quebrada e temos a impressão de que a professora está falando conosco enquanto tomamos nossas próprias notas mentais.

Além da alta carga de suspense que a série injeta em nossas veias, a fantástica atuação de Viola Davis no papel principal traz cenas dramáticas que podem te levar às lágrimas sem o forçado e corriqueiro clichê.

Eu destacaria também o papel interpretado por Jack Falahee como Connor Walsh, um dos estudantes. Connor não deveria, mas consegue roubar a cena dentre os coadjuvantes. O que nos leva ao ponto negativo da série. Apesar dos excelentes plots e atuações, eu, particularmente, tenho problemas com algumas motivações que servem de base para a trama. O desenvolvimento dos personagens poderia ser melhor explorado, mas com apenas 15 episódios, esse trabalho ficou para a segunda temporada em diante. Enfim, nada que tire o brilho do seriado.

Criado por Peter Nowalk, How to Get Away with Murder já tem seu lugar como uma das melhores séries dos últimos anos. Para os fãs, resta aguardar até o final de setembro, quando a terceira temporada estreará nos Estados Unidos.

Chamem suas testemunhas de confiança, preparem uma apelação e sempre tenham bons álibis. A suprema corte é um local sombrio, onde vencer ou perder não depende de estar certo ou errado.

JOÃO OLIVEIRA




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João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
@oliveira_jh

sábado, 13 de agosto de 2016

Deixe-me entrar [Sorteio]


Olá leitores! Vocês sabiam que o dia 13 de agosto, recentemente, foi instituído como o Dia do Vampiro? A intenção é boa: incentivar a doação de sangue, que na época do inverno, cai drasticamente. Em 2003 o Dia do Vampiro é lei na capital paulista, e os fãs de estórias vampirescas, góticos e todo tipo de simpatizantes vão juntos até o Hemocentro para fazerem suas doações. 


Para aumentar ainda mais a participação das pessoas, tem sempre algum artista participando, ou até mesmo escritores, que fazem doações de seus livros para os participantes da campanha. É uma atitude linda, que deveria ser seguida por todos nós.




Aproveitando esse clima de presas e sangue, entra no ar hoje um super sorteio que vai presentear um leitor lindo com o livro Deixe-me entrar, da Letícia Godoy.



A estória desse livro é incrível, e não foge muito do vampiro clássico que tanto amamos. Além disso, a mitologia criada pela autora é muito competente, e tenho certeza que o ganhador vai amar conhecer o universo de Deixe-me entrar.

Para participar do sorteio é mais simples que capturar o Zubat: basta acessar o formulário Rafflecopter abaixo e escolher uma ou mais opções, sendo que nenhuma delas é obrigatória, e a frase pode ser retuítada diariamente para aumentar as chances de ganhar. O vencedor vai ser avisado pelo perfil da rede que estiver seguindo (Facebook ou Twitter). E não se esqueçam que perfis exclusivos para sorteios e promoções não serão considerados válidos, e o participante deve ter endereço de entrega no Brasil, ok?


a Rafflecopter giveaway

Não percam tempo, pois o sorteio termina dia 30 de agosto. E aproveitem para também fazer uma boa ação, e ir até o hemocentro mais próximo para doar um pouquinho do seu sangue. Não custa nada e não dói (muito).







Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Sexta de música #112 - O Bang Bang do Green Day


Nem só de Anitta se faz um Bang! Desde 2012 sem lançar nada novo, a banda americana Green Day anunciou ontem que seu novo álbum sairá em outubro desse ano, e também divulgou a primeira música de trabalho, Bang Bang, que tenta levar a banda de volta às suas raízes no punk rock. A banda formada por Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tré Cool, quer reconquistar seu espaço no mundo da música, e para isso usam letras bem políticas, e que também abordam a cultura das armas nos Estados Unidos, além de alguns dos problemas que os integrantes enfrentaram nos últimos anos.



Essa primeira música de trabalho tem mesmo a cara do Green Day tradicional, aquele que estourou no mundo todo com American Idiot em 2001, tanto pela canção que dá nome ao disco quanto pelas demais músicas, que constituem uma ópera rock de muito bom gosto, e que foi praticamente um tapa na cara da sociedade da época. Imaginem chamar o povo americano de idiota e ainda fazer sucesso com isso.



Passada essa fase, a banda não conseguiu se destacar tanto com os trabalhos posteriores, 21st Century Breakdown (2009) e a tentativa de trilogia épica em 2012, ¡Uno!, ¡Dos! e ¡Tré!, dos quais eu, particularmente, só consigo gostar de Let yourself go e Oh Love (essa mais pelo vídeo do que pela própria música). 



Ouvindo Bang Bang já é possível criar expectativas por um bom trabalho do Green Day (eu ouvi um amém?), e torcer muito para que a banda consiga superar seus problemas pessoais para continuar nos brindando com um bom punk. O próximo álbum recebeu o nome de Revolution Radio, e já teve os títulos de todas as suas faixas reveladas pela banda:

1. Somewhere now
2. Bang bang
3. Revolution radio
4. Say goodbye
5. Outlaws
6. Bouncing off the wall
7. Still breathing
8. Youngblood
9. Too dumb to die
10. Troubled time
11. Forever now
12. Ordinary world

Eu, como fã, estou ansiosa por esse lançamento. Enquanto ele não chega, vamos fazer um aquecimento ouvindo uma playlist com as minhas músicas preferidas do Green Day. Espero saber pelos comentários o que vocês acham dos caras e do estilo musical deles, e se têm alguma expectativa com Revolution Radio, ok?

Show do Green Day no Rio de Janeiro, em 2010

Para saber mais detalhes sobre esse lançamento e conhecer toda a discografia da banda, acessem o site oficial do Green Day clicando aqui. Vamos a playlist porque a música não pode parar!





1. Bang bang
2. Basket case
3. American idiot
4. Minority
5. When I come around
6. Jesus of suburbia
7. Holiday
8. Boulevard of broken dreams
9. Wake me up when september ends
10. 21 guns
11. Give me novacaine
12. Good riddance (time of your life)
13. St. Jimmy
14. She's a rebel
15. She
16. Nice guys finish last
17. Welcome to paradise
18. Know your enemy
19. Hitchin' a  ride
20. Let youself go

Como bônus, assistam o vídeo de Oh love, cheio de modelos magérrimas que sambam na cara da sociedade. E se quiserem, podem ouvir essa playlist no Spotify através desse link: http://tinyurl.com/hwvadzz





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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
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