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quarta-feira, 29 de março de 2017

Sei Que Eu Sei News #27













Olá leitores! Foi divulgado hoje o primeiro trailer oficial da adaptação de It - a coisa, livro de Stephen King para os cinemas:





O filme será dirigido por Andrés Muschietti, o mesmo de Mama (2013), e conta com Bill Skarsgard (irmão feio de Alexander Skarsgard) vivendo o palhaço Pennywise. A estreia no Brasil será em 7 de setembro próximo.




O livro de King conta a história de sete pessoas que, quando crianças, enfrentaram uma criatura sobrenatural e maligna que se alimenta do medo. O grupo faz um juramento de enfrentar novamente a coisa caso ela volte a aparecer. Passados trinta anos, eles são chamados de volta à pequena cidade de Derry, no Maine, para um confronto definitivo contra o palhaço do mal, que está matando crianças novamente. Só eles têm a chave do enigma e só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry.

Se você tem medo de palhaços, é melhor não assistir ao filme, que promete uma boa dose de terror e muitos gritos nas salas de cinemas.





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Joana Masen, quando não está resenhando, pintando e bordando por aqui, está escrevendo poesia no blog Milonga.
Twitter: @joana_masen

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Livros que serão adaptados para os cinemas

Olá leitores! Demorou, mas 2017 tá quase chegando, e deixando todas as dificuldades de 2016 para trás. Com um novo ano. sempre chegam novos livros e muitas adaptações de nossas leituras preferidas para o cinema, e para os próximos 12 meses temos muita coisa boa para ver nas telonas. Deem uma olhada em alguns filmes baseados em livros que vêm por ai:



Extraordinário, baseado no bestseller de R. Palacio, tem estreia prevista no Brasil para 11 de maio. Drama dirigido por Stephen Chbosky com Julia Roberts, Owen Wilson e Jacob Tremblay no elenco, conta a história de Auggie, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial. Em um manifesto em favor da gentileza, ele enfrenta uma missão nada fácil quando começa a frequentar a escola pela primeira vez: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.



A casa torta, uma das histórias preferidas da autora, Agatha Christie, foi escrita em 1949, e a adaptação ainda não tem data de estreia confirmada nos cinemas. As últimas notícias dão conta de que o longa será dirigido por Gilles Paquet-Brenner, o mesmo de Lugares Escuros, e terá Chrstina Hendricks, Gillian Anderson e Glenn Close no elenco. Na trama, o detetive Charles Hayward precisa descobrir quem matou o milionário Aristide Leonides, que construiu a casa torta para morar com toda a família: a atual esposa cinquenta anos mais jovem que ele, dois filhos, duas noras, três netos, e a cunhada, irmã da sua ex-esposa. O assassino pode ser qualquer um deles, mas, a principal suspeita, naturalmente, é a jovem viúva.



O famoso livro A cabana, queridinho de dez entre dez leitores, chegará aos cinemas em 16 de abril próximo, e será dirigido por Stuart Hazeldine (Presságio, 2009), com Sam Worthington e Radha Mitchell no elenco. Na história, a filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe um recado suspeito, que parece vindo de Deus, pedindo que ele volte à cabana. Ignorando que o chamado pode ser uma cilada, ele volta ao cenário de seu pior pesadelo, e o que ele encontra lá muda sua vida para sempre.



A segunda parte da trilogia erótica escrita por E. L. James chega aos cinemas em 9 de fevereiro, e promete arrebatar novamente o público feminino. Anastasia está assustada com os hábitos e as atitudes de Christian, e decide terminar o relacionamento, focando em seu desenvolvimento profissional. Porém, o desejo acaba falando mais alto e ela logo volta para os jogos sexuais e a vida conturbada do empresário bonitão. O filme foi dirigido por James Foley (que já dirigiu House of cards) e, além de Dakota Johnson e Jamie Dornan, também terá Kim Basinger no elenco.



It: a coisa, baseado na obra de Stephen King, terá seu remake dividido em dois filmes, e a primeira parte estreia em 8 de setembro no Brasil. O livro conta a história de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, que formam o auto-intitulado Losers Club. A rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do Clube dos Perdedores acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise. Essa primeira parte será focada nos protagonistas ainda crianças no anos 80, e a próxima vai mostrar a geração já adulta lidando com o retorno do ser sobrenatural. Bill Skarsgard será Pennywise e o filme será dirigido pelo argentino Andrés Muschietti, que também já dirigiu o apavorante Mama, de 2013.



A série de livros mais amada pelos fãs de Stephen King começa a ganhar vida nas telonas em 23 de fevereiro. A torre negra tem oito volumes, e o primeiro deles chega aos cinemas com grandes expectativas. Com Idris Elba interpretando o Pistoleiro que percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, o filme tem o desafio de agradas os fãs mais exigentes. O Pistoleiro se envolve numa intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (vivido por Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Na direção está Nikolaj Arcel, o mesmo de Os homens que não amavam as mulheres, de 2009.



O livro com três contos natalinos, de autores diferentes, encabeçados por John Green, que são interligados entre si, chega aos cinemas no dia 22 de novembro, com direção de Luke Snellin, porém, sem nenhum nome do elenco divulgado até agora. Uma forte nevasca atinge a cidade de Gracetown na véspera de Natal e a transforma em um inesperado refúgio romântico. Um trem retido no meio do nada, uma corrida com os amigos no frio congelante e lidar com a tristeza da perda do namorado ideal, são as histórias que se juntam para mostrar que o amor verdadeiro pode acontecer quando e onde menos se espera.


Além de todos esses livros incríveis, ainda teremos A bela e a Fera, com Emma Watson como protagonista. Esse filme tem um post todinho dedicado a ele, que vocês podem ler clicando aqui, inclusive, com o trailer oficial. Não se esqueçam que ele estreia em 16 de março!

Podem escolher seus preferidos, marcar as datas nas agendas e se prepararem para ver seus personagens preferidos ganhando vida nos cinemas. Vai ou não vai ser um ano mágico para quem ama ler? preparem os bolsos!


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sábado, 30 de julho de 2016

Momento HQ no cinema: A Piada Mortal - A Animação

Bom dia, boa tarde e boa noite a todos. Sei que o assunto aqui é HQs, mas não podemos deixar passar em branco a estreia da animação de A Piada Mortal nos cinemas. Portanto espere pelo inesperado e pense no que nos separa dos maníacos.

Sam Liu, diretor da animação, mostrou que um roteiro originado de um quadrinho, não precisa de adaptação – pelo menos não quando se trata de um clássico.

A Piada Mortal foi lançada durante a Comic Con San Diego e teve um único dia de apresentação nos cinemas do mundo. Aqui no Brasil, o dia 25 de julho teve o filme transmitido em apenas alguns cinemas das principais metrópoles. O lado positivo é que em algumas semanas o blu-ray chegará às lojas e ao alcance de quem perdeu a oportunidade.

Não é a primeira vez que Sam Liu tem a missão de dar vida às páginas de um clássico da DC Comics. Em 2011, Grandes Astros foi para a TV e foi muito bem aceito. Crise nas Duas Terras, Batman: Ano Um, A Morte do Superman... animações que foram muito bem adaptadas para a televisão. Porém, falar sobre A Piada Mortal é como tabu entre os religiosos DCnautas. A incrível obra de Allan Moore sobre o homem morcego e sua versão sobre a origem do Coringa.




Pois bem, queridos conservadores, temos pontos ambíguos sobre a animação. Sam Liu precisava de uma introdução, que serviu mais para prolongar o filme. O foco inicial cai todo sobre Barbara Gordon e um amor platônico para com o Batman. Ambos estão juntos em um caso, quando Barbara deixa a emoção tomar conta, e a linha que dividia a razão dos heróis é quebrada.


Em minha singela opinião, o objetivo do primeiro ato, que é nos conectar com a protagonista não é bem elaborado. Na verdade é bem simplista e destoa absurdamente das próximas partes. Essa introdução deveria entregar a motivação do Coringa e dar sequência ao plano do vilão, mas a impressão é que a edição foi mal feita. Falta ali uma única cena, um pequeno nó para amarrar perfeitamente este estímulo.

Passado o primeiro ato, a cena seguinte mostra o Batman em frente ao Asilo Arkhan, como se a imagem fosse tirada das páginas da HQ. E então o filme realmente começa.

A primeira fala dos quadrinhos é o que nos engaja em continuar a ler aquela história. E a constante dos diálogos é o esplendor de toda a narrativa. Bom, meus amigos, quando o Batman começa a discursar dentro da cela onde o Coringa deveria estar, o cinema todo foi inflamado. Sam Liu não saiu do script por nenhum segundo. A adaptação de roteiro aconteceu sim, mas apenas adicionando cenas. Tudo o que está nas páginas é possível ver na tela.




A partir desse ponto é impossível não se emocionar. Se deixar levar pela loucura e sofrer junto com os fatos. Entender o ponto que o Coringa quer chegar e ter a mais absoluta certeza de que os heróis precisam agir dentro da lei, ou não seriam diferentes dos lunáticos vilões.

Apesar de sentir falta das páginas em preto e branco, é bem visível a mudança do tom de cores quando o passado é retratado.

Quando chega ao momento da piada mortal, já não é possível se lembrar da fraca introdução. Talvez seja bom, pois não houve impacto na sequência, porém depois que a adrenalina foge de suas veias, o sentimento é de que poderia ter sido melhor, afinal temos que esperar 40 minutos para ver o Coringa.

Entre um fraco primeiro ato e uma genial solução, a animação merece uma nota 8,0 e precisa ser vista por todos. Aguarde o lançamento em vídeo e tenha sua própria experiência entre a loucura e a sanidade. Pense bem: qual dos dois loucos te define?

Enquanto o filme não chega às mãos de todos os fãs, assistam o trailer e sintam um pouco do que foi essa adaptação para o cinema:





Lembrem-se: a HQ também já foi resenhada no blog, e vocês podem conferir esse review clicando aqui.


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João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
@oliveira_jh

domingo, 24 de julho de 2016

Arquivo Serial: Stranger Things

Olá, caríssimos. Mais um Arquivo Serial no ar com nuances dos anos 80. Hoje é dia de misturar as aventura de E.T. com a ciência de De volta para o Futuro dentro de um livro de Stephen King. Vamos relembrar os estranhos cabelos, as roupas mais descoladas, os costumes que marcaram a época e, é claro, reviver o cinema dessa década que deixou tantas saudades. Esqueça seu precioso DeLorean, voltaremos a sentir como crianças novamente com a companhia de Stranger Things.

A mais nova produção da Netflix entrou no ar há poucos dias e já fez um enorme sucesso. A série se passa em 1984 e conta a história de quatro crianças, ligadas pelo laço da amizade e pelo comum interesse em ciências, RPG e quadrinhos. Até que um desaparecimento acontece na pequena cidade onde moram, ao mesmo tempo que uma misteriosa menina surge de lugar algum.

Sinceramente, não se apeguem ao plot da série, é difícil comentar algo sem nenhum spoiler, portanto vou dar outras razões para você terminar de ler esse texto e correr, se trancar em um quarto totalmente equipado com iguarias culinárias e embarcar nessa viagem de apenas oito episódios.

Stranger Things, acima de tudo é uma ode ao cinema dos anos 80. O cenário, as roupas, todas as características estão presentes aqui, com um ar nostálgico que poucos filmes podem oferecer. Porém, em minha opinião, a trilha sonora é o ponto alto da produção. Desde a abertura – que lembra o filme Tron, de 1982 – até as cenas mais dramáticas, a trilha equilibra a experiência muito bem e te coloca exatamente onde você quer estar. Em muitas cenas as músicas parecem ter sido tiradas de um jogo de Atari, e esse tom é perfeito.

Diferente de outros seriados, os personagens não evoluem, apenas mantém a mesma essência desde o primeiro episódio. E o resultado é extremamente positivo. Desde o início o papel de cada um já está estabelecido e, como telespectador, é muito fácil se encantar pelos protagonistas e comprar todas as motivações que o roteiro te entrega. Impossível não se lembrar de Os Goonies.

Wynona Rider está de volta em um grande papel como Joyce Byers, uma mãe prestes a perder o controle de sua sanidade após o desaparecimento do filho. Méritos para a atriz, que está muito bem, e vale a pena vê-la, mas também méritos para a edição e roteiros que não exploraram esse drama familiar tão clichê.






















A primeira temporada tem apenas oito episódios, isso significa que tudo acontece muito rápido e de maneira clara, sem rodeios ou mistérios desnecessários. Stranger Things entrega exatamente o que te propõe: uma nova experiência de rever uma aventura ao estilo dos anos 80. Tudo gira em perfeita sincronia para presentear com essa obra prima os maiores saudosistas de Ghostbusters ou Gremilins.




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João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
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sábado, 11 de junho de 2016

Salve Ferris!

Há 30 anos era lançado um dos filmes mais importantes na formação de toda uma geração, Curtindo a vida adoidado, ou Ferris Bueller's Day Off, no original em inglês.



Se você é bem novinho e ainda não assistiu ao filme, aconselho a fazê-lo assim que possível. O longa é uma comédia, que retrata com inteligência um dia na vida de um adolescente que só quer se divertir e aproveitar o dia lindo de verão, sem ter que ir para a escola.

Ferris Bueller tem o plano perfeito para passar o dia com a namorada e o melhor amigo: finge estar doente, e os pais deixam que ele fiquei em casa. Depois, liga para a escola e se passa pelo pai de Sloane, a namorada, e convence Cameron, o amigo, a pegar a Ferrari do pai para saírem num dia de aventuras.



Algumas coisas dão muito errado, claro, mas a maioria dá certo, e as situações que eles enfrentam são muito divertidas. Eu adoro  esse filme, já vi centenas de vezes, e nunca me canso. Ainda que você não tenha assistido, deve conhecer ou já ter ouvido falar na  clássica cena em que Ferris aparece em cima de um carro alegórico de uma parada que está acontecendo nas ruas de Chicago. É ali que ele pega o microfone e interpreta o clássico Twist and should, dos Beatles.




O destaque do filme vai para os momentos em que Ferris, interpretado por Matthew Broderick, fala diretamente com o espectador, olhando para a câmera e interagindo com quem está assistindo. E isso vai até os últimos minutos, por isso, não desligue antes dos créditos finais.




Na época do lançamento (11 de junho de 1986), o filme não foi bem visto pela crítica, mas com todos os méritos se tornou um clássico, visto e aclamado por todos desde então. 

Depois de tanto sucesso, os produtores até pensaram em filmar uma segunda parte para o longa, mas a ideia acabou sendo abandonada por não conseguirem encontrar um gancho para isso. A continuação seria com Ferris na faculdade ou já no primeiro emprego, mas, aqui entre nós, tinha tudo para dar errado, já que o diferencial do filme é exatamente o plot surpreendente, e um  segundo talvez não conseguisse manter o mesmo padrão.




Também foi ao ar, na NBC, uma série baseada no filme, em 1990, chamada Ferris Bueller, mas que não teve muito sucesso e foi cancelada depois de 13 episódios. Já na área literária, foi publicado um livro com o roteiro do filme, em 1996, com o título em inglês Ferris Bueller's day off: screenplay, e  também um enredo romantizado por Todd Strasser, em 1987.

Apesar de todas essas mídias diferentes, nenhuma delas consegue ser melhor que o próprio filme, e vale a pena assistir, pois ele é atemporal (ou pelo menos para ver a participação de Charlie Sheen). Fica a dica ;)

 


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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Sei Que Eu Sei News #23 - Animais Fantásticos e Onde Habitam













Olá leitores! Saiu o hoje o primeiro trailer do filme baseado no livro Animais Fantásticos e Onde Habitam, que faz parte da trilogia Biblioteca Hogwarts, juntamente com Quadribol Através dos Séculos e Contos de Beedle, o Bardo.




Essa adaptação vai ser uma trilogia (claro!), e a primeira parte estreia em 2016. Algumas fotos já foram divulgadas em novembro (vejam aqui), e agora podemos ver um pedacinho dessa tão aguardada produção.

Os fãs de Harry Potter (e eu) certamente estão ansiosos por essa estreia, e ávidos por retornar ao universo mágico criado por J. K. Rowling. Então, assistam ao trailer e tenham uma pequena ideia do que vai ser a adaptação. E não esqueçam de comentar!






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terça-feira, 12 de maio de 2015

5 livros que deveriam virar filme

Olá leitores! Algum de vocês já imaginou, durante a leitura daquele super livro, que ele daria um ótimo filme? Isso acontece sempre comigo, e a listinha de hoje traz para vocês 5 desses livros que eu gostaria que virassem filme.



1. Blecaute, Marcelo Rubens Paiva: Sim, de novo estou falando de Blecaute! E vocês ainda não leram né? Não sabem o que estão perdendo, esse livro é incrível, e sua estória daria um filme ótimo (nas mãos de um bom roteirista, porque o enredo é muito denso e necessitaria de uma boa adaptação). Tem resenha aqui ó.

2. Cemitérios de dragões, Raphael Draccon: Eu falei na resenha desse livro que ele tem cara de história em quadrinhos, mas acredito que ele também ficaria perfeito como filme. Personagens bem construídos, narrativa inteligente e uma estória capaz de conquistar desde os fãs de Jaspion e Power Rangers até os mais jovens que curtem o universo tokusatsu.

3. O nome do vento, Patrick Rothfuss: vocês também já devem ter lido bastante sobre esse livro aqui, mas é só porque ele é perfeito!!!! E um filme baseado na estória de Kvothe com certeza iria ser a maior bilheteria do ano, rs. Resenha aqui.

4. O espadachim de carvão, Affonso Solano: uma fantasia única, com personagens complexos e um universo totalmente novo, esse livro merece um a adaptação para o cinema. Tenho certeza que tá cheio de nerd ai que concorda comigo. Se vocês ainda não conhecem essa estória, cliquem aqui e leiam a resenha ;)

5. Feios, Scott Westerfeld: no gênero distopia, acho que está faltando uma adaptação desse livro, que segue a mesma linha de Divergente, e é o melhor da trilogia de Westerfeld. Não sei se já existe algum rumor sobre esse filme, se tiver, deixem nos comentários, ok? Também tem resenha linda de viver aqui, deem uma lidinha =)

É isso queridos leitores. Faltou algum livro que vocês sonham ser adaptado para as telonas? Contem-me tudo! E qual das minhas indicações vocês já conhecem e torcem para ver nos cinemas? Quero muitos comentários!


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domingo, 26 de abril de 2015

Filmando #14 - Os vingadores - a era de Ultron





















Semana passada tivemos uma resenha sobre a HQ da Era de Ultron. Agora que fomos ver o filme, nada mais justo do que fazer uma retratação e julgar se a Marvel atendeu as expectativas mais uma vez. Portanto, muita atenção, pois este post estará tão carregado de Spoilers quanto a aljava de flechas do Gavião Arqueiro.



Vamos começar com a seguinte premissa: se vocês leram os quadrinhos, não esperem nada parecido. Aqueles que não leram, podem se apegar apenas a resenha feita aqui mesmo.

O início é arrebatador, ação para ninguém colocar defeito e o foco ainda está no Tesseract. Quem o possui, onde estará e como recupera-lo, mas esse objetivo dá lugar a algo muito maior depois que a Feiticeira Escarlate coloca o Tony Stark em uma realidade paralela mostrando a ele todos os Vingadores mortos. Depois disso, o Homem de Ferro decide construir uma inteligência artificial com a ajuda de Bruce Banner e o nomeia de Ultron. Ao final de uma série de erros e acertos, o Ultron finalmente acorda e decide que está na hora da raça humana ser extinta e substituída por uma evolução.

O desenvolvimento do filme foi perfeito, duas horas e meia que passaram sem cansaço. Desde o início o telespectador é lançado no meio de batalhas bombásticas e golpes mirabolantes. Quando eles não estão lutando contra o mal, a guerra de egos acontece a todo instante; haveria motivos para a guerra civil começar desde já, mas deixaremos para outro filme.

Falando nos novos personagens, Feiticeira Escarlate e Mercúrio foram muito bem encaixados na trama, com as motivações necessárias para justificar suas ações. O Visão também foi bem elaborado, se encaixou muito bem, mas faltou um desenvolvimento, talvez, se tivesse tempo, poderia ter explorado um pouco mais o personagem. Palmas também para a participação dos coadjuvantes de outrora: Patriota de Ferro e Falcão que finalmente se juntaram a saga, e para Nick Fury que, como o Ikki de Fênix, retornou das cinzas mais uma vez. E claro que não poderia faltar a participação digna de Oscar do eterno Stan Lee, (todos se curvando perante o mestre). Todavia aconteceu aquilo que eu temia, um romance entre agente Romanoff e Bruce Banner, uma lástima, mas não teve força suficiente para chamar a atenção, então nenhum dano foi causado.




Em síntese, nada do que aconteceu nos quadrinhos foi para o cinema, porém o diretor Joss Whedon, conseguiu transmitir muito da essência da saga. Essa é uma das mais difíceis tarefas dos Vingadores, eles são derrotados muitas vezes, perdem amigos, se sacrificam pelo bem maior e isso tudo, guardado as devidas proporções, foi mostrado. Como se não bastasse deixar o público entusiasmado com as cenas de ação que ocorrem o tempo todo, ainda conseguiram dar destaque para a tão aguardada briga entre Hulk e Hulkbuster. É assim que se faz uma batalha quase apocalíptica senhor Zack Snyder.




Ao final do filme, uma mistura de sentimentos acontece com o tom melancólico, quase de despedida de alguns personagens, mas dura pouco tempo, pois na sequência dos créditos a cena extra chega como uma cotovelada no rim de qualquer fã. Se você esperou ansiosamente para ver A Era de Ultron, com certeza será desesperador aguardar até a Guerra Infinita Parte 1.




Quem já assistiu, deixe seus comentários dizendo o que achou, se já leu os quadrinhos ou não. Se não assistiu e leu até aqui, apesar do aviso de spoiler, comente também! Quero saber a opinião dos leitores sobre essa adaptação.



João Oliveira, jornalista, aficionado por quadrinhos, livros e cinema. Mochileiro em busca de sua próxima aventura.
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terça-feira, 14 de abril de 2015

Sei Que Eu Sei News #20














Olá leitores! Temos muitas notícias cinematográficas essa semana, confiram:






















A Warner Bros. revelou que seu ator favorito para interpretar Newt Scamander na adaptação de Animais fantásticos e onde habitam é Eddie Redmayne. Não está ligando o nome à pessoa? Eddie fez o papel de Stephen Hawking em A teoria de tudo, trabalho pelo qual recebeu o Oscar de melhor ator esse ano. Acho uma boa escolha, mas ainda não está nada confirmado.

O livro Animais fantásticos e onde habitam foi lançado em 2011, como um livro didático para os alunos de Hogwarts, onde eles poderiam aprender sobre todos os animais do universo mágico, mas o filme focará no seu autor, o pesquisador Newt Scamander, e seu trabalho para catalogar todas as criaturas mágicas. A estória se passará 70 anos antes de Harry entrar para Hogwarts, portanto, ele não aparecerá no filme, que será dividido em 3 partes, com a primeira lançada em novembro de 2016.




























E finalmente decidiram filmar a saga de Stephen King, A torre Negra: a Sony Pictures e a MRC produtora vão financiar a produção do filme baseado no primeiro livro da série, O pistoleiro. O roteiro será de Akiva Goldsman, de Uma mente brilhante (2001) e Jeff Pinkner, de Missão Impossível: protocolo fantasma (2011); os produtores serão Brian Grazer e Ron Howard. 

Ainda sem nomes confirmados, há algum tempo já foram cogitados os atores Javier Bardem e Russel Crowe para viver o protagonista Roland. A série de livros mostra a jornada do pistoleiro em busca da torre negra em meio a um mundo devastado.






















E saiu o trailer da animação O pequeno príncipe, que tem estreia marcada para 8 de outubro aqui no Brasil. O filme se passa alguns anos depois do acidente de avião que levou o famoso piloto ao deserto do Saara, na estória original: agora, esse piloto já está mais velho, e tenta se aproximar de uma menininha para passar adiante o relato de suas aventuras com o Pequeno Príncipe:





O que acharam do trailer? Eu gostei, parece bem produzido e acho que vai ser interessante. Qual desses filmes vocês estão esperando ansiosamente? Contem-me tudo ;)



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