segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dia do beijo: os 5 melhores da literatura



Olá leitores! Hoje é o dia do beijo, de novo. Sim, existe mais que um dia do beijo: o mundial, que é comemorado em 13 de abril, e outro em 6 de julho, apenas no Reino Unido.  Ninguém sabe ao certo o que deu origem à essa data, mas reza a lenda que, no século 19,  o italiano maluco Enrique Porchello beijava todas as mulheres que encontrava na vila em que vivia, fossem elas casadas ou não, e, em 13 de abril de 1882, o padre local ofereceu um prêmio em ouro para alguma mulher que não tivesse sido vítima das bitocas de Porchello. Nenhuma imaculada apareceu, e dizem que o tesouro está escondido até hoje, em algum lugar da Itália.













Todo mundo já nasce sabendo beijar, e gosta! Na história da arte, a referência mais antiga ao beijo de que se tem notícia são imagens eróticas esculpidas nas paredes dos templos de Khajuaraho, na Índia, por volta de 2.500 a.C. Aqui vou listar alguns do beijos literários que eu mais gosto, e que ficaram na minha memória depois de terminar os livros (pode conter spoiler):



Will e Lake, como sempre, fazendo parte das minhas listas =)

"Eu rio, depois vou até o carro e me inclino na janela, esperando outro beijinho. Em vez disso, ele desliza a mão por trás do meu pescoço e me puxa delicadamente em sua direção, com nossos lábios abrindo ao se encontrarem. Nenhum dos dois se contém dessa vez. Coloco o braço para dentro da janela e passo os dedos pela de trás de seu cabelo enquanto continuamos a nos beijar. Tenho de me esforçar ao máximo para não abrir a porta e me sentar nom colo dele. A porta entre nós funciona como uma barricada.
Finalmente paramos. Nossos lábios ainda ficam se tocando enquanto hesitamos em nos separar.
- Nossa - sussurra ele contra meus lábios. - Isso fica da vez melhor."



Jaqueline e Lucas, um dos casais mais problemáticos do YA, e um dos mais queridos também:

"Você é tão linda - sussurrou ele, levando a boca até a minha.
Seus lábios eram quentes e firmes, pressionando os meus, e abri a boca quando sua língua deu início a um suave ataque contra os meus lábios. A língua explorou minha boca, as mãos deslizavam em direções opostas - uma sobre meus pulsos ainda cruzados, apertando-os contra o colchão acima da minha cabeça, e a outra deslizando pela lateral do meu corpo, quimando a pela da minha cintura." 




Como não lembrar do beijo de Gus e Hazel? Eles formam um casal tão fofo que é inesquecível:

"E então, de repente, estávamos nos beijando. Minha mão largou o carrinho de oxigênio, segurou o pescoço do Gus, enquanto ele me puxou para cima pela cintura, me deixando na ponta dos pés. Quando os lábios semiabertos dele encontraram os meus, comecei a sentir uma falta de ar totalmente inédita e fascinante. O espaço à nossa volta evaporou, e por um estranho momento me senti bem no meu corpo..."





Holder e Sky e todas as suas primeiras vezes, são fofos:

"- Caramba, Sky. - O rosto dele passa um alívio incrível agora. - Senti tanto a sua falta. - Imediatamente, ele abaixa a boca e pressiona os lábios nos meus. Já estava mais que na hora de sentirmos isso; não sobrou paciência em nenhum de nós. Reajo na mesma hora, separando os lábios e deixado ele me preencher com o gosto doce de menta e refrigerante. Ele é tudo o que sempre imaginei e mais um pouco. Delicado, firme, cuidadoso, egoísta. Nesse único beijo, sinto mais suas emoções do que em todas as palavras que ele já me disse. Nossos lábios finalmente estão se entrelaçando pela primeira vez, pela vigésima ou pela milionésima vez. Não importa que vez é - qualquer que seja, é algo perfeito demais."


E como não se apaixonar por um personagem tão singelo e complexo ao mesmo tempo como Paul? E como não torcer para ele ficar com Noah?

"Tenho vontade de chorar. Sou tão bobo, mas agora estou tão feliz. São jacintos e jacarandás e um dezena de outras flores que não consigo nem começar a nomear. Um alfabeo de flores. Ele as está dando para mim, sorrindo e dizendo oi, esticando os braços e colocando-as na minha mão...
Eu me inclino para a frente e o beijo. As flores são esmagadas entre nossas camisas. Toco nos lábios, inspirto seu hálito. Fecho os olhos, abro os olhos. Ele está surpreso, consigo perceber. Também estou surpreso. Noah retribui meu beijo com um beijo que parece um sorriso."


Ainda deixei muitos beijos incríveis de fora, para a lista não ficar imensa. O que vocês acharam desses? O seu preferido está entre eles? Se não, me contem qual é, quero muito saber.

Feliz dia (ou noite) do beijo para todos vocês!



Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
@joana_masen

domingo, 12 de abril de 2015

Entrevista com Melissa Walker

Olá leitores! Alguém ai ansioso para ler "Cure meu coração"? A autora, Melissa Walker, deu uma entrevista super bacana para a editora Farol Literário, onde falou um pouco sobre sua profissão de jornalista, que a levou a escrever ficção e até hoje a inspira, revelou sua opinião sobre a capa nacional de seu livro e da experiência de ser autora do universo YA.


Farol Literário (FL): Melissa, tendo autado como jornalista para revistas para adolescentes, conte-nos como foi se tornar escritora para jovens?

Melissa Walker (MW): Eu sempre amei escrever para o público adolescente porque, para mim, as pessoas mais jovens demonstram mais entusiasmo a respeito das coisas que amam (e que não amam) - muito mais do que os adultos. A ideia para o meu primeiro romance (Violet on the Runaway), sobre uma menina de cidade pequena que se torna modelo, veio diretamente de minhas experiências de trabalho em revistas e entrevistas com novas modelos adolescentes e de como elas foram parar em Nova Iorque. Então o jornalismo, definitivamente, me trouxe à ficção.

FL: Nesse sentido, foi inevitável para você se tornar uma escritora de chick lit?
MW: Eu nunca soube que eu ia escrever um livro - amo meu trabalho como jornalista. Mas depois que comecei a encontrar personagens e deixar suas vozes passarem pela minha cabeça, eu decidi escrever ficção também.

FL: Sabemos que você navegou pelos mesmo lugares que Clem. O que mais que acontece com Clem foi inspirado em sua vida?
MW: Sim, meus pais velejavam muito quando eu era criança, então eu sei  bem como é estar em um barco com sua mãe e seu pai! Eu também experimentei o drama de Clem com amigos, incluindo a situação difícil de gostar do mesmo cara... mas tem muita ficção nos detalhes, ainda que tenha incluído emoções reais que eu senti na minha vida, como ciúmes, saudade, traição.

FL: Como você decide as características de seus personagens? Como isso ocorre na hora de criar uma garota ou garoto?
MW: Parece estranho, mas eu posso ver os personagens em minha cabeça enquanto eles ganham vida nas páginas. Como quando James se aproximou de Clem, eu pensei automaticamente: "Oh! Ele tem o cabelo vermelho! Que engraçado." Eu não havia planejado isso. Eu só ouvi ele falando na minha mente, e eu sabia exatamente como ele era. Mesmo para Clem e sua irmão Olive - uma vez que eles começam a falar, posso imaginá-las e eu acabo descrevendo o que eu vejo em minha mente.

FL:  Quanto tempo demorou para escrever "Cure meu coração"?
MW: Demorou cerca de seis meses para escrever o primeiro esboço, e então a minha editora Abbey Caroline e eu, trabalhamos na linha do tempo e na ordem dos flashbacks. Esta foi a primeira vez que fiz isso em um livro e foi um grande desafio criar este vai e vem na história, mas foi valioso. Impriminos os capítulos e os sumários num esforço de encontrar as sequências corretas. Foi demais!

FL: Ao longo da leitura nos deparamos com a citação de várias músicas. Há uma, mesmo que você não tenha mencionado, que seria o tema do livro?
MW: Eu amo música. Sempre ouço músicas enquanto escrevo. Eu montei uma trilha sonora e há cinco delas que são maravilhosas, não consigo reduzí-las em uma. Você pode achar aqui:  https://play.spotify.com/user/farolliterario/playlist/483Y6FXvRJpXJOl7d5m5ib

FL: Qual foi a melhor cena que escreveu neste livro?
MW: Eu adorei  escrever cenas em que Clem e James estavam conversando. Eu gostei da maneira como ele estava ajudando Clem a descobrir mais sobre si mesma. E também escrever cenas com Amanda por achar divertido capturar a química entre melhores amigas.

FL: O que você achou da versão brasileira da capa?
MW: Eu amei! É bonita e graciosa. E da maneira como Clem aparece olhando para o mar, pensando, é exatamente como ela.

FL: Qual a melhor parte de ser uma escritora de romances YA?
MW: Eu adoro os outros escritores que eu conheci e com os quais comecei a escrever. Nos reunimos em cafés para conversar, escrever, rir, chorar. É uma comunidade fantástica e os leitores também nos ajudam muito. Não há nada mais que eu prefira fazer!

FL: Deixe uma mensagem para os seus leitores no Brasil:
MW: Embora eu só conheça e Rio e São Paulo, adorei o que eu vi do Brasil! Um dos meus personagens do likvro "Violet...", passa um tempo ai. Apesar de "Cure meu coração" ser meu primeiro livro a ser publicado no Brasil, eu fui contactada há alguns anos por leitores brasileiros que encontraram meus livros em inglês, e eu senti o entusiasmo deles. Estou muito orgulhosa de finalmente ser publicada em português! Obrigada Farol!

*entrevista transcrita do blog da Farol. Saiba mais sobre esse e outros lançamentos da editora clicando aqui.


Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
@joana_masen

sábado, 11 de abril de 2015

Momento HQ: Astronauta - Singularidade

Desculpem o atraso da semana, estimados leitores, estava em missão espacial ao lado do nosso amigo do mundo da lua. E isso me levou à próxima Graphic MSP: Astronauta, Singularidade.



Uma continuação declarada de Magnetar fica declarada desde as primeiras páginas, quando o Astronauta aparece em terapia psicológica depois de ter quase entrado em colapso depois de sobreviver ao naufrágio espacial.

Dessa vez existe um buraco negro nos limites de nossa galáxia e é necessário que alguém verifique porque essa formação está ocorrendo tão próxima da Terra. Porém, de acordo com sua avaliação mental, nosso herói não está em condições para mais uma missão espacial. Isso faz com que a nave tenha três tripulantes.



Uma Singularidade, basicamente, é o famoso buraco negro em combustão. De acordo com os astrofísicos, o Big Bang foi resultado de uma enorme singularidade. Ao redor do buraco negro existo um campo chamado de Horizonte de Eventos, que é o limite entre o campo gravitacional do buraco negro. Bom, não faça conta de minhas explicações forçadas, o quadrinho mostra como tudo funciona de forma mais detalhada.




Ao contrario de Magnetar, que explora a solidão do Astronauta dentro de um universo infinito, Singularidade aborda exatamente o motivo pelo qual nosso herói precisa dessa solidão para fazer o que ele sabe de melhor.

Ao chegar no horizonte de eventos, o limite entre o campo gravitacional de um buraco negro em expansão, uma nave alienígena é encontrada e começa a causar conflitos entre os passageiros e seus motivos para estar naquela missão.

















Essa HQ é dividida entre amor e ódio para os fãs, sem meio termo. Na opinião deste modesto jornalista se trata de uma continuação exemplar da primeira aventura escrita por Danilo Beyruth. A contraposição entre a pressão da solidão e a responsabilidade de alguma companhia em uma missão espacial foi perfeitamente encaixada e compreensível.

Apesar do roteiro não ser uma obra prima, os clichês se apresentam em cada página e as motivações são tão ruins quanto àquelas que transformaram Anakin Skywalker em Darth Vader, eu gostei da história. Não é a minha preferida, mas Singularidade fechou bem a participação de Danilo Beyruth nas Graphics MSP.

Façam um teste daqueles que temos que ver formas em manchas irregulares em placas, se o psicólogo assentir, leiam esse quadrinho com a cabeça nas nuvens e os pés no chão.








João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
@oliveira_jh

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Sexta de música #86 - Aquela banda do Adam Levine



O Maroon 5 é uma ótima banda, com muitos hits que gruda na nossa cabeça, mas acaba ficando reduzido para muita gente como a banda do Adam Levine, porque ele é bonito. Aliás, eu não acho o Adam tão bonito assim, mas é inegável que ele é um front man que chama a atenção para sua banda com toda essa história de homem sexy e tal.




Claro que nem só de beleza vive um cantor (ou será que vive?), por isso, os caras têm que ser bons naquilo que fazem para realmente conquistar um público fiel, e o Maroon 5 vem fazendo isso ao longo dos anos, tendo inclusive, conquistado a essa que vos escreve com algumas de suas músicas mais famosas =)

Desde o CD Songs about Jane, de 2002, venho acompanhando a carreira deles, e devo confessar que realmente gosto do som que eles apresentam e, principalmente, dos vídeos: cada um deles conta uma estória, não é apenas um videoclipe sem pé nem cabeça. E o melhor, os integrantes da banda atuam, assim como fazem os do Foo Fightes, e isso os torna muito mais interessantes.





















Quando conheci o trabalho do Maroon 5, logo de cara fui fisgada por Harder to breath, que é uma das minhas preferidas até hoje. Depois vieram This love, She will be loved, Sunday morning, Won't go home without you e tantos outros hits que eles emplacaram de lá para cá.

Prova de todo esse talento da banda são os dois prêmios Grammy que eles receberam, em 2005 e 2006, como Melhor artista revelação e Melhor performance pop de grupo ou dupla com This love, respectivamente. Além disso, suas músicas estão sempre entre as mais tocadas pelo mundo afora, o que já lhes rendeu também um Billboard Music Awards, em 2004.




Vale lembrar que os outros integrantes da banda, além do Adam, claro, são atualmente: James Valentine, Mickey Madden, e Jesse Carmichael.

Ok, quanto mais eu falar aqui, mais longo e boring o post ficará, e eu não vou convencer ninguém de que o Maroon 5 é bom. Mas calma gente, aguentem firme que a playlist vale a pena. Vamos a ela:



1. She will be loved
2. Sunday morning
3. Never gonna leave this bad
4. Won't go home without you
5. Makes me wonder
6. Animals
7. Maps
8. Moves like Jagger
9. This love
10. Payphone
11. One more night
12. Harder to breathe
13. Wake up call
14. Unkiss me
15. Losing my mind
16. Sugar


Tenho certeza que milhares de mulheres ao redor do mundo ficaram loucas para casar depois de assistir ao vídeo de Sugar, só para ver se a banda aparecia de surpresa no meio da festa. Quem nunca?




Curtiram? Já gostavam do Maroon 5 ou odiavam? Comentem, critiquem, só não fiquem mudos, por favor, rsrsrs. E como diz aquela música do Oasis (<3<3<3<3): Dance if you wanna dance!





Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
@joana_masen

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Adultos sem filtros, e outras crônicas [Resenha]

onde comprar: Extra//Casas Bahia//Ponto Frio//Fnac

"Fenômeno editorial com mais de 1,3 milhão de exemplares vendidos, a musa teen Thalita Rebouças volta-se agora para um leitor mais maduro na coletânea 'Adultos sem filtro'. Dessa vez a autora fala sobre os mais variados assuntos - de relações familiares e amorosas à ditadura da beleza, de seus encontros com fãs, celebridades e taxistas a autocríticas impagáveis. Atravessando todos os textos, estão o humor rasgado, a simpatia e a desenvoltura que fizeram de Thalita sinônimo de sucesso, em crônicas que mais parecem bate-papos informais."

O segredo para uma leitura se tornar interessante é fazer com que o leitor se identifique com a personagem, fazendo florescer dentro de si um carrego de parecer. Portanto, é possível reparar que o todo reune o mundo, e só levamos de diferença nossa própria identidade. Talvez foi essa percepção que me fez gostar tanto desse livro.

Em Adultos Sem Filtros e outras crônicas, Thalita Rebouças, narra em primeira pessoa, assuntos de um cotidiano similar ao da gente, sem deixar de lado sua disposição para o bom humor. Para o livro se tornar dissemelhante na comparação de todos os seus outros títulos já publicados, a autora resolveu contar situações reais vivenciadas por ela mesma.  Algumas das proezas descritas tende a apontar risos das mulheres.

"A minha bunda caiu. Do nada. De repente. Assim, sem avisar, sem nem uma preparação, uns tapinhas no ombro ou um chororô. Fui dormir com ela redondinha e alegre. Acordei com ela triste e alasanhada - quadrada e compacta." (pág. 15)

As crônicas são divididas em assuntos como "Linda e magra", "Celebridades e subcelebridades", "Hipocondríaca? Eu?!", "Fala sério, taxista!", "Fofura em pessoa", "Ai, ai... humanos...", "Grande família", "Eu te amo", "Lisboa, querida Lisboa", "Eu, uma escritora".  A princípio a escrita é leve e, no desenvolver das páginas, adquire um pouco mais de desenvoltura no refletimento do leitor, que cogita em crer até que ponto os seres humanos podem chegar com suas atitudes. Como descreve o seguinte trecho:

"Filas as vezes podem revelar o verdadeiro caráter das pessoas, e isso as vezes me assusta - outras vezes me encanta. Ed Motta contou que o mundo é fabuloso, o ser humano é que não é legal. Eu, que adoro o Ed Motta, mas sou fã do ser humano, prefiro acreditar que ele estava falando de uma minoria." ( Pág. 188)

Folheei o livro inteiro com a sensação de estar conversando com uma amiga mais velha. Fiz questão de condensar as mensagens e sintetizar algumas em forma de conselhos, como quando a escritora conta sua experiência nas primeiras bienais, aonde subiu em cadeiras vestindo perucas: usando espontaneidade, conseguiu atrair um pequeno público que até hoje não para de se expandir.    

Foi esse tipo de artimanha que fez seu maior sonho se realizar, e o segredo? Simples! A persistência. O término é acompanhado de conclusões que dependem de quem e como está lendo. Eu por exemplo armazenei comigo que objetivos são criados para serem alcançados.
.
"Respeito a opinião de quem não gosta de Paulo Coelho, assim como respeito quem não gosta dos meus. Mas sua importância para a divulgação da literatura brasileira no mundo é inegável. Ninguém faz mais do que ele, os números não mentem. As portas que Paulo Coelho abriu para outros autores brasileiros continuam lá. Quem quiser que corra atrás." (pág. 190)

Dentre as várias exposições em forma de letras, conhecemos uma hipocondríaca tagarela que sonha em fazer endoscopia, é sujeita aos mais bizarros diálogos com taxistas, gosta de vizinhos desde que não façam barulhos matinais, anormais, tem fãs de todos os tipos, conserva as mais malucas experiências e acima de tudo é humana. Assim, ela simplesmente se tornou protagonista de uma história repleta de satisfação que vale a pena ser lida. Se você é adolescente, recomendo que leia este livro e imagine, se você é adulto, prefiro que filtre este livro e relembre.


Adultos sem filtros e outras crônicas
Thalita Rebouças
editora Rocco
192 páginas
nota do Skoob: 4.1 
nota do blog: 4.5



Rafa Peres, resenhista e crônista, mantém o blog Minha Versão das Coisas, onde posta todos os seus textos.
@Rafaela Peres

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Lançamentos Darkside Books [Divulgação]

Gente! A Darkside está querendo esvaziar nossos bolsos novamente! Não bastasse o lançamento de Sexta-feira 13 e Tubarão, agora vão nos tentar com O exterminador do futuro:


Em 1984, um ciborgue chega em Los Angeles com uma missão: assassinar mulheres. Suas vítimas têm em comum apenas o nome: Sarah Connor. A última Sarah é resgatada por um soldado que alega vir do século XXI. Tem início uma perseguição que põe em risco o destino da humanidade. O ciborgue é um T-800, perfeita máquina de matar, incapaz de sentir pena, medo ou dor. Nada o fará desistir enquanto não eliminar o líder da resistência humana antes mesmo do seu nascimento. Sem a existência de John Connor, estaremos completamente à mercê da tirania de máquinas inteligentes num futuro sombrio, e cada vez mais próximo. 2029, o Ano da Escuridão. Bem que ele disse que voltaria. O Exterminador do Futuro está chegando aos leitores brasileiros, trinta anos após o lançamento do filme que projetou as carreiras de James Cameron e de Arnold Schwarzenegger. O livro, versão em romance do roteiro original, é assinado pelo próprio Cameron, em parceria com o roteirista Bill Wisher e o escritor Randall Frakes. Aclamado pela crítica quando estreou em 1984, O Exterminador do Futuro tornou- -se um clássico instantâneo, frequentou as listas dos melhores filmes do ano. Em 2008, foi considerado pela Biblioteca do Congresso norte-americano uma obra de significância “cultural, história e estética” e selecionado para ser preservado no National Film Registry dos EUA. É possível que você já tenha perdido a conta de quantas vezes assistiu ao filme. Chegou a hora de se aprofundar na história. Deixe-se surpreender com O Exterminador do Futuro. Hasta la vista, baby!


A gênese de um clássico da Ficção Científica.

Prepare-se para viajar no tempo e reviver uma das maiores aventuras dos últimos 30 anos.

Lançamento: abril de 2015























Sobre os autores:

James Cameron é um premiado cineasta, produtor, roteirista e editor canadense. Bacharel em Física pela Universidade da Califórnia e também explorador dos fundos oceânicos, é considerado um dos maiores cineastas a trabalhar com efeitos especiais e dirigiu clássicos da ficção científica como Aliens (1986), O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), primeiro filme a ultrapassar o orçamento de US$ 100 milhões. É dele a direção das duas maiores bilheteiras da história do cinema: Avatar (2009) e Titanic (1997).

Randall Frakes é autor de livros e filmes de ficção científica. Escreveu O Exterminador do Futuro e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Seu primeiro trabalho no cinema foi como cameraman de efeitos especiais para Roger Corman.

Bill Wisher é o roteirista que trabalhou com Cameron nos dois primeiros filmes da franquia, O Exterminador do Futuro e O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Fez pequenas participações em ambos: um policial que tem a cabeça esmagada pelo T-800 no filme de 1984, e um fotógrafo arremessado pela janela, na sequência de 1991. Bill escreveu ainda os roteiros de Judge Dredd e das duas versões do prequel de O Exorcista.



Conheçam mais sobre esse e outros livros incríveis da Darkside: site | Facebook



Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
@joana_masen